Só por curiosidade…

Você já soltou barquinhos de papel nos riozinhos formados pela chuva?
Já tomou banho de chuva?

Conta aí na caixinha de comentários.

  • Puxa… Nem lembrava mais! Muita saudade dos banhos de chuva e dos barquinhos…!
    Nossa galerinha gostava da tabua… Pedaco de madeira com um prego na ponta e amarrada com o barbante. Nossa sempre pobres…Sem lanches de brinquedo, mas a gente dava um jeitinho… Fora os carrinhos de lata com areia… Carrinhos de madeira e rolamento!
    Todo tipo de brincadeira… Pega-pega…Bandeirinha… Garrafao… Esconde-esconde (Piraesconde…Rs rs rs..)… Eram tantas… Algu’em lembra mais?

    Puxa… Que saudade! A minha filha nao tera a mesma infancia… A gente brincava muito na rua… Cidade sem cercas ou, mesmo, moros? Violencia… Se tinha era muito escondida, pois como crianca nao percebiamos!

    Saudade… La da Nacoes Unidas… Na ladeira do aeroporto…Hoje a Nacoes Unidas (Jose Tupinamba) virou um inferno.

    Hoje moro em um lugar mais tranquilo, mas meu sonho de consumo hoje e ir morar la no meu terreno na APA do Curiau.

  • Luiz Nery,tomar banho de chuva era a pedida da turma do bairro do remanso,começavamos nas calhas do mercado central,rua candido mendes(casa belém,frigorífico,armazém estrêla,casa ribamar até o hotel macapá).Nas décadas de 70 e 80,parece que o inverno era mais intenso.Bons tempos.No bairro do trem,o Vitor Jaime, mergulhando nos valões que margeavam a antiga praça de nossa senhora da conceição, nós alunos da escola paroquial padre dário,olhando, esperando a chuva passar com vontade de acompanhar o vitor.

  • Naqueles tempos de moleque,sob uma chuva forte qualquer coisa que flutuava podia virar um barquinho:folhas,latas,fofóia ou coroatá de inajá,pedaços de isopó,etc…Uma lata de desinfetante ‘SALSA’ virava um bom carro com rodas de sandalha Havaianas e ainda com amortecedor,várias latas de leite Ninho cheias de terra e enfilheiradas por arame firava um ótimo brinquedo e uma lata de conserva virava o basculante de um trator ou a cabina de um caminhão.Também tomei muita chuva ajudando o meu pai na roça e naquele tempo ajudar o pai na roça era igual aos “convintes” que a Polícia Federal faz aos políticos de hoje:ou vai,ou vai.

  • NOOOOSSSAAAA!
    QUE MARAVILHA….LEMBRAR DISSO AGORA PELA MANHÃ…
    TEMPOS BONS QUE NÃO VOLTAM MAIS…
    LEMBRO QUE AS CRINÇAS (cresci na Av. Timbiras)FAZIAM FESTA, ERA MUITO LEGAL QUANDO A GENTE VINHA DA ESCOLA, ENTÃO…SÓ TINHA Q COLOCAR O MATERIAL EM UMA SACOLA PRA NÃO MOLHAR (SE NÃO TINHA PEA)RSRRS…DESCIAMOS A SANTOS DUMONT..KKKK A ROUPA FICAVA IMPRESTÁVEL..KKK…
    POXA Q TEMPOS BONS…AMIGOS JÁ SE FORAM…ALGUNS AINDA VEJO POR AI…
    O MELHOR ERA Q A GENTE NAUN FICAVA DOENTE…HJ NEM ISSO NÃO PODE …
    OUTRO DIA DESSES COLOQUEI MEU FILHO PRA TOMAR BANHO NA CHUVA..NO INICIO FICOU COM MEDO…AI ENTÃO RESOLVI ENTRAR NA CHUVA…FOI MUITO LEGAL…ADOREI!
    RECOMENDO A TODOS …

  • quem nunca brincou na chuva e fez barquinhos de papel? Ah! que saudaes do bairro da Pedreira onde fui criada. ia pro quintal de casa que era muito grande, pra tomar banho de cuva e no tempo de manga aporfiava com a turma da rua pra ver quem juntava mais manga,tempo bom da minha infancia

  • Ontem mesmo fiz essa onda, no meu sítio. Corri pra biqueira, junto com o meu neto de cinco anos, que já aprendeu como é bom tomar banho de chuva. Ele ainda não curte o barquinho de papel, mas vai chegar lá. Muito feliz essa sua “enquete”, que nos remete à infância inocente, onde a única violência era a cipoada do pai com um galho de goiabeira. Fica com Deus.

  • A calha que tinha na casa da minha avó era tudo de bom………papai não gostava muito sabe, mas quando ficava igual uma cachoeira….nossa……era bom demais, não dava pra resistir, valia a pensa levar umas palmadas depois….hehehehe

  • Meu irmão e eu brancávamos muito durante as chuvas fortes, pois gostávamos de jogar bola na rua durante os temporais. O engraçado é que havia uma garotinha bem menor que a gente que, as vezes só de calcinha brincava dentro de uma vala na lateral da rua. Meu irmão achava absurdo, aquela garotinha banhando só de calcinha naquela água que trazia de longe tantas coisas que poderiam afetar-lhe a saúde. Resumindo…Meu irmão hoje tem duas filhas com aquela menininha que brincava na vala durante as chuvas fortes.

  • Saudades da chuva na bairro do Pacoval…
    Era uma calamidade para os nossos pais, enquanto para a molecada (aí me incluo no meio) era sóp felicidade… Tempos bons…

  • Bons tempos….infelizmente hoje as crianças vivem tão presas em casa com tv a cabo, internet, jogos eletrônicos, etc que quando “pegam” uma chuva já adoencem….naquele tempo não, bastava a formação de nuvens escuras e todos já se reuniam… falo isso porque morávamos numa vila de empresa no interior do estado e quantos amizades fizemos e que duram até hoje. Jogar bolar, Correr e brincar de barquinho de papel na chuva era uma diversão que sei que muitas crianças hoje em dia não sabem o prazer que davam essas aventuras em harmonia com a natureza. Abraços…

  • Néa, tomo banho de biqueira até hoje. Aquela água gelada, batendo no quengo da gente… é só o filé. Aproveito, inclusive, pra deixar o sabonete e a toalha bem perto, para completarem a missão. Após, sempre tem aquele cafezinho pra esquentar a alma. Quanto aos barquinhos de papel, quem não os fez? Quem não brincou? Nossa infância pobre não significou não sermos inventivos. O Aloisio tá certo: esse tema prescinde de foto. Bjos!

  • E como!!! Velhos tempos estes, no bairro Buritizal, na rua Heraclito Juarez Filho, formava-se a chuva e já pedia ao meu grande Pai Jorge Penha para fazer uns para que eu pudesse me contagiar com todo aquele divertimento que agora é só saudades, por estar longe de tudo, em terras lejanas.
    abrç a você Alcinéa

  • OH!QUERIDA, E COMO BRINQUEI DE SOLTAR BARQUINHO NA CHUVA, EU E MEU IRMÃO FRANCY, ERA DA JANELA DA SALA DA CASA DA TIA CHICA, NA 14 DE MARÇO, QUANDO VINHAMOS DO MARAJÓ PASSAR AS FÉRIAS EM BELÉM. A BIQUEIRA ERA BEM NA FRENTE DA JANELA E PODÍAMOS DEBRUÇAR NA JANELA E COLOCAR OS BARCOS SEM SE MOLHAR. ESRA UMA SUPER MEGA AVENTURA, SOLTAR OS BARQUINHOS E APOSTAR QUAL IA MAIS LONGE. AH! MUITO BOA LEMBRANÇA. BJS.

  • Olá amiga Alcinea.
    Já estamos em casa, passamos 60 dias aí em Macapá.
    Foi um prazer ter conhecido vc pessoalmente, infelismente a correria foi grande e não deu para nos vermos mais vezes, mas ficará para uma póxima vez e com mais tempo para atualizar-mos temas. Minha esposa Ana está se recuperando aos poucos mas Deus é grande e vamos chegar lá.
    Vou contar aquí uma traquinisse minha quando criança lá no interior do Maranhão, precisamente na cidade de Carolina.
    Eu e um amigo de infância estávamos tomando banho na chuva e pelados, tinha mais ou menos 9 anos de idade, saimos correndo nas ruas e de repente meu amigo entrou na enxurrada dentro de umas manilhas de escoamento de águas pluviais.
    êle desapareceu nas águas e eu saí desesperado, gritando PICOLÉ, PICOLÉ, PICOLÉ(apelido do meu amigo),saí numa desesperada carreira até a beira do rio Tocantins, onde qual foi minha surpresa e alegria, lá estava o meu amigo PICOLÉ todo arranhado, mas vivinho da silva.
    Eita alívio danado.

    eta que alívio

  • Oi, Alcinéa.
    Essa postagem nem precisou de foto. As imagens ainda estão lá, nos refolhos da alma, lembrando dos tempos felizes da infância. O Zanjo disse com muita propriedade: que saudade de ser criança. Bastava a chuva passar, e lá estávamos nós com os nossos barquinhos, feitos geralmente com folhas de jornal, nos rios formados pela água da chuva nas valas.
    O banho de chuva era bem gostoso jogando bola na rua, sem perigo de ser atropelado.
    Um abraço, amiga.

  • Sempre que chovia bastante se formavam “rios” na minha rua, como eu não tinha habilidade em fazer os barquinhos de papel, eu usava latas de sardinha e botava uns soldadinhos dentro. Quando havia competição, agente bombardeava o dos amigos com pedras, fingindo que era dos canhões da fortaleza rsrs.

  • amuuuuu a chuva!e as biqueiras carregadas de agua da chuva que descem forte na cabeça da gente!!!!trago viva em minhas lembranças estes tempos!

  • Nossa…que saudade dos meus tempos de criança em Santana! Adorava quando a água da chuva corria pela valas próximas de casa e fazíamos competições com os barquinhos de papel. Brincar com os amigos sob a chuva é uma das lembranças que guardarei no cantinho o meu coração.

  • Que saudade de ser criança… Sim, eu já soltei e muito. Querida, você tem o dom de alegrar, gosto demais quando crias posts que nos fazem ver como é bom o valor das coisas simples.

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