MS manda 10 médicos para o Amapá

A primeira fase do programa federal “Mais Médicos” encerrou na terça-feira, 13, com a confirmação de 1.618 médicos que atuarão em 579 municípios e 18 Distritos Sanitários Especiais Indígenas. Para o Amapá, dez médicos foram selecionados, sendo cinco brasileiros e cinco estrangeiros. Os profissionais atuarão diretamente na atenção básica. De acordo com o coordenador do programa no Estado, Amerson Maramalde, o governador Camilo Capiberibe, juntamente com a secretária de Saúde, Olinda Araújo, apresentaram relatório ao Ministério da Saúde solicitando 270 profissionais médicos, mas o MS atenderá, inicialmente, o quantitativo de 127. “A demanda será atendida conforme a adesão dos profissionais ao programa. Esperamos atingir esse número até o final do ano”, explica Maramalde. Os profissionais que atuarão no Estado já têm data para chegar. No dia 2 de setembro desembarcam os médicos brasileiros e no dia 19, os profissionais estrangeiros. Os selecionados atuarão nos municípios de Macapá, Ferreira Gomes, Mazagão, Santana e áreas indígenas.
(Ascom/Sesa)

  • 270 médicos?! E será que temos tantos Municípios assim ou essa solicitação do Governo nada mais é que jogar a responsabilidade da União para contratação de médicos à substituição dos profissionais da terra?! O projeto federal foi concebido para adicionar profissionais nos interiores carentes de médico, PLUS, e não para substituir os existentes aqui. Uma pena o rumo que esse Governo está tomando!

  • Iatrogenicidade é praticada diariamente no Brasil e no Amapá não e diferente. O CRM tem sido omisso com seus pares e com a sociedade. A miopia intelectual de João Paulo Sousa não o permite perceber que o Programa funciona em função de uma medida provisória, legal e prevista no Estado Democrático de Direito, e logo virará Lei. Por fim, aprovado no revalida, o medico vai atuar no lugar que ele quiser e jamais irá para regiões remotas do país, pois o capital (dinheiro) tem ordenado o provimento desses profissionais.

  • Recentemente vi uma matéria da TV Folha abordando esse tema. Eles apontam o Amapá como um dos estados mais problemáticos e mostraram um médico cubano que atua no interior do estado há alguns anos. Não existe a menor estrutura, não existe equipamentos, ele examina seus pacientes a luz de velas por não ter energia no prédio onde funciona o posto, o prórprio médico disse que não imagina que existisse tanto atraso no Brasil. Fiquei com vergonha por ele e indignada com tal situação. Com certeza não é apenas o aumento do número de médicos que vai resolver a situação…..

  • Eu, hem. Confio mais no pajé, médicos gringos, podem confundir, tratado de Tordesilhas com cagando atrás das ilhas.

  • Acho válida a iniciativa do governo federal,uma vez que os médicos brasileiros se enchem de dedos para atuar nos lugares mais distantes das grandes capitais.Querem ficar aglomerados nos grandes centros e dai que ficam fazendo greves por melhores condições e salários,e quem acaba pagando a conta é o povo que necessita desses profissionais.È professor,é medico e tantos outros que se formam e só querem trabalhar onde lhes convém.

  • Mas se os médicos brasileiros não querem trabalhar no interior e aí? Essa estória de falta de estrutura é balela. Pra mim, trabalhar no interior significa perder aquela fatia gorda da capital ou não.

  • Os estrangeiros “Médicos” que atuaram no AP com esse programa eleitoreiro é ilegal, pois tendo em vista que a prova de revalidação feita pelo MEC foi burlada pela ditadura do Atual governo federal.
    É preciso que o CRM-AP se manifeste e condene o credenciamento desses profissionais. Que a população fique atenta por algum iatrogenicidade e denuncie. Pois a saúde da população está em perigo em mãos de médicos que não sabe falar e/ou escrever o português. Fiquem de olho !

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