PF desbarata quadrilha de assaltantes

Nove mulheres e oito homens foram presos

Na manhã de hoje, 18, Policiais Federais da Superintendência Regional do Estado do Amapá (DPF), Policiais do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar do Estado do Amapá (BOPE) e Policiais Grupo Tático Aéreo da Secretaria de Justiça e Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Amapá (GTA) deflagraram a Operação Alça de Mira na cidade de Macapá, com o objetivo de prender a quadrilha responsável por recentes assaltos no Estado do Amapá.

Durante de dois meses de investigações empreendidas pela Delegacia de Combate ao Tráfico de Armas da Polícia Federal do Amapá, foi identificado o modo de operação da quadrilha: um grupo de presidiários internados no Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (IAPEN) comandava o bando e determinava assaltos através do uso de telefones celulares. Do lado de fora as namoradas e companheiras desses presos eram responsáveis pela logística dos crimes, fornecendo armas e munições, escolhendo alvos, guardando o produto do crime, escondendo foragidos e arregimentando os executores. Por fim, um terceiro grupo de homens jovens executava os assaltos.

Terminada a fase de investigações, na manhã de hoje cerca de 85 Policiais Federais, Civis e Militares cumpriram 6 mandados de busca e apreensão e 11 mandados de prisão preventiva expedidos pela 4ª Vara Criminal de Macapá.

Todos os mandados de prisão foram cumpridos, sendo 4 dirigidos a criminosos já internados no IAPEN.

Além das prisões preventivas, foram realizadas mais 6 prisões em flagrante por posse de armas de fogo e entorpecentes, encontrados nas casas revistadas.

Os presos foram indiciados em diversos delitos, tais quais: roubo (art. 157 do Código Penal – 4 a 10 anos de reclusão), formação de quadrilha (art. 288 do Código Penal – 1 a 3 anos de reclusão), posse ilegal de arma de fogo de uso restrito (art. 16 do Estatuto de Desarmamento – 3 a 6 anos de reclusão) e posse irregular de arma de fogo de uso permitido (art. 12 do Estatuto do Desarmamento – 1 a 3 anos de detenção).

O saldo da Operação Alça de Mira foi:

– 17 prisões realizadas (9 mulheres e 8 homens, 11 preventivas e 6 flagrantes)
– 5 armas (2 pistolas e 3 revólveres) e 1 silenciador apreendidos
– cerca de 41.000 reais e cerca de 11.700 euros apreendidos
(Texto: Assessoria de Comunicação da PF-AP)

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