Que bactéria é essa?

É preciso que se investigue urgentemente que bactéria é essa que começou a circular em Macapá  em novembro e mata  em poucos dias.
Hoje, vítima desta bactéria ainda não identificada, faleceu a professora e jornalista  Jacinta Maria Rodrigues de Carvalho Gonçalves, 34 anos, secretária de Estado da Comunicação.
No dia 26, Jacinta postou no Twitter que tinha passado a noite com febre. Disse ela: “Depois de uma noite com febre, já na ativa.#trabalharfazbem

Dois dias depois, Jacinta foi internada no Hospital São Camilo com suspeita de dengue e malária. O quadro agravou-se rapidamente, evoluindo para uma infecção generalizada que atingiu de forma violenta primeiramente o pulmão e depois o coração.

Há cerca de duas semanas um jovem, chamado Cleber, também morreu vítima de uma bactéria desconhecida que atingiu violentamente seu coração.Como Jacinta, Cleber morreu poucos dias depois de ser internado.

Há um mês o médico e jornalista Leonai Garcia luta, numa UTI de um hospital em Belém, contra uma bactéria que se alojou em seu pulmão. No início de novembro, ao sentir febre e dor no corpo suspeitou-se de dengue. O quadro agravou-se e Leonai foi internado na UTI do Hospital São Camilo e de lá transferido para um hospital em Belém onde os médicos, de acordo com a família, tem se empenhado ao máximo para salvá-lo. No dia 30, a família de Leonai distribuiu nota informando que o estado dele ainda é grave mas que “o quadro de septicemia encontra-se controlado, porém permanece em ciclo de tratamento com antibióticos, além de relativo equilíbrio dos padrões hemodinâmicos.” Felizmente, Leonai tem reagido e esperamos que brevemente ele volte ao Amapá com sua saúde restabelecida.

Informações extra-oficiais dão conta que em novembro várias pessoas morreram em Macapá sem um diagnóstico definitivo. Sabe-se apenas que contraíram uma infecção generalizada supostamente causada por uma bactéria desconhecida.

  • é muito difícil viver sem ele prima ele foi muito querido por todos mas ele esta em um lugar melhor que nós….
    saudades eternas de você cleber monfer te amo tio<3

  • É lamentável que pessoas estão morrendo vítimas disso.Pois o cleber era meu tio e só deus sabe como foi difícil perder ele por causa dessa bactéria

  • Um milhão para se fazer festa de carnaval, e o mamografo continua com defeito.
    Saude não deveria ser prioridade?????

  • É Nea, graças à Deus q agora eu possa fazer meu tratamento fora de domicílio, pois estive
    o ano passado tres vezes nos hospitais daqui 01, no São Camilio e 2x no Hospital Geral, e essa super bactéria estava escondida, é alerta pra todos. sei q la fora tabém tem bactéria, so q la vejo todo o tempo limpeza, as vezes reclamava de tanto cheiro de Qboa. Fiquei internada de junho à outubro, mas graças a Deus la vc ñ pode jogar lixo no apartamento, aqui a lixeira é junto com o paciente q eu ja vi.
    Q as Autoridades desse Estado tome RIGOROSA provendências.

  • Lamentamos a perda irreparavel de uma jovem que se praparou para vencer.A melhor forma de sr surpreendido por uma bactéria perigosa, é mantrer o organismo em forma Segundo a ciencia médica, as bacterias são nossas parceiras, podendo se alojar na língua, nariz . SDão inofensivas aos organismos em bom estado clínico. Resistem a qualquer tipo de antibióticos. Se multiplicam rapidamente. Residem nas UTIs dos hospitais.

  • Está no Corrêa Neto: http://www.correaneto.com.br/site/?p=17947#more-17947

    Bactéria resistente já está em SP
    4/Dezembro/2011

    Cepa tipo 4 de ‘Staphiloccocus aureus’ foi identificada em paciente internada em hospital de SP.
    Há 50 dias, a estudante V.Z., de 18 anos, está internada no Hospital Nove de Julho, em São Paulo, onde se recupera de pneumonia e infecção generalizada. É a primeira paciente diagnosticada no País com infecção grave pela bactéria multirresistente Staphilococcus aureus tipo IV, cepa mais virulenta e de difícil combate. Formas mais brandas desse microorganismo são as principais responsáveis por infecções hospitalares.

    O infectologista e diretor clínico do Nove de Julho, Antônio Pignatari, explica que a descoberta do caso de V.Z. serve de alerta para a comunidade científica, que, a partir de agora, saberá que existe o risco – em nível ainda indefinido – de novos casos. “A cultura de vigilância foi feita nos parentes da paciente e nada foi encontrado”, diz ele. Esse pode ser um caso totalmente isolado ou preceder outras infecções. Ainda não é possível saber.

    Os especialistas afirmam que o contágio apenas se dá pelo contato com pessoas contaminadas e não é nada fácil de ocorrer. Ou seja: não se pega pelo ar. “Não é uma bactéria de fácil contágio, mas era inevitável que chegasse ao País”, diz Mariza D’Agostinho, chefe da Unidade de Terapia Intensiva do hospital. Casos de infecção por Staphilococcus aureus tipo IV já foram registrados nos EUA em jogadores de futebol americano. A hipótese mais provável é que tenham ocorrido pelo extremo contato físico entre os atletas nas competições e pelo uso comum de material de higiene pessoal, como toalhas.

    Os primeiros casos no Brasil ocorreram em 2004, quando quatro pacientes com infecções cutâneas foram identificados em Porto Alegre. Foram casos leves e tratados rapidamente. A toxina produzida pela bactéria causa a necrose dos tecidos e pode ser fatal quando se instala nos pulmões.

    (matéria completa no site do Corrêa)

  • Primeiro deve ser identificada a bactéria. Segundo onde está instalada. Terceiro desinfecção da UTI do São Camilo, meu sogro morreu também no São Camilo, entrou na UTI do São Camilo raramente volta, CCIH, ANVISA cadê vocês? A querida Jacita chegou a fazer hemodiálise, há dois anos uma máquina de hemodiálise é utilizada na UTI sem fiscalização ou aprovação da Vigilância Sanitária, quantas pessoas terão que morrer para ocorrer uma intervenção,eu sinto muito pela perda de mais uma alma, Leonai está vivo porque utilizou a melhor saúde do Amapá, o Aeroporto.

  • preocupadíssima agora…melhor lavar muito bem as mãos e cuidado nas festas de final de ano, esse negocio de garfo passar de boca em boca, temos que ter mais cuidado com o uso coletivo de talheres. Beber bastanta água já ouvi falar que é bom também.

    • Mas, tem q ser água limpa e tratada, pois já temos casos de febre tifóide [http://www.fiocruz.br/ccs/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=297&sid=6] em Macapá. Sei de um caso em que houve demora no diagnóstico e risco de óbito do paciente. Apenas em Belém foi feito o diagnóstico correto.
      Acredito que esses casos recentes, graves, devem ser avaliados em conjunto para a adoção de procedimentos médicos coerentes e corretos.

  • Um diagnóstico correto evita muitas complicações. Em 2006 fui internado com suspeita de Malária, depois Hepatite, logo em seguida de Febre Amarela. Eu estava com Apendicite que sulfurou me levou a um quadro de Septcemia grave. Um diagnóstico correto evita muitas complicações. Fica o recado para a classe médica do estado do Amapá.

  • Muito triste mesmo. Essa situação tem que ser esclarecida o mais rápido possível, pois se virar “epidemia” vai ser difícil controlar até mesmo porque nosso estado não tem condições de suportar tal gravidade. Sabemos muito bem qual é a situação da saúde no estado. Espero que não estejam abafando isso. Tem muita gente preocupada, já ouvi o absurdo que isso é “coisa dos americanos” que querem matar todos nós com essa bactéria e ocupar nossas terras. FALA SÉRIO……….. Daqui a pouco vai ter gente se matando. EGUA NÃOOOOO!!!!!!!!!!!!!!

  • Se a Secretaria de Saúde do Estado nao consegue encontrar respposta concreta para estas mortes que estao ocorrendo no Estado decorrentes de uma bactéria desconhecida, fica claro a necessidade de pedir ajuda de grandes centros. É necessário a realizaçao de pesquisa. De que forma ocorre o contágio. A populaçao precisa de esclarecimento urgente. Com a palavra a Secretaria de Saúde……………….

  • É triste!! A familia da Secretaria Jacinta, meus sentimentos.
    Ao Governo dogo-lhes, não dá mais para viverem jogando a culpa no Governo passado, este governo está há quase hum ano, façam alguma coisa pela nossa saúde. Socooooooooooooooooorro, dignidade para o povo deste Estado.

  • Tenho dois amigos que tbm faleceram dessa mesma causa, a 2 anos. Essa bactéria se alastra nos estado do Amapá ha muito tempo, e ninguém procura saber os procedimentos e muito menos a cura. ouvi dizer que o foco dessa bactéria está no H. S. Camilo.

  • Estou muito triste com o falecimento da nossa Jacinta,uma excelente profissional. Fomos colegas de pós-graduação no SEAMA.O Estado do Amapá acordou mais carente de pessoas especiais nesse domingo.
    Quanto a Saúde é lamentável nossa situação. Tanto no público quanto no particular. É triste dizer, mas o melhor atendimento ainda é o Aeroporto. Apesar dos esforços do novo governo em melhorar a saúde, ainda é insuficiente para resgatar tantos anos de atraso. Precisamos urgetnemente de uma saúde de qualidade e isso requer investimento pesado em tecnologia, profissionais capacitados, estrutura fisica de qualidade, investimento também na prevenção e promoção da Saúde. Vamos, salvar o povo do Amapá.

  • Independente de ser em hospitais públicos ou privados, o que importa realmente é que esta bactéria existe e está matando e causando pânico nas outras pessoas. Cadê as autoridades locais que não tomam providência alguma acerca desses casos? Pelo menos até agora eu não vi nem ouvi alguém falar publicamente sobre essa bactéria e o que o Estado está fazendo para combatê-la e, principalmente, prevenir as pessoas dela. A sociedade precisa saber urgentemente o que realmente é esta bactéria, como se pracaver e como combatê-la. Como podemos nos defender de algo, se nem bem sabemos o que é de verdade?

  • Sei que o momento é delicado, mas requer cautela… Sabemos da necessidade de controle de todas as atividades no ambiente hospitalar e de todo o cenário que cerca nossa saúde, entretanto não se pode afirmar nada ainda em relação a causa de tudo isso, muito menos que seja necessariamente uma bactéria, pois pode ser uma doença viral ou fungica. A Vigilância precisa sim investigar o que todos esses casos podem ter em comum, mas não se pode perder de vista todas as possibilidades e não apenas correr atrás de bactérias. Lamento pela partida dessa jovem mulher de maneira absurda e rogo a Deus que conforte a todos nesse momento tão difícil.

  • Urgente mesmo, seria sensato por parte da vigilância sanitária realizar inspeção para verificar se o foco é de fato o Hospital S. Camilo. E a administração deveria revisar suas rotinas de trabalho, além de usar bom material, verificar as técnica de procedimentos realizados por TODOS os profissionais. Levei meu filho lá e não vi NINGUÉM lavar as mãos antes atendê-lo. Além de muitos não usarem luvas.

  • há uns 15 dias faleceu também o edimar, esposo da nega,da serra do navio( não sei o sobrenome, apenas o cumprimentei algumas vezes) que apresentou um quadro bem parecido, primeiro dengue, depois hepatite, e um dia após o falecimento a família recebeu um diagnóstico de febre amarela,da doença até a morte deu-se em 15 dias.

    • boa noite. como médica infectologista e atualmente coordenadora de vigilância em saúde estadual, informo que vi este paciente de serra do navio, que chegou ao he após 50 dias de doença no município, a suspeição de chagas agudo foi feita no he, quando ele chegou após estes dias , além de outras doenças que cursam com febre, infelizmente após 3 dias foi a óbito. o exame solicitado foi relaizado com o diagnóstico de chagas agudo. a vigilância terá uma reunião amanhã com uma das maiores pesquisadoras e referência de chagas no Brasil e na amazônia , para formalizarmos institucionalmente ,o que nunca foi feito antes, Instituto Evandro Chagas e Secretaria estadual de saúde , pra melhoria de detecção , suspeição e resposta à comunidade que nos paga, informando : aos colegas profissionais e à comunidade, como, quando, como se apresenta, para não evitarmos a doença, nem o inseto( barbeiro) , que existe anos antes de nós, mas para minimizarmos e evitarmos outros óbitos, como no nosso vizinho estado Pará. a seu dispor para maiores informações.

      • Muito esclarecedora foi entrevista do Dr. Uilton Tavares, ao VIVO no Programa do Carlos Lobato na manhã de 07/12/11.

  • A população deve começar a exigir respostas quanto a essa bactéria, imagino que não deve ser fácil identificá-la, no entanto deve haver um esforço nesso sentido buscando ajuda de outros centros melhores estruturados para tal.

    • Amiga, você disse tudo. Esses aloprados precisam ter Humildade e buscar um conhecimento mais apurado em um centro maior.

  • É lamentável que pessoas estão morrendo aqui no Estado, vítimas dessa bactéria desconhecida e até agora a Secretaria de Estado da Saúde ou quem quer que seja, não se manifestaram no sentido de darem a esta tal bactéria a devida importância e alertarem a população acerca dos riscos. Que a bactéria ainda é desconhecida isso é fato, mas parece que para as autoridades públicas do Estado isso não é importante, não basta. Quantos mais precisarão morrer?
    Se nem nos hospitais particulares os pacientes conseguem ter um diagnóstico exato das doenças que o assolam, imagine nos hospitais públicos (Geral e Pronto Socorro), que faltam médicos, remédios, aparelhos para exames, leitos, enfim, falta praticamente tudo. Isso é revoltante… humilhante… cruel!
    No mínimo que todas as pessoas querem é ter, na pior das hipóteses, uma morte dígna, mas aqui no Amapá, é da forma mais cruel e desumana possível.
    Nada deveria ter mais prioridade do que a saúde! Infelizmente não é isso que vem acontecendo aqui no Estado. S – O – C – O – R – R – O!

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