Marcha da quarta-feira de cinzas

Marcha da Quarta-Feira de Cinzas
(Vinicius de Moraes e Carlos Lyra)

Acabou nosso carnaval
Ninguém ouve cantar canções
Ninguém passa mais brincando feliz
E nos corações
Saudades e cinzas foi o que restou

Pelas ruas o que se vê
É uma gente que nem se vê
Que nem se sorri
Se beija e se abraça
E sai caminhando
Dançando e cantando cantigas de amor

E no entanto é preciso cantar
Mais que nunca é preciso cantar
É preciso cantar e alegrar a cidade

A tristeza que a gente tem
Qualquer dia vai se acabar
Todos vão sorrir
Voltou a esperança
É o povo que dança
Contente da vida, feliz a cantar
Porque são tantas coisas azuis
E há tão grandes promessas de luz
Tanto amor para amar de que a gente nem sabe

Quem me dera viver pra ver
E brincar outros carnavais
Com a beleza dos velhos carnavais
Que marchas tão lindas
E o povo cantando seu canto de paz
Seu canto de paz

E a Banda passou

Arrastando uma multidão A Banda passou – como acontece toda terça-feira gorda em Macapá. Milhares de foliões acompanharam as dezenas de trios elétricos pelas ruas da cidade, pulando, cantando, beijando, se divertindo a valer. Uns fantasiados, outros não – mas a alegria foi geral.
A segurança foi impecável. Centenas de policiais garantiram a segurança dos brincantes durante todo o trajeto. Equipes do Corpo de Bombeiros, Samu, ficaram de prontidão em vários pontos.
Os ambulantes se postaram nas calçadas vendendo de tudo: cerveja, água, churrasquinho, refrigerantes, batatas e bananas fritas.
Os pátios das casas por onde A Banda passou se transfomaram em camarotes. Nas esquinas, caminhões e pick-ups estacionados também serviram de camarotes.

Mas faltou na Banda marchinhas de carnaval e sambas de enredo. Os trios elétricos tocaram muito axé, brega e melody, inclusive próprio trio oficial da Banda.
Destaque para o trio “Demolidor”  e uma banda de metais –  únicos que passaram na Banda tocando marchinhas de carnaval.

A Banda – Galeria de fotos

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Os bonecos da Banda

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(Fotos: Alcinéa Cavalcante)

Vendo a Banda passar

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(Fotos: Alcinéa Cavalcante)

A Banda – Os recados dos foliões

(Fotos: Alcinéa Cavalcante)

Carlos Tork é eleito presidente do TJAP

Stella Ramos e Carlos Tork

O desembargador Carlos Tork acaba de ser eleito presidente do Tribunal de Justiça do Amapá para o biênio 2017/2019.
Para a vice-presidência foi eleito Gilberto Pinheiro e para a corregedoria Agostinho Silvério.

A eleição se deu em sessão extraordinária convocada em função da decisão da ministra Rosa Weber que cancelou ontem a liminar que mantinha Stella Ramos no cargo de desembargadora. Stella já havia sido eleita presidente do TJAP e sua posse estava marcada para março.

Perfil

Carlos Augusto Tork de Oliveira é natural da cidade de Macapá (AP); tem 54 anos de idade. Formou-se em Direito, no ano de 1987, pela Universidade Federal do Pará.
Durante 26 anos exerceu a advocacia; presidiu a OAB/AP de 1995 a 1997. Foi diretor nacional da OAB, de 1997 a 2000; presidente da Comissão Nacional dos Diretos Humanos do Conselho Federal da OAB; coordenador nacional pela Ética na Advocacia; interventor da OAB/AP. Foi também professor de Direito na Universidade Federal do Amapá.

Foi nomeado desembargador em março de 2014  na vaga aberta com a aposentadoria compulsória de Edinardo Souza e destinada à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AP). Ele disputou a vaga com os advogados Paulo Santos e Marcelo Porpino.

Em março de 2015 Tork foi aclamado  presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AP).

Vamos celebrar

Publicado em: Música Ir para o Post
  • Grande musico e compositor da MPB…suas musicas são de um lirismo e um encanto que somente quem já ouviu alguma vez…sabe de sua musica…

  • Que boa música!…
    Este sim…merece ser ouvido varias
    Vezes para a gente se acostuma mais a nossa sensibilidade auditiva…
    Com voçes…Osvaldo Montenegro!

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E assim nasceu um grande samba

E assim nasceu um grande samba
Alcione Cavalcante

O Bar e Restaurante Ponto Certo funcionou durante muito tempo na charmosa Galeria Comercial, na Avenida FAB, entre a São José e a General Rondon. Ponto de encontro de funcionários públicos, boêmios, músicos, poetas, artistas plásticos, estudantes e eventual e furtivamente por moças tidas como avançadas para  os padrões da época.

Nos sábados,  invariavelmente fazendo chuva ou sol, lá se reuniam Alcy Araújo, Silas e Ezequias Assis, Artur Nery Marinho, Cordeiro Gomes, Álvaro da Cunha,  Pedro Silveira, Nonato Leal e muitas outras personalidade não menos notáveis com destaque na cena cultural do Amapá.

Como não poderia deixar de ser, rolava um eclético cardápio etílico, que variava de sofisticado Blood Mary (pedido pelo Álvaro da Cunha), passando pelo Cuba Libre (preferência do Alcy), gim , chegando a quase unanimidade, no caso a cerveja. Ainda que o tira-gosto fosse secundário, comumente se requisitava queijo. Mas o negócio mesmo eram as crônicas sobre o cotidiano, discussões sobre o quadro político e também muita, muita música, prosa e poesia.

Nesse cenário impregnado de acordes e letras, emergiu um dos maiores sambas do Amapá. Num desses sábados de encontros obrigatórios, chega o Alcy e se aproximando do Nonato Leal, confiante no talento e disposição do parceiro desfia o convite⁄intimação: “Temos um encargo importante e irrecusável – compor o samba enredo de Maracatu da Favela”.  Missão que foi aceita na hora.

Nonato conta que acertada a parceria o Alcy requisitou uma dose, provavelmente um Cuba,  solicitou ao garçom um pedaço de Continue lendo

Você sabia?

Cada litro de óleo de cozinha usado jogado no ralo é capaz de poluir 20 mil litros de água.
Em alguns estados as donas de casa coletam esse óleo em garrafas pet e encaminham para Ongs, instituições ou pequenas indústrias que usam esse óleo na produção de sabão.

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  • Vamos pegar esse óleo, adicionar metanol ou etanol e um pouco de soda caustica, na proporção certa e teremos um excelente biodiesel, em média com 15% a mais de poder de queima que o diesel normal.

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