Cocadas ao sol: e-book será lançado neste sábado em live com convidados

Neste sábado (2), às 18h, será lançado em uma live o e-book Cocadas ao sol, do jornalista e escritor Júlio Miragaia.

O lançamento será transmitido no Facebook e YouTube do autor e contará com a participação de convidados especiais da cultura amapaense e também de autores de outros estados. A atriz Hayam Chandra fará a apresentação.

Entre os convidados estão o Coletivo Amazonizando, que fará performances juntando marabaixo com os textos da obra. Participam também o jornalista paraense Adriano Abbade, os escritores amapaenses Paulo Tarso Barros, Pat Andrade, Lulih Rojanski, Thiago Soeiro, o ilustrador do livro, Roberto Vanderley, a design Olívia Ferreira e a cantora e ativista cultural Heluana Quintas. O escritor cearense, Alan Mendonça, e o mineiro Sérgio Fantini também marcam presença.

“É um momento de celebração com amigos. Depois da versão impressa, estamos lançando o e-book para contar na plataforma digital as histórias de Cocadas ao sol”, explicou Júlio Miragaia.

A obra reúne 33 poemas e 3 contos que abordam, entre os temas questões sociais como a fome, a pobreza e dramas de meninos de rua em Macapá. A versão física do livro foi lançada no dia 25 de julho.

Agora em e-book, Cocadas ao sol está disponível no site da Amazon para Kindle e qualquer plataforma digital. O livro custa R$ 20. Para comprar acesse aqui

Transmissão
No Facebook: https://www.facebook.com/julio.miragaia

YouTube: https://youtube.com/channel/UCQXSfLFFQ7W8gFgf2G8o6GQ

Sobre o autor
Júlio Ricardo Araújo, o Júlio Miragaia, tem 36 anos. Natural de Belém (PA), passou os últimos anos entre a terra natal e Macapá (AP), onde hoje mora.

É jornalista, pós-graduado em gestão e docência no ensino superior, e autor do livro de poemas “O estrangeiro de pedras e ventos” (2014, Multifoco-RJ).

Começou a publicar em 2005 poemas, contos, resenhas e crônicas no blog pessoal “O desuniverso do jovem messias”. Foi editor e articulista no Portal Selesnafes.com e, atualmente, tem postado algumas de suas produções literárias no Blog De Rocha.

Foi vencedor do Prêmio Literário Isnard Lima Filho, no concurso literário “Macapá com todas as letras” na categoria crônica (2006). No concurso, promovido à época pela Biblioteca Pública Elcy Lacerda e Prefeitura Municipal de Macapá, o texto premiado foi “A Banda”, registro sobre o bloco da Terça-feira Gorda de Carnaval em Macapá.

(Ascom)

Memórias Poéticas, o novo livro de Fábio Gomes

Memórias Poéticas é o 11º livro do escritor Fabio Gomes e conta a trajetória do autor sob o prisma da poesia, desde seu contato inicial com essa arte, aos 6 anos de idade, em ambiente escolar, passando pela difusão dos primeiros poemas em jornal, livro e rádio, até os dias de hoje, em que divulga seus versos através das redes sociais.

Na obra, escrita durante a pandemia de 2020, o autor nos convida a conhecer o seu processo criativo, suas influências literárias e mesmo sua inspiração em situações do cotidiano. Um poema, por exemplo, pode nascer a partir de acontecimentos políticos ou sociais da época. Em meio aos relatos, Gomes insere os poemas que escreveu nos anos 1980 e 1990.

Para a poeta e jornalista Mary Paes (O Blog da Mary – Macapá/AP), ler o livro Memórias Poéticas é como estar frente a frente com o autor. Em toda a obra de Gomes, é possível observar a crítica, explícita ou nas entrelinhas. É uma escrita inteligente e rica em argumentos. A capa do livro é um poema à parte, que nos remete a uma viagem no tempo, em que podemos vivenciar as fases de transformação da Poesia na vida do escritor.

O autor 

Fabio Gomes nasceu em Porto Alegre (RS), em 1971. É escritor, jornalista, cineasta e fotógrafo. Tem onze livros publicados, sendo os mais recentes “Rapidola (um aperitivo)”, de fotopoemas (2020), e “Memórias Poéticas” (2021). Por duas décadas, dedicou-se ao jornalismo cultural; seu trabalho mais destacado na área foi o blog “Som do Norte”. Em Cinema, dirigiu oito curtas-metragens, selecionados para festivais no Brasil e no exterior. Atua em Fotografia desde 1991. Seu trabalho pode ser visto em https://fabiogomesfotocinema.com.br/

(Texto e fotos: Assessoria de Imprensa)

“Banzeiro òkòtó: uma viagem à Amazônia Centro do Mundo”, o novo livro de Eliane Brum

“Banzeiro òkòtó: uma viagem à Amazônia Centro do Mundo” é o novo livro da premiada jornalista  Eliane Brum. “Este livro é meu grito e é também a minha música que ofereço a vocês nestes tempos tão desafiadores em que temos que tecer o comum atacados por todos os flancos”, diz a autora
Banzeiro òkòtó estará nas livrarias a partir de 29 de outubro, mas já pode ser encomendado.
O livro tem também um caderno de 16 páginas com fotos de Lilo Clareto, seu grande companheiro de reportagem, morto por covid-19  em 21 de abril deste ano. A foto de capa, este beijo em árvore, é também de autoria do Lilo.

Leia o resumo da editora Companhia das Letras:
“Eliane Brum mescla relato pessoal e investigação jornalística para escrever um livro urgente de denúncia e em defesa da Amazônia, lugar que adotou como casa e de cuja luta pela sobrevivência participa ativamente.
Escritora, jornalista e documentarista, Eliane Brum faz um mergulho profundo nas múltiplas realidades da maior floresta tropical do planeta. Com quase 35 anos de experiência como repórter, há mais de vinte ela percorre diferentes Amazônias. Em 2017, adotou a floresta como casa ao se mudar de São Paulo para Altamira, epicentro de destruição e uma das mais violentas cidades do Brasil desde que a hidrelétrica de Belo Monte foi implantada.
A partir de rigorosa pesquisa, Brum denuncia a escalada de devastação que leva a floresta aceleradamente ao ponto de não retorno. E vai mais além ao refletir sobre o impacto das ações da minoria dominante que levaram o mundo ao colapso climático e à sexta extinção em massa de espécies. Neste percurso às vezes fascinante, às vezes aterrador, a autora cruza com vários seres da floresta e mostra como raça, classe e gênero estão implicados no destino da Amazônia e da Terra.
Um livro imprescindível para quem tem a coragem de buscar respostas para o tempo de urgência que vivemos, escrito por quem não teme se arriscar para buscá-las.”

Da série “Dias inesquecíveis”

Há exatamente nove anos lancei na Bienal Internacional do Livro de São Paulo meu livro de poemas e crônicas “Paisagem Antiga”
Foi uma experiência maravilhosa e inesquecível!
Acho que todo escritor deveria, pelo menos uma vez na vida, lançar um livro numa grande bienal internacional.

Novo livro de Gian Danton explica o fenômeno dos psicopatas

Psicopatas estão em todos os lugares: nas empresas, na política, nos filmes, nos seriados, nos quadrinhos. Você provavelmente conhece um psicopata. E ele é a pessoa que você menos desconfia. Explicar esse fenômeno é o objetivo do livro Psicopatas na vida real e na ficção, escrito por Gian Danton e Jefferson Nunes.

A obra será dividida em três capítulos. No primeiro, uma mente perversa, é explicado como surgiu o termo psicopata e o que significa a psicopatia, as características mais visíveis e a diferença entre psicopata e psicótico.  No segundo capítulo, são apresentados exemplos reais de psicopatas assassinos. O terceiro capítulo se debruça sobre o fenômeno na cultura pop. São mostrados exemplos de psicopatas na música, nos quadrinhos, no cinema e nos seriados.

O livro terá 200 páginas ricamente ilustradas e está financiamento coletivo no Catarse.  Para apoiar o projeto, clique em: https://www.catarse.me/psicopatas_na_vida_real_e_na_ficcao_9e59.

Resenha crítica do livro Paisagem Antiga

Resenha crítica do livro Paisagem Antiga
Por Fernando Canto

Alcinéa Cavalcante é, hoje, a herdeira abençoada de uma geração de poetas amapaenses do início do Território Federal do Amapá que conseguiram expressar seus sentimentos telúricos e representar um modelo de criações modernistas no contexto amazônico. No meio desses poetas estavam seu pai Alcy Araújo junto com Álvaro da Cunha, Ivo Torres, Aluísio Cunha e Arthur Nery Marinho, que chegaram a publicar revistas, livros e a antologia “Modernos Poetas do Amapá”, em 1960.

Antes da autora, porém, outros vates publicaram trabalhos modernistas, como foi o caso de Isnard Brandão de Lima Filho, Raimundevandro Salvador, Ronaldo Bandeira, Nazaré Trindade, Sílvio Leopoldo (estes já falecidos), Graça Viana, Manoel Bispo e Carlos Nilson. Todavia, o atingir de sua modernidade se dá pela forma diferenciada que busca a simplicidade na extensão de sua memória, o que a torna uma poeta, uma prosadora de notável labor – observando a relação com os poetas antecedentes que deram uma nova feição à construção poética local, ainda que com um atraso de um pouco mais de 20 anos, desde o Movimento Modernista de Movimento Modernista de 1922.

No seu caminhar literário Alcinéa Cavalcante usa a imaginação e a memória e aborda a paisagem como um símbolo identitário iniludível que põe à mesa suas observações de mundo (real) e transforma signos e marcas (e por que não cicatrizes?) em expressões linguísticas, pois o que se segue, tanto nos poemas como nas crônicas são as retenções memoriais retratadas pelo seu olhar sensível e trabalhadas literariamente. E a paisagem é tudo diante dos sentidos: é a beleza do horizonte, o fazer do homem e da mulher, os gestos, os cheiros, os sons, o gosto… enfim, a cultura humana subjacente e primorosa, capturada pelos artistas, estes que exercem o ofício de construir figuras por metáforas, para dotar sua arte de maior valor artístico e interpretativo, além do invólucro que muitas vezes cerceia o entendimento.

No caso do livro aqui abordado, sua literariedade é madura e enfática e surge agora renovada e simples como na fase do cubismo de Picasso, que o fez refletir, já idoso, sobre o discernimento de pintar como uma criança, após tantos anos de rebuscamento e de experiências. Por isso é também comunicativa e significante. Seu prefaciador, o poeta Paulo Tarso Barros, foi feliz ao afirmar que “Parece que sua mão de poeta e mente treinada nos textos claros, objetivos e sintéticos do jornalismo, ao juntar a alquimia verbal que o seu estilo poético e inato tão bem o demonstra, surgem imagens plenas de ternura, sensibilidade e aquela saudade e nostalgia dos tempos da infância que ficou cristalizado na [sua] memória poética[…]”. Esse trecho reforça formidavelmente o que escrevi acima.

“Paisagem Antiga”, é, então, o testemunho de uma cidade em mudança, um impulso que se transforma em sentimentos de angústia e melancolia em contraste com a beleza e a alegria narradas e do profundo amor presente e carimbado em muitos textos do livro que evocam eventos memoriais. O trabalho da autora também traz e distribui tempestuosidades e temperanças. Porém, é mais motor que âncora pois se impulsiona de moto próprio no rio caudaloso e se instaura na literatura renascida e vigorosa sob o céu do equador, porque somente a revelação cósmica dessa atividade criadora, desse entusiasmo criativo confere seriedade à sua dimensão artística. Nela, o vivido, o lembrado, o esquecido, o silenciado e outras formas de interpretação de mundo – reais ou irreais – podem ser escritos e assim dotar a arte literária de um caráter maior e mais humano.

Antologia poética “A beleza de ser negro”

Será lançada na próxima segunda-feira, 28, a antologia poética “A Beleza de Ser Negro”, organizada pelo professor, poeta e escritor Ivaldo Souza. O lançamento será às 19h na escola José Bonifácio, no quilombo do Curiaú.
A obra traz uma rica seleção poética com composições de vinte autores que fazem da poesia um veículo para ajudar a vencer o preconceito étnico-racial.

“Esta antologia tem como propósito promover a autoestima do negro através da arte poética, favorecendo assim, seus esquemas mentais e contribuindo para a internalização de  suas subjetividades, e a poesia é uma forma simples e prazerosa de ajudar nas construções da subjetividade  do ser humano, assim, posso afirmar que as palavras são armas poderosas capazes de mudar nossas ações, nossos esquemas mentais, nossa autoestima e nossas emoções subjetivas”, diz o idealizador e organizador  Ivaldo Sousa.

“De  acordo com a lei,  11.645/08, todas as escolas devem recontar a história da população negra e mostrar o verdadeiro potencial, a verdadeira capacidade que temos em desenvolver nosso cognitivo, partindo desse pressuposto, selecionamos poemas que pudessem expressar toda a grandiosidade de ser negro”, ressalta Ivaldo.

Depois do lançamento, haverá em outras datas noites de autógrafos e doação de exemplares a algumas escolas.

Cocadas ao Sol, o novo livro de Júlio Miragaia

A obra, intitulada “Cocadas ao sol”, reúne 33 poemas e 3 contos do autor que abordam entre os temas questões sociais como a fome, a pobreza e dramas de meninos de rua em Macapá.

Segundo o autor, há além das questões sociais, outras temáticas na coletânea particular de textos em verso e prosa.

Júlio explica também que há experiências reais no livro, extraídas e adaptadas do trabalho como jornalista e também do cotidiano.

“Esse tipo de coisa, ver crianças com fome, choca e indigna. A literatura, nesse caso, é espelho dos dramas sociais”, comentou o escritor.

O livro conta com prefácio do escritor Paulo Tarso Barros, da Academia Amapaense de Letras, e posfácio do jornalista e escritor paraense Adriano Abbade.

No projeto gráfico, a diagramação é de Olívia Ferreira e ilustrações de Roberto Vanderley.

O livro será lançado em um sarau-live, a partir das 17h, na Livraria Public, no Shopping Vila Nova, Centro de Macapá. A programação obedecerá as normas sanitárias e estará sujeita a ajustes, segundo a situação epidemiológica e determinação das autoridades.

A obra será vendida ao preço de R$ 25 e o lucro será revertido para instituições que cuidam de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.

Sobre o autor
Júlio Ricardo Araújo, o Júlio Miragaia, tem 36 anos. Natural de Belém (PA),  passou os últimos anos entre a terra natal e Macapá (AP), onde hoje mora.

É jornalista, pós-graduando em gestão e docência no ensino superior, e autor do livro de poemas “O estrangeiro de pedras e ventos” (2014, Multifoco-RJ).

Começou a publicar em 2005 poemas, contos, resenhas e crônicas no blog pessoal “O desuniverso do jovem messias”. Foi editor e articulista no Portal Selesnafes.com e, atualmente, tem postado algumas de suas produções literárias no Blog De Rocha.

Foi vencedor do Prêmio Literário Isnard Lima Filho, no concurso literário “Macapá com todas as letras” na categoria crônica (2006). No concurso, promovido à época pela Biblioteca Pública Elcy Lacerda e Prefeitura Municipal de Macapá, o texto premiado foi “A Banda”, registro sobre o bloco da Terça-feira Gorda de Carnaval em Macapá.

(Texto: assessoria de comunicação do escritor – Fotos: Lee Amil)

Poeta Thiago Soeiro e a poesia que salva vidas – Livro será lançado sexta-feira

“escorre a água salgada
vinda de mim
percorre minhas dores
minhas saudades inacabadas
e eu que não vim do mar
achei um dentro de mim
(Thiago Soeiro)

A poesia salva vidas, não há dúvidas, principalmente quando esta poesia nasce da sensibilidade do poeta Thiago Soeiro, que na próxima sexta-feira, 11, às 20h30, lança seu primeiro livro de poemas: Salva-Vidas (Ed. Scortecci, 2021) em live no instagram da Duas Telas Produções (@duastelasproducoesap).

São 36 poemas molhados de ternura, saudade e  amor, escritos a partir de 2013.
De leitura leve, o autor conversa com a poesia cotidiana e expõe a relação afetiva que tem com o mar e o rio.

“Quando a gente segura um choro
é como se segurasse o mar inteiro
e é tão difícil segurar o mar”

Para o Thiago – que escreve desde muito jovem – , o livro é a concretização de um sonho. “’Salva-vidas’ fala muito de mim como poeta e como pessoa, e carrega muitos sentimentos bonitos construidos nestes anos que me dedico à literatura”, descreveu.
Ele se dedica à literatura há muitos anos. Em 2009  criou um blog onde publicava poemas e cartas de amor. É o “Amor Cafona” – que ainda está no ar. Mas não assinava suas poesias e cartas. O blog era bastante acessado e todos queriam saber quem era o autor daquelas doces e ternas palavras, mas ele nada dizia.  Perguntei pra ele o motivo. Respondeu: “Eu tinha muita insegurança de me mostrar escritor. Porque não achava  bom, mas hoje entendo que foi um ótimo começo e que devo me orgulhar dele”.

Thiago conta que sempre foi muito tímido e levou um tempo até se soltar. Verdade. A primeira vez que Thiago pisou no Pano da Poesia, no Movimento Poesia na Boca da Noite, era de uma timidez tamanha. Incentivado pelo grupo, abriu um caderno e leu um poema, apenas um. Foi aplaudido pelo grupo e nas semanas seguintes foi se soltando e mostrando todo seu lirismo e declamando de forma invejável. “Dizer poesia me ajudou muito a ter coragem de ser poeta“, diz.

“Tenho sentido o peso da poesia
a carga da palavra
que pulsa viva no meio de mim”

Entre centenas de poemas selecionou 36 para seu livro de estreia. Ele escreve desde a adolescência vivida em Monte Dourado, mas ressalta que foi em Macapá  que descobriu  o mundo literário e se descobriu como poeta. E gosta de contar que começar no blog Amor Cafona fazendo cartas de amor foi um ótimo exercício de amadurecimento da escrita, até chegar no poema que hoje apresenta no livro Salva-Vidas.Seus poemas, mesmo os que não estão no livro, são conhecidos e recitados não só no Amapá, mas também em outros estados. Ele já participou de festas literárias no Rio de Janeiro, Bahia e Alagoas, dentre outros estados. Tem poemas publicados em algumas antologias, como a Poesia na Boca da Noite, lançada numa das mais badaladas bienais do mundo: a Bienal Internacional do Livro de SP, em 2012. Suas poesias  integraram a exposição “Poesia Agora”, do Museu da Língua Portuguesa em 2015. Um orgulho para o Amapá.

Participou ativamente do Movimento Poesia na Boca da Noite – que declamava e espalhava poesia pelas praças e ruas de Macapá – e do grupo “Poema de Quinta”, que reunia jovens no entorno da Fortaleza de São José toda quinta-feira para ler, dizer, declamar e comentar poesia.
Fundou o grupo lítero-musical “Poetas Azuis”, que fez grande sucesso.

“o poema se esconde
em notícias cansadas
nas páginas velhas de um jornal
fugiu de mim por semanas
agora aparece tímido na coluna social”

Jornalista por formação, Thiago Soeiro aproveita as horas vagas para escrever poesia. Enquanto está envolvido com a notícia durante o dia anota frases, nomes de poemas e ideias para desenvolver a poesia quando a madrugada chega e está desligado dos noticiários.  “Eu gosto muito de escrever no silêncio na madrugada. A maioria dos poemas nasceram assim, mas muitas ideias nasceram andando de ônibus ou viajando”, conta.

O livro “Salva-vidas” foi publicado através da Lei Aldir Blanc, por meio do edital Carlos Lima “Seu Portuga”, da Secretaria de Estado da Cultura do Amapá (Secult), com realização de Duas Telas Produções. Pode ser adquirido pelo valor de R$ 25, com o próprio autor, através do número (96) 98140-4994 ou pelo Instagram @tgsoeiro.

(Alcinéa Cavalcante)