Mãos Limpas – A versão de Marília Góes

Sobre as denúncias do Ministério Público Estadual, divulgadas nesta data, a Assessoria de Comunicação da deputada estadual Marilia Góes (PDT) esclarece:

1. Que as ações de Marilia Góes no exercício do cargo de secretária de Estado de Inclusão e Mobilização Social foram sempre pautadas pelo respeito aos princípios que regem à administração pública;

2. Que em relação ao processo de compra de kits vestuário, para socorro às vítimas da enchente de janeiro de 2010, em Laranjal do Jari, tudo foi feito com a finalidade de prestar socorro eficiente e ágil aos cidadãos em situação de vulnerabilidade momentânea;

3. Que todos os procedimentos foram adotados com o objetivo de atender prontamente as pessoas sinistradas e submetidas a grave risco social, em obediência à legislação pertinente;

4. Que a lei de licitações traz requisitos específicos para contratações emergenciais, as quais, como o próprio nome já diz, não podem ser submetidas a processos burocráticos que comprometam a sua finalidade de atendimento imediato aos cidadãos em situação de risco;

5. No que tange à denúncia relativa ao Instituto Vidas Parceiras, esclarece que o serviço contratado foi devidamente prestado, conforme relatório existente na SIMS, sendo precedido por regular processo licitatório sem que nenhuma anormalidade tenha sido registrada pelos órgãos de controle. Os questionamentos levantados na denúncia serão devidamente esclarecidos nas instâncias cabíveis;

6. Que após quatro anos, este será o momento de efetivamente defender-se das acusações que lhe são imputadas, até aqui extra-oficialmente, no âmbito da Operação Mãos Limpas, e que todas as provas da retidão de sua conduta serão apresentadas no momento certo e analisadas por quem verdadeiramente tem a missão de julgar com independência e imparcialidade.

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