A prioridade do prefeito Clécio

“Temos várias prioridades, como captar recursos e investir na saúde, mas uma em especial, é conclamar a população a cuidar da nossa grande casa, que é a nossa cidade”, disse o prefeito Clécio Luís em seu discurso de posse hoje.Ele ressaltou que “cuidar de Macapá não pode ser obra de apenas um homem ou uma mulher, de um prefeito ou de um mandato, mas de um coletivo.

Conclamar o povo a cuidar da cidade, Clécio já vem fazendo isso desde o início do seu primeiro mandato e os prefeitos anteriores também ficaram roucos de tanto chamar a população para tal, mas a grande maioria dos munícipes se faz de surda e cega quando o assunto é cuidar da cidade.

Os exemplos dessa falta de amor por Macapá são vistos diariamente em todos os pontos da capital. Prefeitura limpa os canais para evitar inundações, no dia seguinte o povo já está jogando nos canais sofá velho, fogão inservível, cascos de geladeiras, telhas quebradas, restos de construções, cadeiras velhas e tudo o mais que se possa imaginar.
Outro exemplo? Prefeitura revitaliza as praças, deixa tudo bonito, limpo, florido e na mesma semana os vândalos atacam, como foi na Praça Veiga Cabral que na mesma semana que foi reinaugurada bancos foram quebrados e mais tarde a estátua de Cabralzinho foi pichada.

Prefeitura espalha lixeiras por toda a cidade, mas o povo prefere jogar o lixo na rua.

Na Praça de Fátima, por exemplo, há lixeira por todo lado, mas os sujismundos deixam o lixo (garrafas pets, copos descartáveis e restos de sanduíches) nos bancos e na parada de ônibus. E olha que a meio metro da parada de ônibus tem lixeira.

Pontos turísticos como a orla, o Parque do Forte, Marco Zero, dentre outros, na verdade espantam o turista pela quantidade de lixo e fedor.

Povo não pode também ver um terreno desocupado que transforma logo em lixeira e faz assim também com os canteiros das avenidas. Nos canteiros – que deveriam ser floridos –  como o da Mendonça Furtado, área nobre de Macapá, os munícipes sufocam e matam as plantas com todo tipo de lixo, como caixas de papelão, sapatos velhos, pedaços de eletrodomésticos, sombrinhas quebradas, frascos vazios de remédios, restos de comida e até casca de tamuatá e papel higiênico usado.

Enquanto o povo não se educar, não tem prefeito que consiga fazer de Macapá uma cidade limpa, bonita e cheirosa.

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