Bandidagem toma conta de Macapá

Ninguém aguenta mais tanta violência. Todo dia, toda hora, em qualquer lugar a bandidagem está agindo. É assalto em clínicas médicas, salões de beleza, escolas, academias, lojas grandes e pequenas, mercearias, armazéns, mini boxes, pontos de ônibus, praças, dentro de ônibus e até na frente de igrejas.
Uma amiga que tem uma loja no Buritizal  conta que naquele bairro todos os dias acontecem vários assaltos, inclusive com reféns. A coisa tá tão feia que os próprios policiais orientam os moradores do bairro a ficar de olho em tudo porque “o estado está nas mãos dos bandidos”.
Do outro lado da cidade, na zona norte, não é diferente. “Não temos mais paz, dormimos e acordamos sobressaltados. Vivemos morrendo de medo”, diz uma diarista.
A escola, que antes era considerada pelos pais um dos lugares mais seguros para suas crianças, hoje também é alvo dos bandidos. Constantemente se tem notícia de bandidos pulando os muros das escolas e invadindo as salas de aula para assaltar estudantes e professores. “Antes eu ficava despreocupada na hora que meus filhos estavam na escola. Hoje eu fico aflita e rezando para que nenhum mal aconteça a eles no horário de aula”, conta Maria de Lourdes Santos, mãe de dois adolescentes que estudam numa escola que já foi assaltada.

A bandidagem está solta. O povo morrendo de medo. A polícia, com número reduzido de pessoal e viaturas e praticamente sem combustível, armas e munições, pouco pode fazer para combater o crime.

E o governo que prometeu cuidar das pessoas faz cara de paisagem.

  • É a “Geração Zona Franca” mostrando o seu valor. 20 anos de estagnação e dependência da esmola federal, fizeram o Amapá este imenso “Acampamento de Refugiados”. Agoraguenta…

  • Ruim com o Camilo, pior sem ele!
    E o povo que recebeu cinquenta e cem reais para colocar a bandeira “daquela coisa” na casa? Agora, aguenta!

  • Os familiares, amigos e vizinhos desses praticantes de delitos vultuosos são coniventes com tudo o que eles fazem. Muitas famílias sérias em Macapá, espalhadas por todos os Bairros, são coniventes, pois quando os meliantes obtêm sucesso em suas ações, comemoram com churrascos e cervejadas, onde estão presentes seus familiares, amigos e vizinhos. Se há o apoio de parte da população para com o crime? Então porque se rebelam apenas quando do insucesso desses criminosos?

  • Essa onda de violência é reflexo do apoio da própria População de Macapá, que prefere não denunciar os bandidos vizinhos. Então, esses vizinhos passam a atacar em outros bairros. Tem muita gente acobertando bandidos, preferindo participar do churrasco que eles patrocinam, logo após efetuarem esses roubos e assaltos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *