Chocante

garoto-assaltante1Ele poderia estar na escola. Ou poderia estar jogando bola, jogando vídeo-game, empinando papagaio (soltando pipa), correndo, brincando, fazendo coisas comuns aos meninos de sua idade.
Mas não. Esta aí algemado pela polícia depois de levar uma surra de moradores do bairro do Laguinho, onde assaltou no começo da noite um mercantil.

Apenas 13 anos de idade e já carrega  quatro atos infracionais nas costas. São quatro passagens pela polícia por roubo e furto.

Eu fico assustada com o crescente número de crianças e pré-adolescentes que trocam a escola pelo crime, o caderno pela arma, a vontade de brincar pelo desejo de roubar e matar.

E pergunto: o que é possível fazer para impedir que mais crianças trilhem o caminho do crime? O que o poder público está fazendo para evitar isso?

Alguma coisa precisa ser feita. E já!

garoto-assaltante-2Depois de apanhar de populares, o menino foi entregue para a Polícia. Algemado  foi conduzido à Delegacia de Atos Infracionais

  • Vamos construir escolas profissionalizantes para crianças. Não vemos mais engraxates como antigamente nas ruas e repartições, mudar o Estatuto da Criança para que possam trabalhar e aprender uma profissão. Acabar com os conselhos tutelares que viraram cabide de emprego e trampolim político. Voltar com o ensino de Moral e Cívica e Ética nas escolas. Já viramos a Colômbia do tráfico de Pablo Escobar e ninguém se dá conta disso. A polícia está desmoralizada, sem força, a justiça completamente inoperante e as casas legislativas um antro de corrupção. Vivemos em casa enclausurados e com medo de sair nas ruas. Será que vamos precisar de mais um golpe militar com o exército ocupando a ruas e instituições para que voltemos a ter um pouco de paz?

  • Quando eu era menino, minha mãe fazia bolinhos de trigo e eu vendia nas ruas e, entregava nos bares, como O Gato Azul, Urca Bar,casa Estrela do Oriente. Vendia brinquedinhos de plástico para Alberto, o Gravador. Tinha a idade desse garoto ou menos talvez.
    Naquela época a sociedade apoiava que os moleques trabalhassem e cedo aprendessem o valor de cada coisa que gostariam de ter. No final, quando viravam adultos, geralmente se tornavam médicos, engenheiros, professores, economistas, ou outros profissionais.
    Hoje com as novas leis, e nova sociedade, o moleque não deve trabalhar. Não pode ajudar a mãe ou o pai. Deve ficar na rua cheirando cola, aprendendo todo tipo de sacanagem. Aí, sim todo mundo fica contente. Esse é o modelo de cara que deve crescer tomar conta da sociedade.
    Hoje vi um camarada, na feira do produtor, brigando com dois meninos. Ameaçava chamar a polícia. Cantava de galo.
    Simplesmente por que os dois estavam a comprar verduras e separavam em porções, com certeza para vender adiante. Dizia o arauto da moralidade e dos bons costumes que não podiam fazer aquilo.
    Fiquei imaginando que aqueles jovens estariam bem melhor, se estivessem ao redor da feira cheirando cola, batendo uma carteira, como muitos fazem. Com certeza deve ser isso que os criadores dessa normas querem.

  • O governo do esrado possui 6 centros de mobilização social, que ficam localizados nos bairros: Muca, nova espdrança, santa ines, p. socorro, são lazaro e jardim felicidade. Esses centros trabalhavam projetos com a criança, com o adolescente, jovem e com a terceira idade. Por que o atual governo não abandonou essse projeto? os centros fecharam as portas e a consequencia é essa realidade triste; é claro que uma familia destruturada e sem dialogo os levam para um dim amargo.

  • No dia a dia, ouvimos muitas declarações razoáveis e demagogas a respeito de “crianças e adolescentes”. Nos bons tempos, a gente ia para a roça pela manhã, chegava por volta de meio dia, tomava banho às pressas e as vezes pouca coisa para comer e à tarde na escola; não tinha ônibus, meia passagem, bolsa e frequentava-se a escola com ânimo. No dia da eleição, ao entrar na escola que tem o nome da saudosa querida professora Sebastiana Lenir, fiquei assustado com frases de apologia ao PCC. Ora, não vamos culpar governos e governantes; a família; ausente da educação dos filhos quer empurrar a força a responsabilidade a escola e professores. Se avistamos uma criança ajudando os pais em certas tarefas, chamamos Conselhos, polícia e tudo mais; o que é isso? Acho que é um incentivo para que esse ser tenha a seu favor a proteção para não querer fazer nada e aí crescem nesse mundo desse jovem. A população; cansada da impunidade, age, também assim; com violência; dando resposta a lei e ao infrator.

  • Com referencia ao penúltimo parágrafo, políticas publicas em educação, construindo escolas em área de risco social, manter as crianças em tempo integral nessas instituições. Repressão, não dar resultados satisfatórios , aumentar o efetivo policial, construir presídios, reduzir a maior idade, em nossa opinião são medidas paliativas, contribuem mas não reduz a violência, só educando as crianças, ninguém nasce bandido, assim sendo, certamente, daqui a doze anos teremos uma geração com grau de pureza satisfatória, Como sugestão de verbas para custear projetos dessa natureza, sugerimos, reavaliem o bolsa família, destinando parte do valor.

  • Acho que a redução da maioridade penal não é o melhor caminho para se resolver esse tipo de masela social. Por que se construir mais presídio, se pode-se construir mais escolas????

  • Sei q ainda ha esperança… mas hj em dia ninguem qer saber de estudar… mesmo recebendo dinheiro por isso como em alguns casos… parece q e mais facil roubar das pessoas q suam a camisa para conseguir um dinheiro do q suar a propria camisa para conseguir um trocado p si.

  • Vai ficar apenas 45 dias em observação.
    Depois meus amigos, voltará com toda fúria as ruas do Amapá.
    Um pequeno jovem bandido.
    Gostaria de vê um parlamentar tucuju rever o ECA para juntos com seus pares mudar esse Estatuto e mandar pra cadeia esses pequeninos, porém grandes BANDIDOS.
    Desculpem, é o meu desabafo !

  • Fivo chocada e indignada com isso.Falta uma politica eficaz p atender n somente o menor , mas como sua familua. Acredito que poderiamos mudar esse quadro lamentável. Falo de governo e sociedade civil

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