Boca no trombone

De: Vagalume
Assunto: Cea.

Até a natureza estar pedindo para trocar a diretoria da Cea. Essa diretoria indicada pela Eletrobrás, que segundo o ex-governador Camilo Capiberibe era redenção da Cea. Pois os tucujus eram incompetentes para dirigir a companhia.
A Eletrobrás estar a três anos na Cea. E em matéria de administração podemos avaliar como um desastre ( OS FATOS ESTÃO AI PARA COMPROVAR) a arrecadação mensal da companhia gera em torno de vinte cinco milhões de reais, sabemos que é insuficiente porém deve-se estabelecer prioridades, como pagar pessoal, material e manutenção, esse caos na manutenção estar acontecendo por causa da empresa contratada não receber a mais de três meses, no almoxarifado da companhia não tem matérias de manutenção em estoque, enquanto isso, parte dos recursos estão sendo usado para pagamento de  obrigações setoriais (supridoras e poder concedente) procedendo assim, os competentes diretores conservam seus estatos  junto a  ANEEL e seus superiores na Eletrobrás conservando seus salários de trinta e cinco mil reais mensais. E POVO DOUTOR, O povo que se lasque, com noites sem dormir nesta cidade que é mais quente do que a salas de espera do inferno, Para resumir, A Cea não estar privatizada, juridicamente continua sendo 99% do Governo do Estado Do Amapá e 1% dos Municípios. O que causa espanto é o do outrora combativo Sindicato dos Urbanitário  estar calado, porem se explica, tem mais de uma dezena de cargos custodiado e um conselheiro na administração ( Lourival Freitas). SINDICATO E PARA DEFENDER OS INTERESSES DO TRABALHADOR E O MINISTÉRIO PUBLICO O DO POVO.

Poesia na Boca da Noite na praça

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O Movimento Poesia na Boca da Noite estendeu o pano da poesia na Praça Veiga Cabral no entardecer desta sexta-feira.
Os poetas declamaram, confraternizaram e distribuíram origamis poéticos.
Veja algumas fotos de momentos que encheram de lirismo e ternura o fim da tarde na bela praça

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Os origamis poéticos
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Ana Cândida e sua sobrinha
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Ana Maria declamando uma bela poesia sobre a biblioteca Elcy Lacerda
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Maria Ester declama poema de sua autoria
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Flávio Cavalcante declamou poemas de sua autoria publicados na coletânea Poesia na Boca do Rio
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Fernanda Gomes, Maria Ester e Mara Alves
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Annie Carvalho declamando Mario Quintana
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Astrid declamando poemas de Alcy Araújo
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Alcinéa recitando poemas de sua autoria
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A moça ficou encantada com os origamis poéticos

Veja mais fotos aqui

Pra você

a2aFui buscar no quilombo do Curiaú estas flores para te ofertar

A reinauguração da Praça Veiga Cabral

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No centro de Macapá uma grande festa saudou as famílias macapaenses e marcou a entrega da Praça Veiga Cabral totalmente reestruturada. O novo espaço de convivência social e lazer foi devolvido à população nesta sexta-feira, 23, pelo prefeito Clécio Luís e senador Randolfe Rodrigues, com a presença de autoridades, empreendedores e famílias amapaenses.

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A programação contou com a participação da banda de música do 34º Batalhão de Infantaria e Selva Veiga Cabral e foi prestigiada pelo deputado estadual Paulo Lemos; vereadores Nelson Souza e Antonio Grilo; moradores pioneiros, como o ex-deputado estadual Jarbas Gato, o professor Carlos Nilson Costa, que projetou a Praça Veiga Cabral, Continue lendo

Bote a boca no trombone

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Vários bairros de Macapá e Santana estão há mais de 24h sem energia

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Av. Equatorial – Foto: Márcia Fonseca

Em vários bairros de Macapá e Santana cidadãos interditaram, no começo da noite, ruas e avenidas tocando fogo em pneus. É uma forma de protestar contra a Companhia de Eletricidade do Amapá que ainda não conseguiu restabelecer o fornecimento de energia causado pela ventania de ontem.
São mais de 24 horas sem energia. Os telefones da CEA não atendem. Não há previsão de quando o problema será totalmente solucionado.

As festas de São João

“Era festa da alegria  São João
tinha tanta poesia São João
tinha mais animação
mais amor, mais emoção
eu não sei se eu mudei
ou mudou o São João”
(Zé  Dantas e Luiz Gonzaga)

Junho é mês de passar fogueira, comer canjica e pé-de-moleque, beber aluá, quebrar o pote, subir no pau de sebo, ver o boi e o pássaro, testemunhar casamento na roça… Não, não. Não é mais assim. A cidade cresceu e a tradição foi se perdendo. As quadrilhas já não são as mesmas,  já não se grita “anarri-ê”, nem “lá vem a chuva”, “olha o toco”… As meninas que dançam quadrilha já não usam vestidos de chita e os meninos deixaram de usar calças remendadas e bigodes desenhados com carvão. Hoje o figurino é outro e a coreografia também. As modernas quadrilhas mais parecem comissão de frente de escola de samba. E o Chico Tripa pegou o beco.

Lembro do meu pai fazendo pé-de-moleque, da minha mãe fazendo aluá, de toda gente da minha rua fazendo fogueira, munguzá, cocadinha. Lembro das festas no terreiro. Em algumas casas era uma festança… no quintal, que se chamava terreiro, todo enfeitado com bandeirinhas feitas com  papel de pão e de revistas, principalmente revistas de fotonovelas.

Lembro do Rouxinol, na esquina da Leopoldo Machado com a Almirante Barroso. Era uma mercearia, mas como tinha um grande quintal o proprietário, Sr. Luís, realizava ali as mais famosas festas juninas da cidade. E chamava quadrilhas, bois e pássaros para se apresentarem. Depois começava o arrasta-pé. E no chão batido as damas da alta sociedade dançavam de salto Luís XV com seus cavalheiros impecavelmente vestidos. A molecada ficava na cerca olhando. Os melhores bois e pássaros se apresentavam lá. Um dos pássaros era do Cutião, o mesmo homem que fazia a boneca da banda. Era uma festa ver o pássaro do Cutião passar, imagine vê-lo se apresentar.

Outra festa inesquecível era numa casa na Avenida Padre Júlio, entre a Leopoldo Machado e a Jovino Dinoá. Lá tinha pau de sebo e quebra-pote.

Até aqui falei no bairro da Favela. Mas o bairro do Trem também era pura alegria. Era de lá a quadrilha mais famosa da cidade. Organizada, ensaiada e marcada pelo “chefe Biroba”.
E ninguém marcava tão bem e com tanta animação quanto ele.

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Moleque atrevido

O que a ventania não levou – Por Flávio Cavalcante

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