• Acho que o Yashá deveria parar de postar receitas de bolo e frases já ditas e repetidas a exaustão. Parece que não tem pensamento próprio e vive parafraseando outras pessoas. Você deveria viver.

  • BEM AQUI SO QUERO SABER DE UMA COISINHA E SE TIVER ALGUEM QUE POSSA RESPONDER, DANDO UMA EXPLICAÇÃO BEM CLARA: “O GOVERNO FEDERAL, REPASSOU RECESSENTEMENTE PARA O GOVERNO ESTADUAL, RECURSOS PARA A EDUCAÇÃO ESTADUAL. RECURSO ESTE PERTENCENTE A VERBA FEDERAL DA EDUCAÇÃO NAS ESCOLAS; VALORES ALTOS E PELO QUE SABEMOS ‘CERTAS ESCOLAS’, COMO O ‘SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS’, SÓ RECEBEU UMA PARTE DESSE RECURSO QUE NAO ULTRAPASSA +- R$ 15.000,00 E QUE O VALOR É MUITO MAIOR QUE ESTE. QUEREMOS AQUI SABER PRA ONDE FOI O RESTANTE E SE O MINISTERIO PUBLICO FEDERAL SABE DISSO? estamos esperando um posicionamento de alguem que possa dizer algo ou CALAR A BOCA DESTE !!!! ABRAÇOSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS

    • Meu caro Ronaldo,
      isso não é nada comparando com que está acontecendo em Santana/AP.
      O Governo do W12 iniciou a construção de uma grande Escola Estadual de Ensino Médio, no Bairro do Elesbão e a muito tempo a obra está completamente paralizada.
      Na placa de construção tem os seguintes dizeres:
      Protótico, com 16 salas de aula, no Bairro do Elesbão, Santana/AP
      Empresa executora Macol Construções LTDA
      Prazo de execução 210 dias
      Empregos diretos 40
      Valor da obra R$ 3.624.551,06
      Acredito que não tenha em todo o Estado uma estrutura educacional como essa. Vamos respeitar o tamanho dessa escola, que não haveria nescessidade dessa estrutura toda.
      Esse è o Senador que os Amapaenses querem no Congresso? Isso é brincadeira. E está com 51% nas pesquisas.

  • É PAULA. vocé fala de uma tragédia no seio de uma família. De um pesadelo que nunca acaba e cm todo respeito, vem pessoas filosofarem sobre o SUCESSO?. Desculpem, mas os comentários não são para este momento. É melhor confortar a família, com palavras. É mais confortavel.

    • Desculpe, aí. É que para mim não aparece a matéria, por isso não tomei conhecimento do seu teor e aproveitei o espaço para debater com Yashá. Acho salutar esse tipo de discussão.

  • Povo Amapaense, foi preciso que uma vida se perdesse em face da corrida desenfreada pela sucesso a qualquer preço. Sucesso, dinheiro, luxo fazem parte do mundo em que vivemos, o que não pode acontecer é fechar os olhos para o que está errado e admiti-las como “de costume” nesta cidade. Isto deve acabar. É triste imaginar o cotidiano dessa família a partir do dia 8 de agosto. Acordo e penso neles. Vou dormir e penso neles também. Tudo foi muito chocante. Lamento pelo bebezinho, pelos pais que perderam seu filho amado, por toda a família e também pelos administradores do restaurante. Mas lamento também pelos Órgãos responsáveis pela vistoria e liberação para funcionamento de um prédio de três andares, que aliás não estava liberado, mas funcionava normalmente todos os dias. E não venham me dizer que ‘NÃO SABIAM”, porque seu funcionamento era amplamente divulgado na mídia. A cidade inteira sabia que ali estava funcionando um restaurante, e aí???? Chega de “dar jeito” em tudo aqui em Macapá. Espero que a trágica lição sirva para que todos repensem suas atitudes e levem tudo mais a sério em Macapá. Será que aquele guarda-corpo é mesmo adequado ? Está de acordo com as normas de segurança? O que diz o CREA? Será que esses prédios que estão sendo construídos aqui são seguros? Como está a segurança predial de nossa cidade? Com a palavra????? Quem pode responder? Que Deus dê força à família, aos donos do restaurante, aos dirigentes de órgãos responsáveis pela liberação e vistoria de empreendimentos de Macapá, e muito luz, orações infinitas ao pequenino anjo que foi para o céu.

    • Se o prédio realmente funcionava sem as necessárias autorizações, a responsabilização deve acontecer. Mas não vejo como uma tragédia possa depor contra a “corrida desenfreada pelo sucesso”. Pelo contrário: acho que a humanidade só evolui quando busca o sucesso. O ponto é que ele precisa ser buscado dentro das regras da civilidade democrática.

      • Você afirma que a sociedade só evoluiu quando buscou o sucesso. Só tem um detalhe: dentro dessa busca reside, na maioria das vezes, o princípio de Maquiavel de que “os fins justificam os meios”. E, dentro dessa realidade, não sei se isso se constitui em evolução.

        • Discordo. A história dos fins que justificam o meio é apenas uma das maneiras de se buscar algo. E é uma maneira errada. Não se pode demonizar a busca pelo sucesso (ou pelo resultado) apenas porque alguns a conduzem de forma irregular. Há que se punir os que fazem isso apenas.

          • Alguns? ou seria a maioria? Rui Barbosa, em um de seus discursos na tribuna do Congresso, no Rio de Janeiro, já pregava: “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”. Isso no século passado, imagine. Na atual conjuntura social, não tenho vergonha de ser honesto. No entanto, minha retidão de caráter causa constrangimentos, e faz com que eu me sinta isolado e perdido.

          • Na boa, ainda não entendi por que “ser honesto” parece estar em oposição a “buscar o sucesso”. Mas tudo bem. Acho que já contribuí pra desviar demais o foco do tópico – que é importante.

          • Parabéns pelo discernimento, não adianta ligar a metralhadora e sair atirando… A sociedade brasileira precisa aprender a buscar os seus direitos na justiça, porque o caso é de indenização e muito pesada. Apurar a responsabilidade é o bom senso, apesar de ter sido uma fatalidade.

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