Show de choro e samba

Macapá será o palco do próximo show do Trio Lobita, grupo que promove e mantém vivo os gêneros choro e samba no Pará, e é formado por grandes artistas nortistas. Paulinho Moura (violão 7 cordas), Tiago Amaral (clarinete) e Andréa Pinheiro (voz e pandeiro), são os convidados do grupo amapaense Vou Vivendo, que toda sexta-feira encanta o público no Norte das Águas. O show de ritmos brasileiros será no dia 26 de abril, a partir de 21h.

Trio Lobita foi criado em 2012, resultado das reuniões sonoras realizadas na casa do cartunista Biratan Porto, chamada de Terças de Cordas. Canções do universo do samba e choro e autorais, fazem parte do repertório do grupo, dividido entre instrumental e cantado. Com a formação do grupo, a proposta de divulgar os estilos musicais se consolidou, e as oficinas e o projeto Choro no Pará ampliaram a plateia e a procura por aprendizado instrumental. Hoje o Trio Lobita tem público de todas as gerações e é responsável pela formação de novos instrumentistas.

Em 2017 o projeto do grupo foi aprovado no edital de patrocínios do Banco da Amazônia e lançou o disco Na Marola, com repertório autoral e em parceria com outros artistas, que teve a produção enriquecida com a participação de músicos especialistas em maxixe, polca, baião e choro.

Para atender ao convite dos integrantes do Vou Vivendo em Macapá, o Trio Lobita preparou uma seleção de seus sucessos autorais e composições de domínio popular de autoria de grandes artistas nacionais. O Bar e Restaurante Norte das Águas é hoje o palco do processo de resgate do choro e samba no meio do mundo, e às sextas-feiras mantém o público fiel, que prestigia, canta e dança os gêneros tradicional do Brasil, que chamaram a atenção do mundo para o país e se tornou sua carta de apresentação cultural.

Vou Vivendo é um grupo formado por músicos amapaenses que  uniram os talentos em torno do samba e choro. Lolito do Bandolim, Humberto Moreira, Beto Sete Cordas, Lindomar Trindade e Gabriel Pinheiro são os integrantes mais antigos, e recebem convidados toda semana nas apresentações do Norte das Águas. Lolito do Bandolim, por motivos de saúde, está ausente dos shows.

Dia 22 tem Baile do Hawai

Carnaval: Bloco Filhos da Mãe Luzia vai promover o Baile do Hawai  
Por Mariléia Maciel

O Bloco carnavalesco Filhos da Mãe Luzia programou o Baile do Hawai para animar os brincantes e carnavalescos que gostam de festas de salão. Com marchinhas, sambas de enredo, confetes e serpentinas, a festa terá um repertório que relembra os bailes tradicionais, mas também músicas atuais e conhecidas das novas gerações. O Baile do Hawai será dia 22 de fevereiro, no salão de eventos Jesus de Nazaré, nos altos da sorveteria, e inicia às 22h. A banda que vai animar é a Yesterday Hits.

Filhos da Mãe Luzia é um dos mais tradicionais do Amapá, existe desde 1988, e em 2001 foi oficializada como Associação Carnavalesca Cultural Filhos da Mãe Luzia, passando a ser destaque nos concursos de blocos realizados em Macapá, pela originalidade e animação, e foi campeão em 1994, 1995, 1996 e 1997, quando a inovação nas vestimentas era o que chamava atenção do público e júri. Após a adesão aos abadas como vestes dos blocos em Macapá, o bloco continuou a competir, mas fazendo a diferença nos adereços de mão e alegorias.

O nome Mãe Luzia foi escolhido pelo lugar de nascimento do bloco, na avenida do mesmo nome, no bairro Laguinho. Luzia Francisca da Silva tem grande importância histórica para Macapá. Primeira parteira do território, ela “aparou” dezenas de macapaenses. A maternidade ganhou seu nome pelos bons serviços prestados por esta parteira, chamada de mãe, que faleceu em 1954, aos 109 anos.

A rua nomeada de Mãe Luzia é no coração do Laguinho, e ali mora seu neto, Francisco Lino da Silva, funcionário público aposentado, fundador da Universidade de Samba Boêmios do Laguinho, cantor e compositor de sambas lendários. Bisnetos e tataranetos de Mãe Luzia também moram na casa onde as programações do bloco são organizadas, à espera do retorno do carnaval oficial de rua de Macapá. São eles, juntos com parentes e amigos, que não deixam a tradição terminar e dão continuidade aos eventos que reúnem brincantes, amigos e quem gosta de folia.

O Baile do Hawai será ao som da banda Yesterday Hits, que vai embalar a festa com muita animação. Formada há 7 anos, a banda é especialista em sucessos antológicos, e no carnaval, se volta para a folia e toca marchinhas, frevos, axé, e outros ritmos carnavalescos.  No baile será comercializado bebidas quentes e geladas, de caipirinhas à cervejas, tira-gostos variados e outros petiscos.

SquarEM Underground promove Pré-Carnaval com Música Eletrônica

No dia 2 de fevereiro, a partir das 20h, na Tabacaria Tucuju, localizada na orla de Macapá, a squarEM Underground promoverá um Pré-Carnaval com muita Música Eletrônica. Durante o baile, denominado “Techno Carnival”, os DJ’s farão variações entre vertentes da música eletrônica, como House, Progressive House, Tech House, Melodic Techno e Techno. Ou seja, para quem curte estes sons, é uma excelente pedida.

squarEM Underground

A squarEM Underground existe há cinco anos e é formada por um grupo de amigos DJ’s. Eles realizam pequenos e grandes eventos em Macapá, como o Projeto “Electronic Square Movement“, que já teve várias edições em praças da capital amapaense e a festa “Inter-vention Progressive Edition”, que contou com mais de 7h de música eletrônica, cinco DJ’s e Tabacaria lotada, no início de janeiro deste ano.. O objetivo é promover entretenimento, cultura e diversão com muita música eletrônica.

“A squaREM surgiu com a missão principal de difundir a cultura da música eletrônica mais refinada, buscando sempre proporcionar ao nosso público experiências singulares com uma sonoridade única e atualizada. Diferente das raves, que são festas que ocorrem longe do centro urbano e existe a predominância do estilo musical trance e suas vertentes, nossos eventos são focados mais no centro da cidade e com os estilos musicais em que você pode simplesmente escutar e bater um papo ou também cair na pista e dançar“, explicou o DJ Márcio Spot, um dos fundadores do squarEM Underground.

Garanta já seu nome na LISTA PROMOCIONAL pelo INBOX da fanpage da squarEM Underground:
https://www.facebook.com/events/393697051201249/

(Fonte: Blog de Rocha, do do Elton Tavares)

Vou Vivendo – Chorinho e samba de raiz

Artistas amapaenses com longa trajetória musical juntaram os talentos e instrumentos e formaram um grupo para tocar os mais puros estilos musicais do Brasil, chorinho e samba de raiz, e toda sexta-feira, estão na orla de Macapá apresentando um autêntico repertório nacional. Lolito do Bandolim, Humberto Moreira, Beto Sete Cordas e Lindomar Trindade, Gabriel Pinheiro e Alcimam Lemos formam o grupo Vou Vivendo, e há cinco anos se dedicam ao prazer de tocar para o público que os acompanha,  e comemoram a presença da nova geração nas apresentações. Os artistas tocam no Bar e Restaurante Norte das Águas, no Complexo Marlindo Serrano, e a entrada é franca.

Lolito do Bandolim: 60 anos dedicado à música
Laurindo Trindade, o Lolito do Bandolim, é o que está há mais tempo na música. Motorista aposentado, ele tem 83 anos e é o único músico profissional no Amapá a usar o instrumento de agregou ao seu nome. Aos doze anos começou a treinar sozinho nas cordas, e aprendeu cavaquinho e bandolim, nos anos 50, já em Macapá, onde passou por várias formações musicais. Há 58 anos ele divide a vida com a esposa Maria Trindade, com que formou  a família de seis filhos, 11 netos e 7 bisnetos.

Lolito e uma lenda viva da música amapaense, atravessou o tempo convivendo com outros instrumentistas de sua época, como Noé, Amilar Brenha e Nonato Leal, com quem ainda divide palcos. O sentido apurado para descobrir novos talentos o coloca de frente com novas gerações, e os incentiva a investir na carreira. Tem seis músicas autorais e ensaia todos os dias. Dois de seus filhos, Leonardo e Lindomar seguiram o pai, e também são músicos. Lindomar acompanha Lolito há 35 anos na percussão, apesar de tocar violão e bandolim. Paralelo ao chorinho e samba, Lindomar, major da PM, acompanhou músicos como Vanildon Leal, nas noites amapaenses.

Foi Lolito também quem influenciou Beto Sete Cordas, que conheceu em bailes e shows, e no ano 2000, aceitou o convite para que iniciassem uma parceria. Beto encantou Lolito com seu talento nato, descoberto ainda no município de Cutias do Araguari, onde aprendeu a tocar guitarra com o irmão, aos 11 anos, seu parceiro musical na igreja. Em 1987 veio para Macapá, porém por questões pessoais voltou para o Araguari, e cinco anos após, no retorno para a capital, se empolgou com o cavaquinho, e junto com Sebastião Mont’Alverne, outro ícone da música instrumental, fez muitas rodas musicais. A paixão por instrumentos de corda levaram Beto a tocar em escolas de samba, bandas e a montar um grupo que toca exclusivamente guitarradas.

Humberto Moreira também tem a música como uma das primeiras diversões. Aos 11 anos fez sua primeira participação como cantor, e em 1966, escoteiro, atendeu ao incentivo do Chefe Humberto e criou com outros integrantes a banda Os Joviais, que tocava na sede dos Escoteiros. Depois seguiu para Os Cometas, Milionários, Setentrionais, Brind’s, e percorreu sedes e tertúlias badaladas na época sempre cantando. Há cinco anos encontrou Beto Sete Cordas e passou a formar, junto com Lolito, a Vou Vivendo. “Tentei tocar bateria, mas nas bandas onde estive esta vaga já estava ocupada e desisti”.

O quinto integrante do Vou Vivendo é o militar Gabriel Pinheiro, que há oito anos acompanha o grupo com seu cavaquinho. Das aulas com o mestre Espiga, no final dos anos 90, Gabriel somou ao aprendizado a experiência de passar pela maioria dos grupos de samba e pagode e escolas de samba do Amapá, para então entrar para o grupo com aperfeiçoamento nas cordas. O mais novo músico da formação é o funcionário público Alcimam Lemos, que há cerca de um ano toca o atabaque que completa o único grupo de chorinho de samba de raiz do Amapá.

Jornalista, funcionários públicos, oficiais da Polícia Militar e motorista aposentado, unidos pela paixão pela música, é o tom do Vou Vivendo, e toda sexta-feira eles deixam de lado os uniformes e vida cotidiana e impressionam o público com seus talentos. Eles falam sobre o crescimento da plateia, antes formada por pessoas de sua faixa etária, e que hoje é complementada por jovens que gostam da música brasileira e que procuram o local para dançar. O show inicia às 22h, e não paga nada para entrar e curtir a música autêntica do Brasil.

(Mariléia Maciel, da Assessoria de Comunicação)

Sábado tem guitarrada para homenagear Mestre Vieira

Neste sábado tem Show de Guitarrada para homenagear Mestre Vieira
Por Mariléia Maciel

O ícone da guitarrada, Mestre Vieira, ganha tributo em Macapá, e grandes  instrumentistas estarão no palco encantando o público com os solos do estilo musical que resiste firme no Norte e ganha cada vez mais espaço em todo o Brasil. O músico amapaense Beto Sete Cordas é quem está à frente do show, e estará junto com Finéias Nelluty, Fabinho, Déo Moraes, Cleverson Baia e Edson, neste sábado, 10, no Bar e Restaurante Norte das Águas, na orla da cidade, a partir das 22h.

A ideia de homenagear o Pai da Guitarrada, Mestre Vieira, acompanha Beto Sete Cordas há tempos, e se concretiza agora com o show, onde irá predominar os sucessos do paraense, que usou as cordas de sua guitarra para criar a ritmo que identifica o Pará e a Amazônia. Beto chamou profissionais renomados para dividir com ele o palco, todos com trabalho e talentos reconhecidos. Finéias Nelluty, o Rei da Zankerada, afirma que será uma honra participar do tributo ao mestre ao lado dos demais instrumentistas convidados.

Beto Sete Cordas é funcionário público e nos anos 80, incentivado pelo pai  e irmão, se aventurou na música tocando violão, ainda na região do Araguari. Veio para a capital, se profissionalizou, passou a ser reconhecido pelo talento e ganhou do público o apelido de seu instrumento favorito. Tocou em diversas bandas sempre com a guitarrada presente em seu repertório musical. Iniciou a carreira solo e diversificou o estilo, tocando samba e chorinho, ritmos que  também domina, mas confessa que a guitarrada é uma paixão em sua vida.

A guitarrada e seu Mestre
O ritmo surgiu no Pará, numa fusão de ritmos da Amazônia e Caribe, como choro, carimbó, cumbia, bolero e merengue, nos anos 70, por obra de Mestre Vieira, um instrumentista nato que lançou em 1978 o disco “Lambadas das Quebradas”. No ano de 2003, Joaquim de Lima Vieira formou com outros instrumentistas o famoso grupo Mestres das Guitarradas,  um sucesso que ganhou fãs das novas gerações e influenciou muitos grupos contemporâneos. A guitarrada hoje é uma identidade musical do Pará, que retrata um estado que valoriza suas raízes interioranas e chama a atenção do todos pela riqueza musical regional.  Mestre Vieira faleceu em fevereiro deste ano.

Hoje tem Luau na Samaúma

O Ministério público do Amapá (MP-AP) e a Prefeitura Municipal de Macapá (PMM) promovem o Luau na Sumaúma “Retrô Brega”, nesta sexta-feira (28). O evento é multicultural e ocupa a Praça da Samaúma com lazer, cultura e segurança.

Neste Luau as apresentações musicais terão um repertório que promete agradar os amantes dos bregas antigos, que marcaram gerações e conquistam cada vez mais os jovens. Pensando no conforto e locomoção do público, o estacionamento da sede campestre da Maçonaria, em frente à Praça Samaúma, será disponibilizado para o estacionamento de automóveis.

Programação do Luau na Sumaúma “Retrô Brega”:

Vai ter Contação de histórias com Angêla de Carvalho e contadores do Programa de Leitura (Proler); apresentação da banda da Guarda Municipal; discotecagem com Selecta Branks; apresentação musical de Mauro Guilherme; banda O Sósia; cantora Márcia Fonseca; exposição de grafitagem ao vivo; e o show do cantor Mauro Cotta.

Também terá comercialização de artesanato com a “Feira Preta”, do Instituto de Igualdade Racial (IMPROIR) e do projeto “Mulheres que Fazem”, da Coordenadoria de Mulheres, além de comercialização de livros, discos de vinil, comidas típicas e de food trucks; exposições de quadros, fotografias, objetos e carros antigos; Bike Retrô; mostra de arte da galeria ArteAmazon e exposição de grafitagem ao vivo. A Geladeiroteca também estará presente.

(Asscom/MP)

Sexta tem brega retrô no Luau na Samaúma

O Ministério Público do Amapá (MP-AP), em parceria com a Prefeitura Municipal de Macapá (PMM), promove mais um Luau na Samaúma, dessa vez com o tema “Brega Retrô”.  O evento, marcado para o próximo dia 28 de setembro, vai ao encontro dos saudosistas desse ritmo musical e quer aproximar a população do órgão ministerial, além de favorecer a ocupação do espaço público com lazer, cultura e segurança.
As apresentações musicais do Luau na Samaúma Retrô Brega tocarão e cantarão bregas antigos. O público poderá usar o estacionamento da sede campestre da Maçonaria, em frente à Praça Samaúma, além do entorno do local para estacionar seus automóveis.
Confira a programação que iniciará às 17h:

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Dia 28 tem luau na samaúma

O cantor Mauro Cotta será a grande atração do Luau na Samaúma que ocorre dia 28 com o tema  Brega Retrô.

Organizado pelo Ministério Publico Estadual e Prefeitura de Macapá, o Luau acontece na Praça Samaúma e é sucesso de público. Na edição do dia 28, além de shows musicais  haverá comercialização de artesanato,  livros, discos de vinil, comidas típicas e de food trucks; além de exposições de quadros, fotografias, objetos antigos e carros antigos; e mostra de arte das galeria Arte Amazon.

Música e poesia dia 14 no Norte das Águas

Marcelo Sirotheau canta Chico Buarque e Jorge Andrade lança livros de poemas em Macapá

Poeta Jorge Andrade
Marcelo Sirotheau é músico e compositor paraense, tem 18 anos de carreira e estará em Macapá interpretando Chico Buarque, no dia 14 de setembro. A proposta é um show em que a música e a poesia se encontrem, e para isso, seu parceiro Jorge Andrade confirmou presença, e juntos  estarão em uma noite de lírica, no bar Norte das Águas, dividida em dois momentos. Jorge Andrade fará o lançamento de livros, e logo após Marcelo Sirotheau apresenta o show com repertório de Chico Buarque.
Médico e músico, Marcelo Sirotheau nasceu em Belém, e na carreira compôs cerca de 200 músicas, a maioria em parceria com artistas como Leandro Dias, Paulo Moura, Pedrinho Cavalléro, Ziza Padilha, Jorge Andrade, Ivor Lancellotti, Miltinho (do MPB4 ), Márcio Farias e Dudu Neves. Marcelo é cria de festivais de músicas, e ainda hoje participa em todo o Brasil deste modelo de vitrine musical. O show “Marcelo Canta Chico Buarque” é sucesso no Pará, com canções históricas, uma volta na cronologia musical do ídolo.

Jorge Andrade é professor de rede pública, poeta, compositor, letrista e contista, também paraense, vencedor de festivais de música e premiações literárias. Jorge tem cinco livros de poesia já lançados, entre eles, o premiado “História Contada em Círculos”, que foi lançado também em Macapá. Em festivais, suas composições foram defendidas por intérpretes como Andréa Pinheiro e Patrícia Bastos, e suas parcerias no Amapá vão de Joãozinho Gomes à Enrico Di Miceli, Zé Miguel e Cassio Pontes.

Marcelo Sirotheau
Em 2017 Marcelo Sirotheau e Jorge Andrade produziram e lançaram o CD “Fantasiando”. No Amapá, antes do show acontece a noite de autógrafos dos livros de poesia, “Para Não Ter Tradução” e “S/ Títulos”,  e do áudio-livro “Pelo Menos Poema”. O evento inicia às 19h30, com lançamento dos livros e presença de poetas amapaenses, e às 22h30 inicia o show Marcelo Sirotheau Canta Chico, com a participação especial das cantoras Brenda Melo e Ariel.
Antes do show, a partir das 21h, tem uma apresentação especial dos músicos Helder Brandão, Beto Oscar e Nitai.
Serviço:
Lançamento de livros
Hora: 19:30
Entrada Franca
Pré-Show com Helder Brandão, Beto Oscar e Nitai.
Hora: 21:30
Show Marcelo Sirotheau Canta Chico Buarque
Hora: 22:30
Data: 14 de setembro
Local: Norte das Águas
Mesa: R $ 80,00
Vendas de Mesas e informações: 98121-6999/99155-7129
(Mariléia Maciel/Assessoria de Comunicação)