Nota do Sindicato dos Jornalistas do Amapá

sindicatoNOTA OFICIAL DO SINDJOR

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Amapá –  Sindjor/AP –, diante da repercussão da matéria jornalística sobre corrupção  no Amapá, exibida em rede nacional, que provocou muitos debates e  embates entre internautas, jornalistas e políticos nas redes sociais, veículos de comunicação e, até mesmo no plenário do Senado Federal, vem a público defender, de forma contundente, a liberdade de expressão e trabalho dos profissionais de jornalismo amapaense.

O Sindjor acredita que, a liberdade, enquanto livre arbítrio, deve estar submetida à ética e, dessa forma, determina cada uma das ações do
indivíduo. Uma delas é a atividade produtiva do ser humano, decorrente da livre iniciativa e da liberdade de trabalho. Assim, o jornalista, como profissional liberal, tem o direito de trabalhar para quem quer que seja, e isto, não implica dizer que o profissional comunga do mesmo pensamento, posições ou atitudes do patrão.

O Sindjor garante que a imprensa do Amapá tem cumprido com o seu papel de informar a sociedade, tanto que escândalos envolvendo políticos e poderes constituídos chegam ao conhecimento de todos graças ao jornalismo. Ao mesmo tempo, o sindicato, comprometido com a defesa da democracia e da liberdade de expressão, também tem alertado a sociedade para ficar vigilante quanto à postura de determinados “profissionais”, que se passam por jornalistas.

O Sindicato condena o mau jornalismo, bem como ataques levianos de políticos a jornalistas e o confronto entre os profissionais do jornalismo, que em nada contribui para a sociedade.

Da mesma forma, condena o uso do jornalismo para outros interesses que não seja o público. O jornalismo não tem paixão, muito menos cor
partidária.

2014 é ano eleitoral e as pressões tendem a ficar mais fortes sobre os profissionais do jornalismo. O sindicato pede aos profissionais para ficarem atentos e permanecerem firmes no cumprimento de seu papel de informar a sociedade com responsabilidade e ética.

Por fim, o Sindjor no Amapá exige respeito aos jornalistas amapaenses.
Macapá, 16 de maio de 2014.

A Direção.

  • Deixemos de melindre, xororo e hipocrisia. Tanto o senador quanto o sindicato.
    Sejamos sinceros, existem três grupos de jornalistas ( e pseudo jornalistas) no Amapá:

    1º) As viúvas da antiga harmonia (que lutam dia e noite para queimar o governo e assim poder voltar a mamar no dinheiro público),
    2º) As prostitutas da nova harmonia (que nunca veem defeitos no atual governo e quando são obrigados a reconhecer algum problema dizem sempre que a culpa é da velha harmonia), e
    3º) Os idealistas independentes (que lutam para fazer um jornalismo independente e sério, porém por divulgar a verdade, com as coisas boas e ruins, da velha e da nova harmonia, são taxados de fazer parte do 1º ou do 2º grupo, não são contratados por ninguém, e quando eventualmente entram, são logo postos na rua).

    Em suma, se alguém quiser fazer jornalismo sério no Amapá, terá que ir para outro estado, rs.

  • Nossa, até tom de deboche tem aqui. Já sobre essa nota do Sindjor, tem muito profissionais de alto pradrao aqui em nosso estado, estão ate de parabens. mas que infelizmente, muitas emissoras locai, donos são empresários ligados com a turma da Harmonia, laranjas (fadados a deputados estaduais) e ex-senador, que esses certos profissionais tem de ir conforme a cartilha dos donos dessas emissoras. Dessa maneiro dificilmente noticias de anseio popular nunca virão aos nossos ouvidos.

  • Nossa!!! Me emocionei. Parece que estamos falando de freiras reclusas em convento.
    Capi falou o correto. Na época da harmonia era muito pior.

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