Alcinéa Cavalcante

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Macapá - Amapá

Pour le Brésil, “la Guyane ne compte pas”

Postado por: Alcinéa Cavalcante em 29/12/11 as 2:37 pm

Do jornal France-Guyane

« Le véritable potentiel du pays est surévalué »
Propos recueillis par Thomas FETROT / France-Guyane / 28.12.2011

Gérard Police, Docteur en civilisation brésilienne et maître de conférences à l’Université des Antilles-Guyane, évoque la nouvelle qualification du Brésil, qui devient la 6e puissance économique mondiale.

Le Brésil est devenu la 6e puissance économique mondiale. Il continue pourtant d’être qualifié de pays émergent. Cette appellation est-elle encore justifiée ?
Le Brésil, comme la Chine, l’Inde, la Russie ou l’Afrique du sud sont tous des pays émergents, à leur manière. Il existe encore de grands contrastes au Brésil, de grandes poches de sous-développement. Il y a des choses qui ne fonctionnent pas du tout. Le pays commence à se faire connaître. Il jouit d’une reconnaissance diplomatique qui est le signe d’un placement économique. Mais le Brésil est encore très loin derrière la Russie ou l’Inde. On peut s’interroger sur la capacité du Brésil à passer d’un statut d’émergent à celui d’un pays qui peut discuter avec les grandes puissances. Pour l’instant, c’est un pays à fort potentiel. Mais on ne sait pas à quelle échéance il va le concrétiser. Celui qui est mis en avant surévalue le véritable potentiel du pays. Car il n’a aucune chance de concurrencer la Russie, la Chine ou l’Inde. C’est un pays émergent moyen.

Le Brésil ne souffre-t-il pas d’une répartition inéquitable des richesses sur son territoire ?
Il existe en effet des inégalités énormes, ahurissantes. Les grands États du sud sont très développés, comme São Paulo qui est l’équivalent d’un pays européen développé comme le Portugal ou l’Espagne. Mais quand on remonte vers le nord, on trouve des États arriérés, isolés. C’est ce contraste qui fait que l’on peut considérer le Brésil comme un ensemble à développer. Car, avec le système actuel, l’écart continue de se creuser. Et les inégalités sont partout.

Dans quelle mesure la montée en puissance du Brésil peut-elle modifier les rapports avec la Guyane ?
Je ne crois pas que ces deux facteurs communiquent réellement. À l’échelle du Brésil, la Guyane ne compte pas. Le développement du Brésil ne peut pas avoir d’incidence sur ce qu’il se passe en Guyane. Je ne vois pas de grands changements. Plutôt des évolutions par petites touches.
Le seul rapprochement possible sera entre la Guyane et l’Amapá. Mais là aussi, il faudra reconsidérer le fonctionnement économique de la Guyane. Mais le fantasme du produit brésilien qui se vend moins cher en Guyane ne se réalisera pas. Le plus intéressant est sans doute le potentiel d’investissement dans l’Amapá.

L’image du Brésil a-t-elle changé ?
Le pays est perçu de manière de plus en plus sérieuse et crédible. On est sortie de la vieille image samba/football, qui est en train de basculer. Cela dit, au plan européen, ça évolue lentement. On ne parle que peu du Brésil au quotidien dans les médias.
Mais avec plus de sérieux, de rigueur. Et cette image reste positive. Sur tous les plans, le Brésil peut-être considéré comme une valeur relativement sûre. Il a l’image d’un pays qui est apte à recevoir des investisseurs pour le développement.

Quelles sont les principales difficultés auxquelles se heurte le pays ?
Une situation catastrophique au niveau de l’éducation nationale, qui est restée à l’abandon pendant longtemps. Il est très difficile de remonter la pente. Il existe aussi des lacunes énormes au niveau des infrastructures de transport. Notamment aéroportuaires, qui sont déplorables. Là aussi, il existe un contraste très fort entre le réseau routier au Sud, très dense, et celui du Nord.
Enfin, la corruption de la classe politique cause un préjudice énorme et a une grande influence sur l’absence de développement de certains États. Globalement, le principal handicap du Brésil provient du non-respect du citoyen et d’une conception prédatrice du pouvoir.

24 Comentários

  1. jimdaselva disse:

    Potencial super valorizado do Brasil
    Que o Brasil não pode ser comparado a India China e Russia, sendo apenas um pais mediano em desenvolvimento.
    Desigualdade enorme, estados do sul desenvolvido e no norte faltando infraestrura.
    Que o desenvolvimento do brasil não vai influenciar a guiana, a aproximação será com o amapa, que os produtos brasileiros mais baratos não vao alcançar o mercado guianense.
    Que a imagem do Br esta mudando, mas não se fala muito na midia e que o país está apto a receber investimentos.
    Falta de investimento em educação, corrupção e principalmente a falta de união do povo (o jeitinho brasileiro, brasilian way, onde um que fude o outro)

  2. JPereira disse:

    Ò cara pálida “DO SUL”, meu ERRO está na traição de meus dedos, em ação diante do teclado. Quanto a teu ERRO, peço a Deus que não esteja marcada indelevelmente em tua alma, já que o ERRO inerente à tua formação está evidente em tuas palavras.

  3. ROQUE disse:

    Acabei de ler um texto interessante sobre a matéria. De acordo com o texto, conclui-se que todos os problemas do Brasil resumem-se em um só: falta de atitude dos brasileiros. Esta atitude está baseada nos seguintes princípios:
    – Ética, como princípio básico;
    – Integridade;
    – Responsabilidade;
    – Respeito às leis;
    – Respeito pelos direitos dos demais cidadãos;
    – Amor pelo trabalho (pra mim, este é fundamental);
    – Esforço para economizar e investir;
    – Desejo de superar;
    – A pontualidade.

    • Zema disse:

      Precisamos mudar, não apenas os políticos e governantes, precisamos mudar o ser humano brasileiro. Extirpar da genética tupiniquim aquele gen recessivo, mas que aqui e acolá se torna dominante. Isso. Exatamente. Aquele dos degredados.

      • J Pereira disse:

        Com todo respeito, mas nossos antepassados tupiniquins, antes de terem contato com o povo sifilitico europeu possuía os genes todos limpos, pois sequer sabiam o que era a mentira, a corrupção, o cinismo. Não batiam nos filhos e nas suas mulheres e não conheciam a gripe, as DSTs, varíola, etc. Foi o povo europeu que trouxe toda essa podridão moral, o prejuízo ambiental e todo o mal que hoje nos assola.

  4. Carla disse:

    Poderia estar no topo não fosse a corrupção desenfreada, que assola este país.Triste ver a gringalhada esculachar( e com toda razão)com o nosso país.Aqui politicos são premiados, por saquear os cofres públicos.Vergonha,mas temos que admitir que o cara ai tá certo.

  5. Fábio Carvalho disse:

    Não precisa ser grande estudioso pra saber que o Brasil está longe de resolver certos problemas como a corrupção, as desigualdades regionais, o nível de educação que é bombardeado por leis que prevalecem os dados quantitativos, que a nossa distribuição de renda é horrível, que ainda existe milhares de pessoas passando fome, que ainda temos um povo que não se preocupa com o meio ambiente…. enfim, somos a sexta economia mas isso não muda muito na vida do brasileiro.

  6. Do Sul disse:

    O texto não foi traduzido porque o índice de conhecimento e intelectualidade do povo do Amapá é “exepcional”, basta ver a pesquisa realizada pela revista Veja em sua última edição.

    • J Pereira disse:

      Visto que o artigo da revista Veja vem tratando sobre gestão dos estados do Brasil, e seu potencial para com possíveis investimentos estrangeiros, e que a revista, em momento algum tratou sobre “índice de conhecimento e intelectualidade do cidadão amapaense”, considero vossa NAZI-XENOFOBIA preconceituosa digna de vós, ou seja: “exepcional”

      • Do Sul disse:

        Exepcional, desculpe é excepcional, é porque eu não fui educado no Amapá, gostaria de estudar na UNIFAP, mais essa instituição não aceita nota do SISU nacional, deve ser para proteger o “pessoal da terra”, os de raça pura, como na Alemanha nazista.

  7. Zema disse:

    Fantástico! Bom seria se nós brasileiros tivéssemos essa visão nua e crua da realidade economica, social e política do país.
    Temos que aguentar o cara dizer que somos como a mulher do rei: além de ser séria, teria que parecer séria. E estamos longe disso. Infelizmente.

  8. J Pereira disse:

    DETESTO OUVIR ESTRANGEIROS FALANDO DO BRASIL, NO ENTANTO TENHO QUE ADMITIR: O PROFESSOR AÍ FALOU POUCO E DISSE TUDO.
    QUEM NÃO VAI QUERER TRADUZIR ISSO SÃO OS POLÍTICOS E SEUS BENEFICIÁRIOS… AQUELES… QUE RECEBEM AQUELA… ASSESSORIA…

  9. Guilherme Lima disse:

    Porque essa reportagem não foi traduzida antes de ser publicada neste blog?Assim facilitava nossa compreensão.

  10. Ruy Maia disse:

    Pouco deu para entender, Brasil sexta potência econômica, país de grandes contrastes entre estados do sul e norte, São Paulo comparado a Portugal e Espanha e estados do norte, isolados como o Amapá. Agora, o que deu mesmo para entender foi a desenfreada corrupção dos políticos cara de pau deste país varonil chamado Brasil que prejudica a todos e nada é feito para combater, apenas umas marolinhas e mais nada, o patrimônio formado com a corrupção é intocável, dai….Apesar dêles, feliz ano novo, esperamos menos corrupção e mais ação por parte dos mesmos e que no Supremo acabe este negócio de cinco a cinco e que se tiver que ser sempre assim, o voto de minerva seja à luz da justiça.

    • Carlos Picanço disse:

      Pelo visto estudaste muito a cultura francesa e absorveste a folclórica educação deles… mas deixando isso de lado, a conclusão final, seguindo sua educada sugestão de usar o google, “No geral, o principal obstáculo do Brasil é o desrespeito dos cidadãos e uma concepção predatória de poder” é esta a tradução correta? Então havemos de concordar com o nossa caro Gérard Police.

  11. andré disse:

    não entendeu? então vá estudar até falar e entender fluentemente francês ou se não tiver meses,anos de tempo sobrando,copie e cole no google tradutor que ele faz o trabalho por vc…

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