Retrato em preto-e-branco

Do amigo Cléo Farias de Araújo recebi a foto com o seguinte bilhete: Oi, Néa! Lembrando os bons tempos, te mando esta foto, para que teus leitores tentem descobrir quem são as pessoas que nela aparecem.”

Então, meu caro leitor, se você sabe quem são diga aí na caixinha de comentários.

  • Pois, nesta foto está presente a minha mãe maravilhosa, Ruth Espindola e se eu não me engano o meu tio José Espindola

  • Néa, que tal se fizéssemos a Sociedade dos Restauradores da História do Amapá? Certamente o Aloisio, o Milton, o Ademir, o Adelmo e outros (incluindo vc, sobretudo), poderiam contar ao povo, comprovadamente, o que já ocorreu neste solo. VC comanda!

  • Oi, Alcinéa.
    A presença do general Luiz Mendes da Silva na foto me lembrou do meu ingresso no Colégio Amapaense em 1965. Comecei estudando à noite, porque minha mãe queria que eu acompanhasse minha irmã que estudava no noturno (olha só o guardião: como diria o Paulinho da Viola, “tinha eu 14 anos”).
    Não sei se o Cléo lembra, mas o general Luiz Mendes da Silva, como governador, de vez em quando costumava reunir os alunos do Colégio Amapaense para discutir sobre problemas do então Território do Amapá. Essas reuniões ocorriam sempre naquela sede social da então Piscina Territorial. Lembro que os alunos do turno da noite do CA eram dispensados das aulas para participarem dessas reuniões.
    A temperatura das discussões nas reuniões com o governador, apesar do momento político em que vivíamos, muitas vezes se elevava. Geralmente os alunos que mais participavam das discussões já estavam no ensino médio.
    Um abraço.

    • Oi, Aloisio. Lembro do fato porque meu irmão (que estudava com o Píndaro) falava delas (eu sou um pouco mais novo, hehe). Outro ponto importante a ressaltar sobre o Gov. Mendes: as pessoas só o viam com camisa manga curta. Até em inaugurações (fato a ser comprovado c outras fotos que remeterei), era comum vê-lo nos trajes como o da foto que vc muito bem analisou. Abração!

  • Oi, Alcinéa.
    Se não fossem a foto e os comentários eu morreria e não saberia que o Carlos Lins Cortes era o Baião Caçula´(só o conhecia pelo apelido). Não sei quais eram suas atividades profissionais, mas lembro dele batendo sua bola como jogador de futebol do Fazendinha Esporte Clube (na época eu era moleque e morava na Vila) e acompanhando a aparelhagem de som do Lindomar.
    Um abraço.

    • Oi, Aloisio. Talvez vc ñ lembre de mim. Já postei alguns comentários em material q vc publicou aqui no blog. Essa foto eu restaurei pois, pelos anos de existência dela… Ah, fez bem vc lembrar do Lindomar (q ñ aparece na foto, mas fez história no cenário sonoro do Amapá).

      • Oi, Cléo.
        A restauração está boa, considerando a época. O general Luiz Mendes da Silva, que aparece na foto, governou o Amapá de abril de 1964 a abril de 1967.
        Um abraço.

    • Atividade de meu tio baião caçula era com os equipamentos da rádio difusora de macapá, era funcionário de lá, por incrivel que parece ainda permanece inteira essa rádio. Abraços.

  • Fiquei super feliz a ver meu saudoso tio Baião caçula, cujo nome é CARLOS LINS CÔRTE, e que fez um nome no Estado do Amapá que muito nos orgulhamos! hj nome da Avenida Principal do INFRAERO II, o AMAPÁ precisa resgatar sua história, cadê a nossa história como monumento, museu, a fortaleza só existe porque não deu ainda pra ser destruita, mas, já tentaram descaracterizaram, e por lá nela, cadê o farol que lá existia! cadê o museu que tinha os bichos empanados funcionava onde hj é o museu sacaca! cine territorial! na escola Barão do Rio Branco! que fim deu aqueles equipamentos da sala de cinema! cne Joâo XXIII, viram como não temos história! nunca é tarde pra descobrir, espero que os nossos governantes e o povo do Amapá resgate a nossa história. Abraços a todos.

  • Cléo, o guri que chupa o dedo não é o Munhoz, nosso professor de Latim? Recordo que vc era uma anta em declinação. O Professor quis saber: “Philosophum non facit barba”; e vc traduziu: “O filósofo não faz a barba”. Errou. O certo era: “A barba não faz o filósofo”. Por conta disso, o Profº Munhoz teve que ministrar aula de reforço pra vc, particular. Só assim vc passou em Latim, quando ficou fera em declinações…

    • E aí, cara! Realmente meu latim era mero “jus sperneandum”. Vida longa ao Prof. Munhoz, mestre de tantas gerações. Abração!

  • Dessa foto, eu lembro do padre Luiz David, o Governador Luiz Mendes, Espíndola (de Os cometas) ainda bem jovem, O pioneito engenheiro Dr. Douglas Lobato e o saudoso Carlos Lins Cortes, o famoso Baião Caçula. Conheço o senhor que está ao lado do Pe. Luiz, mas seu nome me fugiu da memória. Vou te mandar umas que eu tenho, Alcinéa.

    • Oi, Adelmo. Realmente vc acertou. Mas faltam os outros. Faz 1 esforço. Parabéns. Só assim construiremos a história do Amapá.

  • O padre da foto é o padre Luiz, famoso pelo tamanho do nariz e por ser um padre legal com a juventude e crianças. Aparecem, também: o gen. Luiz Mendes, 1º governador do Amapá no período militar, o nosso querido Carlos Lins Corte, famoso e saudoso Baião Caçula, o Engenheiro pioneiro do Amapá, Dr. Douglas Lobato, meu amigo Espíndola (de Os Cometas) que deveria estar com 17 anos no máximo.

    • Oi de novo, Adelmo (o grande Ministro Nelson)! Além do Espíndola, figuram duas irmãs suas: a Ruth e a outra, esposa do Edivaldo da CEA, que está por trás do braço do Dr. Douglas.

      • Voce acertou. Na foto eu recomheço o Espindola(cometas)eu(Ruth),talvez a Rita e o garoto com a mão na boca é o Raimundo(buiona)Ypiranguista roxo.Precisamos contar a história do nosso Amapá.Todos nós temos que ter esse compromisso!Abraços

        • Alô, Ruth. Tivv
          e o prazer em conhecê-la, durante um ECC, na Paróquia Jesus de Nazaré, nos anos 90. Essa foto também presta homenagem ao nosso amigo José Olímpio, meu ídolo. Um abraço!

      • Caro amigo Cléo, nossos eterno Ministro “Caníbal Bruno”, somente agora pude acessar seus comentários, porque estava em Belém, cuidando da saúde. Obrigado pela lembrança. Procuramos mostrar aos jovens as pessoas corretas e honestas que desbravaram esta nossa Abençoada Terra e a quem muito devemos. Abrçs

    • Olá Cléo, além dos já identificados pelo amigo Adelmo Caxias e outros, o senhor de braços cruzados, entre o Pe. Luiz e o Governador, é o seu Costa, pai do Antoninho e do Haroldo Mário. De camisa quadriculada me parece ser o motorista Félix e o sr. de Óculos escuro, salvo é engano, é seu pai, o sr. Luizão. Do seu comentário postado na data de meu aniversário, é claro que lembro que vc e seus familiares foram meus vizinhos. Um abraço

      • Oi, Milton, vc está certíssimo. Que felicidade saber q vc ajuda a construir a história do amapá. São essas fotos q vão auxiliar A CONTAR A VERDADEIRA HISTÓRIA DO NOSSO AMAPÁ. Gostaria de pedir um favor: Já q vc é uma autoridade sobre o bairro da favela, gostaria de ver vc escrever sobre um outro taberneiro, o seu Ladico, que, de tão famoso, tinha um xará, mas em outra taberna, a do Borracha, na esquina da Lwopoldo c a Alm. Barroso. Um abraço e q Deus te cubra de bênçãos.

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