Na Unifap – Protestos e tumulto impedem debate entre candidatos a prefeito de Macapá

Nem chegou a começar o debate entre os candidatos a prefeito de Macapá na Universidade Federal do Amapá (Unifap). Quando a reitora Eliane Superti fazia a abertura, um grupo de universitários portando megafones e faixas e gritando palavras de ordem entrou de supetão provocando  o maior tumulto. Eles protestavam contra o voto obrigatório e pregavam o voto nulo. Foi um tal de empurra-empurra, puxa faixa daqui e de acolá, troca de alguns tabefes e bate-boca.
O debate teve que ser cancelado. Os candidatos saíram “escoltados” por seus seguranças e assessores.
Já é tradição da Unifap promover debates em ano eleitoral. Esta foi a primeira vez que houve grande tumulto e cancelamento.
Dos sete candidatos a prefeito, apenas Gilvam Borges (PMDB) não estava presente.

  • A UNIFAP, me perdoem a expressão está se tornando uma merda, como o resto do ensino público brasileiro. Confundem falta de educação com luta política. Falta de formação cívica. Uma bosta.
    Fiz o ENEM e resolvi me matricular em Geografia. Fiz a matricula mas fui logo advertido que não teria aula aquele semestre pois não tinha professores. Só no semestre seguinte.
    No segundo semestre não teve aula porque estavam em greve. Lá se foi um ano de minha vida jogado fora. Meso assim encarei o inicio já no terceiro semestre. Mas foi em vão.
    Cheguei cheio de entusiasmo, mochila na costa, cheia de cadernos e outros acessórios, para a primeira aula.
    Foi uma novela para achar o bloco. Ai não tinha sala para os alunos. Fui à coordenação que tinha apenas dois estagiários que nada sabiam,mas disseram que iam resolver. Cada um pegou uma vassoura e um balde e partiram para achar uma sala e fazer a limpeza, com certeza.
    Fiquei olhando aquela marmota e pensei com meus botões: isto aqui não é para aluno sério.
    Quando voltaram pedi um requerimento, preenchi e pedi meu desligamento da universidade. Adeus sonho de Geografia. Talvez numa universidade seria, mas particular, claro. Numa outra oportunidade, quem sabe.

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