Conheça o velho e o novo mundo dos vinhos

Conheça o velho e o novo mundo dos vinhos
Renato Salviano

O mundo dos vinhos possui uma infinidade de rótulos, estilos, aromas e sabores. Cada região, vinhedo e espaço de terra produz um vinho diferente, e a cada safra esse vinho de um mesmo espaço pode mudar, a depender do clima, por exemplo.

É impossível precisar quantos rótulos de vinho existem no planeta. Tendo em vista que temos cerca de 10 mil tipos de uvas viníferas, chegar a um número de rótulos é praticamente impossível. Estima-se, no entanto, que só a Itália já tenha produzido mais de 1 milhão de rótulos.

Mas quem adentra nesse mundão infinito costuma se deparar com alguns termos peculiares, como é o caso do NOVO E VELHO mundo dos vinhos. Mas Renato, afinal o que é cada um? E qual a diferença entre eles?

Não é possível dizer ao certo quando o vinho surgiu. Há indícios de que o vinho exista há mais de 7.000 anos, e sua origem mais provável é no Oriente Médio, na região onde hoje se localizam Síria, Líbano e Jordânia. Outro historiadores trazem o egito como berço das primeiras produções. Não se sabe ao certo a origem do vinho, mas vários historiadores acreditam que tenha nascido em países como Síria, Jordânia e Egito

Analisando caroços de uvas, arqueólogos conseguiram descobrir que se produziu vinho num passado muito remoto e que no que no final da Idade da Pedra aconteceu uma transição: de videiras silvestres para as videiras cultivadas. Isso nos mostra uma prova de que nessa época o vinho já começava a ser elaborado de forma proposital.

Todavia, é possível afirmar onde o vinho mais se desenvolveu, e em qual região ele criou as características que nós conhecemos hoje. Chegamos ao Velho mundo!

Países do velho e do novo mundo dos vinhos

O VELHO MUNDO é composto por França, Itália, Espanha, Alemanha e Portugal. Esses países foram responsáveis por desenvolver as técnicas que nos permitiram chegar ao vinho como ele conhecido hoje, e são de lá que saem boa parte dos melhores e mais caros vinhos do mundo!

Vinhedos da Região de Borgonha, na França: vinhos famosos e de alto valor

Já no NOVO MUNDO, temos aqueles países onde a produção de vinho se iniciou a pouco tempo, e ainda vem se desenvolvendo e criando espaço no mercado. Podemos citar aqui o Brasil, Estados Unidos, Argentina, Chile, África do Sul, Austrália e diversos outros. Importante que, embora tenham sem toque na produção, estes países estão sempre buscando no velho mundo as tecnologias e referências, para aperfeiçoar cada vez mais seus rótulos!

Vinhedo no Vale dos vinhedos, no Brasil: vinhos jovens que vem se posicionando no mercado e ganhando cada vez mais qualidade

E quais as suas principais diferenças?

O velho mundo leva muito em consideração o TERROIR e a TRADIÇÃO, de seus vinhedos e seus produtores. Deste modo, os vinhos do Velho Mundo tendem a ser mais estruturados e austeros. São rótulos pensados para amadurecer na garrafa por muitos anos. No Velho Mundo, muitos destacam no rótulos dos vinhos a região de origem e o produtor e não a uva, pois os produtores prezam pela notoriedade das Denominações de Origem (D.O.)

Exemplo de rótulo de Bordeaux: foco no produtor e na região

Essa não é uma regra, mas muitos vinhos do Velho Mundo são produzidos com uma mistura, também chamado de corte ou de assemblage, de duas ou mais variedades de uvas, buscando um maior equilíbrio.

Já os vinhos do NOVO MUNDO, de maneira geral, tendem a ser mais frescos e frutados. São rótulos jovens e fáceis de beber, que não passam por um longo período de amadurecimento em barris de carvalho.

No Novo Mundo, o que está destacado no rótulo das garrafas é a uva que compõe o vinho. Por isso, estamos acostumados a encontrar nas prateleiras vinhos Cabernet Sauvignon, Malbec, Carménère, Chardonnay, Sauvignon Blanc, etc.

Tipo de uva é um dos destaques nos rótulos do novo mundo

A maior parte dos vinhos do Novo Mundo é do estilo varietal, sendo compostos por apenas uma única uva, ou onde uma uva compõe a maior parte do corte.

Claro que aqui, fizemos uma grande generalização. O mundo dos vinhos vai bem além do que a regra permite. E você, já descobriu qual seu estilo de vinho? Prefere a classe e elegância dos franceses ou o frescor e jovialidade de um brasileiro ou chileno?

Em dúvida de qual estilo de vinho tomar? Quer conhecer mais sobre as diferenças de vinhos do novo e velho mundo? Procure uma loja de vinhos com sommelier a disposição! Ele é o profissional ideal para indicar o melhor vinho, para a ocasião necessária. Você pode entrar em contato comigo pelo Twitter @RenatoSalviano ou pelos Instagrams @RenatoSalviano e @BoutiqueVinhoeCia. Vai ser muito legal tirar suas dúvidas e conhecer suas experiências. Até semana que vem!

É preciso amar o vinho brasileiro

É preciso amar o vinho brasileiro
Renato Salviano

É preciso amar o vinho brasileiro. Não simplesmente por ser nacional, isso também, mas por sua qualidade, por toda tecnologia envolvida nos dias de hoje e por suas inúmeras premiações a nível mundial.

Aquele brasileiro consumidor de vinhos mais tradicional e de mais idade pode dizer que o vinho nacional não é bom. Esse é até perdoável. Explico. Algumas décadas atrás a elaboração de vinhos em nosso país era bem caseira. Limitava-se, basicamente, às pequenas famílias produzindo seu vinho para consumo próprio e venda. Em grande maioria, vinhos de mesa, muito conhecidos como os vinhos suaves e que de fato estavam muito aquém de vinhos de outros países.

Imigrantes europeus na produção de vinhos de mesa no Brasil

Por óbvio, não havia tecnologia empregada. Tudo era muito rústico e os produtores, em sua maioria imigrantes e parentes de imigrantes vindos da Europa, elaboravam sua bebida por métodos bem caseiros. Todavia, embora com algumas tacadas mais modernas anteriores, podemos dizer que o vinho nacional passou a se modernizar de fato em 1995.

A criação da APROVALE – Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos, em 1995, culminou na modernização e salto de qualidade do vinho brasileiro. As vinícolas familiares, de olho no enoturismo, começaram a se organizar e modernizar. Sede da APROVALE no vale dos vinhedos: vinho e enoturismo de qualidade são o carro chefe

Os netos e bisnetos dos imigrantes europeus voltaram às suas origens, para estudar, aprender e trazer todo o conhecimento do famoso e conceituado velho mundo (França, Itália, Espanha e Portugal) para o Brasil. Muitos buscaram também países como Argentina e Chile, que a esta época já apresentavam produtos de boa qualidade, com muitos investidores europeus elaborando vinhos em grandes vinícolas.

Hoje em dia o vinho nacional é de extrema qualidade e briga de frente com vinhos importados. Mas a ideia não é pela briga. A intenção é que o brasileiro deixe de lado seu “complexo de vira-lata”, onde se acha que tudo produzido fora é melhor, e passe a apreciar o bom produto de seu país.

Para se ter uma ideia, o consumo de vinho nacional pelo brasileiro está longe de ser o maior. Os vinhos mais consumidos em nosso país são os chilenos, seguidos dos portugueses e dos argentinos. Por que não consumir nosso vinho? Fomentar mais trabalhos, mais desenvolvimento e conhecer a qualidade da nossa bebida?

Hoje o Brasil conta com vinícolas espalhadas em diversas regiões. O sul do Brasil, em especial o estado do Rio Grande do Sul, ainda é o maior produtor, mas estados como Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Goiás vem se destacando cada vez mais. Importante citar, ainda, os belos projetos vitivinícolas no nordeste brasileiro, como é o caso das vinícolas no Vale do São Francisco. Entrada da vinícola TerraNova, do Grupo Miolo, no Vale do São Francisco: destaque
para os espumantes e tintos na uva Syrah

Então, qual a sua desculpa para provar o vinho nacional hoje mesmo? Posso te desafiar? Convide amigos e organize uma degustação às cegas, com vinhos nacionais, da América do Sul e da Europa. Só não vá se assustar se der Brasil na cabeça!

Em dúvida de qual estilo de vinho nacional tomar? Quer organizar uma degustação às cegas e não sabe como? Procure uma loja de vinhos com sommelier a disposição! Ele é o profissional ideal para indicar o melhor vinho, para a ocasião necessária.
Você pode entrar em contato comigo pelo Twitter @RenatoSalviano ou pelos Instagrams @RenatoSalviano e @BoutiqueVinhoeCia.
Vai ser muito legal tirar suas dúvidas e conhecer suas experiências. Até semana que vem!

Harmonizar bebida e comida é um ato de amor

Harmonizar bebida e comida é um ato de amor
Por Renato Salviano*

Harmonizar bebida e comida é uma das experiências mais incríveis que se tem. Seja em um jantar pequeno para a família ou em uma grande recepção de fim de ano, harmonizar é um ato de amor consigo e com aqueles que se ama.

Não é possível se precisar quando as harmonizações foram surgindo. O que se sabe é que a partir do século XVII, países europeus como França e Itália começaram a harmonizar seus vinhos com os pratos típicos da região. Ao perceberem que a harmonização trazia benefícios a ambos, passaram a estudar cada vez mais a harmonização perfeita.

Tão importante quanto os pratos, a escolha correta das bebidas para as festas de fim de ano é de suma importância. É possível escolher o vinho e espumante que vá agradar a grande maioria dos convidados, proporcionando assim o casamento perfeito entre comida e bebida e, claro, uma ótima experiência.

Mas Renato, e para as festas de fim de ano? Se eu pudesse apostar em uma única bebida, apostaria no espumante Brut. Além de super refrescante, o que para nossa região é muito importante, o espumante é versátil! Sua acidez elevada ajuda a diminuir a sensação de gordura em pratos mais untuosos, como churrascos, feijoadas, queijos e embutidos gordos, frituras. Além disso, suas perlages (comumente chamadas de borbulhas), auxiliam na limpeza da boca como um todo, proporcionado assim uma maior sensação dos sabores degustados. Mas não podemos negar que os tintos são queridinhos. Sendo assim, escolha vinhos mais leves, sem muita passagem por madeira e de uvas menos tânicas. Será mais fácil de harmonizar com variados pratos, e agradar a maioria dos convidados.

Procure sempre um sommelier para lhe auxiliar na escolha. Ele será o melhor profissional para lhe indicar a bebida perfeita para cada prato e ocasião. E lembre-se: beber sempre com responsabilidade.

*Renato Salviano é advogado, crítico gastronômico e Sommelier, pela Associação Brasileira de Sommeliers do Rio Grande do Sul. Possui em seu currículo diversos cursos no mundo dos vinhos, dentre eles Certificação Internacional pela Wine & Spirit Education Trust, instituição do Reino Unido presente em diversos países, com mais de 70 anos de experiência em educação no mundo dos vinhos.
A partir de hoje ele estará toda quinta-feira aqui neste site falando sobre comidas e bebidas, com as melhores dicas de harmonização.

Festival de Sabores do Senac começa quarta-feira

Nos dias 24, 25, 26 acontece a 1ª edição do Festival de Sabores do Senac. Um grande evento com aula show com o chef convidado Léo Modesto, palestras, concurso culinário e oficinas. O primeiro e último dia serão transmitidos ao vivo, no YouTube do Senac Amapá.

No primeiro dia, das 16h30 às 19h30, acontece a apresentação musical da cantora Brenda Melo e do grupo de Marabaixo Tia Sinhá. Na entrada do auditório haverá a exposição de quadros do fotógrafo Floriano Lima. Como atração principal, recebemos o chef Léo Modesto para ministrar a aula show, com o prato Creme de camarão com tucupi, que será transmitida ao vivo, pelo Youtube do Senac Amapá.

No segundo dia, das 8h às 18h, o evento ofertará sete oficinas gastronômicas. Marmitas saudáveis, Como Abrir uma Empresa de A&b, Cozinha Amazônica, Mesa posta para Natal e Table Decor, Explorando o potencial frutífero do abacaxi na sua integralidade, Decoração de Panetones e Uso das mídias sociais na gastronomia, são os títulos das oficinas ofertadas. A inscrição é um 1kg de alimento não perecível.

No último dia de evento, das 8h às 12h, será a semifinal do concurso “Chef Senac Tucuju”, com os três finalistas. Eles terão 1h para apresentar o prato escolhido. Às 14h, acontece a mesa redonda para dialogar sobre o tema “O empreendedorismo na Gastronomia” e em seguida, às 17h, a final do concurso culinário, com transmissão ao vivo pelo YouTube.

Premiação
O primeiro colocado ganhará um troféu, um dólmã personalizado com o nome do evento, um vale compras no valor de R$ 500,00 em supermercado e um voucher de 100% de desconto em um curso do Senac.

O segundo colocado ganhará um troféu, um dólmã personalizado com o nome do evento, um vale compras no valor de R$ 300,00 em supermercado e um voucher de 50% de desconto em um curso do Senac.

Exposição
A exposição acontecerá na área de convivência do Senac o dia inteiro, com os produtos: camisas personalizadas, produtos agrícolas, chopp gourmet, produtos industrializados e artesanais de empresas parceiras.

(Ascom/Sesc)

Festival Bar em Bar começa quinta-feira e terá o prêmio “Papudinho 2021”

Com abertura programada para quinta-feira (11), o maior festival de gastronomia de boteco, o Festival Bar em Bar, terá como palco de abertura o Bar Du Pedro, no histórico Mercado Central e, nesta 4ª edição o tema ‘Saúde, vamos brindar a vida!’, alusivo ao enfrentamento à pandemia de Covid-19.

Na edição de 2021, o festival acontecerá de 11 a 21 de novembro e tem como um dos critérios a criação de uma receita nova entre frituras, carnes, frios, hambúrgueres, defumados e petiscos deliciosos diferentes do que já é oferecido no cardápio.

Este ano o Bar em Bar traz uma novidade, o prêmio ‘Papudinho 2021’, para o primeiro cliente que completar o circuito com fotos degustando os 25 petiscos. Uma categoria para que os clientes possam participar do festival de forma mais integrada.

Além disso, os estabelecimentos participantes receberão a visita dos críticos gastronômicos oficiais dos concursos gastronômicos no estado. Ao final, as avaliações serão computadas e destacados os vencedores.

O evento é realizado no Amapá pela Abrasel, Prefeitura de Macapá por meio do Instituto Municipal de Turismo (Macapatur) e Sebrae, com o apoio do Sicred, 99Food e patrocínio da Devassa.

(Secom/PMM)

Gastronomia – Cantinho da Nega será inaugurado neste sábado com shows e marabaixo

Tradição e gosto por gastronomia influenciaram a Nega do Biluca para se tornar empreendedora da culinária regional
Por Mariléia Maciel

Anos atrás a Nega deixou florescer sua ascendência, se apropriou dos conhecimentos guardados em sua memória, explorou a cozinha e conhecimento da Vó Chiquinha e colocou a mão na massa. Bolos, salgados, vatapá, maniçoba, guisados, assados, e a famosa gengibirra, tudo com gosto caseiro, começaram a conquistar clientes que se tornaram fiéis, seguindo a Nega em sua batalha diária. Ela agora inaugura seu cantinho, no Quilombo do Curiaú , neste sábado, 9 de outubro, a partir das 20h, com os famosos quitutes, muito marabaixo e música amapaense.

Criada no Quilombo, na Maloca da Tia Chiquinha, Nega tira de seu quintal alguns dos ingredientes para seus pratos, como macaxeira, frutas e galinha caipira. Em seu cardápio de lanches, os tradicionais vatapá, maniçoba e tacacá, e os salgados, que além de frango e carne, o cliente tem a opção de recheios de piracuí e pirarucu. Nega também vai oferecer refeições à base de frango, carne e peixe, mas quem quiser, pode pedir a galinha caipira ou ainda alguns pratos da culinária guianesa.

Cantinho da Nega é a grande conquista da Antônia Márcia, sua independência financeira, estreia como empreendedora. Ela começou vendendo em eventos culturais, como Encontro dos Tambores, e shows, e na porta da casa. Foram anos economizando da venda de comida e gengibirra, que junto com o prêmio conquistado através do edital de fomento para arte, da Lei Aldir Blanc, que a reconheceu como Mestre da Gengibirra, conseguiu construir seu canto. Conquista pessoal, e também cultural, pois valoriza a cultura gastronômica de origem quilombola e africana.

Para o Cantinho da Nega se encaixar no cenário, ela deu preferência às suas raízes e profissionais do quilombo, desde a construção até a arte que decora suas paredes, feita pelo artista plástico do Curiaú, Rosi Silva. Tia Chiquinha, Mestre Bolão, sua filha Vitória, a própria Nega e a parentada toda estão impressos na vitrine, com tambores e caixas, saias e chapéus que definem bem a tradição familiar. Os trabalhadores que estão na cozinha e atendimento também são do quilombo, tornando a empresa, um empreendimento regional.

Com todo este histórico, a inauguração não poderia ser diferente, e será em grande estilo, do tamanho da grandeza dessa descendente de tia Chiqinha, de sangue das rainhas africanas. Brenda Melo, Alan Gomes, Enrico Di Miceli, Joãozinho Gomes, Val Milhomem, Amadeu Cavalcante, Laura do Marabaixo, Jéssica Wanny, Adelson Preto e Marabaixo Manoel Felipe estão confirmados para esta grande festa que vai levantar a poeira do terreiro.

E a Gengibira da Nega do Biluca? Sim, vai ter na inauguração e todos os dias, para quem quiser degustar esta bebida que é identidade da cultura amapaense e continua a ser preparada com o mesmo zelo dos antepassados.

6ª Edição do prêmio “Melhores da Gastronomia Alcilene Cavalcante” – Veja categorias e jurados

Em meio à maior crise do setor de alimentação fora do lar devido a pandemia atual, os serviços gastronômicos passaram por transformações desafiadoras, dentre elas, a de levar a mesma qualidade servida nos salões dos restaurantes às residências pelos serviços de delivery e, atualmente, de manter os padrões de qualidade com protocolos de segurança ainda mais exigentes.

No cenário gastronômico tucuju, os empreendedores e profissionais persistem em manter os negócios, os empregos, a qualidade e até a inovação e reinvenções com insumos tipicamente amapaenses, manutenção dos espaços e qualidade no atendimento. Para incentivar todo esse trabalho, um grupo de consumidores com alta periodicidade de consumo e paladar apurado e exigente, vem realizando um importante trabalho com profissionalismo e seriedade nos concursos, prêmios e festivais de gastronomia no Amapá, de forma voluntária e apaixonada.

A homenageada Alcilene Cavalcante e Regina Barbosa

Pela sexta vez consecutiva, o “Prêmio Melhores da Gastronomia – Alcilene Cavalcante”, homenagem à dedicada jornalista, que há anos busca apoiar e informar das inovações, das boas práticas e da valorização das coisas locais, juntamente com o enófilo José Bogea e o especialista Sandro Belo, coordenando o grupo de “críticos” num “trabalho” ao longo de 12 meses, analisando sabores, aromas, misturas, inovação, atendimento, estrutura, segurança e o resgate gastronômico do meio do mundo e da Amazônia.

Tudo isso fortalece a competitividade, numa “disputa” sadia entre as empresas pela aprovação e satisfação, onde quem sai ganhando é o consumidor e a gastronomia local, com a superação dos negócios e profissionais em suas respectivas especialidades, alcançando patamares que os colocam nos holofotes e tapete vermelho dos sabores.
Para chancelar o Prêmio, as entidades mais atuantes no setor: a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Amapá (Abrasel) e Serviço Brasileiro de apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/AP). Por meio de uma votação criteriosa, secreta e on line, que conta a experiência gastronômica como métrica para votação, a crítica elege os destaques da gastronomia 2021, que serão revelados ao vivo, na live show de encerramento da 15 ª edição do festival Brasil Sabor, edição híbrida, no domingo (30/05) às 19h pelo endereço https://www.youtube.com/user/sebraeamapa
Conheça as categorias homenageadas no Prêmio Melhores da Gastronomia 2021
1. Melhor restaurante;
2. Melhor cafeteria;
3. Melhor doceria;
4. Melhor lanchonete;
5. Melhor hamburgueria;
6. Melhor sorveteira;
7. Melhor culinária amapaense;
8. Melhor batedeira de açaí;
9. Melhor restaurante de comida a quilo;
10. Melhor restaurante de gastronomia internacional;
11. Melhor pizzaria;
12. Melhor gastronomia inclusiva (funcional, vegana ou vegetariana);
13. Melhor churrascaria;
14. Melhor serviço de delivery
15. Melhor gastronomia de bar.
16. Melhor Panificadora

Os membros do juri   do Prêmio Melhores da Gastronomia 2021:
<José Bogéa
Advogado. Cozinheiro apaixonado, colunista gastronômico, colecionador de experiências gastronômicas no Brasil e em diversos países do mundo, coligindo mais de 50 estrelas Michelins. Enófilo há quase 20 anos, é certificado pelo instituto ingles Wine & Spirit Education Trust (WSET), já tendo visitado diversas vinícolas ao redor do mundo e prestado consultoria sobre montagem de carta de vinhos a vários restaurantes de Macapá. influenciador gastronômico e administrador dos perfis IG @cozinhadosdois e @confrariadomeiodomundo.

Ana Célia Brazão
Economista e especialista em Gestão Fazendária. Presidente do SINDIEVENTOS. Foi Diretora Técnica do Sebrae e Secretária de Turismo do Estado. Empresária, proprietária da Nuance Eventos e da Casa Maison Nuance. Além de organizadora de eventos e designer de festas, a gastronomia faz parte do seu negócio através dos bufês diferenciados que oferece. Amante das variadas culinárias regional, nacional e internacional.

Karla  Assis
Letróloga e Tecnóloga em Marketing e Comunicação. Entusiasta da boa gastronomia, apreciadora de vinhos e fã da gastronomia harmonizada. Tem formação nos cursos “Intensivo de Vinhos” (ABS-RS), “Os Vinhos que Combinam com Tudo (ABS-RS)” e “Sommelier Experience” (ABS-RS). Experiências gastronômicas em diversos e respeitados restaurantes do Brasil e do mundo.

Clarissa Récio
Advogada, empresária e cozinheira por amor. Aprecia a boa comida e a explosão de sabores. Colecionadora de experiências gastronômicas pelo Brasil e pelo mundo e ama receber com uma mesa posta e cheia de carinho.

<Sandro Belo
Turismólogo, especialista em gastronomia e em mercado gastronômico, pesquisador do setor pelo NPPTur/CET/UnB, colunista da revista Bares & Restaurantes, executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e coordenador do festival Brasil Sabor. Viajante e apreciador da gastronomia brasileira, coordena também os concursos de gastronomia (Enchefs, Chef Burguer e Chef Confeiteiro) é fundador da crítica gastronômica do Meio do Mundo.

Bianca Melo Silva
Publicitária, supermercadista e Empresária no segmento de presentes e mesa posta. Cozinha por amor e por adorar experimentar novas receitas. Com alguns cursos locais e apreciadora do universo da gastronomia. Com viagens que sempre envolvem roteiros com turismo gastronômico. Ama o receber com o capricho de uma mesa posta e um menu assinado por ela e o marido. A culinária sempre foi presente nos finais de semana da família Silva, mas com a pandemia, virou uma espécie de terapia ocupacional da casa, regada com vinho, amor e capricho à mesa.

Nilma Melo
Macapaense, funcionária pública, estudante de gastronomia, cozinheira do lar, apaixonada pela gastronomia e leitora ávida do assunto. Com experiências gastronômicas diversas no Brasil e em outros países.

Luís Eduardo
Jornalista profissional, apresentador de televisão (Balanço Geral – RecordTV) e locutor de rádio (Primeira Opção – Equinócio FM). Cozinheiro iniciante/amador, amante da boa gastronomia e apaixonado por roteiro gastronômico em qualquer viagem.

Fábia Martins
Promotora de Justiça. Cozinheira amadora, apreciadora da gastronomia, dos cheiros, sabores e texturas.

Kiko Pantoja
Hair Style, apreciador de vinhos e da boa gastronomia. Cozinheiro amador. Além de gostar de receber e cozinhar para os amigos, é assíduo frequentador dos empreendimentos gastronômicos, onde aprecia a gastronomia local e nacional e as inovações.

Edward Salem Younes
Empresário. Cozinheiro amador, enófilo, amante da gastronomia com experiências em outros países, em especial do Líbano. Foi jurado em duas edições do concurso Enchefs “Melhor Cozinheiro Profissional do Amapá”.

Adna Gurtyev
Servidora Pública. Cozinheira amadora, mas iniciante do curso de Cozinheiro Profissional no Instituto de Gastronomia das Américas – IGA. Produz conteúdo gastronômico na rede social “instagram”, onde divide experiências e receitas com seus seguidores. “A gastronomia é uma viagem de sabores que proporciona sentimento de prazer. Cozinhar para mim é uma forma de conexão cultural alimentar com o mundo”.

Cleber Barbosa
Jornalista, radialista e blogueiro. Há 15 anos é editor de turismo do Diário do Amapá e mantém essa editoria produzindo conteúdo digital em seus portais, com informações de viagens e gastronomia.

José Barreto
Promotor de Justiça. Cozinheiro amador, amante da gastronomia e do prazer proporcionado pela comida. Colecionador de experiências gastronômicas no Brasil pelo mundo.

Graça Rocha
Empresária. Apreciadora da gastronomia. Cozinheira amadora. Frequentadora e cliente delivery dos empreendimentos gastronômicos, onde aprecia a gastronomia local e nacional.

Hana Borges
Influenciadora digital e apresentadora no programa “Os cabuçus”. Apreciadora de gastronomia. Gosta muito de cozinhar. Já foi jurada dos concursos “Batalha de Coxinhas” e madrinha da “Batalha dos Monstros Big x Picanha”.

Ziulana Melo
Jornalista. Diretora do Sistema Diário de Comunicação (Rádio, Jornal, Portal). Radialista do programa “Luiz Melo Entrevista”. Apreciadora da boa gastronomia

Luiza Nobre de Menezes Melo
Jornalista e fotógrafa. Produtora do programa de rádio “Café com Notícia”. Cozinheira amadora, apreciadora de gastronomia, especialmente a brasileira. Apesar da pouca idade, já coleciona experiências nos aclamados empreendimentos gastronômicos de outros estados brasileiros.

André Melo
Médico. Cirurgião Plástico. Cozinheiro amador. Apreciador de gastronomia. Certificado pelo instituto ingles Wine & Spirit Education Trust (WSET), Colecionador de experiências gastronômicas no Brasil e em diversos países do mundo

Alexandre Teixeira
Chef de cozinha. Cozinheiro e apreciador da alta culinária. Com experiência como cozinheiro em restaurantes na França. Vem de uma família tradicional na arte da cozinha. Sua avó, hoje aposentada, era uma das mais apreciadas “Salgadeiras” de Macapá.

Helenamaria Ferreira
Assistente Social. Especialista em gestão hoteleira, eventos e gastronomia, com 20 anos de atuação na área. Apaixonada pela gastronomia, suas viagens incluem sempre roteiros gastronômicos. Conhece os chefs e principais restaurantes estrelados do Brasil, além de profundo conhecimento sobre a gastronomia do Amapá e da Amazônia.

Karla  Assis
Letróloga e Tecnóloga em Marketing e Comunicação. Entusiasta da boa gastronomia, apreciadora de vinhos e fã da gastronomia harmonizada. Tem formação nos cursos “Intensivo de Vinhos” (ABS-RS), “Os Vinhos que Combinam com Tudo (ABS-RS)” e “Sommelier Experience” (ABS-RS). Experiências gastronômicas em diversos e respeitados restaurantes do Brasil e do mundo.

Festival Brasil Sabor

Acontece nesta terça-feira, 18, o lançamento do Festival Brasil Sabor, na modalidade híbrida e programações on-line. O objetivo é celebrar e fomentar a reabertura do setor de alimentação fora do lar.

O evento reúne 67 negócios que aderiram ao festival, que acontece de 21 a 30 de maio em formato ‘híbrido’, ou seja, o público poderá participar presencialmente nos estabelecimentos, ou fazer o pedido delivery ou retirada, por meio do App oficial Brasil Sabor e demais plataformas. Cada um dos participantes criou ou fez uma releitura de pratos/receitas de seu cardápio e irão disponibilizá-los no período do festival para consumo e celebração da gastronomia tucuju. Os pratos do evento custarão entre R$ 20 e R$ 35 reais.

Data: 18.5.2021 – Terça-Feira

Local: Sede do Sebrae em Macapá, Rua Ernestino Borges, 740 – Laguinho
Hora: 16h

(Ascom/Sebrae)