Entrevista

O blog inicia hoje uma série de entrevistas, no formato ping-pong, com políticos, poetas, artistas, autoridades etc. As entrevistas serão postadas sempre aos domingos.
Abrindo a série, o blog entrevistou o senador Randolfe Rodrigues.

Foto: Manoela Pinheiro

Senador mais jovem do país, nascido em Garanhus (PE) mas desde os oito anos de idade morando no Amapá, Randolfe Rodrigues (PSOL) ainda criança acompanhava o pai nas reuniões e manifestações do PT em Macapá, fez parte do Movimento Estudantil, liderou no Amapá o movimento “Fora Collor”, foi deputado estadual pelo PT por dois mandatos. Em 2005 trocou o PT pelo PSOL e acabou não se reelegendo em 2006 porque o partido não conseguiu fazer o coeficiente eleitoral.
Há duas semanas no Senado, Randolfe já mostrou que não será um mero coadjuvante. Já “chegou chegando”, mostrando a cara, entrando na disputa pela presidência do Senado e assim quebrando a unanimidade em torno de Sarney. Está propondo a rediscussão do pacto federativo  e vai brigar para que o Amapá tenha direito a uma parcela maior do FPE. Ele acha injusto que estados com menor arrecadação de ICMS que o Amapá tenham um FPE maior.

O jovem senador assegura que seu mandato será dedicado a “recuperação do orgulho de ser amapaense”.
Historiador, advogado, mestre em planejamento e políticas públicas e professor universitário, Randolfe não pretende deixar a sala de aula. Na sexta-feira, quando desembarcou em Macapá um de seus primeiros compromissos foi ministrar aulas de Direito Constitucional na Faculdade Seama.
Depois das aulas, Randolfe Rodrigues concedeu esta entrevista ao blog:

Blog – Durante a sabatina ao ministro Luiz Fux, do STF, a maioria dos senadores jogou confetes e até se eximiu de perguntar. O Sr. foi um dos poucos que utilizou a prerrogativa do questionamento. Isso não foi uma ousadia?
Randolfe
Não! Foi o cumprimento da minha atribuição constitucional, de acordo com o artigo 52 da Constituição Federal, de apreciar a indicação para ministros do Supremo Tribunal Federal após arguição pública. A melhor forma que eu tinha de homenagear a inteligência e o perfil progressista do dr. Fux era questionando e provocando-o para que  povo brasileiro conhecesse suas posições.

O sr. é o mais jovem senador do Brasil. Ao entrar no Senado e se deparar com políticos octogenários, ex-presidentes da República, políticos de grande experiência, como o sr. se sentiu?
Randolfe
– Todo mundo pergunta quando a ficha caiu. Acho que caiu quando visitei o Senado logo após a eleição e o serviço de segurança se assustou quando eu disse que era senador. Nesse mesmo dia, um general de quatro estrelas do Exército me procurou e quando eu fui cumprimentá-lo, recebi como resposta uma continência. Fiquei sem saber bem o que fazer, quando eu estendi a mão e ele estufou o peito, armou a posição de sentido e se apresentou com aquela voz altiva batendo continência. Fiquei com a mão estendida até que um assessor da liderança do PSOL me explicou que eu deveria dizer a ele que ficasse à vontade. Depois conversamos sobre uma viagem para conhecer o Comando Militar da Amazônia. Acho que aí eu comecei a ter dimensão do que estava acontecendo.
O povo do Amapá antecipou a minha biografia, porque o Senado é um lugar de ex-presidentes, ex-governadores e ex-ministros de estado.

Como foi chegar e logo enfrentar José Sarney?
Randolfe
– Quando cheguei vi logo aquele imenso consenso em torno da candidatura de Sarney. Percebi que uma alternativa só poderia sair do PSOL. Mas, eu ainda não estava com a decisão amadurecida. Na sexta-feira anterior à eleição recebi um telefonema do jornalista Josias de Souza, que me demonstrou uma certa inquietação com esse consenso. Nesse momento eu já havia consultado várias pessoas por telefone em Macapá. Percebi que não tinha mais retrocesso.

Não teve receio que sua candidatura a presidente do Senado pudesse  parecer porralouquice, oportunidade para aparecer?
Randolfe – Tive sim, várias vezes. Mas uma das minhas atribuições é recuperar a autoestima de ser amapaense. Tive a preocupação de não fulanizar o debate, mas de fazê-lo da forma mais elevada, mostrando que representamos campos opostos na política brasileira. Quem representará melhor o estado, aquele que se coloca como submisso, ou aquele que faz o debate da grande política? Eu estou convencido de que o Amapá será mais respeitado e mais bem representado por quem se dispor a fazer o debate da grande política. Não é se comportando de forma submissa que o Amapá terá vitórias em Brasília.
Como aprendemos com nossos avós, quem muito se abaixa…

Na campanha o sr. foi agredido por ex-aliados políticos. Restou alguma mágoa?
Randolfe – Nenhuma! Aprendi na política a entender o outro. A política surgiu para acabar com as guerras. Então, eu não posso fazer da política um espaço para o ódio, rancor. Os ataques vieram, na campanha não respondi e no mandato não considerarei e não lembrarei.

O senhor liderou o “Fora Collor” no Amapá. Agora, no Senado, é vizinho de bancada do ex-presidente. Como foi o encontro com ele?
Randolfe – A imprensa nacional destacou o encontro dos dois caras pintadas com Collor –  eu e Lindbergh. Comigo ele foi muito educado. Senta ao meu lado no plenário. No dia da eleição para presidente do Senado logo que cheguei eu disse “bom dia presidente”, em seguida fui chamado para a tribuna. Prestei atenção que ele estava concentrado no meu discurso. Quando desci, o senador Sarney me cumprimentou e logo em seguida ele, que disse: “Parabéns, um discurso muito forte, elegante, mas contundente. Você é muito jovem, quantos anos você tem?”. Respondi, 38. Ele disse que eu era muito jovem e que havia chegado muito cedo ao Senado da República. Logo depois fui cumprimentado pelo ex-presidente Itamar Franco. Fui cumprimentado, curiosamente, na ordem cronológica pelos três ex-presidentes. Itamar disse: “Meu rapaz, que bela postura a sua”. Foi o menos protocolar, me disse que não o chamasse nem de presidente, nem de senhor, mas de Itamar.

E as senadoras mulheres, como o receberam?
Randofe –
Minha companheira de bancada é mulher, a senadora Marinor Brito. As mais velhas são muito maternais e carinhosas. A pergunta que mais ouvi foi: “menino, de onde tu saíste?”. Ouvi isso também da jornalista Eliane Cantanhede, a primeira a me abordar depois do discurso na eleição do Senado.

A imprensa nacional o apelidou de Harry Potter. Quem  é o Voldemort?
Randolfe – Voldemort é quem faz a política pelo poder, quem não a faz em benefício da coletividade.

O sr. voltou de Brasília com uma lesão nos lábios e no queixo. É alguma alergia ao clima politico da capital federal?
Randolfe
Para o ambiente das casas legislativas já tenho anticorpos. A alergia foi mesmo pelo ar seco de Brasília. Quem sabe a gente começa a levar um pouco de umidade amapaense para o cerrado.

O sr. vai continuar dando aulas na faculdade em Macapá?
Randolfe
Eu não vejo Brasília como um lugar de morada. Pra mim é um lugar de trabalho, meu lugar é aqui. Comecei a dar aulas nessa sexta-feira. Sou obcecado, apaixonado por ser  professor. A melhor coisa que aconteceu comigo depois da eleição de 2006, quando não fui reeleito para a Assembléia, foi voltar para a sala de aula, fazer o mestrado. Ser senador não é minha profissão, minha profissão é ser professor e essa perspectiva não quero perder.

Randolfe recebeu em seu gabinete representantes da Associação Nacional
dos Procuradores Municipais (ANPM) para tratar da PEC 153
Foto: Gisele Barbieri

Randolfe em reunião com Auditores Fiscais do Trabalho
Foto: Gisele Barbieri

  • Admiro muito seu blog, leio sempre , gostei da entrevista,gosto muito de Senador Randolfe Rodrigues, acho que ele é uma esperança no meio dessa podridão que temos no senado. Mas tenho uma correção a fazer; Não é verdade que o Psol não fez o coeficiente eleitoral em 2006, até porque elegeu um deputado da coligação que era do PCB, Randolfh na verdade ficou com a segunda suplencia, ou seja, o que houve na verdade foi falta de votos ao jovem e brilhante politico.

  • >Vou ressumir emocionado essa entrevista com apenas uma palavras: FANTÁSTICO! Parabéns Alcinéa pela bela entrevista. Tenho absoluta certeza que votamos certo pelo bem do Amapá. Brilhante o comportamento do Senador Randolfe perante seus pares, respeitando e se colocando em situação de igualdade. Está faltando apenas João Capiberibe, o Senador do Povo para uma representação verdadeira e transparente

  • O verdadeiro representante da juventude do Amapá em Brasilia!!!
    Entrevista nota!!! 1000!!!
    Bom trabalho senador!!!
    Se quizer mandar novidades sobre o mandato meu email tá ai!!!

  • Incrível!!! Muito boa entrevista! Ótimas perguntas com respostas plausíveis!!!
    Fé em DEUS, fé no povo e fé no que virá!!!

  • Parabéns à vc alcineia pelo formato e qualidade da entrevista e ao senador pela ousadia (que sempre esteve presente em sua identidade)de não ter medo de fazer política, mesmo correndo o risco de parecer ridículo.
    Esperamos que ele possa e tenha coondições de estreitar os laços políticos entre os poderes, independentes das siglas partidárias, pra resgatar a estima do nosso povo.
    Abraçs

  • Querida Alcinéa, você é uma danada. Quando penso que são flores,poesias e crônicas do Cléo e Sapiranga… Surge a entrevista de domingo. O Blog é muito pai d’égua! Já tô querendo que chegue domingo.

  • Parabéns pela iniciativa, aos domingos será mais uma leitura indispensável.

    Minha sugestão é que você converse com o Prof.Dr Allan Ubaiara Brito, da Unifap, Departamento de Engenharia Elétrica, Dr em Energia pela USP.

    Para ele mostrar um panorama sobre as fontes renováveis de energia (com foco no AP), e trazer uma luz, aos que ainda vivem em 1566.

    Abs.

  • Louvável inciativa desse ping-pong com autoridades do nosso Estado que tem algo a contribuir com a nossa sociedade. RANDOLFE é um jovem qualificado e sabe ouvir e entender os clamores do povo. A disputa para o senado da república e os 8 votos conquistados demonstra que mesmo sendo minoria, mas com inteligência e boa articulação dá para politizar as grandes questões nacionais e aproximar a sociedade civil desses relevantes temas. Sua intervenção na sabatina do Ministro Fux é a clara demonstração de que o povo do Amapá não errou em mandar para Brasília um de seus melhores quadros na política/partidária.

    Acabou o tempo em que senador era só prá dizer que” uma me pariu e a outra dorme comigo” e para ganhar concessão de rádio e televisão. A democracia e a república exigem que se arrede o discurso para a esquerda e se tencione o atual modelo de desenvolvimento social-econômico e político do país, ainda muito desigual e com vícios e distorções históricos.

    Valeu Senador Randolfe e fé na vida, fé no que virá! e não se esqueça de dar uma força na PEC-190, do Judiciário e que trata da isonomia dos servidores da Justiça, além de outras providências.

  • tenho acompanhado esses primeiros dias do mandato do senador randolfe, assim como sempre acompanhei nossos parlamentares e suas posicoes e discursos em brasilia. seria interessante se a populacao pudesse fazer o mesmo, pois nao se pode noticiar tudo, alem disso a imprensa tucujus deixa muito a desejar quando se fala em imparcialidade. nem precisa parabenizar o senador, em duas semanas ele ja fez mais que muitos em 8 anos. Fato!

  • Sustento a ideia de que a eleição de Randolfe é o melhor acontecimento político dos últimos anos em nosso estado. Bela entrevista, mas devia haver umas perguntas mais ousadas como a coligação com o PTB, entre outras.
    É que tenho medo de coisas muito HARMÔNCAS.rsrs. Olha no que deu.
    Boas tardes.

  • parabéns ao senador randolfe pela sincera entrevista e parabéns alcinéa, será legal acompanhar entrevistas saborosas nesse espaço abs

  • Acho importante o Amapá ter um representante diferente dos tradicionais que já possuímos no Senado. Acredito que o senador Randolfe tem participado de entrevistas nos órgãos de comunicação, aumentando sua representatividade em nível nacional, fico feliz por isto! Espero que ele possa ter um pensamento macroeconômico diferente dos nossos atuais representantes, podendo trazer para o Amapá empreendimentos que contribuam para o montante de receita do estado e que possa realizar investimentos na agropecuária, para manter recursos que hoje vão para outros estado, já que não possuímos produtores em suficiência..

  • Com o enorme desejo de que boas notícias e boas causas sejam a nova fase da política no estado, quero parabenizar vc e o Senador Randolfe pela oportunidade de estreitar a distância entre a política e o povo, pois sinto que o papel do senador para um estado, aqui, está misturado com um monte de sentimento pequenos trazidos pelas manobras dos últimos pleitos. Como Randolfe (que é de minha geração), defendo que a política seja compreendida como peça chave para elevar as disputas e as diferenças, que também dá pra exercitá-la sendo partidário ou não, pois é permitido ser apartidário, mas é pura ignorância ser despolitizada. Como tudo que fazemos ou é ação social ou cultural, acabamos por fazer política mesmo quando achamos que não fazemos. Então que seja de alto nível (mesmo nas discordâncias!). Valeu mesmo pela iniciativa!!!

  • O Amapá t~em pela segunda vez o senador mais jovem,já que Sebastião Rocha qd eleito tinha apenas trinta e seis anos ,e junto com Marina Silva eram os mais jovens do país.

  • Parabéns pela atuação Randolfe. Sua posição no senado é igual de qualquer outro senador. Nunca abaixe a cabeça para a veracidade e na luta para beneficio da coletividade que te elegeu. Somos um povo esquecido, que ainda tem um ex presidente que do amapá só quis os votos, mas, e usa o cargo para beneficios pessoais. Continue esta luta e não se deixe intimidar. Porque votei em vc certo de ter um representante que fará a diferencia representando nosso AMAPÁ. Lembre-se “O principio da sabedoria é o temor a Deus”. Aconselho, sempre peça orientação a ele. Deus o Abençoe.

  • Oi Néa.. M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A a sua entrevista com o nosso senador. Nos enche de orgulho saber o quanto ele está preparado para nos representar e ter decência para lutar pelos nossos interesses. é um prazerzão agradecer a vc por nos agraciar com essa belíssima entrevista. Beijos e saudades!!

  • Sem aplicar dinheiro,o Amapá pode perder verba do PAC

    O Amapá pode ser o primeiro Estado a perder os recursos do Programa de Aceleração do crescimento (PAC) para saneamento básico por, simplesmente, não conseguir gastar o dinheiro.
    Na primeira etapa do programa, o Amapá tinha à disposição R$ 130 milhões para investir, mas em quatro anos foram executados menos de 10% dos recursos. Enquanto isso, apenas 48% da população do Estado tem acesso à água tratada, e 2,5% tem rede de esgoto. “Foram três anos sem executar nada”, afirmou um técnico do Ministério das Cidades descrente em uma mudança drástica do cenário.
    As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
    Tái, um desafio a altura do mandato do jovem Senador da República Randolfe Rodrigues. Lutar para reverter o quadro dessa herança maldita do governo passado…
    O jovem Governador Camilo Capiberibe, vai precisar e muito da ajuda do Senador Randolfe.

    • “O jovem Governador Camilo Capiberibe, vai precisar e muito da ajuda do Senador Randolfe”.

      Só precisa alguém avisar isso p/ ele!

  • Ah, ia esquecendo, o Generalíssimo que o cumprimentou provavelmente estava era rasgando seda, no ordenamento jurídico dos milicos a “continência” é realizada entre eles, e não só pelos subordinados como eu achava, com exceção para o presidente da república e seus ministros.

  • Parabéns pela iniciativa Srª Alcinéia, e ao senador que ajudei a eleger: O senado não é lugar de ex-nada, é a casa da eqüidade entre as unidades da federação. Não deixe se ofuscar pelo brilho falso e pelos discursos empolados de seus colegas, o senhor conhece muito bem aquelas raposas e sabe o que querem. Só para lembrar, claro, ficaria muito decepcionado de ver um homem com sua história de vida indo para o lado negro da força, rsrs. Boa sorte e bom mandato.

  • Oi Néa, vc deixa quelaquer entrevistado com vontade de falar, porque instiga e vai naquilo que as pessoas querem saber. Na fronteira reta entre a informação mais contundente o entretenimento. Tenho uma sugestão de enrevista, a irmã Carmeliza Silva, coordenadora das creches da Diocese de Macapá, que atenem – sem apoio da Prefeitura, 850 crianças. Ela é daquelas freiras militantes, inteligentes e tem um astral maravilhoso. Se quiser tenho o contato. Bjs!

    • Oi gente!
      Tenho umas coisas pra serem doadas e gostaria de saber o endereço deste atendimento da Irmã.
      Ainda, ressalto, pois o nível desta entrevista no qual me faz perceber o quanto o meu voto está sendo válido.
      Persistência e perseverança no mundo de Falcões e Lobos maus.

      • A coordenação das creches fica no Centro de Pastorais, atrás da Igreja Jesus de Nazaré. É só procurar pela irmã Carmeliza.

  • Me fez lembrar o Rei Davi, chamado para o Trono tão novo quanto Randolfe. Em Salmos, ele escreveu…

    “Tenho mais discernimento que todos os meus mestres, pois medito nos teus testemunhos.
    Tenho mais entendimento que os anciãos, pois obedeço aos teus preceitos” Salmos 119:99,100

  • Boa matéria. Parabéns ao Senador Randolfe, me orgulho de ter votado nele. Espero que ele adquira bastante experiência lá em BSB, pois, logo ele será nosso governador.

  • Votei em Randolfe, certo de que ele representaria bem o Amapá. Acertei na mosca. Quanto a jornalista Alcinea,continuo me esforçando para formar no seu time.Mas, mesmo que fique como reserva, , me sentirei satisfeito!…

    • Sr. Ruy, é sempre um grande prazer e imensa honra recebê-lo no meu blog.
      O senhor é uma pessoa muito especial e sábia, com quem aprendemos muito.
      Beijos

  • Olá Alcinéa. Concordo com o Seles, a idéia das entrevistas foi 1000. Espero que os próximos entrevistados (e entrevistas) sejam tão interessantes quanto esta do Senador. Assim, o domingo será um bom dia para conhecer pessoas.

  • Randolfe,

    Mesmo sendo o início de sua atuação no senado federal, como disse a Alcinéa, você já chegou CHEGANDO. PARABÉNS!!!!! Tenho certeza que o povo ampaense está orgulhoso de termos uma representação de PESO no senado. Muitas conquistas virão para o Amapá.

  • Alcinea, eu continuo me surpreendendo com a sua criatividade e talento para boas entrevistas e textos gostosos de ler. Muita boa a idéia do ping-pong. Perguntas muito bem formuladas e respostas muito curiosas e surpreendentes. É disso que a imprensa precisa. Sair das perguntas “feijão com arroz”. Tomara que as próximas entrevistas sejam tão boas quanto essa do Randolfe. Parabéns!

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