Poesia na “Nossa Livraria”

Amanhã, sexta-feira, tem poesia na boca da noite na “Nossa Livraria”, das 17h às 19h.
Recebemos – e com alegria – aceitamos o gentil convite da “Nossa Livraria” para declamar, dizer e falar de poesia ali.

Iolanda, com Munhoz, apoiando a literatura

Desta vez não precisamos levar banquinhos, salgadinhos nem água o refrigerante. Iolanda,  proprietária da livraria, disse que já está providenciando tudo.
Amante da literatura amapaense, Iolanda disse ao blog que os escritores e poetas amapaenses tem que ser mais valorizados e que sua livraria vai montar, em lugar de destaque, uma estante só com obras de autores locais. Portanto, quem tiver livros publicados já pode e deve deixá-los lá.
Iolanda também ofereceu a “Nossa Livraria” para lançamentos de livros e tardes/noites de autógrafo.
Agende-se para não esquecer: poesia na boca da noite amanhã, das 17h às 19h, na Nossa Livraria (Av. Presidente Vargas entre General Rondon e Tiradentes).
Para participar não precisa ser poeta. Basta gostar de poesia.

Poetas e amantes da poesia na boca da noite

  • Alcinea e demais amantes da poesia… Escrevi e dedico carinhosamente a vocês!

    Na boca da noite

    Do alto das mangueiras descem pingos de poesia
    Do céu desce uma corda de estrelas
    Verdes, amarelas e vermelhas
    Que fazem a noite ser muito mais bela.
    Uma por vez no brilhar da ousadia
    de fazer da poesia um altar,
    em qualquer lugar,
    na praça, na beira do rio, na livraria
    ou na calçada vazia,
    salão e sarau dos amantes da boemia.
    A tarde borda tristonha os seus silêncios e magias,
    faz cair sobre o chão sagrado
    um punhado de sereno, um sorriso, um afago
    e um favo onde se planta uma réstia de ternura.
    A boca da noite chega suave
    traz fetiches e fantasias
    Na sua cesta de flores vem amarrado,
    um buquê de orquídeas e de rosas escuras.
    Pendurado no varal encantado,
    reluz a chama e o chamado
    para o agora e para um amanhã
    feito de versos, rimas e melancolia.
    Bem vindo à boca da noite,
    traga sempre no coração o seu colar
    de doces poemas!

    Beijos

    • Na boca da noite…com esse luar “raios de um sol adormecido” rsrs, imagino que benção para a alma participar !
      Parabéns a vocês, poetas e seresteiros!

  • Olha essa: estava eu passando pela Fab, em frente ao CCA, quando uma ventania forte começou repentinamente e as chuvas foram de muitas mangas. Elas caiam para todos os lados, em cima da parada de ônibus, na banca de revista. O barulhaço assustavam as pessoas desatentas, enquanto algumas como eu, corria para pegá-las. No final, a felicidade e o sorriso marcaram os rostos do pessoal que esperavam o ônibus de meio-dia. Vi os moleques se lambuzando e gargalhando como piriquito . Acho que isso acaba nos remetendo a nossa criancice, que ainda não morreu. Coisas do Amapá, o bombardeio é de manga.

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