Polícia prende sequestradora do indiozinho no bairro Açaí

As polícias Federal, Militar e Civil conseguiram prender agora há pouco a mulher que sequestrou um indiozinho semana passada na Maternidade Mãe Luzia.
Tanto a mulher como o bebê indígena foram levados para a sede da Polícia Federal em Macapá. Daqui a pouco, a sequestradora que tem 40 anos, começará a prestar depoimento.
O bebê, filho de  Serinã Wãiapi, da aldeia Aramirã, nasceu às 4h30 de quinta-feira, 10. No mesmo dia, logo depois do almoço o bebê foi roubado do leito E da Enfermaria 4 da Maternidade Mãe Luzia.
De acordo com testemunhos de pacientes, a ladra entrou na enfermaria, fotografou vários bebês e pegou o indiozinho. Saiu com ele pela porta da frente da Maternidade sem ser importunada por ninguém.
Investigações da PF e uma denúncia anônima levaram as polícias ao paradeiro da mulher que estava hospedada numa casa do bairro Açaí.

  • O sequestro deste bebe mostra o descaso do governo com a segurança dos hospitais… se fosse em outros governos isso era notica nacional…

    • Se cada um cumprisse a sua função, esta situação poderia ser evitada. É o mesmo caso da menina que morreu afogada na piscina de uma escola, recentemente. Os monitores estavam presentes, mesmo assim a menina conseguiu passar para a outra piscina, sem ser notada. Um dia desses eu observei a postura dos profissionais contratados para garantir a segurança dos banhistas em um parque público de Brasília. Havia várias crianças na piscina, mas notei uma roda de brigadistas conversando animadamente, alheios ao fato de que este tipo de situação requer atenção constante. O que posso deduzir disso tudo é a falta de responsabilidade e comprometimento dos profissionais envolvidos. E reforço a minha teoria de que as pessoas querem emprego mas não querem trabalhar. O papel do governo é dotar os hospitais de segurança, agora se eles efetivamente desempenham o seu papel, é outra história.

  • noticia fresquinha é aqui, valeu;
    sou vigilante, talvez este caso poderia ter sido evitado se a vigilância estivesse “trabalhando”, mas como os postos da saúde estão “abandonados” fica mais fáciu para casos como este ocorrerem.
    “O barato as vezes sai caro”.

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