Protegei-nos, glorioso São José!

Hoje é Dia de São José, padroeiro do Amapá, vamos recorrer a ele para que proteja a todos nós, que nos livre de todo mal, especialmente do novo coronavírus e que desperte em nós os sentimentos de  solidariedade e de amor ao próximo.

Oração a São José
Ó glorioso São José, digno de ser amado, invocado e venerado com especialidade entre todos os santos, pelo primor de vossas virtudes, eminência de vossa glória e poder de vossa intercessão, perante a Santíssima Trindade, perante Jesus Vosso Filho adotivo, e perante Maria, Vossa Santíssima Esposa, minha Mãe terníssima, tomo-vos hoje por meu advogado junto de ambos, por meu protetor e pai, proponho firmemente nunca esquecer-me de Vós, honrar-Vos todos os dias que Deus me conceder e, fazer quanto em mim estiver para inspirar vossa devoção aos que estão sob o meu encargo. Dignai-vos vo-lo peço ó pai do meu coração, conceder-me a vossa especial proteção e admitir-me entre os vossos mais fervorosos servos. Em todas as minhas ações assisti-me, junto de Jesus e Maria favorecei-me, e na hora da morte não me falteis, por piedade. Amém”.

Terço de São José

Tomando-se um terço.
1) No lugar do Pai Nosso diz:-se: Meu glorioso SÃO JOSÉ nas vossas maiores aflições e tribulações não nos valeu o anjo do Senhor? VALEI-ME SÃO JOSÉ!
2) No lugar das Ave Maria diz-se: SÃO JOSÉ VALEI-ME!
3) No fim de cada dezena diz-se a jaculatória : JESUS, MARIA E JOSÉ.

Conclui se o terço com este oferecimento: A Vós, Glorioso São José, ofereço este terço e em louvor e glória de Jesus e de Maria, para que seja a minha luz, guia, minha proteção e defesa, minha fortaleza e alegria em todos os meus trabalhos e tribulações e principalmente na hora de agonia.

Pelo nome de Jesus, pela glória de Maria, imploro o vosso poderoso patrocínio, para que me alcanceis a graça que tanto desejo (pedido).

Falai em meu favor, advogai a minha causa no céu e na terra, alegrai a minha alma, para honra e glória vossa de Jesus e de Maria. Assim seja.

Imagem de São José será colocada no Parque do Forte dia 8

Com missa, bênção e shows musicais, no dia 8 de março, no Parque do Forte, às 8h, será a inauguração da nova imagem de São José, padroeiro do Amapá, que foi doada à comunidade católica amapaense pela Associação Comercial e Industrial do Amapá (ACIA). A  programação inicia com a Missa Campal.

A Bênção faz parte da programação da Festividade de São José. O bispo de Macapá, dom Pedro José Conti vai presidir a celebração.

A Missa vai ser animada pela equipe de cânticos Catedral. Após a cerimônia religiosa haverá apresentação da Banda de Música da Polícia Militar e do cantor  Osmar Junior.

A Imagem
Idealizada pelo devoto Nonato Altair Marques Pereira, a obra de arte tem mais de 3 metros de altura e foi confecionada pelo artista plástico do Estado do Piauí Lindomar Plácido da Costa. O monumento terá uma estrutura giratória que deixará a imagem de São José em movimento, olhando para a frente da cidade, e outras vezes  para o Rio Amazonas. Várias instituições contribuíram para a realização do projeto.

A Festividade de São José acontece desde 1758, são 262 anos de graças, histórias e tradição. E a inauguração da nova imagem vai ser uma nova atração para a comunidade amapaense. Como uma demonstração de respeito à fé católica e o resgate dos valores culturais que desenvolveram e são presentes no município de Macapá.

(Mônica Nascos, da assessoria de comunicação da Festividade de São José)

259 anos da Igreja São José

Na próxima sexta-feira, 6 de março, a Igreja de São José, em Macapá, completará 259 anos. São mais de dois séculos e meio de histórias, fé e tradição. Para celebrar o aniversário, será realizada a missa em ação de graças, às 12h.

Como tudo começou
Segundo registros históricos, a igreja começou a ser construída no século XVIII, em 1758. Foi lançada no dia 06 de março de 1761, tendo como primeiro vigário o Padre Joaquim Pair, e o Bispo do Pará, Dom Frei João José e Queiroz, a inauguração contou com a presença do Governador do Pará, Manuel Bernardo de Melo.

A estrutura possui 33 metros de comprimento, 13m de largura e 13m de altura. O período de construção foi de três anos e dividiu-se em duas etapas: primeira, com o altar-mor e, logo em seguida, a nave central (parte em que os fiéis permanecem durante a missa). O exterior e interior são pintados de branco.

Vários sacerdotes passaram pela igreja, entre os padres Jorge Basille, Vitório Galiani, Arcângelo, Gian Franco. Lino, Paulo Dicopri, e Pe. Dário. A tradicional Igreja também foi o campo de ação catequética do inesquecível missionário Pe. Júlio Maria Lombardi, a princípio como coadjutor e depois como vigário definitivo. Além de tantos outros que deixaram legados, como padre Paolo Lepre.

A fé em Deus e a devoção por São José

Maria Zulma Carneiro (foto), de 86 anos, serviu durante muitos anos na Igreja São José. Ela lembra com carinho dos tempos que participou da comunidade. “A festividade na Igreja São José sempre foi marcada de muitas alegrias. Naquela época, a festa do padroeiro era muito maior que o Círio de Nazaré. Toda população amapaense vinha participar da missa na Igreja, que começava às 05h da manhã e depois tinha o arraial”, afirma.
A devota colocou os nomes de seus dois filhos de José, como forma de homenagear o Santo, e ressaltou que a fé “representa tudo na vida”.

(Fonte: Portal da Catedral de São José)

Retiros espirituais no Carnaval

Para muitos católicos o período do Carnaval é uma oportunidade para renovar a vida espiritual e preparar-se para a Quaresma. No período de 22 a 25 de fevereiro, a Diocese de Macapá vai sediar encontros promovidos por movimentos eclesiais, pastorais e novas comunidades para momentos de evangelização, formação cristã e lazer.

Canção Nova
O Grupo de Amigos da Comunidade Canção Nova realiza em parceria com a Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, no distrito da Fazendinha, em Macapá, o “Celebrai 2020”. O evento, no formato de retiro espiritual, reúne os fiéis para momentos de louvor, oração, pregação e apresentações de bandas católicas para animação dos participantes.

A novidade, este ano, é a presença dos missionários oriundos da sede da Comunidade Canção Nova em Cachoeira Paulista (SP) – o cantor e animador André Florêncio e o padre Uélisson Pereira.

Comunhão e Libertação
O Movimento Comunhão e Libertação realiza o “Encontro de Carnaval”. Através do evento, os participantes têm a oportunidade de viver momentos de espiritualidade, convivência e lazer. Na programação, haverá jogos, trilha, banho de rio e piscina.

As vagas são limitadas e o valor da inscrição é R$ 150,00 e pode ser pago também no cartão de crédito. Os participantes terão o transporte disponível para participar do encontro que acontece em Porto Grande.

Pastoral Familiar
O Carnaval também será um momento para a formação de agentes da Pastoral Familiar na Diocese de Macapá. A equipe diocesana vai até o município de Oiapoque, no norte do estado, para o encontro de implantação da Pastoral na Paróquia Nossa Senhora das Graças.

RCC
O Movimento Eclesial da Renovação Carismática Católica (RCC Amapá) é o organismo da diocese de Macapá com o maior número de eventos no período de Carnaval. Com programação confirmada para Ferreira Gomes, Macapá, Santana e Serra do Navio, a RCC deve reunir o maior público nos encontros e retiros no período de 22 a 25 deste mês.

(Pascom)

Festa de São José

Os devotos de São José, santo padroeiro do Amapá, a partir de hoje já podem procurar a secretaria da festividade em honra ao santo, no subsolo da Catedral São José para colaborar com doações, servir como voluntários e adquirir as camisas e artigos religiosos.
O lançamento do Cartaz será no dia 19 de fevereiro.

Hoje é Dia de Reis – Dia de desmontar o presépio e a árvore de Natal

Vimos sua estrela e viemos adorá-lo (Mt. 2,3)

Hoje comemora-se o Dia de Reis.  É o dia que, segundo os cristãos, três reis magos – que seguiam a estrela-guia – chegaram à gruta onde o Menino Jesus nascera e estava. Para presenteá-lo levaram mirra, incenso e ouro – as principais riquezas de seus reinos
Eles não viajaram juntos. Cada um saiu de sua localidade e encontraram-se no caminho.
Baltazar saiu da África levando mirra para o Menino Jesus. A mirra era um presente ofertado aos profetas.
Gaspar saiu da Índia levando incenso – que, além de espantar insetos e energias negativas, representa fé e espiritualidade.
Belchior partiu da Europa, levando ouro. O ouro simbolizava a nobreza e era oferecido apenas aos deuses.

O Dia de Reis, 6 de janeiro,  ocorre no dia em que a Igreja Católica celebra a Solenidade da Epifania do Senhor.  E é nesse dia , de acordo com a tradição, que devemos desmontar  o presépio e a  árvore de Natal.

(A foto que ilustra essa matéria é do presépio da casa da Lucy Távora)

Perdi os dez reais

Perdi os dez reais
Dom Pedro José Conti – Bispo de Macapá

Um homem e a sua esposa foram visitar alguns amigos numa cidade longe daquela onde moravam e estes os conduziram ao hipódromo. Fascinados pelas corridas dos cavalos e pelas apostas, os dois começaram a jogar. Fizeram isso a tarde toda e quando voltaram para casa somente lhe restavam 10 reais. No dia seguinte, o marido convenceu a mulher a deixá-lo voltar naquele lugar para tentar de novo a sorte. Dessa vez, apostou num cavalo que estava favorito e ganhou. Depois arriscou com outro cavalo menos conhecido e ganhou de novo. Continuou até a noite e juntou 57 mil reais. Voltou para casa, mas, no caminho, passou na frente de uma casa de jogo e lhe pareceu ouvir a mesma voz que o tinha aconselhado nas apostas dos cavalos e ela lhe dizia para entrar e apostar no número 13. Assim ele fez, apostou tudo naquele número. A rolete girou, girou, e saiu o número 14. Quando chegou em casa, a mulher perguntou: “E aí, como foi?&rd quo;. Ele respondeu: “Perdi os dez reais”.

Cada um de nós é insistente, ou desistente, de seu próprio jeito e em tantas coisas diferentes. Precisamos entender bem em que vale a pena insistir e, ao contrário, em que seja mais conveniente desistir. Por exemplo, desistir de jogar teria sido mais conveniente para os nossos amigos da historinha. No evangelho de Lucas, deste domingo, Jesus ensina a “rezar sempre e nunca desistir”. Ele conta a parábola de uma viúva que abusa da paciência de um juiz corrupto. O juiz, ao final, atende a mulher pelo simples fato de não aguentar mais a cobrança dela. Jesus diz que se o juiz desonesto fez isso, muito mais o Pai bondoso atenderá, com certeza, os escolhidos que “dia e noite gritam por ele”.

Lembramos que o assunto não é qualquer pedido e de qualquer jeito. A viúva está pedindo “justiça” contra adversários e sabemos que, na Bíblia, “órfãos e viúvas” são sinônimos de pessoas sem poder algum, sem nenhuma proteção. Também o evangelho está falando de “pedidos” feito em oração, ou seja, com o coração confiante e aberto para Deus. A questão, portanto, não é simplesmente o pedido em si, mas a insistência dos desamparados dirigida àquele do qual esperam tudo na vida: Deus Pai que ama seus filhos e filhas, sobretudo os pequenos esquecidos e abandonados. Insistir, portanto, pelas palavras de Jesus, não é algo negativo, é a atitude de quem acredita que a resposta virá e não se cansa de pedir. Mas é possível “rez ar” sempre? Nós todos temos obrigações a cumprir, temos responsabilidades familiares, trabalhos e relações humanas a cultivar. Essa é a nossa reação, porque pensamos que “orar” seja enfiar uma reza atrás da outra e, talvez, também fazê-lo numa igreja ou em algum lugar santo. A maioria dos cristãos nunca poderia fazer isso, porém, – e é o que importa – todos podemos fazer da nossa vida uma oração. O trabalho honesto é dar glória a Deus. A vida familiar na fraternidade e na comunhão é louvor a Deus. O respeito pela natureza e a vida de todos os seres é gratidão a Deus. Cada gesto de amor é perfume agradável ao Senhor. É a nossa maneira de viver e de nos relacionar que se torna oração e revela em quem acreditamos realmente.

Se insistimos no consumo e na diversão, se buscamos satisfazer os nossos caprichos a qualquer custo, é fácil saber a quem estamos seguindo. Se desistimos de defender a verdade e a justiça e compactuamos com as mentiras e as falcatruas, também revelamos o que mais nos interessa na vida. Provavelmente preferimos uma vida tranquila, sem os incômodos de quem tem a coragem de denunciar as injustiças e suporta críticas, porque nunca desiste de pensar com a própria cabeça. É sempre mais fácil insistir nas conversas repetidas sem gastar tempo e energias para averiguar, refletir, escutar mais as vítimas que os agressores, os perdedores que os ganhadores, os pequenos mais que os grandes.

No final do evangelho, Jesus nos deixa entender que o único bem sobre o qual vale a pena insistir seja mesmo a fé, entendida como entrega amorosa da nossa vida ao único Deus que merece ser amado e adorado, porque nunca decepciona os seus filhos e filhas. Também quando nós insistimos em desistir dele.

Bispo de Macapá encontra-se com o Papa Francisco

Na manhã desta terça-feira, no terceiro dia do Sínodo especial para a Amazônia, o bispo de Macapá, Dom Pedro José Conti esteve com o Papa Francisco.

No encontro, durante o intervalo das reuniões, Dom Pedro também esteve com os bispos da Diocese Cruzeiro do Sul, no Acre, Dom Flávio Giovenale, o bispo de Castanhal, no Pará, Dom Carlos Verzeletti e o bispo de Cayenne, na Guiana Francesa, Dom Emmaneul Lafont.

O Sínodo Pan-Amazônico está acontecendo na cidade do Vaticano, em Roma, com cerca de 120 bispos dos nove países da Amazônia, além de representantes dos povos indígenas e convidados.

As reuniões e estudos visam conhecer e elucidar a missão eclesial na Amazônia, a Evangelização, políticas voltadas aos povos indígenas e a Ecologia Integral. O Sínodo ocorre até o dia 27 de outubro.

(Texto e foto: Pastoral da Comunicação)

Artigo dominical

Depende em quais mãos se encontra
Dom Pedro José Conti – Bispo de Macapá

Uma bola de basquete, nas minhas mãos, vale R$ 100, nas mãos de Michel Jordan, vale cerca de 100 milhões de reais. Um pincel, nas minhas mãos vale R$ 20, nas
mãos de Picasso vale 70 milhões de reais. Uma raquete de tênis, nas minhas mãos vale R$ 300, nas mãos de Roger Federer vale o prêmio milionário num torneio internacional.
Tudo depende em quais mãos estão as coisas. Um bastão, nas minhas mão, serve para me sustentar. Nas mão de Moisés, abriu o Mar Vermelho. Uma baladeira, nas minhas mãos é brinquedo. Nas mãos de Davi, derrubou o gigante Golias. Cinco pães e dois peixes, nas minhas mãos, são um almoço; nas mãos de Jesus foram alimento para cinco mil pessoas. Pregos nas minhas mão são objetos de trabalho, nas mãos de Jesus foram a salvação para o mundo inteiro. O valor das coisas depende nas mãos de quem elas estão.
No evangelho de Lucas deste domingo encontramos uma parábola que sempre chama a nossa atenção. Jesus nos fala de um administrador que roubava do seu patrão.
Quando descoberto, foi, justamente, demitido. – Chega! – disse o patrão – não pode mais administrar os meus bens. Pensando no seu futuro, o administrador quis ganhar
amigos às custas do dono. Chamou os devedores do patrão e perdoou parte da dívida deles. Surpreendentemente, em lugar de ficar aborrecido, “o senhor elogiou o
administrador desonesto porque agiu com esperteza” (Lc 16,8). Por isso, vem a pergunta: será que Jesus quis ensinar a mentira e o roubo? Com certeza não. Basta
continuar a ler o evangelho. Jesus quis nos ensinar que as coisas deste mundo devem ser administradas para fazer amigos, ou seja para o bem, sobretudo dos pobres que,
esperamos, um dia nos “receberão nas moradas eternas” (Lc 16,9).
O que move a sociedade hoje é o dinheiro, os grandes capitais que migram de um empreendimento ao outro para obter mais lucro. Para “o bem”, sim, mas dos
investidores, obviamente. Não para melhorar a vida dos pobres, dos pequenos, dos desempregados, dos carimbados de improdutivos para a sociedade. Mais ou menos
sempre foi assim, mas hoje as coisas são evidentes. Todos falam da “financeirização” da sociedade, porque quem manda e decide é o poder econômico. O bem e o mal são
avaliados sobre o quanto se ganha. O respeito à vida das pessoas, o bem-estar de todos, o futuro do planeta não são valores éticos, ou morais, levados em séria consideração.
Apesar de saber disso, dos alertas dos pobres, do grito de milhões de migrantes e famintos, estamos numa situação que parece irreversível. Como discípulos de Jesus, é
urgente pensar com critérios diferentes e buscar ações alternativas, também se isso nos parece muito difícil e, talvez, impossível. Devemos usar da esperteza do Espírito.
Começar a tomar a sério o fato que não podemos servir a dois senhores, a Deus e ao dinheiro, ao mesmo tempo. Ou seja, não basta rezar muito e cumprir obrigações
religiosas para, depois, deixar que a nossa maior preocupação seja enriquecer ou, simplesmente, multiplicar bens materiais e passageiros. Devemos nos convencer que a
solução está em nossas mãos, mas também em nossa inteligência e em nosso coração. Porque Jesus já nos entregou outros “bens”, diferentes, os mais valiosos de todos.
Podemos chamá-los de “amor de Deus”, mas também de amor fraterno, comunhão, capacidade de carregar juntos sofrimentos e alegrias. Hoje, luxo, aparências e
formalidades, valem mais que a sinceridade dos relacionamentos. Instrumentos tecnológicos, que poderiam nos aproximar e nos tornar mais solidários, nos oferecem
“amigos virtuais” aos quais dedicamos mais tempo que aos nossos legítimos e próximos familiares. Trocamos mensagens e figurinhas já prontas, para brincar e ganhar tempo, mas, talvez, para não nos comprometer a dizer com as nossas palavras e a nossa voz quanto amamos e queremos o b em daquelas pessoas. Temos nas mãos o maior tesouro e não sabemos como usá-lo. Temos no coração o único e infalível instrumento que pode mudar tudo neste mundo e não sabemos aproveitar. Não é o amor que perdeu o valor, são as nossas mãos que não sabem administrá-lo bem. Falta esperteza.