Show-bingo Viva Lula Jerônimo

Amigos e familiares do renomado cantor, compositor e violonista, Lula Jerônimo, promoverão no dia 16 de fevereiro, a partir das 11h, na Associação dos Servidores do Ministério Público (Assemp), o Show-bingo Viva Lula Jerônimo. A iniciativa visa arrecadar fundos para o tratamento de saúde do ilustre músico.

Em dezembro de 2018, o músico Lula Jerônimo sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC). O artista, que completará 73 anos no dia do evento (16 de fevereiro), passou um período internado, mas já está em sua residência. Porém, está com um lado do corpo paralisado e precisando de adaptação na sua casa para auxiliar na sua locomoção e acomodação. Além disso, necessita de apoio para realizar fisioterapia e comprar medicações.

Atrações

Lula é querido no meio artístico e cultural e por isso contará com diversas atrações unidas em prol do reestabelecimento de sua saúde no Show Viva Lula Jerônimo. Entre as atrações estão:

Mayara Braga, Zé Maria Cruz, Paulinho Bastos, Amadeu Cavalcante, banda Negro de Nós, Cléverson Baía, Beto Oscar, Osmar Júnior, Helder Brandão, Jorginho do Cavaco, Brenda Melo, Alan Gomes, Cley Lunna, Pat Andrade, Moisés Sandino, Joãozinho Gomes, banda Afro, Chico Terra, João Amorim, Josy Di Lima, Megh Araújo, Fanie Caena, Erick Pureza, Andreia Lopes (poesia), Hayam Chandra, Chermont Júnior, Anete Peixoto Cia de Dança, Escola Petit Dance, Enrico Di Miceli, Alan Yared, Alexandre Veríssimo, Oneide Bastos, Barca do Iguarani, Nonato Santos, Neivaldo, Joatã Santarém, Alfredinho do Acordeon, Black Sabbá, dentre outros.

(Elton Tavares)

Joca – Um Contador de Histórias

Representando a Amazônia, Joca Monteiro, o mais famoso contador de histórias do Amapá, participou semana passada da I Mostra Internacional de Narração Artística, no Sesc Palladium, em Belo Horizonte (MG), onde falou de suas experiências, contou histórias do norte do Brasil e transmitiu e recebeu conhecimento.

De volta a Macapá, ele diz:
“Passei uma semana em Belo Horizonte narrando, ouvindo e aprendendo com a histórias sob a luz do CANDEIA. Aqui conheci histórias de outras paragens do mundo e pude também representar nossa Amazônica com todo o jeitinho de ser do povo Tucuju. Conheci pessoas que me apresentaram seus encantos e assim tornaram meu contar mais rico.

No evento fui recebido como um artista do Norte do Brasil que também representava a Amazônia, e assim minha voz ecoou no plano sagrado e nossas histórias foram contadas e ouvidas com muita reverência.

O Instituto Abra Palavra, realizador do evento cuidou de cada participante com muito amor e isso fez toda a diferença para que todo o aprendizado proporcionado na mostra fixasse em nossos corações.

Aqui eu entendi um pouco mais sobre essa luz que é a arte da narrativa e quão fundamental é o trabalhador do contador de histórias, do narrador artístico e de todos aqueles que usam a palavra na busca por um mundo melhor.

As palavras têm poder, elas curam, elas salvam, elas iluminam, conduzem e criam esperanças e foi muito lindo no meio da estória do Boi de Pindorama, ouvir a platéia gritar um #ForaTemer bem alto.
Volto pra Macapá acreditando um pouco mais nessa arte e que com ela posso encontrar minhas curas, encontrar meus desejos por um Brasil melhor, volto comprometido em continuar usando minha palavra para pregar o amor.”

A Fronteira da Travessia

Muito boa essa história  contada pelo médico e navegador das letras Geraldo Roger Normando Jr sobre o músico Finéias Nelluty

fineiasA Fronteira da Travessia

Depois do mar do Oiapoque avista-se o do Caribe…
– Pra onde pensa que vai?
– Caiena!
– Qual tua idade?
– Dezessete.
– Não, não. Pode chispar daí se não tiver o dinheiro da passagem.
– O Claude Buchert está me esperando. Vai acertar tudo quando aportarmos.
– Descreio. Não conheço nenhum Claude. Mais: os franceses estão restringindo a entrada de estrangeiros pelo Atlântico; ainda: você é de menor!

O diálogo entre Corumbá e o menino aconteceu em 1987, no porto do Oiapoque, onde começa o Brasil. O pequeno, desacanhado, só queria atravessar a fronteira na busca do sonho de todo artista e não poderia temer o tatuado marinheiro musculoso e bafento.

Quando o menino conheceu Claude, francês de Tolouse, tempos antes  Continue lendo

Gente que eu quero bem

093Mestre Nonato Leal – um dos maiores violonistas que conheço -, cantora e compositora Oneide Bastos e cantor Leonam – Gente que eu quero bem e que faz Macapá melhor, mais linda, mais musical, mais feliz.

Patrícia Bastos ganha o prêmio de melhor cantora

Ela nasceu para sorrir, cantar, amar,  nos encantar e nos orgulhar.
Patrícia Bastos foi a vencedora, na categoria regional,  do 25 Prêmio da Música  Brasileira. O anúncio foi feito ontem em noite de gala no Theatro Municipal (RJ). Patrícia ganhou os prêmios de melhor cantora e de melhor álbum (Zulusa).

patriciabastos

Artistas

SHerivelton Maciel e  Obdias Araújo

Renomado artista plástico, Herivelton tem obras espalhadas pelo mundo. Chama atenção a técnica por ele empregada nas telas com temática amazônica, na quais ele costuma usar  resinas de açaí,  jenipapo, urucu e  tucumã.
Obdias Araújo é poeta e flautista. Autor dos livros “Apologia” e “Praça Pinga Poesia e Mágoa”

Maniçoba musical

Sons da Amazônia se encontram hoje, 11, no palco do SESC/Boulevard, no show Maniçoba Musical. Enrico Di Miceli, Joãozinho Gomes e Val Milhomem, do Amapá,  Mário Moraes, Pará, e Zeca Preto e Neuber Uchoa, de Roraima, são os artistas amazônicos que apresentam um repertório com músicas produzidas no Norte do Brasil mostrando a diversidade sonora da região. O show tem ainda a participação dos amapaenses Patrícia Bastos e Ricardo Iraguany, e do paraense Nilson Chaves.
Enrico, Joãozinho e Val Milhomem têm carreira consolidada no Amapá e desbravaram não somente o Norte, mas outros estados brasileiros onde impuseram seus talentos e a música amapaense. Têm trabalhos individuais e em parceria, assim como as apresentações, a exemplo do show Timbres e Temperos, os CDs Amazônica Elegância e Dança das Senzalas e Tambores no Meio do Mundo. Joãozinho e Enrico estão nos discos de Patrícia Bastos, como Eu sou Caboca e no mais recente, Zulusa.
Os roraimenses Zeca Preto e Neuber Uchôa são revolucionários e pioneiros do Movimento Cultural Roraimeira, dos anos 80, quando começaram suas carreiras. Zeca é cantor, compositor e poeta, e percorreu vários estados apresentando a música roraimense para o Brasil. Tem oitos discos gravados e dois livros publicados. Neuber segue o mesmo caminho de Zeca, tem cinco CDs solos e seis coletivos, e dois livros publicados.
O compositor e intérprete Mário Moraes representa no show Maniçoba Musical a música do Pará. Participou de diversos festivais nacionais, tem espaço na noite paraense e se apresentou em estados como o Amapá e outros. Os seis artistas amazônicos revelam a identidade da música regional no Sesc/Boulevard, com os tambores, sons indígenas, o verdadeiro ritmo do norte do país.
(Mariléia Maciel)

Triste notícia – Morre o artista Frank Asley

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Faleceu agora há pouco no Hospital de Emergências o artista plástico, músico e poeta Frank Asley. Seu corpo ainda está no H.E. Vai ser velado na capela São José (Rua Jovino Dinoá esquina da Cora de Carvalho-Centro).
Frank tinha 57 anos, começou a pintar aos 15, fez várias exposições individuais e participou de inúmeras coletivas, inclusive fora do Amapá.
Como compositor, participou de vários festivais sempre obtendo boas colocações e vencendo alguns, como o I Festival Universitário da Canção, nos anos 70.
Participava ativamente dos movimentos culturais. Era frequentador assíduo da Calçada da Arte (Kalçadarte) nas tardes de domingo. E foi na Calçada da Arte, em junho, que o encontrei pela última vez e fiz este registro:

SEle  contou que estava com problema de saúde, mas já estava muito melhor e cheio de planos.

frank1Estevão Silva, Frank Asley e R.Peixe se reencontram agora em outro plano