• Cara Alcinea
    Encontrei você quando procurava alguma coisa sobre o GE Barão do Rio Branco onde estudei.Estou escrevendo minhas memórias e sem dúvida Macapá ocupa o centro das minhas recordações e da minha saudade.Sempre digo que saí de Macapá mas Macapá não saiu de mim.Pode ser um chavão mas é a verdade.Amo esse meu passado e essa cidade.Portanto é redundante dizer que fiquei muito feliz como sempre fico quando tenho qualquer lembrança da Macapá que vivi.Nasci em 1943 portanto um pouco antes da foto. Identifico a direita o antigo Forum em construção, a casa do governador e o Grupo Escolar Barão do Rio Branco.Recentemente estive por aí e participei da cerimonia de revitalização da Praça que leva o nome do meu pai (Isaac Zagury) e no meu discurso lembrei das pessoas e da vida. Me vi retornando às origens. Com meu pai e com essa cidade aprendi o valor da verdade, a diferença entre o discurso e a ação, a importância do exemplo e me ensinou o amor pela vida e sobretudo pelos meus semelhantes. Recentemente consegui que um artista pintasse um quadro com a Casa Leão do Norte.Está a sua disposição(diga para onde mando a foto do quadro)se desejar.Obrigado a todos por me fazerem retornar a um tempo muito feliz.Leão Zagury

  • RETIFICAÇÃO EM VIRTUDE ERROS NA MENSAGEM ANTERIOR: Para se ter uma idéia do tamanho de Macapá pelos idos de 48/50, que a foto mostra, a Av. Iracema Carvão Nunes, começava no portão da residência oficial, e terminava na Gen. Rondon. A Av. Fab, era pista de pouso. O GE Barão do Rio Branco, funcionava no mesmo prédio atual, só que tinha instalados em sua área biblioteca pública (prédio do lado esquerdo do Grupo), cine territorial (anexo ao fundo do prédio principal do grupo) e escola de música (Prédio à esquerda do Grupo), onde a Profa. Valquíria ensinava as crianças a cantar o Hino Nacional e outros cívicos. O Forum de Macapá estava em plena construção.A residência oficial continha uma área verde (tipo um bosque), onde, muitas vezes, a Dona Laury, mãe do Cel. Janary, reunia crianças carentes para conversar e fazer anotar nomes e nº de uniformes e de calçados que precisavam, os quais eram feitos na EIM (Escola Industrial de Macapá – que era uma escola profissionalizante que contava com alunos internados (vindos do interior) e semi-internados, que moravam em MCP) e depois entregues à meninada. As casas que circundavam a praça, pela Rua S. José e pela Av. Coriolado Jucá, destinadas aos servidores do primeiro escalão do governo do território, ainda eram bem humildes. Embora o progresso ainda não tivesse chegado, acredito que as pessoas, daquela época, eram bem mais felizes, como, aliás, acontecia em toda cidadezinha interiorana. Valeu!
    Acredito que consertei algumas falhas de digitação e a informação ficou mais completa.

  • Só para se ter uma idéia do tamanho de Macapá, a Av. Iracema Carvão Nunes, que começava no portão da recidência oficial, terminava na Gen. Rondon. A av. Fab, era pista de pouso. O GE Barão do Rio Branco, funcionava em um prédio que tinha insalados biblioteca, cine territorial e uma espécie de escola de música, onde a Profa. Valquíria nos ensinava a cantar o Hino Nacional e outros. O Forum de Macapá estava em plena construção. A residência oficial continha uma área verde, onde, muitas vezes, a Dona Laury, mão do Cel. Janary, reunia meninos carentes para conversar e fazer anotações de uniformes e calçados, que eram feitos na EIM. AS casas que compunham a paça Barão, destinadas aos servidores do primeiro escalão do governo do território, ainda eram bem humildes. Embora o progresso ainda não estivesse chegado, acredito que as pessoas, daquela época, era bem mais felizes, como, aliás, ocorria em toda cidadezinha interiorana. Valeu!

  • Só agora consegui entender. Esqueci-me de que o Barão tem duas praças: uma arborizada e outra de quadra de esportes. O esquisito na foto é que a Av. Fab se encerra abruptamente, o que dá a impressão de que a outra, que começa em frente à residência do governador, é a avenida principal.

  • Olá Cléo,
    Com prazer relembro um grande craque que atuou pelo nosso querido Juventus. Poderia citar vários como Timbó, Macaco, …, mas um dos maiores craques do Juventus foi sem dúvidas o Lelé, irmão do Chico Leite dono da livraria Zolá, num jogo contra o Paissandu no Glicerão,êle simplesmente meteu a bola por baixo das “canetas” do não menos famoso Quarentinha. Bons tempos aqueles.
    Acho que você morou próximo da casa do “seu” Jorge aí na Almirante Barroso, na Favela, Não?
    Sds,

    • Sim, Rui, sou essa pessoa. Sou colega do Antonio e Paulo. Leio sempre os teus comentários aqui no blog. Gostei qndo vc lembrou da casa da Tia Cota, que tantas vezes frequentei, quando morei lá na Favela. Lembro do grande craque José Duarte Monteiro Leite, o Lelé, que ainda joga bola e, diante desses pernas de pau que a seleção tem hoje, seria tido domo um semideus, ao lado de Palito, Perereca, Jangito e outros. FELIZ NATAL.

  • Olá Alcinéa,
    Não consegui identificar nada apesar da explicação do Aluisio (que acho que é o craque que junto com o Piraca infernizaram os adversários no Glicerão), lembro apenas que o campo de aviação era paralelo à avenida FAB, de onde muitas vêzes quando menino observava os aviões DC3 da Panair do Brasil. A aerofotogrametria definiu bem, apenas não consigo identificar.
    Sds,

    • Olá, Ruy.
      Você tem razão quanto ao campo de aviação. Esse que aparece na foto é bem anterior. O campo do qual você está falando, paralelo à av. FAB é bem depois e desse eu também lembro bem, inclusive do terminal de passageiros. Salvo engano, ficava mais ou menos na esquina da FAB com a Odilardo Silva, onde foi construído depois o prédio da prefeitura, aproveitando-se outra construção. Tenho vaga lembrança que a pista ia até o antigo Palácio do Setentrião (esse trecho, inclusive, era o campo de treino do Esporte Clube Macapá, onde o governador general Ivanhoé Gonçalves Martins mandou construir seu palácio executivo – na época, recebeu o apelido de “Gamelão”).
      Agora, desfazendo o engano: o Aluisio ao qual você se refere é outro; eu também o conhecí, jogando bola na rua e, se não me falha a memória, ele jogou pelo Amapá Clube, onde jogou outro Aluisio. Conhecí o Baraca, também. Eu era perna de pau; só bola na rua ou no colégio.
      Um abraço.

  • Oi, Alcinéa.
    Deixa ver se eu me situo, continuando as informações do Zanjo.
    À direita, na Praça Barão do Rio Branco, o início da Av FAB e o antigo Grupo Escolar Barão do Rio Branco (bem atrás, o Cine Teatro Territorial). Prosseguindo, passando a rua São José, a antiga Escola Industrial de Macapá, depois Ginásio de Macapá, depois Escola Integrada.
    Partindo dos fundos da casa do governador, começa a av. Iracema Carvão Nunes (não sei se em 1948 já era esse o nome). No final, à esquerda, seria construído, mais tarde, o prédio do Colégio Amapaense. Mais adiante, parte das instalações da Panair do Brasil e, mais atrás, o Hospital Geral de Macapá. Salvo engano, o descampado era o campo de aviação.
    De frente para a Praça Barão do Rio Branco, há uma casa de altos que acredito serem os atuais Correios.
    As casas que aparecem na praça (a maioria já foi alterada) eram residências dos altos funcionários do recém-criado Território do Amapá. São as famosas “casas pra morá os dotô”, de “Aonde tu vais rapaz?”, canção mais conhecida do nosso marabaixo.
    Um abraço.

  • Pela percepção que tive, Fórum o prédio da atual OAB, Praça Barão do Rio Branco,Av. FAB,
    Res.Governador.
    A perspectiva direcional da foto seria no sentido rio Amazonas pra dentro da cidade, correto? Reconheci pelo descampado da frente da Res.Governador.

  • Eu ainda não havia nascido. Mas é possível perceber o que seria, algum tempo depois, a cidade joia da amazônia. Embora hoje nossa capital esteja cheia de cabeça de porco, tenho esperança que ninguém revogue as leis divinas e tudo volte a ser correto, a fim de que possamos nos orgulhar e viver paz.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *