• Jeito Tucuju … (Val Milhomem/Joãozinho Gomes)

      Quem nunca viu o Amazonas
      Nunca irá entender a vida de um povo
      De alma e cor brasileiras
      Suas conquistas ribeiras
      Seu ritmo novo
      Não contará nossa história por não saber e por não fazer jus
      Não curtirá nossas festas tucuju
      Quem avistar o Amazonas, nesse momento, e souber transbordar de tanto amor
      Este terá entendido o jeito de ser do povo daqui

      Quem nunca viu o Amazonas
      Jamais irá compreender a crença de um povo
      Sua ciência caseira, a reza das benzedeiras, o dom milagroso
      Não contará nossa história por não saber e por não fazer jus
      Não curtirá nossas festas tucuju
      Quem avistar o Amazonas, nesse momento, e souber transbordar de tanto amor
      Este terá entendido o jeito de ser do povo daqui…

      (…)

  • Minha querida Alcinea, essa contemplação pode acabar, pois um crime ambiental sem precedentes em nossa história está acontecendo contra o nosso Grande Rio Amazonas e nossa cidade. Ontem fui fazer uma caminhada pela extensão de nossa orla, do Araxá ao Perpetuo Socorro, cartão postal de nossa cidade, o que presenciei não foi nada bom e animador. A orla está totalmente abandonada, cheia de lixo pelas calçadas, e o que é pior, o mau cheiro que exala do grande rio é insuportável, pois todos os dias são jogados toneladas e toneladas de esgoto sanitário direto no rio. Cadê a prefeitura, o governo, a SEMA, o Ministério Público que não vêem tudo isso? Vamos reagir gente, antes que seja tarde!

    • Culpa do aumento populacional. Quanto mais gente, mais cocô nas águas dos rios.
      Lembro-me do tempo em que, na volta das aulas no Barão e no GM, a molecada se refrescava pulando no canal da Mendonça Júnior. O único perigo era o de se espetar no ferrao de algum bagre, muito comum nas águas do canal daquela época.

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