Por onde andam?

No dia 13 de setembro de 1970, após desfilar garbosamente sob o sol escaldante na Avenida Fab, essa “patota” do Colégio Amapaense bateu esse retrato pra guardar de recordação.
Passados 40 anos, alguém sabe dizer  por onde andam e o que fazem hoje?

  • ah, também toquei com o zote, numa banda, lá na sede do ipiranga e outros locais. depois de formado, trabalhei como teu pai, na câmara de vereadores. se tu tiveres fotos desse período, adoraria trocar material.

  • oi. já fiz alguns comentários, ha algum tempo, sobre assuntos divulgados no teu blog. sou o Cléo, colega de vc’s e que morou aí na almirante barroso. cheguei a estudar contigo, por um pequeno período, no IETA. eu jogava bola com o alcione, no quintal do balalão e só paravamos quando a tua mãe mandava a gente capinar o quintal de vc’s. aí, íamos todos nós, para terminarmos mais rapidamente e voltar pra pelada. vê se tu tens alguma foto desse lindo período.
    abços, Cléo.

  • Oi Néa, desenterraste esta foto do fundo do baú..rsrsrs..Obrigada pela lembrança. oi meu amigo Aloisio Cantuária, estou morando em Fortaleza-ce, há mais de 20 anos..Grande Abraço..Néa bjkas a todos em macapá.

    • Oi, Vera.
      Estou em Belém há exatos 34 anos. Trabalho na Secretaria de Educação do Estado, mas estou aguardando aposentadoria. Retornei à universidade; estou no 3º ano do curso de História da UFPA. O Josué também está em Belém há cerca de 30 anos, no BB (formou-se em administração; a Eliana, irmã dele, advogada, também está em Belém. O Orivaldo também formou-se em História, pela UNIFAP e é professor em Macapá. Os demais, não sei por onde estão. Abraços.

  • Oi, Alcinéa.
    As fotografias sempre têm suas histórias e/ou despertam lembranças de outras, caso do Afonso que recordou de seus tempos de estudante.
    Uma história relacionada com essa foto tem a ver com o Orivaldo. Ele também era integrante da banda escolar do CA. Mas devido o falecimento de sua avó (morava na casa dele, lá na Mendonça Furtado), a poucos dias do 13 de setembro, ele em sinal de luto, não participou do desfile escolar. Até porque o uniforme da banda do CA para aquele desfile apresentava a cor vermelha na camisa, com a calça azul, cores do CA. Na foto, dá pra perceber o luto na tarja preta no bolso de sua camisa branca. Bom menino. Sentimos sua falta, pois era um cobra no tarol.

  • Alcinea! Não tenho fotos mas tem pessoas que estudaram comigo no CCA por volta de 1979/1980 e eram relativamente conhecidos na cidade. De Macapá: Ziro e Telmo. De Santana: Calixto, cujo no completo acho que era Carlos Alberto Calixto dos Santos. Tem ainda o Pacheco que trabalhou comigo no Armazém Estrela e ra bom de bola assim como o irmão que não sei o nome. Será que alguém do blog ou você os conhece?

  • Oi, Alcinéa
    Deixa eu ajudar os amigos do blog.
    Em primeiro plano, agachados, da esquerda para a direita: Orivaldo (irmão do Maneca), Josué Monteiro, Vera Costa, José Maria e Aloisio Cantuária. Em segundo plano, em pé: Laércio (atrás do Zé maria) e Mário Bandeira, de perfil, com as mãos na cintura, entre Orivaldo e Josué.
    Onde estão hoje: Orivaldo, professor em Macapá (e no Grupo Pilão). Josué, Banco do Brasil em Belém. Vera, pelas postagens, parece que está em Macapá. Zé maria, não sei por onde anda. Aloisio, economista, em Belém. Laércio, irmão de Zé Maria, não sei por onde anda; trabalhava no Banco do Brasil. Mário Bandeira, não sei por onde está; a última vez que o ví estava em Belém (coisa de 20 anos atrás).
    Abraços,

  • Vou pelos apelidos. O primeiro é o Cerol. Depois o Julio Pereira e na outra ponta está o canhoto, irmão do Edi Prado

    • Alo, Humberto.
      Faz muito tempo que a gente não se vê. Quando meninos, costumávamos jogar bola naquela rua de piçarra, atrás do muro do Colégio Santa Bartoloméa, entre aas ruas Manoel Eudóxio Pereira e Professor Tostes. Na época (1963-64-65) aquele trecho era uma continuação da rua Iracema Carvão Nunes. Um dos atletas (e dono da bola) era o “seu” Meninão (não lembro do nome dele). E desde aquela época você já tinha o mau costume de ser botafoguense e eu o bom costume, claro, de ser rubronegro. Tinha também o time de botão que você gostava de narrar, ensaiando seus primeiros passos como locutor (o microfone era uma lata de leite Ninho com um pulseira de relógio dentro, pra dar um efeito legal.
      O apelido deixo pra você espremer o crânio e lembrar. Antes que eu esqueça: lembra daquela menina que morava na frente de minha casa e os pais dela não queriam que você se aproximasse?
      Abraços.

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