Meus livros

Hoje é o Dia Nacional do Livro. Deixo aqui para vocês alguns dos meus livros de poesias, crônicas e contos

Origem do dia
O Dia do Livro surgiu em homenagem à fundação da Biblioteca Nacional do Livro, em 1810, pela Coroa Portuguesa. Na época, D. João VI trouxe para o Brasil milhares de peças da Real Biblioteca Portuguesa, formando o princípio da Biblioteca Nacional do Brasil (fundada em 29 de outubro de 1810).

Vale lembrar que o Brasil começou a editar seus próprios livros ainda em 1808, quando D. João VI fundou a Imprensa Régia. O primeiro livro a ser editado foi “Marília de Dirceu”, do escritor Tomás Antônio Gonzaga. (Fonte: Calendarr)

Randolfe Rodrigues lançou hoje na Bienal de Pernambuco o livro “Memórias do Brasil – 1956: discursos de Juscelino Kubitschek”

Lançado agora à noite pelo senador Randolfe Rodrigues na XII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco o primeiro dos cinco volumes do livro “Memórias do Brasil – 1956: discursos de Juscelino Kubitschek”.
O livro é resultado de uma parceria entre o Conselho Editorial do Senado, presidido pelo senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP).
“Esta compilação dos discursos de Juscelino Kubitschek é, sem dúvida, vivo registro de um dos mais férteis e efervescentes períodos da história da República”, disse Randolfe.  E acrescentou: “Assim, o Conselho Editorial do Senado Federal (CEDIT), que tenho a honra de presidir, cumpre com sua atribuição de publicar obras fundamentais da cultura brasileira de caráter econômico, social, político e histórico.”

E eu fico muito orgulhosa e feliz pois, por indicação do senador Randolfe, faço parte do Conselho Editoral.

Jambu – O novo livro de Ray Cunha

O que significa data-limite, mencionada por Chico Xavier? Quem são os ETs? O que querem na Terra? De ondem vêm? São seres materiais? Como fazem viagens intergalácticas? Por que os ETs se interessam tanto pela Amazônia? O que foi a Operação Prato? A Amazônia é mesmo do Brasil? Afinal, o que é a Amazônia? As respostas a essas perguntas estão em JAMBU (Clube de Autores, Brasília/DF, 190 páginas, 2019), novo romance de Ray Cunha, que se passa durante o Festival de Gastronomia do Pará e Amapá, no Hotel Caranã, em Macapá, a cidade mais emblemática da Hileia.

Enquanto o Festival Gastronômico do Pará e Amapá revela ao mundo a cozinha mais saborosa do planeta, o oceanógrafo, arqueólogo, taxidermista e jornalista João do Bailique, editor da revista Trópico Úmido, e sua esposa, a chefe de cozinha e oceanógrafa Danielle Silvestre Castro, dona do Hotel Caranã, estão à caça do traficante de crianças e de grude de gurijuba Jules Adolphe Lunier. Neste romance, a Bacia Amazônia se espraia em vários planos, um dos quais o espiritual.

Personagens vivas, como o filósofo japonês Masaharu Taniguchi; o escritor, astrofísico e médium Laércio Fonseca; o escritor, psicanalista e acupunturista Jorge Bessa; o pintor Olivar Cunha, se misturam a personagens de ficção nas ruas da cidade mais emblemática da Amazônia. Assim, a Fortaleza de São José de Macapá, maior ícone dos macapaenses, é a tradução perfeita da cidade que se debruça sobre o maior rio do mundo, o Amazonas, na confluência da Linha Imaginária do Equador.

Construída por escravos, negros e índios, sob o obsessivo domínio português, para resistir à marinha inglesa, embora só tenha sido atacada por malária, a Fortaleza de São José de Macapá foi o cadinho no qual se forjou a etnia macapaense. Os portugueses cruzaram com os africanos e geraram mulatos, e fornicaram com os índios, formando uma população de mamelucos; os africanos misturaram-se com os índios e legaram cafuzos; e mulatos, cafuzos e mamelucos misturaram-se, fechando o círculo, numa diversidade étnica viva nas ruas de Macapá, nas nuances de peles que vão do alabastro ao ébano, passando pelo bronze e jambo maduro, unidos pelo sotaque caboco: a fusão do português falado em Lisboa, doces palavras tupis, línguas africanas, patoá das Guianas, tudo triturado em corruptela.
(Ascom)

“História da Amazônia: Do período pré-colombiano aos desafios do século XXI”

Autor de vários livros de sucesso, entre eles “Galvez, Imperador do Acre”, “Mad Maria”, “Operação silêncio”, entre outros, Márcio Souza vai lançar seu mais recente  livro, “História da Amazônia: Do período pré-colombiano aos desafios do século XXI” (Editora Record), em Brasília na  19ª. Semana Universitária da UnB.
O livro apresenta “uma síntese reveladora da complexidade do processo histórico da região, a partir de uma visão de dentro: a de um escritor manauense cuja obra monumental, literária e ensaística, perscruta os silêncios da história, desvela as falhas da memória e denuncia o imaginário colonialista subjacente à lógica da expansão territorial civilizadora, responsável pelos massacres de vários povos indígenas”, conforme a professora Rita Olivieri-Godet, da Université Rennes 2.

O lançamento será no auditório do Beijódromo, terça-feira (24) às 19h.
O livro já está à venda na Livraria da Editora UnB, campus universitário, asa norte.

Livro de Eliane Brum concorre ao Prêmio Nacional de Literatura dos EUA

Nova York, 17 set (EFE).- A escritora e jornalista Eliane Brum foi indicada ao Prêmio Nacional de Literatura dos Estados Unidos na categoria de obras traduzidas ao inglês, segundo anunciou nesta terça-feira a fundação que organiza a premiação.
O livro de reportagens “The Collector of Leftover Souls” foi um dos dez selecionados entre as 145 obras propostas pelo júri da National Book Foundation, que no dia 8 de outubro anunciará os cinco finalistas. Os ganhadores serão divulgados em 20 de novembro.
A categoria de “literatura traduzida” foi criada em 2018 e os escritores indicados “representam as histórias e tradições literárias de muitas nações”. “
The Collector of Leftover Souls” (2019), traduzido do português por Diane Grosklaus Whitty, “perfila as vidas e os conflitos de várias comunidades, desde as favelas de São Paulo até a selva da Amazônia”, segundo o site da fundação. (Leia a matéria completa aqui)

Como escrever quadrinhos

Quer aprender a escrever quadrinhos? Recomendo o livro “Como escrever quadrinhos”. Nele, o autor Gian Danton,  – roteirista premiado e reconhecido internacionalmente –  ensina os fundamentos básicos do roteiro a partir de suas experiências.
Valor: 25 reais (frete incluso). Pedidos: profivancarlo@gmail.com.

Os degraus do arco-íris

O poeta e escritor Carlos Nejar lança o seu mais novo romance, Os degraus do arco-íris, pela Editora Cepe, no dia 19 de setembro, quinta-feira, a partir das 19h na Livraria da Travessa em Ipanema (R. Visconde de Pirajá, 572 – Rio de Janeiro).

“Nejar construiu uma obra importante em vários gêneros – na poesia, no romance, no teatro, no conto e na criação para o público infantojuvenil. Em seu Esconderijo da Nuvem, um eu lírico retorna ileso de cada confronto com o mistério da morte”, diz a Academia Brasileira de Letras.

Escritor, poeta, tradutor, crítico e ficcionista gaúcho, traduzido em várias línguas, é estudado nas universidades do Brasil e do exterior.

(Obrigada pelo gentil convite)

Livro sobre a República do Cunani será lançado sábado

Em comemoração aos 76 anos de criação do Território Federal do Amapá, o senador Randolfe Rodrigues (REDE) fará o lançamento do livro “Os Selos Postais da República do Cunani”, uma obra inédita no Brasil, do historiador alemão Wolfgang Baldus. O livro relata a história da tentativa de implantação de uma república independente, criada em meados do século 19, no atual estado do Amapá. A “República do Cunani” chegou a emitir selos postais, moedas e teve um governo instalado em Paris. Fazia parte da estratégia dos franceses em se apoderar de parte do território brasileiro.

“Recebi os originais dessa obra em 2012 e, desde então não poupamos esforços para viabilizar a republicação, em nossa língua, deste valioso registro histórico, publicado originalmente em inglês”, explicou o senador e presidente do Conselho Editorial do Senado.

O livro relata que em 1886, surgia a República Independente de Cunani (République du Counani), mais tarde denominada “1º República de Jules Gros”. Jules Gross era francês que se dedicou a angariar apoio político à sua empreitada para institucionalizar a République du Counani. Nomeou um ministério de Governo e instituiu títulos honoríficos, cunhou moedas e criou o Diário Oficial: “Le nove de France et de Cologne – Jornal Oficial de La República da Guiana Independente”. Elaborou as armas e as bandeiras do Cunani, forjando bases para uma potencial anexação dessa região à França e para a legitimação da exploração clandestina francesa de ouro que ali ocorria.

O mote principal da obra são os selos postais da República do Cunani, verdadeiras preciosidades para filatelistas, historiadores e interessados, diante da raridade destes exemplares emitidos num período tão curto de fantasiosa existência da “nação independente”.

“O que o leitor encontrará neste livro são dados e símbolos dessa epopeia. A prova
material da existência de uma República Independente no coração da Amazônia, entre os rios Araguari e Oiapoque, durante o século 19”, conta o senador. “O livro traz evidências incontestáveis da riqueza histórica dessa verdadeira odisseia amapaense, que moldou as bases da multiculturalidade de nosso Povo e de nosso estado, sonegada de nossa memória histórica”, completou.

O livro restitui ao povo amapaense parte de sua valorosa História, que remonta sagas e disputas internacionais que antecedem em muito a própria criação do Território Federal do Amapá, em 1943. E reforça a máxima de que Amapá é um dos poucos cantos do Brasil que se fez Brasil.

Serviço:
Data: 14.09.19
Hora: 19h
Local: Amapá Garden Shopping
*Os exemplares do livro serão distribuídos gratuitamente

(Texto: Carla Ferreira)