Movimentos sociais e indígenas marcam coletiva para reafirmar que Emyra Wajãpi foi morto por garimpeiros

Movimentos sociais e indígenas do Amapá concedem entrevista coletiva nesta quinta-feira, às 16h na Universidade Estadual do Amapá (UEAP) para falar da suposta invasão de garimpeiros  nas terras Wajãpi. Na coletiva eles vão reafirmar a versão  indígena de que o cacique Emyra Wajãpi foi morto por garimpeiros.

De acordo com os organizadores da coletiva o objetivo  é apresentar as narrativas oficiais do povo Wajãpi e dos militantes ambientalistas que possuem proximidade com a luta e causa indígenas do Amapá e do Brasil e “contrapor a versão das demais narrativas a respeito dos crimes ocorridos nas terras Wajãpi, localizadas no município de Pedra Branca do Amapari – AP.”

Dentre os que concederão entrevista estão Benedito de Queiroz Alcântara (Rede Eclesial Panamazônica ),
Emerson Costa dos Santos (Fórum Social Panamazônico), representantes da APINA, AWATAC  e APIWATA e da Pastoral da Terra.

Além da coletiva o movimento Emyra Wajãpi Vive montou uma agenda de mobilizações que inclui um ato sexta-feira, às 8h, na frente do Ministério Público Federal, e outro domingo na Câmara de Vereadores de Pedra Branca do Amapari.

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