Quem estudou no Barão?

Hoje a escola Barão do Rio Branco completa 65 anos e desde ontem o aniversário está sendo comemorado com uma vasta programação cultural. Criada em 1946 pelo governador Janary Nunes, primeiro governador do Amapá, nos dois primeiros anos funcionou em um prédio alugado.
Inauguração do prédio próprio da Escola Barão do Rio Branco em 1948

O Barão é um dos poucos prédios antigos que mantem sua arquitetura original. Tomara que não inventem de mudar como já fizeram com quase todos os prédios construídos pelo primeiro governador

Uma árvore de pau-brasil logo na entrada do Barão

Em agosto o pau-brasil fica florido

  • Na década de 70, labutei aqui em Macapá e fiz amizade com a Prof. Jalba. Retornou a esta cidade após quase 40 anos e tento reencontrar algumas pessoas com quem convivi áquela época. Não reconheço mais o local onde a prof. morava, pois me parece que foi removido para criação da nova frente de Macapá. Se puder me informar o paradeiro dela, agradeço, cordiais saudações, Ronaldo.

  • Estudei no Barão, na década de 1960. Conheço alguns comentaristas que se manifestaram no Blog. Veneide, Vanda, Aluísio e Armando – filhos do seu Veridiano, amigo dos meus pais José Varela Dias e Áurea Marinho Dias. Fui colega de turma do Fernando Pimentel Canto, que os moleques chamavam de FERPICA, união das primeiras sílabas do nome completo dele, só pra atazanar a professora. Minha tia, Aspásia Stela Marinho Alves, foi professora lá por décadas, até se aposentar. O Barão rendeu muito bons frutos na forma de grandes profisionais. Uns ficaram em Macapá, outros se espalharam pelo mundo, sem nenhum exagero. Parabéns a todos por essa data querida.

  • Eu estudei no Barão de 1985 a 1992 da 1ª a 8ª Série.
    Passei a minha infância lá e sempre que vou a Macapá eu passo em frente à escola para relembrar os momentos alegres que passei ali.
    Existe uma comunidade no Orkut dos alunos e ex-alunos do Barão.
    Abraços a todos..

  • Parabéns a Escola Barão do Rio Branco. Fui diretora da Escola no periodo de 1995 a 1998, nesse período a escola completou 50 anos e também plantamos a árvore de pau-brasil, por isso ela agora ta florindo linda e maravilhosa.

  • Quando o Sergio me pediu a foto (o diploma) não sabia pra que era exatamente. Fiquei absurdademnete emocionado em ver aqui em seu blog, aqueles que considero ate hoje amigos eternos.

  • Estudei e tenho ricas lembranças, minhas Professoras queridas: Ana Rosa Vilhena, Antonia Gomes, Maria de Belém Mira, Get Magalhães de Almeida, Clarice Lamarão, Maria de Fátima Aquino, Ester Lourenço Chaves ( Ensino Religioso), Jalba Jansen ( Educação Física) e Leonice. O meu Muito Obrigado a todas onde quer que estejam.

    • fico muito feliz por saber que vc foi aluna da minha amada mae jalba jansen e gostaria de saber se vc tem alguma foto com ela…bjs

  • Não sei se ainda acontece, mas na minha época era tradição os alunos, antes de subir a escada, passar a mão na careca do Barão do Rio Branco (havia outro busto, mas não me lembro do homenageado). E olha que naquela época estudávamos Educação, Moral e Cívica. Moleque é tudo igual, independentemente de época ou de regime político. Só resta a saudade!

    • Eu também fiz muito isso. Só não sei se o outro busto que levava “afagos” era do Ruy Barbosa. Mas o importante é que não causava danos a ninguém. Nossos “bullings” eram apenas de “bulir” com a paciência do Barão.

  • Néa, muito legal a lembrança do aniversário do Barão do Rio Branco.
    Estudei lá de 1972 a 1975, tempos bons que jamais esquecerei, era uma turma muito boa, que até hoje ainda considero e fico feliz quando encontro, Zé Luis Leitão (meu primo),Márcia Correia, Lourdes Maria,Gilvana, Paulo Paranaguá,Sávio Peres,Sandro Anaice,Ricardo Pereira,dentre outros.
    Ainda é muito forte na minha memória quando de manhã cantávamos o Hino Nacional acompanhados pela Professora Guíta, que ficava chamando a atenção de quem não prestava atenção na Bandeira e não cantava o hino.
    Boas lembranças!

  • Bom dia,
    Quando passo na frente da escola me lembro dos 3 anos que estudei lá 91,92 e 93. Na época já existia o bullying, mas não era da forma como existe hj nas escolas. Minha família muito humilde, eu acordava as 4:30h para estudar um pouco mais e as 6 da manhã já estava na parada de ônibus, ainda cheguei a pegar os ônibus da finada viação Cassiporé, que na época foi a melhor Empresa de ônibus que tinha em Macapá. Me lembro bem da professora Elita Nunes Melo diretora da escola, já falecida, quando tinha muita bagunça nas turmas do 2º pavimento ou algum comunicado ela nos chamava para a entrada da escola, para nos chamar a atenção pela bagunça ou nos comunicar algo. Da profª Raimunda Pontes sua sucesora, que muito nos ajudou na nossa festa de colação de grau. As professoras Taborda, Marinalva,Sônia, Edna Távora, Elza, profºs. Marcos Madureira, Luís Henrique, Edinaldo Melo e outros que não me recordo no momento. A adolescência na escola é a melhor fase de nossas vidas, se pudesse voltar no tempo, pediria para voltar na época que estudei no Barão, uma escola que tem história e que merece mais respeito por parte da gestão, pois faz mais de 15 ou quase vinte anos que o Barão pros alunos mais chegados não recebe uma reforma geral.
    Um abraço a todos baronenes…

  • Bons Tempos…… estudei lá em 1985 desde o Pré até a 8 Série, só não na primeira serie quando eu fui pro Princesa Isabel da Diretora Salete.8 anos de minha vida no Barão – Saudades!!!!!, lembro que no auditorio havia uma porta em baixo do palco onde falavam que havia fantasma naquele local. Era assustador. E sobre a arvore do pau-brasil estava realmente seca e sem flores como fala meu irmão Alexandre Amaral. um Abraço Alcinéa Cavalcante por relembrar desde momento tão importante em minha vida.

  • Olá Alcinéa,
    Estudei no Barão do Rio Branco juntamente com minhas irmãs Graça e Luiza. Antes da entrada às salas perfilávamos e cantávamos o Hino Nacional e o ingresso ao colégio era em filas com a professora à frente. Havia moral e civismo.
    Lembro da professora Guíta, cuja, os alunos gritavam um bordão agressivo e se escondiam, pois, se fossem identificados iam para a secretaria e seus pais eram chamados ao colégio. Quanto ao leite distribuido era de um programa entre Brasil e EUA, denominado Aliança Para o Progresso e quanto ao Professor Antonio Pontes foi um grande diretor do GM, nos mesdos de 60.
    Sds,

    • Não sei se o mesmo, mas o Antônio Pontes de que ouvi falar era político e recebeu a alcunha de “Capitão Nu” depois de um episódio ocorrido na piscina da residência do então governador Anibal Barcellos.

      • O Antônio Pontes foi professor e um dos melhores diretores do GM, antes de se meter na política partidária.

  • Estudei nos anos 60, como professora a inesquecível Carmelita do Carmo, também frequentava a piscina Territorial, como professora de natação minha saudosa tia Dometila Camarão foram muitos momentos inesquecíveis tinhamos que cantar todos os dias em frente ao colégio o Hino Nacional antes de começar as aulas.Gostei muito de rever o Colégio. Beijos Néa.

  • Alcinéa,

    Eu estudei no Colégio Amapaense…. mas, me emociono quando vejo fotos das escolas mais antigas de Macapá. Sinto saudade daquela época.

  • Só por curiosidade, o nome oficial da escola é este mesmo? Nossos representantes políticos têm essa mania de trocar nomes de prédios públicos por nomes de “autoridades”, como aconteceu com o GM. Se resolverem mudar, sugiro que coloquem o nome de “Escola Estadual Capitão Nu”, pra ficar em conformidade com o antigo GM que agora é Escola Estadual Antônio Cordeiro Pontes. Sabe o que isso me cheira? à falta do que fazer.

  • Fiz apenas a 4ª série no Barão. De lá, fui pro GM. Com exceção da professora Guíta, não guardo recordação dos meus professores.
    Um fato que marcou minha passagem pela escola foi a merenda. Os alunos faziam fila, cada um com sua caneca, onde era servido um tal leite peidão. Não me lembro se causava os efeitos colaterais que deram origem ao nome da merenda.

  • Bons tempos de Barão! Estudei a partir de meados dos anos 80 até me transferir para o Colégio Amapaense; infelizmente havia um grande preconceito, diziam que no “Barão só estudavam burros e saiam apenas ladrões”. Nem uma coisa nem outro, puro comentário de gente ignorante; fiz grandes amizades que as tenho até hoje, por anos sonhei que um dia voltaria ao Barão na qualidade de professor, o dia de amanhã a Deus pertence… Quem sabe? Saudade dos mestres queridos, pois ensinaram mais que lições de vida; aprendi naquele cotidiano a dimensão de exercer a cidadania e o respeito para com o próximo; meus professores moldaram meu caráter, certamente, foram anos incríveis, minha base educacional foi construída nesse importante colégio do nosso estado, tenho um sentimento de divida, gostaria muito de retribuir tudo que me deram de bom, do carinho ao ensino. Talvez por isso tornei-me professor e tento retribuir de alguma forma. Cantar o Hino Nacional era um momento de alegria e civismo ao iniciar o dia, a árvore de pau-brasil na entrada era seca e sem flores… Um dia morreu; felizmente plantaram outra, com esse verde alegre da esperança e a flor amarela brilhante da felicidade.

    • Ah, então foi isso: A arvore que morreu foi plantada qdo eu era criança, na época da Prof Carmelita, acredito. Obrigada pela informação.

  • Estudei no Barão e me apresentei no Cine Teatro Territorial, atrás da querida escola. Rogo a Deus não deixe mudarem a arquitetura da quase secular escola. Parabéns pela matéria.

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