Para fazer inveja aos cervejeiros

Meu amigo José Façanha gosta de viajar pelo mundo. Numa dessas viagens foi bater em Amsterdã e, como bom cervejeiro, visitou o Museu da Heineken e, claro, degustou essa cerveja.
O Museu funciona no mesmo prédio da primeira cervejaria do grupo, que foi inaugurada em 17 de maio de 1867.
“Ao entrarmos, recebemos, eu e a Cecilia Souza Façanha, um bracelete (com dois botões em cada um, para consumo de cerveja. Como ela não bebe, eu bebi as quatro cervejas”, contou. E postou um monte de fotos nas redes sociais. “Para fazer inveja aos cervejeiros”,brincou

Turistando

Minha amiga Josiane Ferreira em Bento Gonçalves rumo a Epopeia italiana. Ela vai no  trem Maria Fumaça conhecer a história da emigração italiana no Rio Grande do Sul.
Um passeio maravilhoso.

Adeus, meu querido Carlos Teixeira

Me dói tanto perder um grande amigo.
Amizade tão linda que resistiu ao tempo e à distância.
Ontem à noite senti uma tristeza tão estranha, daquelas aparentemente sem motivos. Estava triste sem saber porque. Não dormi bem. Tive insônia (coisa rara). Era isso. Era meu amigo partindo.
Meu querido Carlos Teixeira, meu amigo desde os tempos de pré-adolescência, morreu na manhã de hoje em Belém.
A vida é assim, com o tempo nós vamos ficando órfãos de amigos. E dói. Dói muito.

Adeus, meu amigo Munhoz

Neste Dia do Abraço meu amigo Munhoz, aos 85 anos, acaba de partir, abraçado pelos anjos é recebido por Deus com um abraço de luz.
Não. Não vou escrever nada agora. Minhas lágrimas abraçam as lembranças dos belos momentos que vivi com ele. Mais tarde, passado o choque, talvez escreva alguma coisa.
Ah, Munhoz, Munhoz… por que foste embora assim sem me abraçar neste dia do abraço?

 

Das coisas boas da vida

a7
José Façanha, Luiz Façanha, Alcinéa, Rita Goebel e Ranolfo Gato

Gosto de reunir amigos em casa, no meu modesto jardim ou sob a frondosa mangueira. E entre flores e passarinhos trocar afetos, ouvir e contar histórias e causos, rir e conversar sobre vários assuntos. E foi assim hoje, um fim de tarde muito feliz. Eu e meu marido recebemos os amigos José Façanha, Luiz Façanha, Rita Goebel, Ranolfo Gato e meus irmãos Alcione e Alcilene.

a1
Alcione, Zé e Luiz – causos e mais causos

A amizade entre nossas famílias vem de décadas. Os pais de José e Luiz Façanha eram amigos dos meus pais. O Zé ainda trabalhou com meu pai, o Luiz estudou com meu marido.

a4
Soeiro e Rita – alegria, alegria

Rita é filha de Dona Otília, uma comadre de minha mãe. Nos conhecemos desde crianças. Ela mora no Texas (EUA). Veio para festa do Memorial Amapá e esticou sua estada em terra tucuju para curtir mais os parentes e amigos.
Luiz Façanha, que mora no Recife, também veio para a festa do Memorial e já emendou mais uns dias para participar da celebração do casamento da sobrinha, filha do Zé Façanha – que mora em Belém – e chegou esses dias para o casamento da filha.

a2

E Ranolfo Gato também é nosso amigo de infância. Amizade que  vem de longe, vem de nossos pais.

Ora, com amigos assim e mais os irmãos, eu só poderia mesmo ter uma tarde maravilhosa.

Felicidade é isso.

a5

Amigos

gremio1bEssa turma se conhece há mais de 40 anos. É uma amizade que vem da adolescência, dos velhos tempos do Grêmio Jesus de Nazaré. Amizade bonita que o tempo não apaga nem diminui, ao contrário, fortalece cada vez mais.
Sempre estão se encontrando, na casa de um ou de outro, num almoço ou jantar, num bate-papo nas lanchonetes, ou num fim de tarde para um café.
A foto é do inicio do mês na casa do Jacson e Moura.

Celebrando a vida

Este slideshow necessita de JavaScript.

Entre flores e pássaros reunimos ontem no jardim poético para comemorar o aniversário da escritora, poeta e professora Cláudia Almeida, autora dos livros Remanso das Águas (crônicas) e Versos Insanos (poesia).

Foi uma tarde noite perfumada e doce, cheia de poesia, risos, ternura e muito afeto, com direito a bolo, brigadeiros e champanhe.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Cláudia – que faz parte do Movimento Poesia na Boca da Noite e da Rede de Escritoras Brasileiras – escreve crônicas, contos e poemas com graça e beleza. Os fatos que colhe no cotidiano se transformam em histórias que muitas vezes são lições de vida.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Ela  pegou gosto pelas palavras aos 7 anos de idade. “E não foi por curiosidade, não. Foi pela beleza e simplicidade delas, transformadas por minha mãe em poemas e histórias que ela contava pra mim e meus irmãos”, conta. Mas  enfatiza que foi arrebatada de vez pelo universo das palavras quando começou a decifrá-lo através da leitura.
Filha de ribeirinhos do interior da Amazônia, Cláudia diz: “São as palavras que me fazem sair do mato e enveredar por mundos ainda a serem explorados”.

Musical

brasil

Cardiologista  Manoel Brasil, meu amigo, nas horas de folga da medicina dedica-se à música. E toca muito bem tanto violão como saxofone. Dá gosto ouvi-lo.
Na foto, Brasil ao lado do pai, ex-funcionário da Icomi, que aos 83 anos de idade é exemplo de vitalidade e de gente de bem com a vida.