PF corta na própria carne

A Polícia Federal, no Amapá, deu um corte na própria carne ontem ao prender um dos delegados do seu quadro: Marcos Reátegui de Souza, na Operação “Flor-de-lis”, especialmente preparada para ele.
O delegado vinha sendo investigado há dois anos pelo núcleo de inteligência da PF por crimes contra a administração pública, entre os quais o vazamento de informações.
O mandado de prisão preventiva foi expedido pelo juiz da 4ª Vara Criminal da Justiça Federal Togo  Ricci.
Marcos Reátegui de Souza foi preso por volta das 14h, prestou depoimento ao delegado Tiago Rezende e passou o resto da tarde e a noite numa das celas  da Polícia Federal. Hoje pela manhã ele foi recambiado para Brasília. Não se sabe até quando ficará na carceragem da PF em Brasília, uma vez que trata-se de prisão preventiva, portanto sem prazo estipulado para acabar.
Reátegui é ex-funcionário do Banco do Brasil. Em 2001 foi aprovado em concurso público para o cargo de delegado de Polícia Federal. Durante o governo Waldez Góes (PDT), o chamado governo da Harmonia,  ele licenciou-se da PF e assumiu a procuradoria geral do Estado.
Foi no governo da Harmonia, em 2010, que aconteceu a famosa operação “Mãos Limpas” que levou quase todo o primeiro escalão do governo – inclusive o próprio governador – , conselheiros do Tribunal de Contas, prefeito de Macapá, servidores públicos e empresários para a cadeia.

Flor de lis – Em nota a PF  lembra que  “Flor de Lis é a flor símbolo do Escotismo, cujo lema é “Sempre Alerta”, sendo que o nome dado à operação demonstra que a Polícia Federal sempre está atenta aos crimes cometidos contra a sociedade e, notadamente, contra a própria instituição.”

  • Os novos vigilantes das leis brasileira já começam sinalizar algo de positivo em moralizar a corrupção. Devemos confiar piamente em os órgãos fiscalizadores de nossos recursos financeiros, e nesse sentido, os funcionários devem ganhar briosamente bem, para que não sejam picados pelos desmandos governamentais brasileiro. Os nossos órgãos tipos TCU e CGU, com as suas ramificações estaduais e municipais, devem também, e reforço ainda mais, fiscalizarem rigorosamente os altos esquemas de corrupção manipulados em os gabinetes por nossas “autoridades” federal, estadual e municipal, verdadeiros malfeitores em destruírem o sofrido povo brasileiro de bolsas salários miseráveis desempregados eleitoreiros. Humildemente, sou um veroz combatedor de corrupção, não concordando com as facilidades administrativas e que devemos servir somente o nosso povo que precisa de nossas responsabilidades profissionais em bem serví-lo. Não é porque a maioria de servidores do executivo ganha pouco, em detrimento aos servidores dos poderes legislativo e judiciário que são muito bem mais aquinhoados financeiramente, se acham no direito de usarem da facilidade do dinheiro que não é nosso. Infelizmente, quem não pensa corretamente e honestamente, tem todo o direito de se hospedar em ambientes inapropriados e/ou inadequados por se ter apropriado de dinheiro que supostamente não não lhe pertence.

    Os novos e valorosos servidores públicos do Brasil, tem a devida obrigação de banir os calhordas, pulhas e bandidos que infestam vergonhosamente a nossa nação brasileira.

    Ainda bem que temos o CLUDE DE REGATAS FLAMENGO, popularmente e mundialmente conhecido como MENGÃO, que faz a alegria de a maioria do povo brasileiro.

  • Invoco meu direito constitucional de permanecer calado. Política tem dessas coisas. Trabalhei com Marcos Reátegui no Banco do Brasil e, pelo que me lembro, seu desempenho como gerente de expediente era irretocável.

  • O que ele estava Reáteguiando?
    Este cidadão não é aquele que ouviu o Sr. Marbas, quando saiu do xilindró?
    Este JUIZINHO é bom além da conta! Parabéns DOUTOR.

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