Retalhos e Linhas

Há nove anos, no dia 9 de março de 2012, a poeta, cronista, contista e professora Deusa Ilário lançou seu segundo livro de poemas e crônicas “Retalhos e Linhas“. Com prefácio do professor, músico e poeta Orivaldo Souza e capa de Ana Maria Barbosa e Márcio Wendel, o livro tem 284 páginas impregnadas de lirismo, ternura e amor.
Sou um pouco de flor, sou um pouco de pedra, sou relva e sou selva”, define-se a poeta.  Sobre Deusa, a professora Maria  José Costa da Silva – que assina a orelha do livro – diz: “Essa doce mulher é a própria poesia no corpo, na alma.” É verdade. Deusa é pura poesia, é maré cheia de versos, é chuva de lirismo.

Quem ler Retalhos e Linhas faz uma viagem em uma canoa. cujo remador tem habilidade, sensibilidade, carinho e desejo de sempre manter o remo no lugar certo, de modo que as águas que navegamos, enquanto leitores, estão sempre tranquilas. ternas como se tivessem, e estão cuidando de todas as vidas embarcada nesta canoa”, ressalta Orivaldo no prefácio.

A árvore que dá os melhores frutos

Hoje pendurei livros na árvore. Quem gosta de ler é só passar e apanhar o fruto que mais lhe agradar.
É meu presente de Natal para gosta de poesias, contos, crônicas de autores amapaenses.

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Amigos organizam noite de autógrafos do livro “Crônicas De Rocha” na Banca Rios Beer Cervejaria

Para quem não pôde participar do lançamento do livro “Crônicas de Rocha – Sobre Bênçãos e Canalhices Diárias”, terá uma nova oportunidade de estar com o autor, jornalista e escritor Elton Tavares, na próxima quarta-feira, dia 14, na noite de autógrafos que um grupo de amigos está organizando, a partir das 19h, na Banca Rios Beer Cervejaria. O músico Patrick Oliveira, da Banda Stereovitrola, fará participação especial no evento.
A ideia é criar um ambiente agradável para que os interessados em adquirir o livro possam pegar o autógrafo e trocar ideias com autor, tudo de acordo com os protocolos de segurança para prevenção da Covid-19. A cervejaria possui área externa bem apropriada para um bate-papo molhado, com cervejas artesanais produzidas pelo proprietário Igor Maneschy, ao som de uma boa música, enquanto aguardam a vez de ter em mãos a obra recém lançada.
Sobre o livro
“Crônicas de Rocha – Sobre Bênçãos e Canalhices Diárias” é um compilado das vivências do autor e de experiências próprias ou de terceiros que há mais de uma década alimentam o site “De Rocha”, que nomeia o livro. As crônicas falam de tudo, trazem muito das tradições nortistas, peculiaridades da cultura e literatura amapaense, absorvida e canalizada para o contexto regional e pessoal do jornalista, com seu jeito muito peculiar de contar a nossa história ou relatar uma situação pessoal inusitada.
Elton Tavares conta que o projeto foi idealizado pelo jornalista Tagaha Luz (em memória), que já partiu para as estrelas, e prefaciado pelo escritor e seu amigo pessoal Fernando Canto, com ilustrações do cartunista Ronaldo Rony e diagramação do designer Adauto Brito. A obra foi impressa com o apoio do senador Randolfe Rodrigues, revisada pela jornalista Marcelle Nunes, com apoio técnico da bibliotecária Leididaina Silva e da jornalista Gilvana Santos.
É leitura fácil, agradável e que logo faz com que o leitor se identifique com algumas das narrativas contidas no livro. Quem já leu garante que não é fácil parar. Então, não perca essa oportunidade de comprar e se deliciar com uma produção feita com muito carinho e de pura emoção do “Godão”, como carinhosamente é chamado o autor.
A Banca Rios Beer fica localizada na Av. Mendonça Furtado, 1773, no bairro Santa Rita, entre as Ruas Professor Tostes e Manuel Eudóxio.
(Texto: Gilvana Santos – Arte: Beatriz Santana)

Foi um sucesso o lançamento do livro  “Crônicas de Rocha”, do jornalista Elton Tavares

Foi um sucesso o lançamento, nesta sexta-feira, de  “Crônicas de Rocha – Sobre Bênçãos e Canalhices Diárias”, primeiro – e tão aguardado – livro do jornalista e cronista Elton Tavares.

O senador Randolfe Rodrigues apoiou a publicação da obra e disse que “o talento do Elton é ilimitado”

O livro é uma seleção das principais crônicas que ao longo de mais uma década o autor vem publicando no seu site. o  De Rocha,   sobre o cotidiano, memórias da cidade, boemia, histórias, além de relatos sobre sua própria vida.

As crônicas falam de tudo, trazem muito de nossas tradições, peculiaridades e literatura, absorvida e canalizada para o contexto regional e pessoal do autor, com seu jeito de contar a nossa história ou relatar uma situação pessoal inusitada.

Escritores, jornalistas, artistas, personagens das crônicas estiveram no lançamento. Todos, claro, usando máscaras por causa da pandemia.Muitos amigos deixaram de comparecer por causa da pandemia, principalmente aqueles que fazem parte do grupo de risco, mas enviaram mensagens carinhosas de sucesso, tanto que durante todo o evento o celular de Elton Tavares não parava de tocar, anunciando a chegada de mais e mais mensagens de tantos amigos.A pedidos ele tirou a máscara rapidinho só para fazer esta foto

(As fotos que ilustram essa matéria foram feitas pelo promotor de Justiça, poeta e cronista Flávio Cavalcante)

Elton Tavares lança sexta-feira seu livro “Crônicas de Rocha”

Na próxima sexta-feira (18), a partir das 19h, será lançado o livro “Crônicas de Rocha – Sobre Bênçãos e Canalhices Diárias” em uma livraria de Macapá. A publicação, de autoria do jornalista Elton Tavares, é uma seleção das principais narrativas feitas no site De Rocha, pilotado pelo autor, fazendo uma contextualização despretensiosa do modo de ser e viver no Amapá. A obra é recheada de crônicas sobre o cotidiano da capital amapaense, memórias da cidade, boemia, histórias e relatos sobre a vida do autor. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) apoiou a publicação da obra.
Sobre o livro
A gíria “De Rocha”, que nomeia o site e o livro, é usada por grande parte dos nortistas amapaenses e paraenses quando querem passar credibilidade sobre determinado assunto. Assim, se algo é de verdade, é ‘De Rocha’.
E isso é o que o site De Rocha realiza, virtualmente, há mais de dez anos, divulgando tudo que faz parte da construção histórica da cultura amapaense. As crônicas falam de tudo, trazem muito de nossas tradições, peculiaridades e literatura, absorvida e canalizada para o contexto regional e pessoal do autor, com seu jeito de contar a nossa história ou relatar uma situação pessoal inusitada.
Dessa narrativa virtual diária de uma década, surgiu o projeto para editar uma publicação impressa, intitulada “Crônicas De Rocha – Sobre bênçãos e Canalhices Diárias”, contendo essas narrativas, com base nas vivências e experiências próprias ou de terceiros, em uma linguagem leve, simples e, até divertida, em alguns casos.
Chancelas
O livro, prefaciado pelo escritor e poeta Fernando Canto, é ilustrado pelo cartunista Ronaldo Rony e diagramado pelo designer Adauto Brito. Ambos profissionais renomados no mercado literário amapaense. Também contou com a revisão e projeto das jornalistas Marcelle Nunes e Gilvana Santos, além do apoio técnico da bibliotecária Leidaina Silva e o apoio cultural do senador Randolfe Rodrigues, que é historiador e entusiasta da cultura amapaense.
“Reúno aqui neste livro os contos e crônicas sobre histórias e estórias de minha vida da cidade de Macapá, além de relatos sobre minha amada e preciosíssima família, bem como aventuras com amigos. Tudo narrado sob o ponto de vista da cultura do nosso povo, das nossas crenças, nossas tradições e lembranças”, ressalta o autor Elton Tavares.
Serviço:
Lançamento do Livro “Crônicas de Rocha – Sobre Bençãos e Canalhices Diárias”, do escritor Elton Tavares
Dia: 18 de setembro (sexta-feira)
Local: “Livraria Public”, no Villa Nova Shopping, localizada no Villa Nova Shopping, Avenida Presidente Vargas, 341 – Centro de Macapá.
Hora: 19h
Entrada franca

Apoio: Mandato do senador Randolfe Rodrigues.

(Texto e fotos: Assessoria de comunicação)

O elefante e o urubu – um encontro de ternura e lições valiosas

Em uma linda parceria, um elefante e um urubu aprendem sobre compaixão, empatia, solidariedade e perdas na obra infantil do escritor Mauro Pereira Alvim

 

Uma amizade inusitada que, além de divertir as crianças, também emociona e apresenta aprendizados preciosos na obra O elefante e o urubu: um encontro com a leveza. Publicado pela Saíra Editorial, o livro conta a trajetória de união e descobertas de Danilo, um elefante inquieto, e de Urubuvelho, um urubu que já nasceu com cara de velho.

Os personagens do escritor Mauro Pereira Alvim se encontram depois que Danilo decide partir em busca do desconhecido para viver novas experiências. Juntos, eles encontram outros animais e com bondade e empatia aprendem sobre solidariedade, perdas, solidão e morte.

“Mas, com o tempo, as penas coladas caíram e penas novas e bonitas nasceram. O papagaio agora se sentia ainda mais feliz. Daí ele descobriu que a perda pode fazer crescer e que a dor também alimenta.” (O elefante e o urubu – um encontro com a leveza, pág. 26).

A lição mais valiosa chega com a partida de Urubuvelho, já cansado das dores nas costas e nas asas. Danilo fica aliviado por saber que o seu parceiro de vida já não sofria mais e, apesar da solidão, o elefante sabe que o amigo sempre estará junto a ele.

“Danilo sabia que estava chegando ao fim de sua caminhada. E, quando ficava sozinho, se lembrava, feliz, de seu amigo. Foi aí que aprendeu que na solidão também há encontro e que, enquanto ele vivesse, Urubuvelho também viveria, dentro de sua memória e de sua alma…” (O elefante e o urubu – um encontro com a leveza, pág. 36)

Ilustrado por Michelle Duarte, O elefante e urubu: um encontro com a leveza é um livro repleto de ternura, emoção e beleza que, sem dúvidas, deixa marcas e lições preciosas em cada um de seus pequenos leitores.

Ficha Técnica:
Título
: O elefante e o urubu: um encontro com a leveza
Autor: Mauro Pereira Alvim
ISBN: 978-65-81295-01-1
Editora: Saíra Editorial
Páginas: 21
Formato: 20,5×20,5 cm
Preço: R$ 35,00
Link de venda: https://amzn.to/2wl7qrT

(Texto: Carolina Tomaselli/Assessoria de Comunicação)

Florestas do Meu Exílio

Há sete anos (7 de setembro de 2013) quando completou 43 anos que ele e sua mulher foram presos pela ditadura, o ex-governador e  ex-senador João Capiberibe lançou,  no Museu Sacaca, em Macapá, seu livro “Florestas do Meu Exílio” (Editora Terceiro Nome, 367 páginas).
“Florestas do meu exílio” é um livro envolvente e emocionante. Daquele tipo que quando você pega não quer mais largar. É uma história de amor, de aventuras, de sofrimento, de luta por justiça social e de muita determinação do casal João-Janete Capiberibe, contada numa linguagem que envolve completamente o leitor. Aliás, não é uma leitura. É uma conversa. Nas mais de cem páginas do diálogo entre Janete, Capi e dom José, em Cochabamba, o leitor se sente participando deste diálogo, como se estivesse sentado à mesa com os três na humilde casa de dom José, morada da solidariedade.

Em todo o livro o texto flui de tal modo que nos leva a ver, sentir e viver paisagens, cheiros, dores, indignação, sustos e a rir com as peripécias de alguns personagens, como o presidiário Chico Pedreira, que fez uma réplica do Titanic e enchia o convés de cachaça. Ou o próprio Capi, metido num surrado terno branco –  maior que ele –  cantando desafinado numa praça na Bolívia para recolher algumas moedas para comprar leite para a Artionka. E a Janete morrendo de vergonha dessa performance do marido. Conto essas duas passagens (e são tantas) só para mostrar que não se trata de um livro amargo, de uma leitura maçante.
É um livro que eu recomendo e sempre releio.
Sobre “Florestas do meu exílio”, Ana Miranda assim se expressou: “Além de apresentar ao leitor os momentos tensos e os instantes alegres da jornada que se inicia na prisão e termina no exílio, o livro traça um rico panorama da vida política do continente e das lutas contra governos ditatoriais em todo o mundo”.