Dunga convoca os 23 da Seleção Brasileira

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O técnico da Seleção Brasileira, Dunga, convocou os 23 jogadores que disputarão a Copa América Centenário, que será realizada de 3 a 26 de junho, nos Estados Unidos.

Veja a lista:

Goleiros
Alisson – Internacional
Diego Alves – Valência
Ederson – Benfica

Zagueiros
Miranda – Internazionale
Gil – Shandong Luneng Taishan FC
Marquinhos – PSG
Rodrigo Caio – São Paulo

Laterais
Dani Alves – Barcelona
Filipe Luís – Atlético de Madrid
Fabinho – Monaco
Douglas Santos – Atlético Mineiro

Meio campo
Luiz Gustavo – Wolfsburg
Elias – Corinthians
Renato Augusto – Beijing Guoan FC
Philippe Coutinho –  Liverpool
Lucas Lima – Santos
Willian – Chelsea
Casemiro – Real Madrid
Rafael Alcântara – Barcelona
Douglas Costa – Bayern de Munique

Atacantes
Hulk – Zenit
Gabriel – Santos
Ricardo Oliveira – Santos

O coordenador de Seleções Gilmar Rinaldi anunciou Juninho Paulista como o auxiliar pontual no amistoso do dia 29 de maio, em Denver, contra o Panamá.

Rogério Ceni será o auxiliar pontual na disputa da Copa América Centenário, em que o Brasil estreia contra o Equador no dia 4 de junho, em Pasadena, no Estádio Rose Bowl.

O chefe da delegação da Seleção Brasileira será o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello.

(Fonte: CBF)

Entre aspas

“A imunidade referente ao cargo não pode ser confundida com impunidade” (Ministra Cármem Lúcia, do STF)

“Há indícios de que o requerido, na sua condição de parlamentar e, mais ainda, de presidente da Câmara dos Deputados, tem meios e é capaz de efetivamente obstruir a investigação, a colheita de provas, intimidar testemunhas e impedir, ainda que indiretamente, o regular trâmite da ação penal em curso no Supremo Tribunal Federal, assim como das diversas investigações existentes nos inquéritos regularmente instaurados.” (Ministro Teori Zavascki)

STF mantém afastamento de Cunha

O Supremo Tribunal Federal (STF) referendou nesta quinta-feira (5) decisão do ministro Teori Zavascki, proferida na Ação Cautelar (AC) 4070, que suspendeu Eduardo Cunha (PMDB-RJ) do exercício do mandato de deputado federal e, por consequência, da função de presidente da Câmara dos Deputados. Segundo o entendimento adotado pelos ministros, o afastamento é uma medida necessária para impedir a interferência do deputado em investigações criminais, e não implica interferência indevida do Judiciário no Poder Legislativo, uma vez a autonomia dos parlamentares não é ilimitada, e ambos os Poderes se submetem à Constituição Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o posicionamento de Teori Zavascki, que deferiu a medida requerida pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o qual apontou uma série de evidências de que Eduardo Cunha agiu com desvio de finalidade para atender a seus próprios interesses. Segundo o pedido, o deputado teria coagido testemunhas e tentado interferir na condução de investigações de natureza penal e disciplinar, e atuado, em conjunto com outros parlamentares, para pressionar empresários ou pessoas que contrariassem seus interesses.

“Há indícios de que o requerido, na sua condição de parlamentar e, mais ainda, de presidente da Câmara dos Deputados, tem meios e é capaz de efetivamente obstruir a investigação, a colheita de provas, intimidar testemunhas e impedir, ainda que indiretamente, o regular trâmite da ação penal em curso no Supremo Tribunal Federal, assim como das diversas investigações existentes nos inquéritos regularmente instaurados”, afirmou o ministro Teori Zavascki. Continue lendo

Antes tarde do que nunca, diz Dilma

Sobre a decisão do ministro Teori Zavascki determinando a suspensão de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) do exercício do mandato de deputado federal e, por consequência, da função de presidente da Câmara dos Deputados, a presidente Dilma disse:  “A única coisa que eu lamento, mas eu falo antes tarde do que nunca, é que ele tenha presidido, na cara de pau, o lamentável processo na Câmara de votação do impeachment.”

Deputados defendem decisão do STF de suspender Cunha

Diversos deputados ocuparam a tribuna da Câmara nesta manhã para defender a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki que afastou Eduardo Cunha do mandato de deputado federal e da função de presidente da Casa.

A deputada Luiza Erundina (Psol-SP) disse que essa decisão deveria ter vindo do Conselho de Ética, mas não foi possível porque Eduardo Cunha manobrou para impedir sua cassação. “Essa cadeira é do povo, e foi conspurcada ao ser ocupada por interesses mesquinhos. E isso se deve aos partidos, que a maioria esteve conivente”, acusou.

O deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA) lembrou que apenas quatro partidos (PPS, Psol, Rede, PDT) tiveram a coragem de, já no ano passado, entrar com pedido para retirar Eduardo Cunha da direção da Câmara. “Nós vínhamos cobrando isso há um ano e meio, junto com outros partidos, e esperamos que essa decisão do ministro Teori Zavascki se confirme, porque nesse momento o deputado afastado está na residência oficial tramando contra isso”, disse o deputado Chico Alencar (Psol-RJ). Ele adiantou que a defesa de Eduardo Cunha deve argumentar que o Plenário teria de revalidar a decisão do Supremo, o que em sua opinião seria um equívoco.

O líder da Rede, deputado Alessandro Molon (RJ), disse que a decisão serve de mensagem para todos os que imaginam que o mandato parlamentar serve como defesa para quem cometeu crimes. “Esperamos essa Casa perceba que aquilo que parecia ilimitado, o poder do deputado Eduardo Cunha, tem limite, que é a legalidade, e a dignidade da Câmara.”

Defesa garantida
O deputado Mauro Pereira (PMDB-RS) também defendeu a decisão do SFT e disse que as instituições estão funcionando e Eduardo Cunha terá o direito de se defender no Supremo, da mesma forma que o ex-presidente Lula. Ele criticou o PT por atacar o Supremo e o procurador-geral, e disse que os deputados não deveriam fazer a mesma coisa. Continue lendo

STF afasta Eduardo Cunha da presidência e do mandato na Câmara

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu medida requerida na Ação Cautelar (AC) 4070 e determinou a suspensão de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) do exercício do mandato de deputado federal e, por consequência, da função de presidente da Câmara dos Deputados.
O pedido de afastamento de Cunha foi feito pela Procuradoria-Geral da República.A PGR acusa Cunha de usar o cargo para “constranger, intimidar parlamentares, réus, colaboradores, advogados e agentes públicos com o objetivo de embaraçar e retardar investigações”.

Cunha é réu na Operação Lava Jato.

Leia aqui a íntegra da decisão

Mas é muito abuso

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Gente abusada ou sem noção estava aterrando parte do canal do Beirol e construindo um deck. Uma denúncia anônima levou os fiscais da Prefeitura ao local. Ao avistá-los, o sujeito que trabalhava na obra fugiu em desabalada  carreira sumindo numa área de ponte. Uma equipe mecanizada da prefeitura recolheu todo material – cerca de duas carradas de aterro e várias peças de madeira que estavam montadas para sustentar a terra, além de um carrinho de mão, uma pá e uma enxada.

STF julga amanhã pedido para afastar Cunha

O plenário Supremo Tribunal Federal (STF) deve se reunir nesta quinta-feira (5) para jugar um pedido da Rede Sustentabilidade e outros partidos para que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), seja afastado de suas funções de comando na Casa. O anúncio de que a matéria será pautada para julgamento amanhã foi feito pelo presidente do Supremo, ministro Ricardo Lewandowski, no final da sessão desta quarta-feira (4).

A decisão de julgamento já nesta quinta-feira é uma “medida extraordinária” com natureza de “urgência”, justificou Lewandowski, que citou em plenário diversos artigos do regimento interno do Supremo e lembrando da iminência da votação, na próxima quarta-feira (11), sobre a fase de investigação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Senado. (Leia mais no Congresso em Foco)

Projeto de Randolfe pode baratear passagens aéreas

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Durante audiência pública dessa manhã (4) na Comissão de Infraestrutura, o Senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP) questionou os representantes da ANAC e da ABEAR, se a aprovação do Projeto de Resolução 55/15), de sua autoria, que visa fixar alíquota máxima para cobrança do ICMS do querosene de aviação, auxiliaria na crise do setor aéreo, para a redução dos preços das passagens e o aumento da oferta de voos. Ambos afirmaram que essa seria uma solução a curto prazo para a atual crise aérea.

Os representantes das organizações ligadas à aviação parabenizaram o empenho e o trabalho de Randolfe acerca do tema, e para o presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, “caso seja aprovado da forma que está sendo proposta, esse projeto terá um impacto positivo na diminuição de custos. Principalmente naqueles estados mais distantes, assim como o Amapá”. Para ele, essa proposta também vai conseguir ampliar as ofertas de voo, diminuindo o custo. Continue lendo