Nas manhãs de domingo

A Praça Veiga Cabral é o ponto de encontro dessa turma, formada por jornalistas, médicos, políticos, professores, administradores, atletas, economistas…
O pessoal vai chegando, comprando revistas e jornais na Banca do Dorimar, depois senta no banco da Praça (alguns já levam até cadeiras) e o papo rola até a hora do almoço.
Fala-se de tudo: futebol, política,música,  problemas do Amapá, do Brasil e do mundo.
Ali todos os problemas são solucionados e as “bolas de cristal” indicam quem  ganha o jogo hoje e quem serão os vitoriosos no pleito de outubro.

Jornalista Anníbal Sérgio contando causos e piadas, de políticos e de atletas, imitando direitinho as “vítimas”.
E tem gente que não sabe porque passa a manhã toda de domingo com a orelha quente 😆

  • Foi nisso que se transformou o Amapá: “historinhas de banco de praça”, com o devido respeito ao João Silva que aparece nas fotos.

  • Credo Alcinéa, tirando o Haroldo Victor, o resto é só mala pesada.Esse Balalão então, vou ti falar.

  • Alcinea
    a ultima do Pai Labina foi ter encontrado o Delúbio Soares no Macapá hotel e perguntado se o mmesmo seria irmão do “dilúvio” do Rio de Janeiro.
    Pense, Delubio ficou todo desconsertado.

  • ENCONTRO MARCADO!!!

    Dessa turma que estão na foto, enxergo 3 e conheço um. Um pelos excelentes artigos que escreve, pelo amapaense que é e pelo jornalista raro pelos lados daqui.

    Não culpo aqueles que dependem do governo para sobreviver e alimentar os seus. Mas, não gosto da postura de muitos, e bote muitos. Que não sabem, lamentavelmente, defender a posição que ocupam.

    Penso que a PROFISSÃO REPÓRTER, profissão jornalista não tem que ter “paixão” por esse ou aquele governo, pois gestões públicas são passageiras. O jornalismo não.

    O jornalista tem que ter paixão pelo exercício de bem informar através das letras, das palavras… Caso contrário, cairá em descrédito, como muitos são desacreditados na Ilha Tucuju.

    Tem uns que são jornalistas natos. Outros, nem tanto, os considero pseudos jornalistas, radialistas… Comunicadores oportunistas, sem credibilidade e aquém de intelectualidade, muito triste. E assim vai.

    Ah! Falando dos comunicadores natos amapaenses (que eu posso listar), aí vai: João Silva, Antônio Corrêa Neto (que tá dodoi). Epa! Acabou… Os que partiram para o céu, não os conheci, por isso não aparecem na lista. Pelo menos essa foi a informação que minha mãe me passou.

    Se vocês podem apontar mais. Fiquem a vontade.

    ABAIXO AO “JORNALISMO JABAZEIRO” no Amapá já!

  • Néa, em alguns finais de semana, quando ele sai deste papo junto a Banca do Dorimar, dá uma passadinha aqui na Acelino e contas as histórias para os frequentadores da Confraria do Jambeiro. Bjs!!

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