Os 88 anos da professora Euridyce

eur9Euridyce e o marido Janjão

Pioneira do magistério amapaense, professora Euridyce completou 88 anos na última sexta-feira, cercada do amor do marido, filhos, noras, netos, bisnetos, amigos e vizinhos.
Apesar do buffet contratado pelos filhos, Euridyce fez questão de fazer o pato no tucupi e a maniçoba – e não há quem faça melhor que ela essas iguarias.
À noite, deslubrante em sua simpatia,  recebeu os convidados com a alegria que lhe é peculiar.
A festa foi bonita, reencontro de velhos amigos  e várias gerações.
De Maceió (AL) veio a filha Rose e de Vitória (ES) o filho Ronaldo, que, por sinal, faz aniversário no mesmo dia.
Euridyce é paraense, mas praticamente toda sua vida é no Amapá. Aqui chegou tão logo foi criado o Território Federal para lecionar no interior. E foi no interior, lá em Calçoene, que conheceu o amor da sua vida: Janjão, com quem está casada há 56 anos. Depois mudaram-se para Macapá. Teve quatro filhos. Um deles, o policial civil Beto, faleceu há poucos anos, mas lhe presentou com um casal de netos. Além desses tem outros netos que lhe foram dados pelas filhas Rose, Jane e pelo filho Ronaldo e já tem quatro bisnetas.
É feliz. Gosta de cozinhar, fazer palavras cruzadas e sabe tudo das novelas.
É muito amada não só pela família, mas por toda a vizinhança e amigos.

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Amigos

SEles são amigos desde a adolescência, estudaram juntos no antigo GM e no Colégio Amapaense. Hoje os três  estão aposentados. Quando se encontram o papo é bom demais,  cheio de lembranças e gargalhadas. São eles: Antônio Soeiro (aposentado do Banco do Brasil), Chiquinho (aposentado da Caixa Econômica) e Bigu (delegado de polícia aposentado).

Parabéns, engenheiros florestais!

Hoje é dia do engenheiro florestal. Em nome do meu irmão Alcione Cavalcante parabenizo todos os engenheiros florestais deste país e especialmente os amapaenses.
Para homenageá-los fui buscar no arquivo do mano esta foto de uma confraternização deles ocorrida há mais de 30 anos.
florestais

Uma amizade que vem de longe

Nosso amigo Zé Façanha – por quem temos um carinho muito especial – conviveu muito com meu pai Alcy Araújo. Dona Diva, mãe dele, adorava o meu pai e chamava-o de Nenen. Tinha tanta confiança nele que permitia que o filho ainda molecote saísse com os boêmios e poetas daquela época desde que meu pai estivesse junto. Zé Façanha era chamado de mascote da turma e tem muitas histórias pra contar sobre Alcy Araújo.

Zé, nós teus amigos filhos do Alcy, ficamos emocionados com tua crônica “O Poeta e o Menino” escrita neste 7 de janeiro quando lembramos os 90 anos do nascimento do nosso amado pai e teu amigo Alcy Araújo. Muito obrigada.