Quem pulou desse trampolim?

1968 033 Macapá Piscina125Piscina Territorial – 1968

Naquele tempo as manhãs de domingo eram super animadas na Piscina Territorial com os chamados “banhos livres”. Os rapazes considerados “bambambãs” aproveitavam para fazer piruetas no ar pulando do trampolim mais alto. E com essas piruetas conquistavam corações. O salto mortal acabava virando um salto direto no coração das gatinhas. E muitos namoros – alguns evoluíram para casamento – começaram ali nas manhãs ensolaradas de domingo.
Ah, poucas mulheres se atreviam a pular do trampolim. Bom mesmo era ficar lá embaixo de olhos pregados nos meninos.
Você frequentava a piscina? Conta pra nós o que você viu, o que você lembra, o que você sabe daqueles domingos.

  • Concordo com a Aninha. Pelas fotos antigas, A Macapá do passado parece ter sido melhor do que a Macapá de hoje.

  • Não sou deste época mas quando vejo aqui fotos postadas do passado, tenho a sensaçao que tudo era mais bonito, existiam mais opções agradaveis de lazer e a cidade era bem cuidada. Desculpem-me a sinceridade, e pior, dar uma nostalgia de coisas que eu nem conheci.

  • Nessa piscina foi “criado” o campeão brasileiro de natação, representando o nosso Território do Amapá: ANSELMO GUEDES. Lembram?

  • Eu também a nadar nessa piscina. Lembro dos grandes campeões e campeãs de natação. Como a Kátia Moro, minha grande amiga de infância. Um grande abraço.

  • eu nunca participei de nenhuma atividade na piscina territorial, mas lembro de algumas histórias que mamãe contou, que além dos banhos tinham festas dançantes e eram muito divertidas e era point da época.

  • Caramba! Q lembrança boa. Também aprendi a nadar nessa piscina, mas já era “piscina do Barão” e os banhos livres ainda faziam sucesso na época em que fiz natação lá.

  • Nessa época, eu estudava no Barão, mas quase não frequentei a piscina. Lembro-me de uma feijoada organizada neste espaço (acho que era pra arrecadar fundos para a festa de São João), mas não entrei na água. O lazer aquático da molecada da minha época era o quebra-mar e o trapiche onde, de vez em quando, um moleque era agraciado com uma “ferrada” de candiru.

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