Notícia triste – Morre o jornalista e escritor Artur Xexeo

“Tudo que eu faço, o que eu edito, o que eu escrevo, é em nome do leitor. Então, eu acho que ele tem o direito de reivindicar, de gostar, de não gostar, de reclamar, de escrever, de se colocar, de se posicionar, eu gosto de participar dessa troca”
(Artur Xexeo)

 

Morreu neste domingo, aos 69 anos,  o jornalista e escritor Artur Xexeo. Uma perda imensa para o Brasil, para o jornalismo e para a cultura.
Xexeo – que trocou a faculdade de engenharia pela de jornalismo – começou no “Jornal do Brasil” em 1976 como repórter na sucursal do Rio de Janeiro. Quatro anos depois, convidado por Zuenir Ventura foi para a revista “IstoÉ”. Trabalhou também na Veja.

Colunista do jornal “O Globo” e comentarista da GloboNews, desde 2015  participava da transmissão do Oscar na Globo. Também ficou conhecido no rádio, como comentarista da CBN.

Além de jornalista, Xexeo era escritor e dramaturgo. Autor dos livros Janete Clair – A usineira dos sonhos (Relume Dumará, 1996);  Liberdade de Expressão (Futura, 2003), com Carlos Heitor Cony e Heródoto Barbeiro;  O torcedor acidental (Rocco, 2010) e  Hebe: A Biografia (Best Seller, 2017).

Escreveu os musicais “A Garota do Biquíni Vermelho”,  “Nós Sempre Teremos Paris” e “Cartola – O Mundo é um Moinho”, espetáculo idealizado e produzido por Jô Santana, com direção de Roberto Lage. Em 2018, assinou o texto da comédia romântica “Minha Vida Daria um Bolero”, Foi roteirista dos seriados Pé na cova e Sexo e as Negas, da Rede Globo. A última obra de Xexéo no teatro foi a adaptação do espetáculo americano “A Cor Púrpura”, com direção de Tadeu Aguiar.

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