Conta aí

O que você está fazendo – ou gostaria de fazer – neste domingo chuvoso?
Ah, fala também das boas lembranças que a chuva te traz.

  • Um domingo chuvoso é sinónimo de saudade para mim. A letra de um fado de Mariza, que eu tanto gosto e cujo trecho transcrevo a seguir, traduz bem esse sentimento:

    ” As coisas vulgares que há na vida não deixam saudades. São as lembranças que doem ou fazem sorrir. Há gente que fica na história da história da gente e outras de quem nem o nome lembramos ouvir….São emoções que dão vida à saudade que trago….A chuva molhava-me o rosto gelado e cansado. As ruas que a cidade tinha, já eu percorrera…. meu choro de moça perdida gritava à cidade que o fogo do amor sob a chuva há instantes morrera …a chuva ouviu e calou meu segredo à cidade e eis que ela bate no vidro trazendo a saudade…”

  • jogar bola na rua…..
    com a popular “travinha”, com chuva com certeza ficava melhor e mais disputada.

  • fazendo eco as belas palavras que este ilustre pioneiro do amapa, Salomao Alcolumbre, recebeu pela sua passagem ao universo celeste. Nossas condolencias para seus familiares e amigos…

  • hoje reuniao com familia e amigos em casa… o clima chuvoso me lembra a chegada ao brasil, em janeiro de 1976…ficavamos admirados com o volume e a intensidade das chuvas na amazonia, mais precisamente em belem do para…macapa nao e diferente…estou a 21 anos nesta linda cidade e gosto muito de apreciar, da janela do meu quarto, o doce cair da chuva…

  • Lendo um livro: a Pobreza política de Pedro Demo.Claro que as recordações são as melhores. Porém, hoje, mais do que nunca, ainda me angustio com uma forte chuva, pois ao contrário da pobreza de ontem, que apenas fazia lama pelo chão, hoje desmonta montanhas, frutos do egoismo e do individualismo do homem. A exemplo, transcrevo fragmento do livro em meu blog…

  • Sei que esta informação é de bastante importancia para o estado do amapá !!

    4 de Abril de 2011; Eletrobras Eletronorte

    Foi concluída no último dia primeiro de abril a montagem da primeira torre da linha de transmissão que ligará a Usina Hidrelétrica Tucuruí às capitais Manaus (AM) e Macapá (AP), além de dezenas de cidades do interior. A torre – foto abaixo -, está situada no trecho entre Oriximiná e a Subestação Engenheiro Lechuga, na capital amazonense. A estrutura possui 62 metros de altura – o equivalente a um prédio de 20 andares -, e pesa 24 toneladas.

    A linha de transmissão está sendo construída pela Manaus Transmissora de Energia S/A, empresa da qual participam a Eletrobras Eletronorte, Eletrobras Chesf e a espanhola Abengoa. O trecho de 586 km, em 500 kV, no qual foi construída a primeira torre, faz parte da interligação elétrica Tucuruí/Macapá/Manaus, com um total 1.850 km de extensão.

    De acordo com o diretor de Planejamento e Engenharia da Eletrobras Eletronorte, Adhemar Palocci, “este é mais um grande empreendimento do PAC – um investimento de R$ 1,8 bilhão -, que permitirá a integração dos sistemas isolados de Manaus e Macapá ao Sistema Interligado Nacional – SIN, possibilitando a redução do consumo de combustíveis nos parques termelétricos da Amazônia e o recebimento de uma energia elétrica mais limpa e mais confiável”.

  • Tenho dois filhos que fazem aniversário em março. Sempre comemoramos considerando a possibilidade de chuva, que nunca faltou. Distribuíamos capas e sombrinhas para a garotada, que fazia a festa na chuva. Ao final pareciam pintos e pintas molhados e com os beiços roxos.

  • Alcinéa, Cleo e Sapiranga, como sugestão, que tal publicar algo sobre o farfalhar das folhas dos açaizeiros? Dá até poesia.

  • Hoje cumpri com meu dever cristão, ao acompanhar o sepultamnto de meu amigo Salomão Alcolumbre. Pelo número de pessoas que se fizeram presentes no último adeus ao Salomão, qualquer coisa boa que se diga sobre seus feitos terrenos, será um pouco do muito que ele realizou como filho, pai, marido, irmão, cidadão, empresário e como amigo sincero. Valeu sua passagem por esta terra. Pena que tenha sido rápida. E obrigado por ter sido meu amigo ao longo dos anos.

  • A Deusa sempre tem razão. Mas ouso acrescentar: dias chuvosos me lembram de determinadas músicas, como, por ex., Coimbra, do Rei e I’m happy just to dance with you, dos Beatles. Mas tem também os barquinhos de papel e banho de biqueira. Depois, junto com o frio, só mesmo um prato de sopa, um café pra rebater e um bom faroeste na tv. Aí eu viro pro meu amor e digo: e ao meu lado, você!

  • Paz e luz!
    Estou escrevendo. Adoro escrever olhando a chuva cair docemente sobre a terra ou escutando o seu cantar sobre o telhado.
    O sentimento que eu tenho é que a chuva chama para a espiritualidade, para o reencontro com o nosso cristo interior.
    Nestes tempos de tamanha violência, de profunda falta de amor e de solidariedade, que a chuva possa me possibilitar ser uma pessoa melhor, doce, terna e cheia de mansidão, sem ser omissa e hipócrita.
    Que os dias de chuva desperte em mim-nós a memória adormecida de que somos sal e luz do mundo!

  • Gostaria de tomar um café quentinho de minha vó( que já teve que ir embora lá prá cima, acompanhada de uma pupunha,sentada ouvido uma música tocada pelo Professor Tiago, pois todos os invernos nos domingos à tarde aqui na Clodovio Coelho tinhamos esse privilégio… Hj só nos resta a saudade…

  • O dia chuvoso me lembra as peladas na 13 de setembro (bairro do Trem), nos anos 80, ou “churrasco”: não tinha tinha time formado. Era um goleiro e vários jogadores. Cada um jogava por sí, com o objetivo de fazer gol. Quem marcava saía. O último a fazer gol (ou não fazer) levava “samba” (porrada na cabeça, nas costas, etc.). Dava choro no final, mas era legal e se repetia. Coisas de molecada!

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