Ao mestre com carinho

Professor Antônio Munhoz, um dos homens mais cultos do Amapá, será homenageado
pelos poetas dia 10, quando completa 79 anos de idade

Era aqui, onde hoje é esta pracinha, que ficava a casa da pianista Walkíria Lima e seu filho poeta Isnard Lima. Era uma casa tão aconchegante, de cerca baixinha, muitos livros, discos e partituras nas estantes e outros móveis. Nas paredes, bruxos chineses. O quintal era pequeno e tinha algumas árvores onde os passarinhos anunciavam uma nova manhã.
A casa hoje só existe na nossa lembrança e do quintal restou apenas um coqueiro. Costumamos chamar para esta pracinha de “o quintal do poeta Isnard” e ficamos vigiando este coqueiro para impedir que qualquer autoridade, num surto de desamor ou maluquice, resolva derrubá-lo.

É aí, no “quintal do poeta Isnard Lima”, que haverá poesia na boca da noite na próxima quinta-feira, das 17h às 19h, para comemorar o aniversário do professor Antônio Munhoz.
Cidadão do mundo, mestre de várias gerações amapaenses, Munhoz completa dia 10, quinta-feira, 79 anos de idade.

Qualquer pessoa – poeta ou não – pode participar do “poesia na boca da noite”. Basta gostar de poesia.
E se você é ex-aluno do Munhoz, você é um privilegiado e, portanto, nosso convidado especial.

  • Tive o privilégio de se aluno desse grande Mestre de Vida, nos anos de 1972/1973.
    Quem conviveu com essa figura ímpar, de alguma forma também é uma figura singular. Só ele foi capaz de nos transformar nisso. E nunca mais existirá outro, como nunca existiu antes.
    Um grande abraço, grande Mestre.

  • Como um percentual dificil de calcular de amapaenses, fui aluno do Professor Antônio Munhoz Lopez. Certa vez, ele havia chegado de uma de suas viagens e, como sempre, passou o tempo da aula todo contando para nós o que havia vivenciado. Ao toque da campainha, a Dra Ida, que era nossa professoa de Química, fez questão de dizer que aquilo que nós havíamos terminado de ouvir era uma aula de vida, muito mais importante do que a de Literatura, que Munhoz lencionava. A Dra. Ida, silenciosamente, assistiu à aula do Munhoz, sentada em uma das cadeiras ao fundo da sala, e,certamente, conosco aprendeu um pouco mais. O Munhoz, pois, é mais que um professor, é um Mestre, em tudo que a expressão possa conter! Parabéns, meu velho e querido mestre!

  • Prof. Antonio Munhoz Lopes, Meu amado e querido padrinho, quero desejar-lhe um Feliz Aniversário, que os anjos de luz ilumine sempre seus caminhos e que Deus possa sempre encher de bençãos e muita saúde cada dia de sua vida ! Um grande beijo padrinho. Amo!

  • Certamente seras o grande homenageado de hoje, com belas poesias dos poetas amapaenses, eu à minha maneira gostaria de oferecer-te um bouquet de poetas paraenses que fazem parte do teu acervo; Dalcidio Jurandir: “Chove nos Campos de Cachoeira”; Eneida de Moraes: “Terra verde”; lindanor Celina: “Menina que vem de Itaiara”; o grande Waldemar Henrique: Tamba-Taja; Vicente Salles: “Linda Morena; Ruy Barata: Canção dos qaurenta, Paes Loureiro: “Poesias (obras reunidas) e tantos outros que conheces muito bem, finalizando gostaria de oferecer-te a bela poesia de Edyr Proenca e Adalcinda Camarão: “Bom dia, Belém, envio a mesma para o mail da Alcinéa. Um abraço carinhso Ilka

    • Acordou cedo para homenagear o Munhoz, essa é a parte boa da vida, tem sempres alguém provocando situações, hoje foi o Munhoz que te arrancou da cama. Um beijo quarida irmã.

  • Abraço ao nosso querido mestre Munhoz,parabens aqueles que resolveram homenagea-lo , que Deus o abençoe e ele permaneça por muito tempo nos proporcionando essa alegria , quero dizer tb que sou uma daquelas privilegaidas por ter sido sua aluna no colegio amapaense.

  • Olá Alcinéa,
    Fui aluno do Professor Munhoz nos idos de 69 no Colégio Amapaense e muito me alegra vê-lo com saúde e ainda transmitindo cultura. Uma particularidade, o mesmo era fã da nossa famosa atriz Florinda Bolkan, famosa na Itália. Saúde e vida longa a todos.
    Sds,

  • Alcinéia, você sabe de alguém que que teve dificuldade em Literatura? Com um professor do calibre do Munhoz é muito raro.Aproveito para desejar ao querido professor uma eternidade de vida.

  • A última lembrança que tenho dessa casa – Era toda pintada da cor branca, exceto as portas e janelas que eram verdes. Ah, tinha sempre um caminão lá estacionado, e ao lado e na frente tinham coqueiros. Hoje ainda restam uns. Saudades…

  • AO meu amigo de longa data, envio um grande abraço, desejando-lhe muita saude e muitos anos de vida. Eh! Munhoz lembra da missa de domingo à noite, quando apos a mesma saboreavamos um bom prato de sopa la em casa, bons tempos hein!!!! Um grande abraço Ilka

  • Alcinéa, a minha incapacidade de editar versos como esses do Augusto, é que me fazem um não-poeta, ou mesmo, um pseudo-poeta-burocrático. HEHEHE.
    Até quinta!

  • Olá Alcinéa, tive o privilégio de ser aluno do Professor Munhoz. Apesar de gostar dos números, e adotá-los, esse Honrado, Nobre e Culto Professor, fez-me crer, mesmo em plena adolescência, que as letras despertavam algo a mais em nós, seres humanos. Irei e levarei minha mãe, também ex-aluna. Talvez ela se desiniba e declame algum poema de sua lavra, eu, lerei talvez Augusto dos Anjos, [Solilóquio de um Visionário]. Parabéns, Ilustre Mestre Munhoz!.

  • Acredito que realmente o “amanha nao nos pertence”. Digo isso como premissa de outra verdade: precisamos HOMENAGEAR todos aqueles que amamos, bem como todos aqueles que sobrepujaram o comum, enquanto ELES estiverem entre nos, isto e, EM VIDA.
    PARABENS a todas as pessoas que decidiram homenagear o Professor Munhoz EM VIDA.
    Nao fui aluno dele, todavia sou, desde minha tenra idade, cercado por pessoas que tiveram o privilegio de te-lo como grande mestre literário em suas formações intelectuais.
    PARABENS Professor Munhoz!
    Um grande amplexo!

  • Oi, Alcinéa.
    Também fui aluno do Munhoz no início do curso Colegial (o atual ensino Médio, que já foi chamado de 2º Grau).
    Mas uma aula que lembro até hoje não foi de Literatura e, sim, de História. A coisa aconteceu assim: 2º ano do colegial, turma de CH, a professora de História era a Annie Viana. O assunto era “Renascença”. E a professora Annie, simplesmente convidou o professor Munhoz que levou uns slides da Itália (uma de suas viagens).
    Obs.: A presentação dos slides foi na base dos antigos projetores, com slides fixos, coisa do início dos anos 70 (não havia as modernidades de hoje).
    Pelo seus conhecimentos e o bom papo, professor Munhoz era conhecido como “Cultura Ambulante”.
    Um abraço, extensivo ao Munhoz.

  • Parabéns duplo: Ao profesor Munhoz e aos que farão a homenagem pois lamentamos que a nossa história esteja apenas na memória de poucos. Dia 25 de Janeiro de 1952, o então governador Janary Nunes inaugurou o Conservatório Amapaense de Música, que aos 28 dias de Março de 1983 passou à Escola de Música Walkíria Lima e agora bem recente, 02de Outubro de 2007 – Centro de Educação Profissional Walkíria Lima, o que muito nos encheria de orgulho se a Escola não estivesse literalmente NO CHÃO! Cadê a nossa história??

  • Fui aluna do professor Munhoz, uma excelente pessoa e professor. Que Deus o abençoe! Deixo minha homenagem a ele. Parabéns, professor!

  • Estou fora de Macapá há alguns anos e, por isso, não consegui identificar onde fica esta pracinha. Alguém pode me informar?

  • Amiga! sei que sou uma pessoa privilegiada por Deus, por muitos motivos e um deles é por ter sido aluna do professor Munhoz e outra é poder comemorar com ele seus 79 anos de idade, e mais ainda, lhe saudando com poesias. Isto realmente é priviléééééégio. Obrigado senhor! até lá. bybybyb

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