Cine Territorial recebe a 22ª edição do Dia Internacional da Animação e o lançamento oficial do FIM 20 anos

Macapá volta a integrar a rede nacional de exibições do Dia Internacional da Animação (DIA), evento que celebra mundialmente a arte do cinema de animação. Em sua 22ª edição no Brasil, o DIA será realizado no dia 28 de outubro, às 19h, com entrada franca, no Cine Territorial, no centro da capital amapaense.

O evento marca também o pré-lançamento da 20ª edição do Festival Imagem-Movimento (FIM), que este ano celebra “20 anos de cinema na Amazônia” – um marco de resistência, criatividade e visibilidade para o audiovisual produzido no Norte do país.

Desde 2004, o FIM se consolidou como um dos principais espaços de difusão e formação do audiovisual amazônico, abrindo janelas para que vozes, olhares e histórias diversas da região encontrem reconhecimento no cenário nacional. Em duas décadas, o festival se transformou em um ato político e cultural, conectando a Amazônia ao mundo por meio de suas cores, sons e movimentos.

A celebração no Cine Territorial simboliza esse encontro entre tradição e inovação: o espaço histórico, fundado em 1944 como o primeiro cinema do Amapá, volta a pulsar como palco de uma nova geração de cineastas e animadores amazônicos, reafirmando o papel do cinema como expressão artística, memória coletiva e potência transformadora.

Dia Internacional da Animação – Mostra Oficial 2025

A Mostra Oficial do Dia Internacional da Animação reúne duas sessões de uma hora cada: a Mostra Internacional, com curtas de diversos países, com classificação indicativa de 14 anos; e, a Mostra Nacional, com produções brasileiras contemporâneas de animação, também indicadas para público a partir de 14 anos.

Desde 2004, o Dia Internacional da Animação mobiliza artistas, coletivos e instituições em todo o Brasil, estimulando a formação de público, o intercâmbio cultural e a valorização do cinema independente.

Em Macapá, o FIM – Festival Imagem-Movimento atua como parceiro local desde 2007, consolidando o Amapá como parte ativa dessa rede nacional que democratiza o acesso à cultura audiovisual. Em 2025, o Fim acontecerá no período de 07 a 13 de dezembro.

O evento é um convite para o público descobrir técnicas, estilos e linguagens da animação mundial, celebrando o poder das imagens em movimento como meio de diálogo, imaginação e pertencimento.

Programação – 28 de outubro de 2025

17h – Coquetel com a Imprensa;
18h – Pré-lançamento da 20ª edição do Festival Imagem-Movimento (FIM);
19h – Mostra do Dia Internacional da Animação 2025.

Local: Cine Territorial – Rua São José, s/n, entre as avenidas FAB e Raimundo Álvares da Costa, Macapá
Entrada franca.
Realização nacional: ABCA – Associação Brasileira de Cinema de Animação
Realização local: Festival Imagem-Movimento (FIM)

(Texto: Mary Paes – Fotos: Luhana Baddini /FIM)

Exposição “A arte que nos move” será aberta amanhã

Exposição de obras de artistas visuais amapaenses promove reflexão sobre questões políticas, sociais e culturais
Por Mary Paes

A exposição “A arte que nos move”, está em sua segunda edição, e estará aberta para visitas no período de 16 de setembro a 16 de outubro, no hall da Defensoria Pública do Amapá. A abertura do evento ocorre nesta quarta-feira (16), às 10h, com obras de 14 artistas amapaenses.

A mostra parte da ideia de fortalecimento do circuito de arte independente, evocando o sentido de coletividade.

De acordo com o artista visual, Will Cruz, organizador da exposição, o projeto vem ocupando espaços com o objetivo de dar visibilidade à produção artística amapaense, propondo ao público uma reflexão sobre questões políticas, sociais e culturais.

“A exposição reúne obras com características distintas e variadas em diversas categorias, como pintura em tela, arte digital, instalação e gravura. A proposta pretende refletir sobre o fazer artístico com um questionamento: ‘o que move o artista em sua vida?’”, evidencia Will Cruz.

Cada artista participante contribui para essa narrativa com sua interpretação de mundo e técnica distinta. O espaço expositivo foi pensado como espaço de fala que cria uma experiência de fluxo, tensão e diálogo, conduzindo o público por uma experiência que alterna entre o silêncio ou ruído; a luz ou a sombra; algo intimista do artista, intimidade ou a coletividade.

“O projeto nasce num momento em que o segmento de artes visuais passa por transformações, e que apesar das dificuldades, como a falta de políticas culturais com comprometimento, se encontra em ressonância nas discussões sobre como o artista é visto pela sociedade. Assim, a exposição se coloca como uma oportunidade de pensar sobre como o artista se vê, e como ele é visto pela sociedade amapaense, seja um artista em começo de carreira, ou mais experiente”, completa o organizador da mostra.

A exposição convida o público a se aproximar de múltiplas camadas de sentido dessa reflexão, seja ela emotiva, filosófica, política, social, cultural e histórica.
Para além de apresentar obras, a exposição: “A arte que nos move”, busca provocar reflexão, criar diálogos, instigar o público a conhecer os artistas visuais amapaenses.

Descentralizar é abrir novas rotas de encontro. Ao ampliar o acesso e valorizar artistas em diferentes momentos de suas trajetórias, o projeto alimenta a economia criativa e fortalece a circulação de vozes diversas. Nesse movimento, as artes visuais se reinventam, cultivando diálogo, diversidade e renovação.

Fazem parte desta edição da mostra, os artistas: Adriane Corrêa; Adriano Duarte; Aynan Del Tetto; Bele Sunflower; Diully Ferreira; Jana Luz; Leila Silva; Ozy Rodrigues; Priscila Araujo; Ronaldo Rony; Socorro Santos; Will Cruz; William Valente e Xavier.

A mostra é uma realização de artistas independentes, e conta com a parceria da Defensoria Pública do Amapá.

Serviço:

Exposição “A arte que nos move”
Abertura da Exposição: 16 de setembro, às 10h
Período de visitação: de 16 de setembro a 16 de outubro | das 8h às 13h30
Local: Defensoria Pública do Estado do Amapá – Sede- Rua Eliezer Levy, 1157 – Central

Espetáculo teatral aborda questões sociais e cotidianas de moradores de palafitas

A companhia Casa Circo, apresenta nos dias 30 e 31 de julho, o espetáculo “Técno-Palafíticos, Prólogo de uma Amazônia em Suspensão”, com o objetivo de propor reflexões acerca de questões sociais que dialogam com a realidade dos moradores de palafitas.

Nesta quarta-feira (30), o espetáculo acontece no projeto Raízes do Brasil (Boa Semente), no Pacoval, e no dia seguinte (31), na Universidade Federal do Amapá. As apresentações, iniciam às 19h.

A proposta do espetáculo surgiu da necessidade da Companhia em falar em seus trabalhos cênicos, das áreas de ponte, as palafitas.

Surge assim, a pesquisa sobre as inúmeras questões que permeiam o dia-a-dia dessas comunidades. As constantes cheias, a falta de saneamento básico, o modo de vida das pessoas, a violência, mas acima de tudo, o quanto esse lugar é repleto de pessoas trabalhadoras, que estão em suas lutas diárias, em busca do sustento para suas famílias.

Ana Caroline, atriz e diretora, ressalta que a ideia é descentralizar a produção artística da Cia Casa Circo, levando o projeto Técno-Palafíticos para debates e reflexões no ambiente onde se vivencia aquilo que o espetáculo aborda. Além de trazer o tema para a universidade, local onde se pensa estratégias de acessibilidade, pensamento crítico e formação da cultura cênica.

“Apresentar esse espetáculo em área de ponte, é importante para que a plateia se identifique com a mensagem transmitida. O local potencializa a conexão que queremos alcançar com o público”, enfatiza Caroline.

A trilha sonora do espetáculo é executada ao vivo. Em cena, três atrizes, Ana Caroline, Iara Pires e Stefhany Borges e o músico, Gabriel Guimarães. Juntos cantam e tocam ritmos que embalam o dia-a-dia dos moradores das palafitas, passando pelo famoso Tecno Melody, o Bolero, Funk e o Rap.

SINOPSE:
TÉCNO-PALAFÍTICO – Prólogo De Uma Amazônia Em Suspensão, é um recorte na cultura ancestral das palafitas que atravessam o tempo e as marés da Amazônia e chegam à modernidade compondo a arquitetura das cidades. Neste emaranhado de muitas histórias, não se sabe se são as pontes que sustentam os sonhos, ou se são sonhos que sustentam as pontes. Mas entre sonhos e desejos, ator e atrizes buscam ecoar os anseios de uma sociedade segregada de seus direitos urbanos.

(Texto: Mary Paes)

FICHA TÉCNICA:
Direção: Ana Caroline
Assistente de Direção: Jones Barsou
Dramaturgia: Jones Barsou
Elenco:
Ana Caroline
Iara Pires
Stefhany Borges
Gabriel Guimarães
Figurino: Fernanda Bastos (EraSelvatica)
Cenografia: Ana Caroline, Jones Barsou, Ya Juarez, Paula Morazza
Iluminação: Jones Barsou
Trilha sonora: Jones Barsou; João Amorim; Gabriel Guimarães
Intérprete de Libras: Tamila Lima
Filmaker: Paula Morazza
Identidade Visual: Ya Juarez
Assessoria de imprensa: Mary Paes

Serviço:

Espetáculo “Técno-Palafíticos, Prólogo de uma Amazônia em Suspensão”

Dia 30 de julho | 19h
Local: projeto Raízes do Brasil – Projeto Boa Semente, travessa José Juca de Mont’Alverne, 286, Pacoval

Dia 31 de julho | 19h
Local: UNIFAP – DEPLA – Bloco de Letras e Artes Visuais

Curadoria – Vânia Leal é destaque nacional

A amapaense Vânia Leal tornou-se um dos destaques nacionais na área da curadoria. Ela integra o livro: Ativismo Curatorial no Brasil, que reúne entrevistas com 15 importantes nomes da curatoria brasileira e levanta a discussão em torno de uma arte menos desigual, mais plural e inclusiva. O volume organizado por Ana Avelar e Marcella Imparato será lançado durante a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), em 1º de agosto.

Vânia Leal fez parte do corpo curatorial da Bienal das Amazônias em 2022 e 2023, e hoje segue como diretora do Centro Cultural Bienal das Amazônias (CCBA), em Belém (PA), entre outras ocupações.

O livro destaca práticas curatoriais que promovem a inclusão de artistas e segmentos historicamente marginalizados como o de pessoas negras, indígenas, LGBTQIAPN+ e mulheres.

Para Vânia, é uma felicidade enorme participar do livro “que é muito seleto e conta com curadores super importantes”. Vânia destaca que a Bienal das Amazônias já traz em sua essência essa perspectiva de curadoria ativista, onde ela atua e a seleção da 1ª bienal já deu visibilidade a artistas PCD, artistas trans, artistas homens e mulheres pretas, entre outros.

“Nós ativamos uma pauta muito muito necessária, por conta dessa curadoria ativista e eu tenho representatividade como curadora e mulher da Amazônia. Isso pra mim é muito importante”.

Serviço:

Livro: Ativismo Curatorial no Brasil
Lançamento: 1º de agosto/2025 na Flip, em Paraty.
Organizadores: Ana Avelar e Marcella Imparato
Participante da Amazônia: Vânia Leal

(Texto: Mary Paes – Foto: Nailana Thiely)

Poesia – Pastana lança amanhã seu quinto livro de poesias

Poeta, escritor, professor e membro da Academia Amapaense de Letras, José Queiroz Pastana, um poeta brilhante, lança nesta terça-feira, 1, seu quinto livro de poesias: Florescência. O lançamento será as 19h, na sala de conhecimento do Sebrae.

Sobre o novo livro, a poeta e imortal da Academia Amapaense de Letras, Jô Araújo diz:

Florescência é primavera que desabrocha no coração do poeta. São grãos de pólen, de cores, de saudades, de felicidades, de angústias, de ausências e de amores sonhados e vividos, numa explosão de sentimentos que vão além do que o peito do poeta pode suportar. Então, dessa explosão de sentimentos a sensibilidade poliniza o poeta como o beija-flor faz com sua flor, e aí, nascem um, dois, três… muitos poemas.
Florescência traz-nos a essência do poeta, do amor, das flores… do aguapé, do ipê, da gardênia, da rosa, do girassol, e ainda daquela flor que o poeta escrevedor, ou seria escultor, esculpe a todo instante usando como matéria-prima, apenas o afeto, a beleza, a regionalidade, a religiosidade e o amor que ele capta ora do céu, ora dos tempos idos, ou ainda do amor que deixa seu corpo entorpecido e seus poemas leves e musicais, que chegam a transportar essa leitora para dentro do cenário de reminiscências e daquele infinito amor, que cada um de nós já sonhou ou se aventurou viver. É nesse momento que a gente se dá conta do quanto o pertencimento nos acomete a alma cabocla, na medida em que passeamos por cada poema, que constitui esta obra, simples, terna e harmoniosa, tão harmoniosa quanto o amor que brota até mesmo em pétreos corações, ritmada, como as águas do Amazonas que leva sutilmente o canoeiro rio acima, rio abaixo, embalando-o com suas notas musicais de rio. É assim que me sinto com a leitura de mais esta obra. A poesia contida nela nos alcança, nos seduz e então, nos pertencemos…
José Queiroz Pastana nos presenteia, ofertando-nos essas flores (cências) quer do amor, quer da flor ou da mulher-anjo que flutua sublime, doce e empoderada, numa vastidão de amor e paixão que faz a existência do belo mais belo e imortal.”

Manoel Bispo – que é poeta, artista plástico, professor, compositor e também membro da Academia Amapaense de Letras – teve o privilégio de ler os originais e disse:

“O livro de poemas, salvos as exceções, pode ser visto como uma caixinha de surpresas. Bom é que não vêm lacrados nem o livro nem a caixinha presumida.
Daí a liberdade suprema para verificar o quanto anda ou voa o eu-lírico do poeta, que num estalar de dedos leva o leitor à sua VOLTA À INFÂNCIA, numa viagem rápida de curta cinematográfica. A caixa ou o livro dão-nos, num álbum de recordações, os traços marcantes identificadores de José Pastana. Florescência dá título ao conjunto multifacetado da nova leva criativa, entregando-se a uma espécie de deslumbramento e romantismo, presente em maior parte de sua criação atual. Militante espontâneo e solidário da causa poética, se assim podemos nomear. No seu quinto livro autoral, expõem as emoções renovadas, os temas refletidos com novos arranjos e novos olhares resultantes da maturidade criadora natural. Uma centena de poemas testemunha o labor perspicaz que resulta num passar a limpo, não só as belezas do mundo, mas contestar os desvios de rotas e/ou conduta dos sentimentos que nos afligem ou deleitam. A poética de José Pastana é muitas vezes nua e crua, sem economizar passos e sem açucarar, o que não é para ser açucarado. É profundo e rasante; de vez em quando metafórico. Mormente fiel à sua visão de mundo, sem descurar do que chamaríamos seu estilo.
Canta sua cidade, cantando-lhe a cultura; festas, conflitos, religiosidade, injustiças sociais, com a mesma serenidade impetuosa com que trata o amor, o sexo e a paixão. Pastana consegue ser autor e personagem das suas invenções poéticas; contador e ouvinte das suas estórias e invencionices de morador de entre rios e florestas.”

SOBRE O AUTOR
O escritor, poeta e professor, José Queiroz Pastana, nasceu às margens do Igarapé do Paxicu, no Distrito de Fazendinha – estado do Amapá, em 27 de novembro de 1964. Filho de Albertino Pastana e Maria de Nazaré Queiroz Pastana. Casado com Rita de Jesus Pastana, dessa união nasceram três filhos, Vanessa, Andreza e Junior. Graduado no curso de Licenciatura Plena em Letras e Pós-graduação em Metodologia do Ensino de Lingua
Portuguesa e Literatura, com extensão em complementação do Magistério Superior.
Foi outorgado pelo Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos com o Título de Doutor Honoris Causa em Literatura, em 09/12/2020 e com o Título de Marquês PASTANA em 05/09/2022, por seus méritos e virtudes destacados na Literatura e serviços em prol da sociedade amapaense, bem como homenageado e condecorado pelos seus feitos e ações sociais com diversas honrarias em forma de medalhas, títulos, diplomas, certitificados e troféus.
Publicou quatro livros autorais de poemas: Oscilações (em 1989), No Meio do Mundo (em 1997), Nos Céus da Vida (em 2003), Poemas e um amor (em 2019) e com participação em várias coletâneas literárias, além da produção e gravação do CD
Acalantos Poéticos (em 1999), e também da edição da revista Amapá Cultural (2000).
Em 2006, José Pastana foi eleito pelos seus confrades e confreiras para compor o colegiado do Conselho Estadual de Cultura (biênios 2006/2008-2008/2010).
Em 2010, foi nomeado gerente da Biblioteca Pública Estadual Elcy Lacerda, mas logo deixou a biblioteca por ter sido convidado para lecionar no Sistema Modular Projovem – Município de Chaves-PA, mas teve que retornar a Macapá, porque foi convidado para assumir o Cargo Comissionado de Chefe da Divisão de Recursos Humanos da Fundação Municipal de Cultura de
Macapá – Fumcult.
Em 2015, foi um dos eleitos pelo Segmento de Literatura, para participar e concorrer à eleição da composição de titulares e suplentes do Conselho Nacional de Política Cultural – CNPC.
Em 2020, recebe da equipe gestora do Catálogo Brasileiro de Autores Literários
Contemporâneos, credenciado pelas instituições: Litteraria Academiae Lima Barreto, Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 1°. Colegiado de Escritores Brasileiros e Pauta Literária BrLetras, a Certidão de Reconhecimento de Autor Literário com comprovada e importante atuação nas
Artes Literárias Brasileiras, em 15/10/2020, RJ.
Em 2017, foi eleito por meio de Edital Sócio Efetivo e Perpétuo da Academia Amapaense de Letras, e do mesmo modo, foi eleito por meio de Edital de Posse Acadêmica número 01101.007/2020, da Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes – FEBACLA, para ocupar a cadeira número 61, patroneada por João da Cruz e Sousa, em 02/10/2020. José Pastana gerenciou pela segunda vez a Biblioteca Pública Estadual Elcy Lacerda e a Coordenação do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas do Amapá, no período de 2017.a 2025
Atualmente está gerente do Núcleo de Ações de Formação e Capacitação da Escola de Saberes Públicos – ESAP., desde 2025.

P.S – Pastana é um dos meus grandes amigos. Foi meu aluno  no antigo GM no inicio no final da década de 1970. Na época ele ainda muito jovem já deixava transparecer seu talento. Hoje é um poeta brilhante e profundo conhecedor e incentivador da cultura amapaense, especialmente da literatura. E isso me orgulha muito. (Alcinéa)

TJAP inaugura galeria com obras de adolescentes atendidos pelo CESEIN

O Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP), inaugura na quinta-feira (5), às 9 horas nas dependências do Fórum de Macapá, com entrada pela avenida: Fab, 1º andar, a Galeria Desembargador Leal de Mira.

A primeira exposição da galeria contará com obras de arte produzidas por adolescentes atendidos pelo CESEIN – Núcleo de Medida Socioeducativa de Internação, e futuras mostras apresentarão obras de natureza diversificada, com diferentes artistas e temáticas.

Sarau no Museu da Língua Portuguesa celebra o Dia Internacional do Orgulho LGBT

O Museu da Língua Portuguesa vai promover uma edição do Sarau no Museu que celebra a diversidade temática na literatura e na arte como um todo. Esse é um dos destaques de junho da programação do Museu, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.

Comandado pela escritora Amara Moira, o Sarau no Museu vai acontecer em 28 de junho (sábado), Dia Internacional do Orgulho LGBT. A cordelista indígena Auritha Tabajara, o poeta Formigão e a multiartista Apêagá serão os convidados desta ação, às 17h, no Pátio B. O microfone ficará aberto para quem quiser participar.

(Foto: Ciete Silverio)

SERVIÇO
Museu da Língua Portuguesa
Praça da Luz, s/nº – Luz – São Paulo
De terça a domingo, das 9h às 16h30
R$ 24 (inteira); R$ 12 (meia)
Grátis para crianças até 7 anos
Grátis aos sábados e aos domingos
Acesso pelo Portão A

Tecendo Artes no Inova Amazônia Summit

O Inova Amazônia Summit – que está sendo realizado em Macapá pelo Sebrae e Governo do Estado – é também um espaço de exposição e comercialização de arte. Um dos estandes mais visitados é o “Tecendo Artes” , que apresenta a arte  de três mulheres de Mazagão Velho e uma de Mazagão Novo.

Roseclei Silveira Tourinho, de 38 anos, que produz bonecas negras, diz que sua arte “representa a nossa identidade e a cultura da Festa de São Tiago.”

Outra participante do evento é Marciana Nonata, de 84 anos. Ela expõe e comercializa louças de barro e conta que participar deste evento lhe  permite mostrar  a tradição da família.

(Fotos: Adriano Monteiro/Secom)

Governo do Amapá promove oficinas de artesanato

Para popularizar o ensino das técnicas básicas de produção de peças artesanais, o Governo do Amapá promove uma série de oficinas de artesanato nos dias 23, 26 e 29 de outubro. São 60 vagas gratuitas para confecção de bolsas com fios de malha, biojóias com uso de sementes e cerâmica para iniciação à modelagem manual.

As inscrições são presenciais de 21 a 23 de outubro, das 8h às 14h, na Casa do Artesão, no Centro de Macapá. Para participar é necessário ter idade mínima de 16 anos, ter interesse em aprender as técnicas artesanais ou ser trabalhador manual.

“O foco é ensinar essas técnicas para pessoas da comunidade que têm curiosidade ou interesse em aprender a produzir peças artesanais e despertar o gosto em empreender na atividade”, explica o secretário de Estado do Trabalho e Empreendedorismo, Ezequias Costa.

A primeira oficina, sobre confecção de bolsas com o uso de fios de malha, será ministrada pela artesã Ana Paula, na quarta-feira, 23, das 14h às 18h, na área do 1º piso da Casa do Artesão. No sábado, 26, será realizada a oficina de produção de biojóias com sementes extraídas da floresta, sob orientação da artesã Vera Lúcia. A terceira oficina ocorre na terça-feira, 29, das 14h às 18h, e vai abordar a iniciação à modelagem manual com o uso da cerâmica. A técnica será repassada pelo artesão, Marcílio Oliveira.

(Fonte: Secom/GEA)

O Amapá na maior feira de artesanato da América Latina

Com incentivo do Governo do Estado, artesãos amapaenses participam até o dia 14 de julho, da 24ª Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), em Olinda, Pernambuco. No evento, que iniciou nesta quarta-feira, 3, os artistas estão expondo e comercializando cerca de 4 toneladas de peças em madeira, argila, sementes, fio e fibra, miçangas e materiais reutilizáveis.

Ao todo, seis artesãos dos municípios de Ferreira Gomes, Macapá e Mazagão, foram selecionados para a feira que é considerada a maior do segmento na América Latina. Os trâmites para definição do transporte das peças e seleção dos participantes aconteceu por edital, lançado e coordenado pela Secretaria de Estado de Trabalho e Empreendedorismo (Sete).