Faz falta em Macapá

Uma livraria como a Fox, de Belém (PA), que valoriza o escritor local.
Sem pires na mão, sem patrocínio de “papai governo”, sem ti-ti-ti, a Fox – em parceria com a editora Empíreo – realizou no fim de semana passado a Feira do Livro do Pará (FliPA). Em apenas dois dias nada menos que 107 autores fizeram sessão de autógrafos e mais de 1200 livros só de escritores paraenses foram vendidos.
Foi um sucesso!
Isso prova que não é difícil uma livraria fazer um evento desse tipo. Basta a vontade de fazer. É simples e todos ganham: o livreiro e os escritores. Repito: mais de 1200 livros vendidos em dois dias.

Dentre os livros mais vendidos na FliPA estão:  Atalhos no tempo, de Flávio Oliveira; Pssica, de Edyr Augusto Proença; O Corvo, um livro colaborativo, de diversos autores; As casas que moram em mim, de José Seráfico; Belém, Belém, de Alfredo Oliveira; Torre acima do véu, de Roberta Splinder; Olho de Boto, de Salomão Larêdo; e Margarida Schivazappa, de Antonio Pantoja.

bbEscritores paraenses em reunião de avaliação da FliPA na livraria Fox
(Foto: Luana Rodrigues)

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