Foi um sucesso o lançamento do livro  “Crônicas de Rocha”, do jornalista Elton Tavares

Foi um sucesso o lançamento, nesta sexta-feira, de  “Crônicas de Rocha – Sobre Bênçãos e Canalhices Diárias”, primeiro – e tão aguardado – livro do jornalista e cronista Elton Tavares.

O senador Randolfe Rodrigues apoiou a publicação da obra e disse que “o talento do Elton é ilimitado”

O livro é uma seleção das principais crônicas que ao longo de mais uma década o autor vem publicando no seu site. o  De Rocha,   sobre o cotidiano, memórias da cidade, boemia, histórias, além de relatos sobre sua própria vida.

As crônicas falam de tudo, trazem muito de nossas tradições, peculiaridades e literatura, absorvida e canalizada para o contexto regional e pessoal do autor, com seu jeito de contar a nossa história ou relatar uma situação pessoal inusitada.

Escritores, jornalistas, artistas, personagens das crônicas estiveram no lançamento. Todos, claro, usando máscaras por causa da pandemia.Muitos amigos deixaram de comparecer por causa da pandemia, principalmente aqueles que fazem parte do grupo de risco, mas enviaram mensagens carinhosas de sucesso, tanto que durante todo o evento o celular de Elton Tavares não parava de tocar, anunciando a chegada de mais e mais mensagens de tantos amigos.A pedidos ele tirou a máscara rapidinho só para fazer esta foto

(As fotos que ilustram essa matéria foram feitas pelo promotor de Justiça, poeta e cronista Flávio Cavalcante)

Elton Tavares lança sexta-feira seu livro “Crônicas de Rocha”

Na próxima sexta-feira (18), a partir das 19h, será lançado o livro “Crônicas de Rocha – Sobre Bênçãos e Canalhices Diárias” em uma livraria de Macapá. A publicação, de autoria do jornalista Elton Tavares, é uma seleção das principais narrativas feitas no site De Rocha, pilotado pelo autor, fazendo uma contextualização despretensiosa do modo de ser e viver no Amapá. A obra é recheada de crônicas sobre o cotidiano da capital amapaense, memórias da cidade, boemia, histórias e relatos sobre a vida do autor. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) apoiou a publicação da obra.
Sobre o livro
A gíria “De Rocha”, que nomeia o site e o livro, é usada por grande parte dos nortistas amapaenses e paraenses quando querem passar credibilidade sobre determinado assunto. Assim, se algo é de verdade, é ‘De Rocha’.
E isso é o que o site De Rocha realiza, virtualmente, há mais de dez anos, divulgando tudo que faz parte da construção histórica da cultura amapaense. As crônicas falam de tudo, trazem muito de nossas tradições, peculiaridades e literatura, absorvida e canalizada para o contexto regional e pessoal do autor, com seu jeito de contar a nossa história ou relatar uma situação pessoal inusitada.
Dessa narrativa virtual diária de uma década, surgiu o projeto para editar uma publicação impressa, intitulada “Crônicas De Rocha – Sobre bênçãos e Canalhices Diárias”, contendo essas narrativas, com base nas vivências e experiências próprias ou de terceiros, em uma linguagem leve, simples e, até divertida, em alguns casos.
Chancelas
O livro, prefaciado pelo escritor e poeta Fernando Canto, é ilustrado pelo cartunista Ronaldo Rony e diagramado pelo designer Adauto Brito. Ambos profissionais renomados no mercado literário amapaense. Também contou com a revisão e projeto das jornalistas Marcelle Nunes e Gilvana Santos, além do apoio técnico da bibliotecária Leidaina Silva e o apoio cultural do senador Randolfe Rodrigues, que é historiador e entusiasta da cultura amapaense.
“Reúno aqui neste livro os contos e crônicas sobre histórias e estórias de minha vida da cidade de Macapá, além de relatos sobre minha amada e preciosíssima família, bem como aventuras com amigos. Tudo narrado sob o ponto de vista da cultura do nosso povo, das nossas crenças, nossas tradições e lembranças”, ressalta o autor Elton Tavares.
Serviço:
Lançamento do Livro “Crônicas de Rocha – Sobre Bençãos e Canalhices Diárias”, do escritor Elton Tavares
Dia: 18 de setembro (sexta-feira)
Local: “Livraria Public”, no Villa Nova Shopping, localizada no Villa Nova Shopping, Avenida Presidente Vargas, 341 – Centro de Macapá.
Hora: 19h
Entrada franca

Apoio: Mandato do senador Randolfe Rodrigues.

(Texto e fotos: Assessoria de comunicação)

O elefante e o urubu – um encontro de ternura e lições valiosas

Em uma linda parceria, um elefante e um urubu aprendem sobre compaixão, empatia, solidariedade e perdas na obra infantil do escritor Mauro Pereira Alvim

 

Uma amizade inusitada que, além de divertir as crianças, também emociona e apresenta aprendizados preciosos na obra O elefante e o urubu: um encontro com a leveza. Publicado pela Saíra Editorial, o livro conta a trajetória de união e descobertas de Danilo, um elefante inquieto, e de Urubuvelho, um urubu que já nasceu com cara de velho.

Os personagens do escritor Mauro Pereira Alvim se encontram depois que Danilo decide partir em busca do desconhecido para viver novas experiências. Juntos, eles encontram outros animais e com bondade e empatia aprendem sobre solidariedade, perdas, solidão e morte.

“Mas, com o tempo, as penas coladas caíram e penas novas e bonitas nasceram. O papagaio agora se sentia ainda mais feliz. Daí ele descobriu que a perda pode fazer crescer e que a dor também alimenta.” (O elefante e o urubu – um encontro com a leveza, pág. 26).

A lição mais valiosa chega com a partida de Urubuvelho, já cansado das dores nas costas e nas asas. Danilo fica aliviado por saber que o seu parceiro de vida já não sofria mais e, apesar da solidão, o elefante sabe que o amigo sempre estará junto a ele.

“Danilo sabia que estava chegando ao fim de sua caminhada. E, quando ficava sozinho, se lembrava, feliz, de seu amigo. Foi aí que aprendeu que na solidão também há encontro e que, enquanto ele vivesse, Urubuvelho também viveria, dentro de sua memória e de sua alma…” (O elefante e o urubu – um encontro com a leveza, pág. 36)

Ilustrado por Michelle Duarte, O elefante e urubu: um encontro com a leveza é um livro repleto de ternura, emoção e beleza que, sem dúvidas, deixa marcas e lições preciosas em cada um de seus pequenos leitores.

Ficha Técnica:
Título
: O elefante e o urubu: um encontro com a leveza
Autor: Mauro Pereira Alvim
ISBN: 978-65-81295-01-1
Editora: Saíra Editorial
Páginas: 21
Formato: 20,5×20,5 cm
Preço: R$ 35,00
Link de venda: https://amzn.to/2wl7qrT

(Texto: Carolina Tomaselli/Assessoria de Comunicação)

Florestas do Meu Exílio

Há sete anos (7 de setembro de 2013) quando completou 43 anos que ele e sua mulher foram presos pela ditadura, o ex-governador e  ex-senador João Capiberibe lançou,  no Museu Sacaca, em Macapá, seu livro “Florestas do Meu Exílio” (Editora Terceiro Nome, 367 páginas).
“Florestas do meu exílio” é um livro envolvente e emocionante. Daquele tipo que quando você pega não quer mais largar. É uma história de amor, de aventuras, de sofrimento, de luta por justiça social e de muita determinação do casal João-Janete Capiberibe, contada numa linguagem que envolve completamente o leitor. Aliás, não é uma leitura. É uma conversa. Nas mais de cem páginas do diálogo entre Janete, Capi e dom José, em Cochabamba, o leitor se sente participando deste diálogo, como se estivesse sentado à mesa com os três na humilde casa de dom José, morada da solidariedade.

Em todo o livro o texto flui de tal modo que nos leva a ver, sentir e viver paisagens, cheiros, dores, indignação, sustos e a rir com as peripécias de alguns personagens, como o presidiário Chico Pedreira, que fez uma réplica do Titanic e enchia o convés de cachaça. Ou o próprio Capi, metido num surrado terno branco –  maior que ele –  cantando desafinado numa praça na Bolívia para recolher algumas moedas para comprar leite para a Artionka. E a Janete morrendo de vergonha dessa performance do marido. Conto essas duas passagens (e são tantas) só para mostrar que não se trata de um livro amargo, de uma leitura maçante.
É um livro que eu recomendo e sempre releio.
Sobre “Florestas do meu exílio”, Ana Miranda assim se expressou: “Além de apresentar ao leitor os momentos tensos e os instantes alegres da jornada que se inicia na prisão e termina no exílio, o livro traça um rico panorama da vida política do continente e das lutas contra governos ditatoriais em todo o mundo”.

Hoje – 22 anos do lançamento de Mitos e Lendas do Amapá

22 anos de lançamento do livro MITOS E LENDAS DO AMAPÁ
Por Ângela Nunes*

Foi exatamente numa sexta-feira como hoje, há 22 anos, que ocorreu o lançamento do livro Mitos e Lendas do Amapá, de Joseli Dias.
Foi uma Noite de autógrafos memorável, tendo o autor conseguido o fato inédito de vender 80% da primeira edição! A Biblioteca Pública Estadual Elcy Lacerda estava completamente lotada, as laterais e a frente também. A sociedade em peso prestigiou o evento. Houve música, declamação de poesia e até, pasmem, uma cervejinha! O autor estava eufórico: família, amigos, muitos amigos, estudantes o prestigiavam.O livro Mitos e Lendas do Amapá  já teve 3 edições, todas esgotadas. Permitam-me contar um fato ocorrido entre nós dois que, para mim, registra a importância desta obra: Uma semana antes de sua partida, Joseli voltou mais cedo para casa visivelmente emocionado. Pegou minha mão e começamos a andar pelo sítio. Depois sentamos no pátio e ele começou a contar que agora tinha certeza de ter feito algo bom ao criar o livro Mitos e Lendas do Amapá. E explicou: Estava na lojinha, sozinho, quando entrou um garoto de uns dez anos de idade e perguntou se tinha xerox, pois precisava de uma cópia de algo importante. Eu disse que tinha, e ele tirou de dentro de um saco plástico, que trazia debaixo do braço, um exemplar do livro Mitos e Lendas do Amapá. Disse que era para um trabalho da escola e queria a cópia da lenda do boto. Perguntei se ele sabia quem tinha escrito o livro ele disse: “ – Foi um cara muito importante, Joseli Dias” eu me apresentei a ele me olhou bem e disse “ – Não acredito, a foto do livro não parece com o senhor”. Eu insisti e ele pediu minha carteira de identidade. Mostrei a ele que olhou bem, viu o nome, deu um grito, me deu um grande abraço e disse: “ – É verdade, é o senhor mesmo! obrigado por ter escrito este livro. Fez eu gostar de ler!”

Jornalista, poeta e escritor, Joseli Dias (foto) nasceu em Macapá em 24 de março de 1966. Aos 18 anos ingressou na imprensa como repórter do Jornal do Amapá, um caderno da Província do Pará. Repórter talentoso, cresceu rápido na profissão chegando ao cargo de editor e redator-chefe de vários jornais e revistas, dentre os quais Amapá Estado, Diário Zerão, Diário Marco Zero e Jornal dos Municípios; trabalhou também em revistas e televisão.
Na literatura sua estreia se deu em 1997 com o livro Vitrais (Poesias).
Sobre Mitos e Lendas do Amapá o escritor e poeta Paulo Tarso Barros, presidente da Associação Amapaense de Escritores e membro da Academia Amapaense de Letras disse que “é um trabalho de suma importância para todos que valorizam os elementos mais puros e autênticos da nossa cultura popular”.  Ele diz ainda que este livro “atende uma parcela significativa de leitores que antes não dispunham de uma fonte tão completa para pesquisar as lendas mais disseminadas da região”.
Joseli faleceu dia 8 de agosto de 2018, vítima de infarto.

*Ângela Nunes é professora, poeta e escritora

Veja fotos do lançamento em 21 de agosto de 1998
Escritores, professores e amigos no lançamentoCom a amiga, poeta, jornalista e escritora Alcinéa Cavalcante…que guarda com muito carinho o livro autografado por eleA imprensa fez uma grande cobertura

Dez anos do lançamento de “Papo de Boteco”

Há 10 anos, em agosto de 2010, o jornalista e sociólogo Renivaldo Costa lançava o livro “Papo de boteco: crônicas e contos escritos no Bar do Abreu”. A obra é  uma coletânea de textos que o autor já havia publicado na imprensa ao longo de sua trajetória jornalística e que tinham e comum o ambiente de um dos mais tradicionais bares de Macapá, ponto de encontro dos intelectuais, jornalistas, boêmios, poetas, políticos e esportistas.
Um bar, por si só, já é democrático. O do Abreu é o mais democrático de todos. E foi ali, naquele templo por onde passaram grandes nomes da literatura, como Alcy Araújo, Isnard Lima e Cordeiro Gomes, que Renivaldo ouviu muitas histórias e naquelas mesas escreveu os causos e histórias que ouviu e participou.

“Papo de Boteco”, diz o poeta Paulo Tarso Barros, “é uma pequena mostra das crônicas e contos que ele (Renivaldo) publica e agora reunidos nesse livro para celebrar em prosa e verso um acontecimento que faz parte da história da boemia, da cultura e da boa convivência de Macapá: o Bar do Abreu.”

Os contos e crônicas que compõem o livro foram escritos e publicados nos jornais no período de 2005 a 2010. “Os escritos tratam de temas diversos, mas que tem como pano de fundo o tradicional balcão do bar, de onde muitas das situações são narradas”, explica o autor.

Que venha uma segunda edição, pois a primeira está esgotada e a procura continua grande.

O autor
O amapaense Renivaldo Costa é sociólogo, professor, jornalista profissional com 26 anos de imprensa, passou por diversos jornais, emissoras de televisão e rádio, fez assessoria de comunicação para instituições e órgãos públicos. Como compositor, já recebeu premiações, e como produtor, ousou ao conduzir peça teatral com textos de Nelson Rodrigues. Já foi tido como um articulista polêmico, mas garante que o tempo se encarregou de deixar isso no Amapá. “Hoje mais escuto do que falo”, afirma.

Fotos do lançamento em 13 de agosto de 2010 no Bar do Abreu

As cartas de Mário de Andrade e Manuel Bandeira

Este é um dos livros que mais gosto, pois adoro ler cartas de poetas. Comprei em 2000, ano em que foi lançado, e de vez em quando releio.
Organizado por Marcos Antonio de Moraes, o livro – com 735 páginas, reúne as cartas trocadas entre os poetas Mário de Andrade e Manuel Bandeira entre 1922 e 1944.
Excelente para entender o Brasil e as artes no período.

“No dia-a-dia das cartas de Mário e Manuel despontam projetos, a criação se instala e a história se faz”, disse Telê Ancona Lopez.

Seu cachorrinho na capa do livro

“O que meu cão sente por mim?” Essa é uma das perguntas que os apaixonados pelos cachorros sempre fazem. Para Gregory Berns, neurocientista da Emory University, em Atlanta, EUA, a dúvida se transformou na pesquisa científica The Dog Project.

Berns não só transcreveu suas descobertas no livro Será que ele me ama? , que chega agora no  Brasil pela Citadel Editora, como transformou o resultado em uma genuína causa de amor.

O editor André Fonseca, que é um apaixonado por cães desde a infância, decidiu fazer algo diferente para o lançamento do livro. Em vez de publicar a capa do livro com fotos de cães dos tradicionais bancos de imagens, ele, junto com a equipe da Citadel Editora e sua agência de marketing, decidiram lançar a campanha #MeuCãonaCapa.

O projeto vai compartilhar esse amor de todas as formas possíveis.

A primeira novidade desse lançamento é que parte das vendas dos exemplares será revertida para o Instituto de Apoio e Defesa Animal Pet Van, criado pela médica veterinária, modelo e ex-BBB Vanessa Mesquita, que também prefacia a obra.

A segunda e mais esperada novidade é: todos que postarem no seu próprio perfil do Instagram um relato que “prova” que seu cão te ama, com o uso da hashtag #MEUCÃONACAPA, vão concorrer a ter a imagem do seu amado cãozinho na CAPA do livro Será que ele me ama?.

Como funcionará a campanha?
Para concorrer à foto do cachorrinho na capa do livro Será que ele me ama?, será preciso publicar no Instagram a imagem do seu companheiro de quatro patas com a história que mostre a relação entre você e seu pet.

Para validar a participação na campanha, deve-se usar as hashtags #seraquelemeama e #meucaonacapa.

A Campanha começou hoje, 6 de julho (segunda-feira) e vai até 27 de julho. Serão selecionados 22 ganhadores. Siga o perfil da @citadeleditora no Instagram para não perder a divulgação dos cãezinhos selecionados.

Agora, se ele te ama? A resposta você sabe, descubra cientificamente e conheça mais sobre esse incrível projeto:  http://seraqueelemeama.com.br/
Confira também com exclusividade os primeiros capítulo do livro: https://adobe.ly/2VH6d7M

(Texto: Genielli Rodrigues)