O retrato do caos no Hospital de Emergências

b7aParece, mas não é um hospital de guerra. É o Hospital de Emergências, também chamado de Pronto Socorro. Sem macas, sem leitos, os pacientes se amontoam nos corredores e fazem de papelões ou seus leitos.

b7bO pós-operatório de crianças e idosos é em colchonetes ou macas no chão dos corredores, onde o risco de infecção é grande.

Isso é desumano.

  • É preciso ser muito burro pra pensar que candidatos, sejam 10, 12,15, 16,18, 40, 51, ou qualquer outro algarismo, irão mudar a situação dos macapaenses ou dos amapaenses, como um todo.
    A mudança vem com competência, e já se viu ao longo de nossa história que nossos gestores são um bando de toupeiras.
    Tem ex gestores que acabaram de sair de seus cargos, deixando um rastro de merda, para o próximo e já começam a criticar como se fossem o supra sumo da competência.
    Devem imaginar que somos a imbecilidade personificada.

  • Deixa de “demagogia politiqueira”, pois a questão (ou problema pra solucionar) não é, somente, de “quem está sentado na cadeira”. Afinal as causas são muitas e, por conseguinte, as consequências desastrosas se apresentam para a população mais dependente dos serviços públicos.
    Algumas causas de grande importância, sabidas e constatadas, pelos cidadãos que não participam da “burrice ideológica e politiqueira” de alguns incautos e/ou irresponsáveis correspondem a:
    (1) O Estado do Amapá, além de ser jovem, é um dos estados mais pobre do pais (sendo mais drástico, eu diria, até miserável).
    (2) A saúde pública, no estado, caminha a “passo de tartaruga”, principalmente, desde sua transformação a estado, onde, em praticamente três décadas, foram feitos alguns “puxadinhos” no HE^, HCAL, Maternidade e …, que, a época, não resolveram os problemas existentes. Como poderiam resolver agora? Enquanto isso a população cresce e sua capacidade financeira diminui, ocasionando maior demanda aos serviços ofertados, que com o tempo, só se agravam e se transformam em “caos”.
    (3) O Estado é dependente do Governo Federal, cuja instabilidade política e econômica, advindas, principalmente, de erros dos governantes e de uma situação antidemocrática consolidada, trazem, em seu bojo, a penalização daqueles mais carentes e que necessitam dos serviços públicos.
    (4) O Estado do Amapá necessita de, pelo menos, alcançar, imediatamente, 500 leitos (não possui nem 200 leitos), com acréscimo quinquenal de, no mínimo, 100 leitos. Isso traria, também, aumento de leitos em CTI/UTI, salas cirúrgicas e etc (correspondendo a construção de novos hospitais de emergência e gerais) . Acarretando investimentos, responsáveis, de alguns milhões de reais.O AMAPÁ NÃO POSSUI RECURSO PRÓPRIO (ARRECADAÇÃO INCIPIENTE) PARA ISSO. Logo precisa de recursos federais. Não os tendo, a população, de um modo geral, “que se dane”.
    CONCLUINDO, PODERIA ENUMERAR OUTRAS CAUSAS, PORÉM VOU FICANDO POR AQUI, RESSALTO QUE HÁ “ERROS DE GESTÃO”, VERIFICADOS E CONSTATADOS, EM TODOS OS GOVERNANTES (DESDE O BARCELLOS), AGRAVADOS, HOJE, PELA SITUAÇÃO DE INSTABILIDADE VIVIDA NO PAÍS QUE OCASIONA A FALÊNCIA DO ESTADO (OS ESTADOS RICOS ESTÃO FALIDOS, IMAGINE O AMAPÁ!!!).
    ISSO VALE, TAMBÉM, PRA EDUCAÇÃO, SEGURANÇA E ETC.

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