Moção de apoio à greve dos professores

Nos últimos quarenta dias os professores e professoras do Estado do Amapá têm sido exemplos de luta, ao denunciar à sociedade o descaso com que vêm sendo tratadas as escolas públicas e seus bens humanos e materiais. Nesse ínterim reivindicam um direito assegurado em Lei, que é o piso salarial da categoria. Um piso salarial cujo valor ainda é insuficiente para assegurar um padrão mínimo de qualidade de vida aos profissionais da educação, e que não serve como estímulo para atrair novas pessoas ao magistério. Essa política fragiliza a escola pública amapaense. Há um desmonte da educação pública brasileira desde a educação infantil até a educação superior, tendo como princípio básico a desvalorização dos professores e dos seus salários. Não bastasse essa política de desvalorização, o Governo do Estado do Amapá e seus Secretários de Estado tentam deslegitimar, criminalizar e jogar a sociedade contra os professores que ao longo dos anos tem tirado dinheiro do próprio bolso para manter o mínimo de qualidade em suas aulas.

Nós, setores da esquerda desse Estado, estamos diariamente na luta e apoiando irrestritamente a greve dos professores do Estado. Num Estado com um dos maiores índices de corrupção e onde os corruptos continuam ocupando cargos importantes, não podemos admitir a criminalização justamente do movimento dos professoresda justeza da causa, defendemos, junto com os companheiros da Educação do Estado, que sejam atendidas todas as suas reivindicações e nehuma medida punitiva ou burguesa seja apresentada àqueles que são dignos de respeito. Na luta [email protected] da Educação do Estado do Amapá, todo apoio e de todas as formas!

CSP CONLUTAS/AP; SINDUFAP; SINSTAUFAP; SINDISAÚDE; SINCOTRAP; DCE/UNIFAP; MANDATO DO VEREADOR CLECIO VIEIRA; PSTU; CST/PSOL; ANEL; COLETIVO CONTRAPONTO; COLETIVO VAMOS À LUTA; REGIONAL NORTE II DO ANDES-SN

  • Aliás, só para complementar, que eu já ia esquecendo, em vez dessa discussãozinha em relação a greve dos professores, o que deveria estar se discutindo era porque o governo não constroi mais escolas para diminuir a quantidade de alunos por sala, porque não cria políticas, porque enquanto se fica questionando a cobrança dos professores por seus direitos, o estado é roubado aos milhões (vide noticiários) e ninguém fala nada e, ao final, vão acabar votando nos mesmos “caciques”. Pois se o filho de alguém recebe nota baixa ou advertencia na escola o pai vai lá e às vezes quer até bater no professor, mas se um deputado, secretario e etc rouba MILHÕES do estado, quem vai lá bater e lhe falar umas boas verdades? Quem vai para a frente da assembleia tc e etc?. O que realmente gostaria que me explicassem (e sempre falo isso) é porque o tribunal de justiça por exemplo, que tem vários juízes, técnicos, um prédio em cada comarca, com servidores, toda infraestrutura de tecnologia e etc para atendimento ao público tem um orçamento menor que o da assembleia legislativa que tem apenas um único prédio no estado e uma “escola” do legislativo!. Isso sim, eu queria entender, mas o fato de um professor ganhar 2.700 e querer reajuste, eu entendo perfeitamente, pq aliás estou sempre na escola acompanhando a educação do meu filho e até, vez por outra, presto atenção na prestação de contas do caixa escolar, que também tem alguns que são desviados aos montes e ninguém tá nem aí!!!

  • O que muitas das pessoas que aqui escreveram deveriam entender é que atirar a pedra é sempre muito fácil, consertar o telhado é que dá trabalho. Vê o nosso “grande” governador, pensava eu quando ele ganhou as eleições, mais porque ninguem queria os outros do que pelo fato de quererem ele, achei que como uma pessoa estudada fosse fazer diferente do pai, aliás disse isso durante o almoço, espero que não siga os passos do pai e parece estar fazendo a mesmíssima coisa. O fato que para os professores do Amapá chegarem ao piso devem receber 33% de aumento e eles estão querendo apenas 20% do direito que têm. Quanto à regência, não está em questão, direito é direito e ponto. Conheço a realidade das escolas amapaenses e vejo, salas lotadas, professores fazendo coleta para comprar presentes para festinha do dia das mães na escolas, dos pais, para xerox de prova. Professores que do próprio bolso compram datashow para melhorarem suas aulas e etc. O que ocorre hoje, que a sociedade deixou de vê que o professor é o segundo pai e a segunda mãe e para muitos está se tornando o primeiro, porque os pais não ensinam mais nada em casa. Fui educado em um tempo que tinha que saber a tabuada e quem me ensinou, além da minha professora Elza da qual levei muitos “bolos” na mão, foi meu grande pai, que todas as noites sentava comigo e me ensinava a tabuada apesar de ser analfabeto, mas isso ele sabia bem. Aprendi a ler e escrever, além do grande esforço das minhas professoras que faziam ditados de palavras e nos obrigava a ler uma história todos os dias, foi também a minha irmã, que já alfabetizada me ensinava todos os dias. A sociedade hoje está jogando tudo para a costa dos professores, não quer se dar ao trabalho básico de ensinar mais nada porque a escola faz tudo. Durante uma das caminhadas dos professores (vale lembrar não sou professor) vi uma mãe os xingando de vagabundos e que por causa da “vagabundagem” dele tinha que estar aturando a “peste do filho em casa” (palavras dela). Então se veja, se de um lado os professores fazem muito esforço, de outro, as famílias não querem mais fazer nenhum. Quanto à qualidade, é impossível um professor com uma sala de 40 a 50 alunos dar uma ela que realmente preste, principalmente porque muitos não querem saber de nada, além de celular, facebook e etc, e também há que se considerar que o professor perdeu muito de sua autoridade dentro de sala de aula, pois tudo hoje é constrangimento, sem falar que os pais (sem querer generalizar) não enxergam os erros dos proprios filhos. As escolas atualmente estão cheias de maus exemplos (sem querer generalizar) que furtam celulares dentro da própria escola, seja de professor, seja e aluno, de outros alunos vendendo droga e o professor é que tem que suportar todo o cargo, e, como sempre, a grama é sempre mais verde no quintal do vizinho.

  • Alguém me explica! Uma das propostas do GEA aos docentes é de 15,56% mais 3% a partir de julho e mais progressão, a categoria não aceitou; outra proposta é de pagar o PISO aos 1400 professores que ainda não recebem mais os 15,56% à todos e progressão, mesmo assim não aceitaram. Agora,a categoria dos professores não está lutando pelo PISO e porque rejeitaram a proposta que beneficiaria os colegas que ainda não recebem o seu salário de acordo com o PISO? Me expliquem melhor.

  • Cara,
    Se esse sindicato viessse cumprindo seu papel nos últimos anos não teria chegado aonde cheqou a situação do ensino no Amapá, onde ninguém mais consegue passar em vestibular de qualquer universidade mediana do Brasil. Outro exemplo, as vagas dos concursos públicos realizados no e para o Estado em sua esmagadora maioria são preenchidas por profissionais vindo de outros estados tal a péssima qualidade do ensino no Estado. Além disso querer descarregar no atual Governo os oito anos de desmando da HARMONIA é demais.Outro detalhe esse papo de que vão pagar hora aula, nem as criança do pré acreditam. Da greve passada, em sua maioria não cumpriram nada. Carlos Quaresma

  • Meu caro André Luiz, a minha opinião reflete o pensamento da maioria da população amapaense. As pessoas já perceberam que o SINSEPEAP não foi para a mesa de negociação como o obejetivo de formatar um acorodo com o GEA. Foi pré disposto a radicalizar em suas posições. Que tipo de negociação é essa que apenas uma parte cede e a outra não aceita nenhuma outra proposta inferior a 20%? Graças a Deus tenho duas formações na área de humanos que me permitem ser uma pessoa politizada e saber fazer uma análise sobre os movimentos sociais que ocorrem, pricipalmente em nosso Estado. Para o seu conhecimento os meus professores foram importantes na minha formação, pois tinham compromisso com a educação do Amapá. Posso citar a professora Alcinea como exemplo de pessoa dedicada a arte de ensinar.

    • Onde formação na área de humanas permite ser uma pessoa Politizada( ou será doutrinada) ? que besteira cara, se não Brasil, portugal, espanha.. seriam maior que os eua, e menos corruptos também.

  • “A luta dos professores em defesa de seus direitos e de sua dignidade deve ser entendida como um momento importante de sua prática docente, enquanto prática ética. Não é algo que vem de fora da atividade docente, mas algo que faz parte dela.” (Paulo Freire)

  • Só não entendo uma coisa: Se existe um piso nacional de salário para professor, este deve ser respeitado a qualquer custo. Se a questão fosse da competência da Justiça do Trabalho acredito que o problema já teria sido solucionado, ante a celeridade processual que é imprimida ao processo naquela Especializada, dada a informalidade do processo do trabalho.
    Quem já usou da bandeira contra ilegalidades, imoralidades, autoritarismo, corrupção, etc. etc, não pode se escudar em nada para não cumprir a Lei. PIOR DO QUE OS ALUNOS SEM AULA, É SEU MESTRE ACHAR-SE COM A MORAL LÁ EM BAIXO. SERÁ QUE TERÁ ESTÍMULO PARA DESEMPENHAR SEU ÁRDUO E NOBRE OFÍCIO?
    EU RESPEITO BASTANTE TODOS OS PROFESSORES, DE QUALQUER NÍVEL E TODOS DEVERIAM SER BEM REMUNERADOS, ESPECIALMENTE OS QUE LIDAM COM AS CRIANÇAS E ADOLESCENTES. Tenho dito.

  • tem gente que usa a internet, só pra divulgar a opinião de terceiros, porque da sua cabeça mesmo não sai nada de original, né ? Brigar com entidades sindicais é coisa do tempo de Getúlio Vargas, jamais imaginei que fosse viver o que meu pai viveu na década de 50, principalmente com um governador que é mais jovem do que eu ,mas que tem a mente retrógrada, que até minha mãe que possui 76 anos de idade não é assim tão radical, gostaria de poder falar pessoalmente com o governador e dizer pra ele que ele vive num país democrático e que práticas antidemocráticas só existem nos países com histórico de ditaduras o que já não temos no Brasil desde João Figueiredo, talvez nessa época Camilo era apenas um menino, que se tornou um homem muito intransigente. Janete como mãe deve estar morrendo de vergonha.

  • Durante esses mais de 40 dias de luta temos nos portado de forma exemplar perante a sociedade, defendendo nossas posições e nossa pauta de forma ética, responsável e ordeira, essa tarefa, não tem sido das mais faceis, haja vista que o GEA, não reconhecendo como legítimas as reivendicações da categoria, tem junto com seus secretários e agentes partidários implementado uma dura campanha no intuito de descredênciar e desmoralizar o movimento grevista da educação! O último golpe veio das mãos do judiciário que de forma confusa e contraditória jogou nosso movimento na ilegalidade mesmo tendo afirmado anteriormente em decisão favorável ao movimento, que a greve é um direito legítimo para que se alcance melhorias para a classe trabalhadora, pior, não bastesse jogar nossa greve na ilegalidade, o magistrado não garantiu a essa categoria nem os minimos avanços conseguidos com nossa luta até a presente data, tornando possível que o movimento seja desfeito, empurrando a categoria pras salas de aula debaixo do chicote do GEA e sob pena de uma humilhação sem precedentes! Ainda assim, com tudo posto em nosso desfavor presente momento, mesmo travando uma batalha de Davi contra Golias, nossa luta segue resistindo de forma heróica! não poderiamos portanto, esperar apoio de outros setores senão daqueles que tem se postado sermpre de forma aguerrida e solidária, sempre ao lada das lutas da classe trabalhadora desse Estado e do nosso país! São a esses companheiros que direciono meu fraterno muito obrigado, sempre reafirmando a fé de que a vitória nos sorrirá no final!
    “POIS SÓ A LUTA MUDA A VIDA”

  • Não estou defendendo nem governo e nem grevistas, mas a greve é política , isso eu comprovei hoje, pois do lado da minha casa mora um professor que é favor da greve, então ele saiu sozinho para ir onde estavam o outros professores e logo em seguida chegou um carro do Sinsepeap e levou a mulher e mais alguns vizinhos que nada tem a ver com greve e muito menos são professores. Os que vão sofrer somos nós pais e alunos que estão sem aulas por puro egocentrismo.

  • O governo tem que jogar duro com esses grevistas. Acima de tudo está em jogo o direito do cidadão a eduacação e não o mero interesse de uma categoria que só pensa no seu bolso.As outras categorias negociaram de forma responsável com o governo e continuam trabalhando normamlmente. Já os professores se acham melhores que outros servidores estaduais e querem sempre mais, não interessando o prejuizo que causam a sociedade com esse greve de cunho político. Todo ano fazem greve como instrumento para conseguir arrancar do Estado mais e mais aumento salarial. Querem ganhar bem vão ser professores no Pará ai vocês irão ver o que é ganhar “BEM”.

    • Caro “servidor estadual” , mais um vez você “despeja” toda sua “ira” e incompreensão politica” sobre a categoria que lhe ensinou a redigir suas “duras palavras”.Tudo que você é, só foi possível graças a “um professor” , que com sua “paciencia”, “sabedoria”, “dedicação”, gastou boa parte de seu tempo, ensinando-lhe as “letras” e, HOJE, por sua total “ignorancia política” (ou será por “comprometimento político”? ) você “prefere” transferir para os “mestres” toda a responsabilidade pelas mazelas da educação no AMAPÁ. Reitero,mais um vez, nao se envergonhe em se desculpar por mais esse “destempero verbal”.

      • Professor no Amapá não” gasta” seu tempo com aluno, eles vendem seu tempo, a prova maior é que estão deixando seus alunos ao Deus dará por conta de salarios maiores.
        Fiquei assustado quando vi na TV professores felizes e comemorando a continuidade da greve. Imagino que a continuidade da greve deveria ser recebida com lamentos por todos, pois ela prejudica o futuros de nossas crianças, o unico beneficio da continuidade é o politico.

        • Querida Ivone, os professores sao trabalhadores como qualquer outra categoria e, apenas para seu conhecimento , nossa greve não é por “salários mais altos”, mas simplesmente para o cumprimento de uma lei federal, ja julgada válida pelo stf, que estabelece um piso minimo de 1.454,00 para os professores, que infelizmente o GEA nao cumpre. Como professor preciso de “ensinar” a mais “velha lição”: “quem nao luta por seus direitos nao merece tê-los”

  • Parabéns Alcinéia Cavalcante pelo belissímo apoia a nossa greve, é através desse e de outros apoios, que conseguimos lutar por uma valorização mínima… Felizmente é o que podemos fazer para tentar garantir uma Lei que já deveria existir a muito tempo, muito tempo.

  • Estava em movimentado restaurante de Macapá, quando a notícia da ilegalidade da greve dos professores foi noticiada pela TV AMAPÁ. Fiquei surpreso com a reação das pessoas no local, uns bateram palmas, outros disseram “bem feito” e o restante apenas movimentou a cabeça como sinal de positivo, ou seja, a decisão da justiça foi mais pelo prejuízo gerado à sociedade do que qualquer outro argumento. Duvido que o recurso impetrado pelo sinsepeap vá revogar a decisão do Desembargador, vamos aguardar.

  • Gostaria que a indignação salarial fosse do mesmo tamanho quanto os numeros do Amapá no ranking do ensino no Brasil. Mostra claro o motivo da greve.

  • Quem participou das longas reuniões para a construção do nosso ESTATUTO DO MAGISTÉRIO, durante vários anos, o qual já foi aprovado, sabe bem o quanto já foi e está sendo lesado.

  • Com uma moção dessas ainda querem que eu acredite que a greve não é política?
    Como diria o mestre Paulinho “Tá legal, eu aceito o argumento / Mas não me altere o samba tanto assim / Olha que a rapaziada está sentindo a falta / De um cavaco, de um pandeiro ou de um tamborim”.
    A condução da greve é conduzida por um sindicato hibrido e que joga politicamente com as armas que tem, ou seja, a greve como um instrumento constitucional; acompanhem o histórico de reajustes do GEA referente ao cumprimento da Lei nº 11.738, de 16/7/2008.
    Em 2008, 2009 e 2010 não foi dado NADA de aumento. O que o sindicato dos harmoniosos fez?
    Quem esta sendo intransigente mesmo?

    • Professor Alexandre Amaral, você como um “historiador” (será que ainda se lembra disso, depois de assumir um cargo nesse governo?) deveria saber mais do que ninguém que na “luta de classes”, tao bem explicada pelo “velho Marx” o nosso lado (trabalhadores) deve ser ao lado dos “oprimidos” (seja pelo baixo salário, seja pelas liminares que tornam a greve legal em “ilegal”, seja pela repressao e ate ameaça de morte ao nosso presidente do sinsepeap). Ler esse seu “texto” me fez recordar de Lênin se reportando a Kautsky, chamando-o de “porco chauvinista”, justamente por adotar um “comportamento”, bem semelhante ao seu , ou seja negar a própria classe e/ou categoria para “defender” com armas e dentes uma mísero CDS. Seus “mestres” da UFPA, hoje inclusive em greve, devem estar se perguntando: O que aconteceu com esse rapaz????

      • Comentário infeliz; quando falta argumento, apela-se para a práticas discursivas de desqualificação do outro sem pudor ou respeito, assim se conhece o carater, ou a falta dele; guarde o lirismo travestido de moralidade e limite-se a Insignificância do seu comentário. É preciso desdramatizar o pedantismo retórico. Aprenda a respeitar o pensar diferente, conviva com criticas construtivas e viva na diversidade da diferença.
        Eis um link que ajuda na desdramatização promovida pelo Sindicato; sou contra essa direção do morde-assopra e assumo publicamente isso. Tenho orgulho da categoria dos professores e concordo com as bandeiras defendidas, mas não posso dar um cheque em branco para o Sinsepeap, que sinceramente, não me representa!

        • Alexandre, nao sei se o sr. se fez presente em nossas assembleias, mas gostaria de informá-lo que quem referendou a continuidade da greve foi a MAIORIA ESMAGADORA dos presentes à assembléia. seu video e argumento, a meu ver, referenda a ídéia de que essa IMENSA MAIORIA teria sido, a seu entender, digamos manipulada? é isso que você pensa dos professores estaduais? se verdadeiro fica meio contraditório seu argumento “Tenho orgulho da categoria dos professores e concordo com as bandeiras defendidas…” Em tempo,a greve nas universidades é legitima? nao há semelhanças? lá também sao manipulados? Prof. Alexandre na vida temos que ter um lado nao um grupo. O meu lado é com os trabalhadores o seu grupo é com o PSB (no qual o sr. exerce um cds). Reitero, seus ex mestres devem estar decepcionados hein…

    • este sindicato Alexandre, hoje tem se orientado pela sua base, respeitando os encaminhamentos da sua categoria. O problema é que o vício e o costume do aparelhamento sindical, por governos e direções pelegas que por anos descredenciaram o SINSEPEAP a luta,faz com que agentos do GEA que não tem obtido êxito na cooptação de setores importantes do sindicato , agora apelem na tentativa de desmoralizaçaõ desta entidade junto com toda a sua categoria! Mas a base tem se posicionado e estamos vigilantes! E reafirmo, enquanto o sindicato defender os interesses da categoria que representa e não os interesses do GEA como parece ser o caso do seu comentário! estaremos do lado do seus dirigentes e do comando desta greve!
      SEGUE A LUTA!

      • Olá Charles,
        Eis o sofismo do Sinsepeap. A mentira sempre coloca o mentiroso na parede; essa gestão tem uma postura na frente da imprensa e do GEA, mas quando fica diante dos pares usa uma retórica inflamada e leviana para fomentar a discordia, por meio de oposição hibrida!
        A mentira sempre coloca o mentiroso na parede. Vamos olhar o video e tirar conclusões?
        O Sinsepeap ainda dá motivos, por isso critico, falta credibilidade e moral.
        Reitero que minha critica é contra a direção do Sindicato, não contra a categoria!
        Independente do meu comentário sou professor e tenho responsabilidade com a verdade, mas não parece ser essa a postura do sindicato.
        Abraço e grato pelo comentário construtivo.

  • Prezados, não sou contra quem luta pelos seus direitos mas, neste caso cabe alguns questionamento para reflexão da sociedade Amapaense:
    1º se os 16,56% ofertados pelo GEA parece ser pouco ao ponto de manter uma greve que penaliza em muito os estudantes da rede pública, por qual motivo a mesma classe ficou calada por 8 longos anos sem reajuste significativo?
    2º Se a continuação da greve tem motivação política ou não, como explicar um aporte de R$ 30 mil da ALEAP para o SINSEPEAP para custear viagens com o fim de tratar do plano Collor em Brasília, uma vez que o SINSEPEAP deve possuir volumosa arrecadação de dinheiro através de seus sindicalizados (professores).
    3º Não seria mais inteligente da parte dos professores aceitar a oferta do GEA, que não é ruim, olhando o lado dos estudantes e familiares, para no futuro dar mais um passo até o ponto desejável(os 20%)?

    4º Qual é o motivo de somente agora expor as entranhas dos gravíssimos problemas existentes na educação, como a falta de merenda, cadeiras, giz e condições básicas? Somente a partir de 2011 surgiram todos esses problemas?: escolas sucateadas, professores tirando dinheiro do bolso para comprar material para ministrar suas aulas? , só recentemente perceberam que são mal remunerados e que precisam a qualquer custo de 20% de ganho nem que seja as custas da desgraça da sociedade, pensando que sua causa está acima de tudo e é só o que importa?
    Sei da importância do professor para o desenvolvimento da sociedade, acho justa sua reivindicação porém, injusta a forma como está sendo conduzida. O SINSEPEAP pode dar para a sociedade Amapaense exemplo de luta e inteligência na busca pelos direitos dos professores.

    Todos sabemos que a qualidade da educação nas escolas públicas vai de mal a pior, por isso penso que é muito grande a perda que as crianças, jovens e adultos amapaenses estão sofrendo.
    Saudações.

    • falar que nós professores passamos os 8 anos da harmonia calados é sonegar a verdade pra início de conversa! fizemos 3 greves na gestão dos harmônicos e nossa principal tarefa naqueles dias de luta era a restruturação do nosso plano de cargos e salários destruído pela famigerada gestão de João Capi, obtivemos naquelas lutas a recuperação parcial de direitos removidos pelo nefasto governo desse senhor! então não ficamos batendo palmas pros harmônicos como querem fazer parecer alguns! as mazelas da educação: salas lotadas, falta de material didático dentre tantas outras precariedades sempre foram denunciadas pelo sindicato e de forma isolada por nós professores, porém a sociedade muito ocupada com seus problemas particulares sempre tem feito ouvidos de mercador a esse clamor. A “revolta” que toma conta de alguns agora, somente surge quando os professores saem às ruas pra reivindicar o que lhes cabe por direito. isso ocorre porque ficando sem ter pra onde mandar seus filhos, alguns pais somente aí descobrem a necessidade “real” de se ter escolas, ou seja, é lá que ficam depositadas as crianças pra que os mesmos possam cuidar de seus afezeres! aí não interessa se é em uma sala com 52 alunos, se tem carteira pra sentar, se o ventilador funciona, sem tem iluninação adequada, se tem goteira! O IMPORTANTE É ESTAR NA ESCOLA! nós de forma responsável conduzimos essa greve até aqui dentro do respeito e da responsabilidade, sabemos que teremos de repor COM AULA todos os dias paralizados em que os pontos não foram cortados! aceitamos a critica de qualquer setor! mas não isentem um governo que tem se comportado de forma autoritária e mentirosa das responsabilidades que ele tem com as escolas, as crianças, os pais e nós professores!

    • Acho que você pensador não pensa , doar algo significa aquilo que já tem e passa a outrem . No caso da OI o governo iria receber o tributo , ao invés disso o transforma em isenção de impostos , ou seja é a parte a qual o governo entra para a realização de um projeto , atitude esta do governo faz com que tenhamos comunicação via INTERNET de alta velocidade , sem contar os empregos gerados com essas ações . Sem falar que com estes serviços em operação arrecadaremos mais ISS ( IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS ). Não seria melhor ” PENSADOR ” cobrar da assembléia a diminuição em 40 milhões de seu orçamento os quais dariam para atender todas as pendencias salariais do funcionalismo público , principalmente esta assembléia que está produzindo apenas escândalos e gastos desnecessários como por exemplo ” a escola do legislativo ” . Saiba também que governos para atrair novas empresas INFELIZMENTE tem que isentar alguns impostos para as mesmas , caso contrario elas não vem se instalar no Amapá , principalmente nosso estado que não possui parque industrial e para que se tenha É preciso infraestruturar o estado . DEU PARA ENTENDER ? PENSE MAIS .

  • Antes de tudo…Obrigado a todos (as) q de sua maneira contribue p/ com a luta dos professores por uma sociedade mais justa e cidadã. Ainda assim, quero fazer um agradecimento especial ao governo do nosso amado Amapá, por conseguir algo q muitos governos q o antecederam e os próprios diretores do SINSEPEAP Não haviam alcançado até o presente momento… UNIR A CATEGORIA DA EDUCAÇÃO, PROFESSORES, E SOCIEDADE AMAPAENSE… OBRIGADO GOVERNANTES… Graças a vocês estamos cada dia mais concientes de nossos direitos e deveres p/ com a educação do nosso estado.

  • Sou Professora por formação tendo cursado toda vida escolar e acadêmica em instituições públicas, conheço, e muito bem, a realidade de descaso e abandono da educação do nosso Estado. Considero justíssima qualquer luta por direitos e melhorias nas condições de trabalho. Sei que como educadores temos o papel importante de fomentar nos educandos o espírito crítico, a resignificação e transformação das realidades sociais. Porém, visando os mesmos educandos, penso que reconsiderar posicionamentos que não têm tido efeito algum, exceto o desgate, não significa negar ou desistir de ideais, mas mostrar aos alunos e toda sociedade que a inteligência pode e sempre vence a força. Sei que ceder aos 16,56 e a complementação prometida pelo GEA parecerá a muitos mero discurso de pelego,mas não me importo. Pois considero q estrategicamente às vezes é preciso recuar para mais em frente alcançar grandes vitórias. Não esqueçamos q enquantos alguns tem outras fontes de renda, os alunos carentes não tem segunda opção de escola.

    • Quem se acostuma com migalhas se acomoda. Educação é teia, um sistema. Precisamos de políticas públicas voltadas para educação como todo. Fazem aqui a educação como moeda de troca. diretor ainda é indicado pelo deputado que depois usa caixa escolar para caixa 2. Como se vê, o professor não pode fazer tudo sozinho, precisa de você que infelizmente fica parado e não faz nada para contribuir com a dignidade que todo profissional tem de ter em seu trabalho.

    • Caramba! Essa mensagem não era para MARESSA REIS, E CONCORDO EM LETRA GARRAFAIS COM ELA. MINNHAS DESCULPAS, PROFESSORA.

      AGORA ME REFIRO AO SUJEITO CHAMADO ANTONIO QUE É UM COMODISTA ACOSTUMADO COM MIGALHAS.

  • Esses sindicatos não lançaram nenhuma nota de repúdio aos ladrões do Amapá. Tivemos várias operações policiais q culminaram com prisões de autoridades, mesmo assim os sindicatos calaram-se. Muito estranho essa movimentação em relação a greve dos educadores.

    • Então expliquem à sociedade , aos pais de alunos e aos próprios alunos por que recusaram a própria proposta ? conseguiram o piso e mesmo assim se mantém a greve , quem está sendo intransigente , o governo ou o sinsepeap ? . Comparando , se não me engano no Piaui o salário base está em torno de r$ 1700 , detalhe , lá não existe regência . Aqui é de 100% o que faz dobrar os salários dos professores , outra diferença é que no Piaui a qualidade de ensino é bem superior ao do Amapá , sendo este último se destaca como uma das piores do país . vejo que no nordeste brasileiro mesmo com todas as dificuldades existente por lá , existe disposição para cada vez mais melhorar a qualidade do ensino mesmo com pouco recurso , fico imaginando se os professores do Piaui recebessem os salários que os professores amapaenses recebem , com toda certeza a qualidade do ensino seria ainda melhor . Aqui é tão bom que o sinsepeap se da o luxo de rejeitar 16,56% de reajuste , mais engraçado é que no governo do PDT não se via tanta resistência . Pedro Paulo e Waldez saíram deixando , segundo o próprio sinsepeap 33% de defasagem e todos ficaram calados . Por que ?

      • Quem se acostuma com migalhas se acomoda. Educação é teia, um sistema. Precisamos de políticas públicas voltadas para educação como todo. Fazem aqui a educação como moeda de troca. diretor ainda é indicado pelo deputado que depois usa caixa escolar para caixa 2. Como se vê, o professor não pode fazer tudo sozinho, precisa de você que infelizmente fica parado e não faz nada para contribuir com a dignidade que todo profissional tem de ter em seu trabalho. É PRA VC. ANTONIO!

  • Parabéns alcinea, por permitir,através de seu blog, diga-se um dos mais acessados e de maior credibilidade do Estado,essa moção de apoio ao movimento dos professores, que já é vitorioso pela heróica resistencia ao “desmando”, “arbítrio” e “descaso” de um governo incapaz de respeitar a categoria mais importante para o desenvolvimento de qualquer Estado – os professores.

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