Rapidinho a gente faz a festa

Hummmmmmmm

Meu amigo Lucas Barreto e esposa Graça chegaram trazendo o “kit pirapitinga” (tucunaré e pirapitinga temperados, farinha baguda, salada, macaxeira e carvão), Volney fez o fogo, Tondo e Márcio providenciaram a cerveja e o refrigerante, Glória me ajudou a arrumar a mesa.  Vieram também Alcilene e Dias, Conci, Silmara, Randolfe Rodrigues e Clécio Luís. E festejamos ontem à noite mais uma vez meu aniversário. É… nascer no carnaval – e no bairro da Favela –  é bom por isso. Enquanto os confetes e serpentinas ainda estão caindo a gente segue  fazendo folia comemorando.

Clécio, Lucas e Randolfe

Tomando cerveja ou refrigerante, tirando gosto com macaxeira, comendo peixe assado na brasa do jeito que só o Lucas sabe fazer e tendo como sobremesa um doce de leite maravilhoso que ganhei do amigo escritor, blogueiro e promotor Flávio Cavalcante, o papo rolou até altas horas. Se falou de tudo, inclusive de política.

Ah, como é bom nascer no carnaval e ter amigos maravilhosos.

Conci, Silmara, Volney, Dias e Graça

Sou muito abençoada mesmo!

Nada melhor para curar uma gripe que o carinho dos amigos e família.

E antes que me perguntem se teve traíra assada, vou logo respondendo: Não. Não teve. Traíra não faz bem. Aliás, traíra só faz mal.

  • Poxa que pena não estar aí pra poder disfrutar desse peixe assado com farinha..rsrsrsr..
    Mais fica aqui nosso forte abraço e mtas saudades….Bjosss de todos aqui de Fortaleza..

  • Égua não, como diz Kiara.
    Morri de tudo agora.
    Morri de inveja, de vontade, de água na boca, de saudade da Favela, do peixe, de Macapá e da descontração brasileira.

    Feliz aniversário.
    Bjks

    • rssssssssss
      Obrigada, querida.
      Te prometo que quando passares de novo pelo Amapá de férias vamos fazer uma festança pra ti com peixe, açaí, camarão, tapioquinha, tacacá etc etc etc

  • Alcinea…

    Fico feliz ao perceber sua pronta recuperação da gripe. Mas também, uma reunião tão especial, com uma cardápio muito bem preparado e uma sobremesa “made in Várzea Alegre” expulsam qualquer mazela. Aliás, o tijolo é produzido em um fogão à lenha por D. Beta de mais de oitenta anos de idade. Sempre que vou buscar os doces com minha mãe, a experiente doceira fala: – Terezinha, esse seu fii vai ficar doente comendo tanto tijolo de leite….
    Forte abraço..

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