Amazônia das Artes começa dia 5

Com sua 12ª edição, o Projeto Sesc Amazônia das Artes acontece no período de 5 a 18 de agosto nos espaços cênicos do Sesc Araxá e alguns espaços públicos de Macapá. O evento que agrega todas as linguagens artísticas como teatro, dança, circo, música, literatura, cinema e ações formativas em música e teatro, visa contribuir na circulação e intercâmbio da produção cultural da região Amazônica. Participam do projeto os Departamentos Regionais dos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins – Estados que compõe a área que corresponde a Amazônia Legal – tendo ainda o Departamento Regional do Piauí como convidado, em virtude da identificação com o cenário social e cultural da região, e também sua proximidade geográfica.

Confira a programação da primeira semana:
05/08 – Espetáculo de dança e teatro Ânima trama com o grupo Coletive Umdenós/ PA.
Local: Salão de Eventos/ Sesc Araxá -Horário: 20h.

06/08
Espetáculo de dança Mi clamor com o grupo Baillare Companhia de Dança/ RR.
Local: Salão de Eventos/ Sesc Araxá   Horário: 20h.

07/08
Espetáculo de teatro híbrido Kanarô com o grupo Experimental de Artes Vivartes/ AC.
Local: Salão de Eventos/ Sesc Araxá  Horário: 20h.

08/08
Espetáculo de teatro Sobre azares futuros com o grupo Budejar Criações artísticas/ MA.
Local: Salão de Eventos/ Sesc Araxá    Horário: 20h.

09/08
Show musical Minha ancestralidade com a artista Nega Lu/ MT.
Local: Praça Floriano Peixoto.  Horário: 20h.

11/08
Apresentação de poemas Recital Mormaço com Elizeu Braga/ AM.
Local: Teatro Marco Zero – Bairro Perpétuo Socorro         Horário: 19h.

Obras de Ralfe Braga no Macapá Verão

Ralfe Braga, um artista ímpar
Ralfe Braga, um dos artistas mais conceituados do Brasil

Mais uma novidade que será apresentada no Macapá Verão deste ano é o apoio do Arteamazon, juntamente com o artista amapaense Ralfe Braga, que permitiu o uso de quatro imagens de obras de sua autoria para o evento deste ano. Elas foram produzidas inicialmente em forma digital e serão pintadas a mão pelos artistas locais, usando tinta à base d’água como pigmento e o asfalto como suporte.

De acordo com o artista, a iniciativa atende a uma solicitação do diretor da Companhia de Transporte e Trânsito de Macapá, André Lima. “É a primeira vez que uma de minhas artes sairá do computador para o asfalto. Arte é arte, não importa o pigmento ou o suporte onde ela seja aplicada. O que importa é a mensagem que ela transmite”, diz.

Ralfe Braga
Artista plástico, ilustrador, designer gráfico e diretor de arte. Nascido em Macapá,  mora há muitos anos em Brasília. É formado em Educação Artística, com licenciatura em Artes Plásticas pela Faculdade de Artes de Brasília; e em Artes Visuais/Cultura&Criação pela Faculdade Senac. O trabalho do artista absorve a energia, gravada nos traços e pinceladas refinados, da luz intensa do sol que penetra e desnuda a floresta úmida, refletindo as cores vivas da natureza.

Veja como foi o lançamento do livro Caneta Dourada

Foi um sucesso o lançamento do meu livro “Caneta Dourada” sexta-feira, 7, na Biblioteca Pública Elcy Lacerda.
Mais de cem amigos compareceram ao evento tão importante e emocionante para mim.
Foi uma noite cultural que ficará gravada para sempre no meu coração. Momentos mágicos com declamação de poesias, apresentação de dança e shows musicais.
E eu que lido com palavras nem tenho palavras agora para descrever a minha emoção e gratidão com tanto carinho que recebi.
Poetas, músicos, escritores, artistas plásticos, jornalistas, minha família (marido, filho, irmãos, neta, sobrinhos), políticos e magistrados (estes não como autoridades, mas como amantes da literatura) estiveram lá levando seu carinho e palavras de afeto e incentivo.
A todos vocês a minha eterna gratidão por fazerem deste lançamento uma noite inesquecível e dourada.
Faço aqui também um agradecimento especial à Biblioteca Pública Elcy Lacerda pela organização impecável do evento.
Veja mais fotos e também os vídeos das apresentações musicais e declamações na minha pagina do Facebook clicando aqui

E olha só quem fez parte da mesa

Na solenidade de lançamento do meu livro Caneta Dourada, minha netinha Alice fez parte da mesa. É muita felicidade pra mim. Ela tem dois anos, gosta de música, dança e ouvir histórias

Manoel Bispo (vice-presidente da Academia Amapaense de Letras), eu com Alice no colo e meu irmão Alcione Cavalcante. O cenário é obra de arte do artista plástico F.Damasceno

Ikebanas e Caneta Dourada

Quem foi ao lançamento do meu livro “Caneta Dourada” encantou-se com esta Ikebana Sanguetsu, feita por minha amiga Selma Borralho, com flores de cor vibrante Girassóis e Amarillis, com os toques das folhas do romântico jasmim com gipsofila proporcionando ao momento leveza, força, encanto e sabedoria.
“Predominando na mesa um vaso deitado em direção à escritora e outro ao público simbolizando o derramar do conhecimento, as flores dão um toque no ambiente com beleza, harmonia e paz, contracenando com o Caneta Dourada”, explicou Selma.

O estilo Ikebana Sanguetsu foi criado por Mokiti Okada (Meishu-Sama), fundador da Igreja Messiânica.
Selma Borralha é professora desse estilo e frequentemente ministra oficinas de ikebana no Johrei Center de Macapá.

Pra iluminar teu sábado

Belíssima ikebana feita pelo meu amigo Gaudêncio.
Ikebana (termo em japonês que significa flores vivas) é a arte de montar arranjos de flores, com base em regras e simbolismo preestabelecidos.
Existem vários estilos. Esta da foto é uma Ikebana Sanguetsu,  estilo  criado por Mokiti Okada (fundador da Igreja Messiância) que tem como noção básica o respeito pela natureza. Este estilo de ikebana se distingue dos outros porque tem como princípio a não modificação dos materiais usados (folhas, flores, galhos), tentando criar um arranjo mais natural e equilibrado possível.

Estudantes transformam lixo em arte

Alunos expõem artes feitas de materiais reciclados

Materiais que normalmente seriam descartados no lixo, como pneus, garrafas, telhas e papelão, são reaproveitados e viram arte nas mãos de um grupo de alunos da Educação de Jovens e Adultos da EMEF Fortaleza. Com muita criatividade e sob a orientação de professores e parceiros da ONG Reciclart, os estudantes vão aos poucos transformando esses materiais em pufes e objetos decorativos.

No fim de semana, algumas dessas peças fizeram parte da exposição de artes feitas de materiais reciclados, no Amapá Garden Shopping. “Esse é o primeiro resultado do projeto. A intenção, além de desenvolver e aprimorar a consciência ecológica desses alunos dentro e fora do espaço da escola, é apresentar a eles uma nova fonte de geração de renda, a partir da confecção dessas artes”, destacou a diretora da instituição de ensino, Rejane França da Costa.
O projeto Escola Ecológica abrange diversas ações, dentre elas a confecção de artes a partir de materiais reciclados, que são desenvolvidas com alunos da segunda, terceira e quarta fase da Educação de Jovens e Adultos.
(Karla Marques/Semed)

Espetáculo “Alegria de Náufragos” domingo no CEU das Artes

A turnê “Alegria de Náufragos: Rotas pelo Norte” chega ao Amapá

O grupo paraibano Ser Tão Teatro realiza, em abril, a turnê “Alegria de Náufragos: Rotas pelo Norte”, patrocinada pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2017/2018, em que passa por quatro Estados da Região Norte, contemplando nove cidades. A primeira parada da circulação é o Amapá. A Companhia apresenta em Macapá, no domingo, 07 de abril, o espetáculo “Alegria de Náufragos”, às 20h, no CEU das Artes. Além disso, promove na segunda-feira, 08 de abril, um intercâmbio cultural com o grupo local Casa Circo e a oficina Improvisar é preciso – Construindo a cena com o Ser Tão, das 14h às 18h, no CEU das Artes, com inscrições online através do link https://forms.gle/bGeciEam3Ly2AExw6.

Em todas as etapas, o Ser Tão Teatro realiza apresentações do espetáculo “Alegria de Náufragos” e ações formativas como bate-papo após as encenações, intercâmbio com grupos locais e a oficina Improvisar é preciso – Construindo a cena com o Ser Tão. Todas as atividades são gratuitas e a classificação indicativa da peça é para maiores de 12 anos de idade. A circulação contempla a capital do Amapá; as cidades de Manaus e Itacoatiara, no Amazonas; Rio Branco, Senador Guiomard e Xapuri, no Acre; e Porto Velho, Ariquemes e Ji Paraná, em Rondônia.

Pela primeira vez, o Ser Tão Teatro garante a acessibilidade em duas plataformas durante as apresentações, através da audiodescrição, por meio da distribuição de 20 fones de ouvido, permitindo a inclusão de pessoas com deficiência visual, e da presença em cena de uma intérprete de Libras – Língua Brasileira de Sinais -, garantindo a integração de pessoas com deficiência auditiva.

“Alegria de Náufragos” possui texto livremente inspirado no conto Uma história enfadonha – das memórias de um homem idoso, do escritor russo Anton Tchekhov, e estreou em março de 2016, em João Pessoa, com montagem financiada pelo Fundo Municipal de Cultura – FMC. Com dramaturgia de Giordano Castro, César Ferrário e Ser Tão Teatro, o espetáculo traz em cena os intérpretes Thardelly Lima, Rafael Guedes e Cely Farias. A direção musical é de Marco França, a iluminação e produção é de José Hilton Souza, e operação de som é de Polly Barros. A intérprete de Libras é Janái Érica Santos da Silva e a de audiodescrição é Larissa Hobi Martins.

O espetáculo já foi apresentado em diversos Festivais como, na capital paraibana: Aldeia Sesc 2016, Mostra Ser Tão Paralelo, e Interatos – Funesc; Pernambuco: Pague o Quanto Puder, em Recife, e Cultural Risadinha, em Camaragibe; Ceará: Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga 2017; e  Argentina: 12 ° Festival Escenico de Bahía Blanca. Em 2017/ 2018, o Grupo realizou a circulação “Alegria de Náufragos: Rotas pelo Nordeste”, patrocinada pelo BNB de Cultura 2017, em quatro Estados nordestinos.

Sinopse: Alegria de Náufragos traz em seu centro o emérito professor Nicolai Stepianovitch de Tal, que se depara ao final da sua existência, com uma inevitável análise de si mesmo. Apesar de seu currículo impecável, de ter constituído família e de ser um “homem feliz”, ele gradativamente é submetido a um doloroso processo de falência interior e começa a adquirir clareza sobre o lado patético da sociedade e de suas instituições.

A montagem é fruto de um livre diálogo do coletivo com a obra de Anton Tchekhov, Uma História Enfadonha, na tentativa de estabelecer pontes entre esse discurso literário de mais de um século e meio com contundentes questões da nossa própria época. Aos préstimos desses olhos enfadonhos e desesperançosos de Nicolai, os atores incidem sem concessões sobre o presente e a geografia, não livrando nem a si mesmos deste crivo, com doses generosas de acidez e humor.

OFICINA: Improvisar é preciso – Construindo a cena com o Ser Tão
A oficina irá expor a metodologia de trabalho do Ser Tão Teatro, possibilitando ao participante vivenciar jogos teatrais, improvisações, composição de cenas curtas, experimentação de objetos em cena, e princípios básicos da música para a cena.  É voltada para atores e não atores que desejam conhecer o processo criativo utilizado pelo Grupo. A faixa etária exigida é para maiores de 14 anos e um número de participantes de, no máximo, 25 pessoas.

(Ascom)