Bolsonaro vem rapidola

Embora tenha dito, em vídeo que fez com Davi Alcolumbre, que vai realizar seu sonho de conhecer o Amapá, Bolsonaro só vai mesmo conhecer o novo aeroporto. Chega às 11h de sexta-feira, desce do avião, é recebido no saguão do aeroporto pelas autoridades locais (povo será mantido bem longe), descerra a placa, faz um curto discurso e vai embora.

Camilo cobra atuação do governo federal para desenvolver fronteira

O deputado federal Camilo Capiberibe (PSB/AP) cobrou do Governo Federal  uma atuação mais forte para promover o desenvolvimento na fronteira com a Guiana Francesa, especialmente o Oiapoque, e no Arco Norte, que compreende os estados do Amapá, Amazonas, Roraima, Pará e Maranhão, e a relação com os países do Norte da América do Sul.
“Nós, o Amapá, podemos ajudar muito o Brasil nessa relação que temos com o Arco Norte. No entanto, se o Brasil continuar virado de costas para essas questões, nós não vamos conseguir avançar” disse o parlamentar.
As afirmações foram feitas na reunião de hoje da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados que aprovou requerimento de sua autoria para convocar o ministro da pasta Ernesto Araújo. “A presença do ministro é muito importante para nós debatermos as questões específicas para o desenvolvimento do Amapá e do Brasil”, afirmou.
Ele destacou que já estão aprovados acordos binacionais que facilitam o deslocamento de cargas e pessoas e a comercialização na fronteira do Amapá com a Guiana Francesa. “Eu acredito que outros gestos precisam ser feitos pelo Brasil e pela França”, disse.
Para ressaltar a urgência desses gestos e apontar a demora na constituição das relações oficiais, o parlamentar lembrou que em 1997 houve um acordo entre os presidentes FHC (Brasil) e Jaques Chirac (França) para o desenvolvimento na fronteira e em 2008 foi firmado outro acordo, entre Lula e Sarkozi, que resultou na construção da ponte binacional. “A ponte, estaiada, belíssima, caríssima – qualificou Camilo – ficou pronta em 2011 e até hoje não foi utilizada. Só agora, 8 anos depois, a alfândega começou a funcionar”.

Randolfe quer auditoria e inspeção na ponte do Matapi

O senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP), reapresentou, à mesa Diretora do Senado Federal, requerimento que pede, ao Tribunal de Contas da União, fiscalização, auditoria e inspeção na ponte do rio Matapi. 
O mesmo pedido foi feito ano passado, mas como não houve resposta, o senador decidiu reapresentar o requerimento.
“Nossa preocupação é em relação ao grave risco de desabamento por haver danos em parte da estrutura: há afastamento em uma das colunas de sustentação, fato ocorrido há apenas 36 meses de uso da ponte” relatou Randolfe. 
Desde o ano passado o senador vem tentando garantir que todos esses pedidos sejam priorizados, como não houve respostas, ele voltou a insistir. 
A ponte atende hoje mais de 160 mil pessoas e precisa garantir segurança aos usuários. Orçada inicialmente em R$ 89,9 milhões, a construção custou ao final da obra R$ 130 milhões, dinheiro de empréstimo do governo estadual com o Banco Nacional de Desenvolvido Econômico e Social (BNDES).

Nota pública de Davi Alcolumbre

Nota Pública

Em relação a matéria publicada no Jornal Folha de São Paulo e reproduzida por outros meios de comunicação, o Senador Davi Alcolumbre, esclarece ter declarado à Justiça Eleitoral todos os bens imóveis de sua propriedade que estavam ao seu dispor no momento do registro de todas as suas candidaturas. Eventual inconsistências das informações prestadas pelo cartório de imóveis se deu pela demora no registro das respectivas escrituras de compra e venda ou na sua assinatura, decorrente também do natural percurso do tempo exigido para o cumprimento das obrigações constantes dos contratos de promessa de compra e venda.

O senador reafirma seu compromisso em defender a transparência e se coloca à disposição para esclarecer os detalhes das transações imobiliárias questionadas, todas absolutamente compatíveis com os seus rendimentos.

Desde já ressalta que a existência dos bens imóveis em seu nome no Cartório de Registro de Imóveis e nos Cartórios de Notas da Capital do Amapá, de acesso geral, atestada por documentos dotados de fé-pública obtidos pela própria reportagem, demonstra, de plano, a impossibilidade da ocultação ou omissão de bens pretendida pelo veículo de comunicação.

Assessoria de Imprensa da Presidência do Senado
Brasília, 25 de fevereiro de 2019.

Bonitos na foto – Juntos pelo Amapá

Deixando as diferenças de lado, senadores, deputados federais e o governador Waldez Góes estiveram reunidos hoje com o presidente do Senado, o amapaense Davi Alcolumbre,  para definir prioridades de investimento em obras e serviços indispensáveis para o desenvolvimento do Estado. “Avançamos nas diretrizes de atuação e alinhamos objetivos, com foco em proporcionar melhorias na qualidade de vida do cidadão amapaense”, enfatizou o senador Lucas Barreto.

Senadores, deputados e governador definem pauta de prioridades para o Amapá

Definir as obras e projetos prioritários para o Amapá. Esta foi a proposta do encontro do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (Democratas-AP), com o governador do estado, Waldez Góes (PDT-AP), deputados federais e senadores da bancada. A reunião ocorreu no Senado Federal. A ideia é priorizar recursos para grandes obras como, por exemplo, hospitais e rodovias.

“Nós precisamos priorizar as obras estruturantes do governo do estado. Da mesma forma, temos que ouvir os municípios para enumerar as prioridades e adequar os programas com as pautas da bancada, juntamente com a do governo estadual, federal e municipal. Assim a gente consegue reduzir etapas vai dar uma resposta mais rápida para a sociedade”, defendeu Davi.

Além de Davi Alcolumbre, participaram do encontro os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Lucas Barreto (PDS-AP), além dos deputados Acácio Favacho (Pros-AP), Aline Gurgel (PRB-AP), Camilo Capiberibe (PSB-AP), Luiz Carlos (PSDB-AP), Leda Sadala (Avante-AP) e Marcivânia Flexa (PC do B-AP).

 Na reunião, os participantes discutiram ainda outros pontos da chamada “Carta do Amapá”. O documento aponta 16 compromissos dos parlamentares.

  Confira as 16 metas da ‘Carta Brasília para o Desenvolvimento  do  Amapá’

 1 – Pavimentação da BR-156 (Trechos Norte e Sul).

 2 – Conclusão das obras e aquisição de equipamentos para o Hospital Universitário.

 3 – Conclusão da Via Norte Sul.

 4 – Elaboração dos estudos e projetos para a pavimentação da BR-210 (Perimetral Norte) no trecho entre os municípios de Porto Grande e Serra do Navio.

 5 – Garantir a transposição para os quadros da União a todos os servidores contemplados pelas Emendas Constitucionais 79 e 98.

 6 – Aprovação das normas de aperfeiçoamento da Zona Franca Verde de Macapá e Santana (origem da matéria-prima, restrição a minérios e cosméticos), bem como promover a atração de investidores para aproveitamento dos benefícios fiscais

 7 – Construção do Centro de Convenções.

 8 – Construção do Terminal Hidroviário de Santana.

 9 – Modernização e ampliação das instalações do Porto de Santana.

 10 – Construção do novo Hospital de Emergências, que poderá ser de competência federal, estadual ou municipal.

 11 – Apoiar a infraestrutura dos municípios, notadamente no saneamento básico e urbanização.

 12 – Avançar na consolidação dos acordos transfronteiriços entre Brasil e França.

 13 – Apoio à ampliação e estruturação dos campos do Ifap no Amapá.

 14 – Apoiar a expansão e modernização das escolas estaduais, municipais e Universidade do Estado do Amapá (Ueap), especialmente para a construção do novo Campus, bem como a Unifap.

 15 – Conclusão da ponte sobre o rio Jari.

 16 – Reforçar o Programa Minha Casa Minha Vida para novas habitações no Estado do Amapá.

(Texto e foto: Ascom/presidência do Senado)

André Abdon é o novo coordenador da bancada federal do Amapá

Nesta quinta-feira (14) o deputado federal André Abdon (PP) foi oficialmente anunciado como coordenador da Bancada Federal do Amapá no Congresso Nacional.

A escolha foi por unanimidade dos senadores e deputados federais do Amapá.

“Vamos fortalecer o trabalho conjunto em prol do povo amapaense e, assim, garantir os aportes necessários para as diversas áreas do eixo de desenvolvimento”, disse Abdon. E prometeu que as áreas da educação e saúde terão um olhar diferenciado. Além disso, disse ele, haverá esforços no sentido de proporcionar a concretização de obras, serviços e ações no Amapá por meio de emendas parlamentares.

Lucas Barreto diz que o Amapá é “orfão do desenvolvimento”

O senador Lucas Barreto (PSD–AP) listou nesta quarta-feira (13) em Plenário, as dificuldades enfrentadas por seu estado em diversos setores e classificou o Amapá como uma sociedade “órfã do desenvolvimento” e esquecida por representantes das nações. O senador criticou as ações em defesa da preservação ambiental no estado, que para ele têm dificultado o crescimento econômico e ficam apenas nas promessas.

— Fomos levados por uma falsa e vaga promessa de pensarmos globalmente e que as ONGs, o Estado brasileiro e os países ricos nos ajudariam em nosso desenvolvimento sustentável pela via compensatória. Foi, certamente, o maior ‘fake ecoplanetário’ já pregado contra o Estado brasileiro — disse o senador.

O parlamentar afirmou que a maior preocupação dos países ricos não é com a população do Amapá, e sim, com as unidades de preservações que estão no território. Para ele o governo tem um débito com o estado, onde se encontram os piores índices de saneamento básico. Ele disse ser necessário construir uma nova estação de captação, tratamento de esgoto e de uma rede para zona norte e oeste de Macapá.

Lucas Barreto afirmou ainda  que o povo do Amapá pode ficar “sem território e sem futuro”, se as atividades econômicas em seu território continuarem sendo restringidas, sob pretexto de ampliar áreas protegidas.

Ele também fez um apelo ao presidente da República, Jair Bolsonaro:

— Senhor presidente, nós precisamos do Brasil não como arrecadador de nossas riquezas e usurpador de nossos sonhos; precisamos, sim, do Brasil como aliado na construção de nosso futuro, que se faz presente e urgente.

(Fonte: Agência Senado)

Randolfe convoca frente pelo crescimento do Brasil e destaca crise no Amapá

O senador Randolfe Rodrigues (REDE – AP) utilizou a Tribuna do Senado Federal nessa quarta-feira (7) para convocar os parlamentares a formularem uma agenda para a retomada do crescimento no país, exigindo responsabilidade em votações que aumentem o gasto público, diante do delicado momento da economia brasileira e das altas taxas de desemprego.

Randolfe afirmou que, no Amapá, a face da recessão se mostra ainda mais cruel. Os projetos de reajuste dos subsídios dos ministros do STF e da PGR, por exemplo, terão um impacto adicional de R$ 15 bilhões para as contas do estado, com seu efeito cascata sob o funcionalismo. “O estado do Amapá já possui um déficit próximo da casa de R$ 1 bilhão e seguirá parcelando salários: como aprovar essa medida, autorizando gasto extra pra população já sufocada com o desemprego e a diminuição de salários?”.

O senador lembrou ainda que o Estado do Amapá é uma das economias menos desenvolvidas do Brasil. O PIB amapaense é de aproximadamente R$ 18 bilhões, sendo o 26º no país, o que corresponde a 0,2% da economia nacional. Segundo a PNAD do IBGE, no primeiro trimestre de 2018, no Amapá se registrou a pior taxa de desemprego do país, com 21,5% de desocupados, bem acima da média nacional que foi de 13,4%. “Isto significa aproximadamente 80 mil pessoas, em idade e condições de trabalhar, sem emprego e sem meios para sustentar a si e a suas famílias no nosso Estado”, afirmou Randolfe.

A pobreza do Amapá é tão gritante, que o Ministério do Desenvolvimento Social revelou que 43% da população sobrevive com renda mensal inferior a um salário mínimo. Em Itaubal, este percentual alcança o inacreditável número de 94% da população com renda menor que um salário mínimo. “Não aceitaremos nenhum retrocesso nas conquistas obtidas! Precisamos, pelo contrário, avançar na real implementação da Zona Franca Verde e garantir as mínimas condições de vida para a população dos Estados periféricos do Brasil, como Amapá”, defendeu Randolfe.

O senador também lembrou em seu discurso que ontem (6), durante audiência pública na Comissão de Direitos Humanos (CDH), a Subcomissão do Estatuto do Trabalho chegou à conclusão que o primeiro ano de vigência da reforma trabalhista não trouxe nenhum beneficio ao trabalhador: “A reforma, que votamos contra, como já esperávamos, só prejudicou o trabalhador: ampliou o desemprego e reduziu os salários”, afirmou.