Paisagem antiga – Lembras?

Prainha atrás da Fortaleza de São José de Macapá. Quem lembra? Quem tomou banho aí? Sei que muita gente até gazetava aula para ir tomar banho e brincar nesta praia. Naquele tempo Macapá era tão pequenina e pacata.

  • Bem comentado pelos amigos p.silva e adelmo caxias nós eramos da mesma epoca
    PRÉ JUVENIL, J.O.T, YPIRANGA CLUBE quando terminava as reuniões na paroquia NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO nós irmos direto bater a pelada e tomar aquele banho no rio amazonas, como é bom lembrar. parabens alcinea p/ pagina.

    J.P.S – CARIOCA

  • Legal o texto do Sabá do Aturiá. Diversas vezes fui surpreendido nesta prainha pela dona Jandira, minha mãe, que já chegava com o cinto na mão. Eu fugia da escola e me mandava para o banho gostoso. Neste local a gente achava muita moeda antiga. Bons tempos.

  • Lembro muito desta prainha.
    Era o lugar onde íamos fumar escondido.
    Lembro também que certa vez o Bolô foi nadando por fora da fortaleza para ‘furar’ numa festa no Círculo Militar. Também, durante as festas no Círculo sempre dávamos umas escapadinhas para uns amassos nas meninas.

  • Quando vinhamos do Barão do Rio Branco, era inevitável um banho ali, depois, já em casa, a taca comia. Foi aí que eu e muitos colegas aprendemos a nadar. Saudades dessa época.

    • Gazetar não dava, né Cléo? As professoras da época davam dever tipo 1000 vezes “Não devo gazetar aula”, quem arriscava passava pelo vexame.

  • Muitas vezes cheguei em casa tuíra de tomar banho aí, depois, ia prestar contas com dona Iracema Maia.
    Sds,

  • Esta praínha, localizada em frente da cidade, era bastante frequentada aos domingos pela moçada. Batíamos fotos sobre as pedras.Logo acima ficava a sede do Circulo Militar que promovia quermesses aos docmingos, a qual foi desmanchada porque ocupava entorno da Fortaleza de São José, que é protegida como Patrimônio Histórico Nacional e não pode ter edificações que comprometa ou desnatureza sua paisagem. Tempos de nossa boa juventude!

  • Alguém disse que um bom vinho é a única obra de arte que se pode beber. Uma foto como essa é “poesia pura” evocando um passado que não posso esquecer.

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