Num outro 7 de setembro

Banda marcial do Colégio Amapaense no desfile de 7 de setembro de 1969,
na Avenida Fab.

(Foto: contribuição do leitor Aloísio Cantuária)

  • Aloisio, você está fazendo graduação na UFPA ou já terminou? Tenho um amigo aí, professor de história, o nome dele é Pere Petit, você conhece? Se conhece mande um abraço do companheiro Tadeu, abraços a você também. Estarei em Bélem na semana do Sírio. Mande notícias.

    • Oi, Tadeu.
      Estou concluindo neste semestre.
      Conheço o professor Petit, “espanhol” da Catalunha. Estudei 3 disciplinas com ele.
      Darei o abraço.
      Um abraço.

      • Olá Aloísio,
        Após a conclusão você ficará em Belém ou voltará para a terrinha?
        No momento estou em Manaus trabalhando no Gerenciamento das obras da Arena Amazônia que é o estádio da copa e em dezembro volto definitivamente para Belém. Caso fiques em Belém batemos um papo, se voltares para Macapá, em janeiro estarei uns dias lá de férias e iremos bater um papo com o amigo Tondo.
        asds,

  • Cantuária, o quarto que você não lembra o nome é o RAIMUNDO, conhecido â época,entre os colegas de CA, como “VAQUINHA”.

  • Eu era feliz e sabia.Participei da Banda do IETA,4 anos seguidos de 68 a 71, e do CA de 72 a 74, mas fiz hora extra no IETA, mesmo estudando no CA, participava da Banda do IETA.Momentos de extrema felicidade.

    • Olá, João Henrique.
      Foi interessante esse intercâmbio. Mesmo sendo do CA, em alguns momentos eu participei da banda do IETA em alguns ensaios; acho que foi em 1971. Nesses ensaios, colaborávamos com outras escolas, que não possuiam bandas. Num dos ensaios, pela banda do CA, com uma escola do Igarapé das mulheres, fomos apedrejados no final, por conta da rivalidade com a do GM. Tivemos que voltar correndo para o CA, nos esquivando da “chuva de pedras”.
      Por conta desse intercâmbio unilateral, lembro que certa vez, aproximando-se o 13 de setembro, o Batintin, chefe da banda do CA veio me perguntar por onde eu iria sair. Claro que foi pela banda do CA, mas foi legal esse envolvimento com o pessoal do IETA. Por aí a gente vê que aquela rivalidade não era tão… rival. Da banda do IETA lembro bem do Píndaro, meu cunhado (já falecido) e do Cirão (morava no Laguinho).
      Um abraço.

  • Aloísio, parabéns por mais essa boa lembrança de CA. Não consegui identificar o colega que está a sua frente. Nessa época eu ainda fazia parte da nossa querida banda marcial e lembro muito bem do Penha. E o nosso maestro Batintin, tens notícias. Abraços.

  • Em primeiro plano: José Carlos Castro (Caroço), no tarol; Aloisio Cantuária, na caixa; Penha (José Penha Tavares), no tarol; o 4º, na caixa, não lembro do nome; o 5º, parece ser o Américo Severo; o penúltimo é o Evandro Juarez (aparentemente está com uma corneta); o último, não lembro do nome. Em segundo plano, na fila do meio, o Velton, ao lado do Castro; após o Velton, na outra fila, o Avaré, na corneta.
    O clic foi do Luis Bezerra.

  • Acho que reconheço o 2º da esquerda com o tarol
    é o Aluízio Cantuária.
    Eta banda marcial cadenciada ninguém retirou o título de melhor banda marcial naqueles tempos.
    E a melhor musical era a do GM.
    Bons Tempos.

    • Aloísio, me corrija se estiver errado, quando estudei no GM acreditava estar marchando sob o ritmo de uma banda marcial, pois, misturava instrumentos de percussão com musicais, inclusive um colega de turma, o Dirceu, estudou música com o saudoso Mestre Oscar e tocou trombone e sua maior felicidade foi fazer parte desta banda. Além das marchas de arrepiar que a banda tocava eram treinados vários movimentos e evoluções que eram apresentados durante o desfile. Na foto reconheci o Penha, irmão do Pedro, o cabelo de fogo, que foi da minha turma no GM. No CA desfilei somente no ano de 1969, porém estudei no Colégio Getúlio Vargas, aí no prédio do CA.
      Sds,

      • OIá, Ruy.
        Na banda do CA predominavam os instrumentos de percussão, por sinal com ótimos instrumentistas, principalmente o pessoal do tarol; só havia “fera”, e não era fácil pegar um tarol. Era uma banda de “arrepiar”; a garra compensava a ausência de instrumentos de metal. A do GM também era de “arrepiar”; cada uma na sua especialidade. Rivalidades à parte, cada uma dava o seu recado.
        Apesar dos excessos da parte de uma minoria, essa rivalidade (que era mais intensa em setembro), não era tão… rival (pra ser redundante). Como ser rival, se todos éramos amigos, vizinhos, irmãos, se a gente se encontrava nas mesmas festas e namorávamos as meninas do colégio “rival”?
        Quanto ao “Getúlio Vargas”, lembro que era, também, um Grupo Escolar que funcionava no prédio do CA pela manhã, até meados dos anos 60, para atender alunos do antigo curso primário. Meu primário foi no Alexandre Vaz Tavares e Coaracy Nunes. Em 1965 entrei no CA para estudar o ginásio.
        Um abraço.

    • Eu mesmo, Cleide. Sem bairrismo (ou seria “colegismo”?), eram as melhores em seus estilos. Bons tempos, realmente.
      Um abraço.

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