Governo esclarece sobre ações intentadas pelo MPF-AP

NOTA DO GOVERNDO DO AMAPÁ
O Governo do Estado do Amapá vem a público prestar esclarecimentos sobre Ações Judiciais intentadas pelo Ministério Público Federal (MPF-AP) em desfavor do governador Waldez Góes e do vice governador Papaléo Paes.
1 – Primeiramente o governador declara respeito pelo posicionamento do MPF e reitera seu respeito pelos senhores procuradores da República, que foram essenciais para garantir uma disputa justa e equilibrada, sem partidarismo ou preferências que ferissem a democracia;
2 – Porém, o governador discorda das acusações a eles imputadas e provará na Justiça, como já tem feito, sua inocência;
3 – Causa estranheza que o Ministério Público Federal tenha dado publicidade a uma ação que tem caráter sigiloso para evitar exposição desnecessária das partes, isso por força do artigo 14,11° da Constituição Federal;
4 – A acusação de abuso de poder não prospera, pois só pode abusar de poder quem o tem. Waldez Góes e Papaléo Paes não estavam no exercício dos cargos;
5 – Quanto à acusação de cadastro de beneficiários para eventuais programas sociais, é totalmente sem nexo e descabida, Waldez Góes e sua esposa, Marilia Góes, foram motivadores e entusiastas destes projetos sociais e tiveram o cuidado, em sua criação, de estabelecer critérios rígidos para que a população realmente necessitada fosse alcançada;
6 – O governador, seu vice e a deputada estadual Marília Góes não conhecem a pessoa que está sendo acusada de ter feito tais cadastros e já estão adotando medidas judiciais para restabelecer a verdade e punir quem está por trás dessa farsa;
7 – O governador e seu vice não tem conhecimento oficial das acusações, tão logo a Justiça Eleitoral os notifique, a assessoria jurídica adotará as medidas necessárias para que a verdade impere e permaneça a vontade popular;
8 – Waldez Góes e Papaléo Paes seguem com a consciência tranquila, por saber que o mandato foi conquistado com a graça de Deus e com a Força do povo em respeito a aprovação popular de 60,58% nas urnas, o que aumenta ainda mais a responsabilidade dos eleitos na boa gestão.

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