Empreendedores do novo Mercado Central começam a ocupar seus boxes

Os 64 empreendedores do novo Mercado Central começaram a ocupar seus boxes nesta sexta-feira, 10. A mudança para o ambiente que foi todo ampliado e revitalizado faz parte da preparação dos últimos detalhes para a reabertura, que será no dia 16 de janeiro (quinta-feira). O local foi revitalizado com recursos oriundos de emenda parlamentar do senador Randolfe Rodrigues, no valor de R$ 2,5 milhões, e mais R$ 1,2 milhão de contrapartida do Município.

Além da variedade de produtos tradicionais, como verduras, frutas, peixes, carnes, ervas e especiarias, o local ganhará a inclusão da área para a comercialização de artesanato, espaço gourmet, chopperia, sorveteria, tapiocaria, hamburgueria, café, produtos fitness e aquela boa e velha batedeira de açaí do bom.

Em Macapá, primeira etapa do LIRAa 2020 começa segunda-feira

A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) iniciará nesta segunda-feira, 13, a primeira etapa do Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) de 2020 em todos os bairros da capital. O LIRAa é feito pelos agentes de endemias do Município e ocorrerá até o dia 22 deste mês, com a finalidade de identificar onde há um número maior de focos de criadouro do mosquito.

“Mesmo com os índices positivos em relação aos casos de doenças provocadas pelo mosquito, a população não pode descuidar. Precisa estar atenta e eliminar os focos de criadouros do mosquito”, explica o coordenador do Programa de Combate ao Aedes, Ailson Quaresma.

O LIRAa é um instrumento fundamental na orientação das ações de controle das endemias causadas pelo Aedes e que serão adotadas pela prefeitura, possibilitando assim o planejamento das atividades de prevenção. Com a conclusão do ciclo, novas campanhas de combate e controle do mosquito serão desenvolvidas no município durante o ano.

Para solicitar a visita de um agente de endemias ou fazer denúncias, a Semsa disponibiliza o Disk Mosquito (99121-1641), com atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h.

(Semsa)

Clécio e Waldez Góes caminham juntos

Parece uma daquelas caminhadas em época de campanha eleitoral. E seria possível uma dobradinha prefeito Clécio (REDE) e governador Waldez Góes (PDT)? Difícil. Só não diria que é impossível porque na política tucuju jabuti sobe em açaizeiro e curupira em pau de sebo.
A foto é de hoje à tarde, quando o prefeito Clécio, governador Waldez e senador Davi Alcolumbre foram conferir as obras do Programa de Recapeamento Asfáltico “Mais Macapá” na Rua Almirante Barroso, bairro Santa Rita. O programa faz parte do convênio assinado entre Município e Estado, por meio de articulação do senador Davi.

(Foto: Max Renê)

O sapateiro que trabalha no Mercado Central há 35 anos

Foi aos 13 anos de idade que Willian Ferreira dos Santos (foto), hoje com 48, começou a trabalhar no Mercado Central. À época, ele morava com os pais na Avenida Rio Maracá, que fica a um quarteirão do mercado. Para ajudar no sustento da família, saía todos os dias para vender chopp de frutas e aproveitava a grande freguesia do espaço para garantir um dinheiro extra.

Depois começou a prestar serviços gerais aos antigos empreendedores. Até que, na fase adulta, conseguiu um ponto na lateral do Mercado Central, onde funcionou um bar. Por algum tempo ele ficou no empreendimento. Mas as coisas começaram a tomar outro rumo e se descobriu um sapateiro de mão cheia. Willian começou a consertar sapatos, bolsas, cintos, entre outros tipos de consertos, tudo de forma manual.

Atualmente, é neste espaço, nos fundos do Mercado Central, com a banca cheia de sapatos, que segue o trabalho. Orgulhoso da profissão e da clientela que conseguiu fidelizar, não se imagina trabalhando em outro espaço. “Parte de minha vida é isso aqui, onde tudo começou, onde sempre tirei o sustento de minha família. Comecei lá atrás, ajudando meus pais, e hoje são meus filhos”, diz Willian Ferreira.

Dos 63 boxes, Willian irá ocupar o de número 9, na lateral do mercado. Ele não vê a hora de começar a trabalhar no espaço novo. A reabertura será ainda este mês e contará com ambiente comercial, cultural e turístico de Macapá. Serão comercializados alimentos, artesanato, artigos religiosos, assim como café, chopp, sorvetes, e serviços de barbearia, ervaria, relojoaria e outros.

O novo mercado está sendo revitalizado com recursos provenientes de emenda parlamentar do senador Randolfe Rodrigues, no valor de R$ 2,5 milhões, e mais R$ 1,2 milhão de contrapartida do Município.

(Texto: Cléia Andrade)

Nosso jeito de falar – Gírias do Amapá

O amapaense tem um jeitinho especial de falar. Algumas palavras e expressões podem não ser entendidas por quem nunca andou por essas bandas.
Por isso este blog publica hoje um mini (gito)-dicionário de palavras, expressões e gírias amapaenses.

Porrudo – grande, enorme
Ex: Pesquei ontem um peixe porrudo, porrudão mesmo.

Porrudinho – gordinho
Ex: O nosso senador Davi tá porrudinho

Nem com nojo – de jeito nenhum
Ex: Se o ∑∉ þ∀∇ȳæΨ de repente viesse candidato a prefeito tu votarias nele?
Nele? Nem com nojo

Pegar o beco – fugir, se mandar, sumir
Ex: Depois que perdeu a eleição ele pegou o beco.

Bora lá só tu – Não vou
Ex: Vamos correr na orla hoje à noite?
Bora lá só tu

Não. É pão – Sim. Claro que sim
Ex: Isso que a polícia tá jogando é bomba de gás lacrimogêno? Não. É pão.

Malaco – arruaceiro, ladrão, pivete
Ex: Os malacos aproveitam as manifestações para quebrar e saquear lojas.

Alvará –  Imagina!
Ex: Se ele que é diretor de escola de samba não sabe onde vai ser o desfile este ano , alvará eu.

Borimbora –  Vamos embora.
Ex: Borimbora que lá vem um toró (chuva)

Chutado – Correndo
Ex: Quando o Bope chegou o Zezinho saiu chutado daqui

Discunjuro! – Credo!
Ex: Sabias que que o Lugar Bonito tá na mais completa escuridão?
Discunjuro!

Não que não –Sim!
Ex: Sério que estão roubando até as plantas dos jardins das rotatórias?
Não que não.

Ontonti – anteontem
Ex: Quando foi a reunião do ex-senador Capi com o prefeito Clécio pra falar de eleições?
Foi ontonti na Prefeitura.

Afudega – afoba, apressa.
Ex:Nem te afudega que  show  aqui em Macapá só começa com pelo menos duas horas de atraso.

Amassa – aperta, tecla
Ex: Amassa nesse botão pra ligar o som.

Arreda aí – Afasta; dá licença
Ex: Arreda aí que que quero passar; Arreda esse sofá .

Bazuca – goma de mascar, chiclete
Ex: Me dá o troco em bazuca

Carapanã – mosquito
Ex: É nos meses de maio e junho que os carapanãs da dengue fazem a festa em Macapá.

Cabuçu – caipira, matuto
Ex: Aquele vereador é muito cabuçu.

Bombom – bala
Ex: Me dá o troco em bombons

Cruzeta – cabide
Ex: Maria, coloca essa camisa na cruzeta

Embrulhar – cobrir com lençol.
Ex: Embrulha essa criança que está fazendo frio.

Engilhado – enrugado
Ex: Credo! Esse papel tá todo engilhado

Eras! – Eu, hein!

Escangalhar – quebrar, ficar com defeito.
Ex: O meu carro escangalhou.

Filho de pipira – pessoa que vive pedindo.
Ex: Esse menino pede mais que filho de pipira.

Gala seca – idiota, imbecil, otário

Gito, gitinho – pequeno
Ex: Esse sanduíche tá muito gitinho

Lá embaixo – no centro comercial
Ex: Sábado eu vou lá embaixo fazer compras.

Mato – interior.
Ex: Vamos passar o feriadão no mato.

Menta – qualquer balinha que provoca ardor ou frescor, tipo halls

Merendar – lanchar
Ex: Eu merendei um pastel com garapa (garapa é caldo de cana)

Osga – lagartixa

Pão careca – pão francês

Papagaio – pipa. Empinar papagaio: soltar pipa.
Ex: Agora só dá pra empinar papagaio na praça. Na rua tá perigoso

Rapidola – rápido, sem demora.
Ex: Eu leio esse livro rapidola.

Torar – cortar ou quebrar.
Ex: Tora esse pão no meio pra nós

Égua, já leu e aprendeu tudo? Calma, eu não estou te xingando. “Égua” é uma das palavras mais usadas no Pará e no Amapá.
Serve para exprimir uma variedade de sentimentos, como explica o professor e jornalista Ivan Carlo: “Égua – essa é, depois de deveras, a única palavra brasileira que pode ser usada em qualquer situação. Você pode usar égua para expressar dor, tristeza, alegria, admiração, espanto e até mesmo enfado. Se, por exemplo, passar pela sua frente uma morena jeitosa, você pode exclamar deliciado: “Égua!”. E não se preocupe que ela não vai achar que você está chamando-a de eqüina. Se, por outro lado, descer um disco voador no seu quintal, não pense duas vezes. Grite: “Égua!”.
Achou tudo isso pai d’égua (legal, bacana)? Então qualquer dia tem mais.

Zona norte de Macapá está ficando um primor

Prefeito Clécio e senador Davi acompanham in loco a execução das obras no bairro Pantanal

A zona norte de Macapá está ficando um primor. Ruas dos bairros  Renascer/Pantanal, Jardim Felicidade, Açaí e Infraero 1 estão sendo asfaltadas. Além do asfalto, as ruas estão recebendo meio-fio, calçadas e drenagem.

As obras estão sendo executadas pela Prefeitura de Macapá com recursos de emendas da bancada federal, liberados graças a articulação do senador Davi Alcolumbre, presidente do Congresso Nacional.
A valorização imobiliária já é sentido nestes bairros. Terrenos que antes estavam à venda por R$ 25 mil em média, hoje são oferecidos por R$ 90 mil a R$ 120 mil.
Andei por lá no sábado, conversei com moradores e ouvi deles a satisfação e alegria de “agora estarem sendo lembrados pelo poder público”. Moradores do Pantanal disseram que há 20 anos esperavam pelas obras de asfaltamento. “Foram 20 anos só de promessas”, disse um deles.

Ao encontrarem Davi e Clécio caminhando naquelas ruas, os moradores se aproximam para agradecer, abraçar e fazer selfie.

Feliz Natal!

Com o coração pleno de amor e a alma cheia de ternura desejo a todos vocês que visitam este blog que Jesus renasça no lar de cada um de vocês para que festejem o Natal com saúde, ceia farta e muito amor.
Desejo também que as alegrias do Natal não fiquem apenas na brevidade deste dia, mas que se renovem e se multipliquem a cada dia de 2020.

Bom dia!

“Quero colocar uma guirlanda na minha vivenda não para mostrar aos outros, uma jóia do artesanato, mas alertar a cada um que aqui tem um espírito esperançoso em que a felicidade precisa prosperar…”
(André Wernner)