Casas abandonadas – um perigo para a vizinhança

(Foto: Olho de Boto)

Nesta casa, na esquina da Avenida Almirante Barroso com Hamilton Silva, a Polícia encontrou ontem à noite o corpo de um homem com muitas marcas de violência. Ao lado do corpo um tijolo de concreto que os policias acreditam ser a “arma” do crime.
De acordo com a polícia, moradores de rua usam esta casa – que está abandonada há meses – para dormir e se drogar.
Ela serve também de ponto de encontro de malacos. Recentemente, pelo muro desta casa bandidos chegaram a casa vizinha, arrombaram e roubaram tudo que puderam em plena luz do dia.
A poucos metros dela (na Av. Almirante Barroso) há outra casa abandonada que também está servindo de ponto de encontro de malacos e drogados.
A vizinhança vive assustada.

Paralisação nacional dia 10

Em Macapá a concentração será às 9h na Praça da Bandeira.
No Amapá o ato servirá também para cobrar punição rigorosa aos empresários e servidores públicos que mexeram na merenda das crianças, desviando aproximadamente R$ 2 milhões destinados a merenda escolar de vários municípios do Estado no inicio de 2016 deixando mais de 50 escolas sem merenda.
O caso veio à tona no dia 31 de outubro quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Senhores da Fome

Seminário Internacional de Estudos de Fronteira das Guianas

O I Seminário Internacional de Estudos de Fronteira das Guianas, acontece nos dias 8 e 9 de novembro, das 8h às 20h, na sede do Sebrae em Macapá, no Auditório Santana e na Universidade Federal do Amapá. O evento reúne acadêmicos, gestores públicos, pequenos negócios e contará com a presença de uma delegação composta por mais de 5 países.

O evento oportuniza discussões voltadas sobre para a fronteira no estado do Amapá, na região das Guianas e Caribe, possibilitando a criação de uma rede de conhecimentos que reflete regional, nacional e internacionalmente. Na oportunidade, estarão presentes representantes de países da América do Sul e Caribe como Brasil, Guiana Francesa, Suriname, Guiana, Trinidad e Tobag, Haiti e Colômbia. Continue lendo

Jornalista e escritor Ruy Guarany Neves morre aos 87 anos em São Paulo


Jornalista, escritor, técnico em telecomunicações, funcionário público aposentado, Ruy Guarany Neves faleceu hoje à tarde, aos 87 anos em São Paulo, onde fazia tratamento para combater um câncer.
Depois da aposentadoria dedicou-se mais à arte de escrever e publicou dois livros: O Homem da Fronteira, em 2005 e A Missão de Comunicar,   em 2015.
Escreveu milhares de crônicas e artigos nos jornais amapaenses desde a década de 1950. Deixou vários livros inéditos.
Nas horas vagas gostava de jogar xadrez. Foi um enxadrista muito bom e elegante. Por diversas vezes joguei com ele em alguns torneios e também na sua casa. Ele fazia jogadas de mestre.
Ruy era bom em tudo que fazia.
Querido Ruy, descanse em paz!
À família, especialmente a sua esposa Regina e seu filho Rui Smith, meus queridos amigos, apresento os meus sentimentos e peço a Deus que dê forças a vocês para suportar esta imensa dor.

Deixo aqui uma biografia dele que colhi no blog da Associação Amapaense de Escritores, da qual ele fazia parte:

INFORMAÇÕES BIOGRÁFICAS

Por Sandra Regina Smith Neves

Numa manhã ensolarada do mês de agosto, em Clevelândia do Norte, Oiapoque, às 11 horas do dia 03 agosto do ano de 1930, nasceu Ruy, filho de Cezarina Guarany Neves e Manoel Cavalcanti Neves. Nasceu em casa, localizada à beira do rio Oiapoque, de cujas janelas se avistava o lado francês e se ouvia o canto do Uirapuru. Criado por sua mãe, de quem herdou a docilidade, e por seu avô materno, Fernando Guarany, a quem todos carinhosamente chamavam de Pai Velho, concluiu as primeiras séries do curso primário na escola pública da vila do Espírito Santo do Oiapoque. Aos 16 anos transferiu-se para Macapá a fim de cursar o ginásio, mas a necessidade de trabalhar o obrigou a concluir o 2º grau muito tempo depois. Aos 50 anos, fez o curso profissionalizante de técnico em Telecomunicações, em nível de 2º grau, através do Ensino Supletivo, com registro no Crea-Pará. Aos 18 anos inicia a sua carreira no serviço público do ex-Território Federal do Amapá como radiotelegrafista. Atuou como noticiarista na recepção de notícias telegráficas para divulgação na Rádio Difusora de Macapá. Autodidata, apaixonado por telecomunicações, e dono de uma inteligência peculiar responsável pelo seu apurado senso de humor, fez desse humor inigualável uma arma contra as agruras da vida, jamais esquecendo, no entanto, de colocá-lo contra as injustiças e a favor da alegria – e acima de tudo – da liberdade de pensamento. No período de 1965 a 1982 exerceu o cargo de superintendente de telecomunicações do Amapá. Autor do Plano de Telecomunicações do Governo do Território,Telefonia em Banda Lateral Singela, presidiu o grupo de trabalho que estudou a viabilidade da televisão em Macapá. Representou o Amapá no I Congresso Brasileiro de Telecomunicações, realizado no Rio de Janeiro, em junho de 1966. Representou o Território no II Congresso Brasileiro de Telecomunicações, realizado em São Paulo, em julho de 1967. Dirigiu os serviços de implantação do sistema de telecomunicações da Universidade Federal de Alagoas (1974). Dirigiu os serviços de instalação do sistema de telecomunicações da Polícia Federal, em São Luís, Belém e Macapá. Em 1972 instalou o serviço de telecomunicações do Incra, na Transamazônica. Em 1974 participou da equipe de técnicos da Maxuel incumbida de instalar a estação geradora de TV, adquirida pelo governo do ex-Território. Como servidor público, frequentou os cursos de telecomunicações por ondas portadoras, Inbelsa, São Paulo; telecomunicações em portadora reduzida, Intraco, São Paulo; telecomunicações em propagação horizontal, Motorola, São Paulo; organização de sistemas, Entel, Rio de Janeiro; especialização em administração profissional, Instituto de Pesquisas Rodoviárias, Ministério dos Transportes, ministrado em Macapá. Em 1959 frequentou o curso de pilotagem no Aeroclube de Macapá. Foi radioamador classe “A”, filiado à RNR (Rede Nacional de Rádio). Em 1985 presidiu a seccional da Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão, no Amapá. Aposentou-se aos 54 anos. A partir daí, passou a dedicar-se ao jornalismo, tendência que se verificara desde a infância, quando estudante da escola pública em Oiapoque, ao escrever uma crítica à professora, por não concordar com o uso da palmatória nas sabatinas de tabuada. A primeira participação na imprensa aconteceu na década de 1950, no jornal A Notícia. Como articulista do Jornal Amapá, de propriedade do governo do Território, publicou artigos abordando aspectos técnicos relacionados às telecomunicações. De 1993 a 1995 atuou como articulista do Jornal do Dia. Em 1996, passou a atuar no jornal Diário do Amapá, onde permanece até hoje. Além de articulista, durante dois anos assinou a coluna Dito Popular. Por sua atividade jornalística, recebeu o título de Cidadão de Macapá, conferido pela Câmara de Vereadores e dois títulos conferidos pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, 1995/1996. No livro “Colunistas Brasileiros”, seu nome é destacado entre os melhores formadores de opinião do país. Seus artigos e crônicas tem no humor sua principal característica. Humor mordaz e aguçado que pode possibilitar aos leitores rir da própria história e assim acatar, se necessário, a continuidade salutar da vida. Desde muito jovem percebeu no humor a principal arma para dizer o que deve ser dito, criticar o que deve ser criticado e viver, assim, o que precisa ser vivido. Sempre de forma alegre e doce, o fazer rir é a sua forma de permanecer vivo, sem esquecer dos muitos amigos, parentes e de sua família, sua companheira Regina Smith, sua irmã Lia, seus filhos Sandra, Ruy, Ana Célia, Socorro, Paulo, Fernando e Natasha; seus netos Fernanda, Gustavo, Hanah, Rodrigo, Roberta, Valéria, Victor e Felipe; seu genro Marcos e suas noras Maribel, Margareth e Dayse. Aos 77 anos, detentor de boa visão, costuma dizer que ainda não tem idade para usar óculos. Quando lhe perguntam por que o seu casamento deu certo, sempre responde: “É porque tudo começou no arraial de São José”. Avesso à formação de comissões, costuma dizer que, quando se forma uma comissão para debater determinado assunto, é porque não se quer resolver absolutamente nada. Essa é a forma que encontra de viver sempre, e cada vez mais, o riso da vida e a vida do riso, com uma dose extra de humor. Que o Uirapuru cante cada vez mais alto e forte.

Geopolítica no século XXI

Na próxima quinta-feira,9, às 17h, o presidente da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG), professor Gustavo Alberto Trompowsky Heck, palestrará, na Procuradoria-Geral de Justiça do Ministério Público do Amapá (MP-AP), sobre “Geopolítica no século XXI”. Durante o evento abordará temas como Recursos Naturais, Avanços Tecnológicos, Mudanças Climáticas, Migrações (pobreza, desemprego, guerras), Intolerância Racial, Conflitos e Tensões Sociais. Continue lendo

Um jornal para incentivar o hábito de ler

Estudantes do 6º ao 9º ano do Serviço Social da Indústria (SESI) Amapá lançaram o Jornal A voz da Escola para  incentivar o hábito da leitura. O jornal faz parte do projeto Ateliê da Aprendizagem.
A ideia de fazê-lo foi da professora de Língua Portuguesa Marcione Dias. Ela diz que o objetivo da iniciativa   é auxiliar os jovens a melhorar o desempenho na interpretação e produção textual, além de incentivar o hábito da leitura.

Professora Marcione Dias

Escalada em árvore

Você sabia que existe campeonato de escalada em árvore? Pois tem. E neste sábado, 4, Macapá  sediará o 8° Campeonato Brasileiro de Escalada em Árvore. O local escolhido pela comissão organizadora do evento foi o complexo do Araxá. As provas iniciarão às 8h.

A modalidade ocorre uma vez por ano e o vencedor representará o Brasil na etapa mundial, que acontecerá no fim deste ano, nos Estados Unidos.

Feira do peixe vivo

Neste sábado, 4, ocorre mais uma edição do projeto Peixe Vivo. Desta vez, no Residencial São José, zona sul da cidade. Será a 24ª edição da feira itinerante, que comercializará peixes criados em cativeiro.

Será comercializada uma tonelada de tambaqui e tambatinga. O quilo do peixe vivo sairá ao preço de R$ 8,00, bem abaixo do valor de mercado

Executivo, Legislativo e Judiciário traçam estratégias para segurança pública no Amapá

Do portal do Governo do Amapá

O fortalecimento da segurança pública no Amapá ganha o apoio dos Poderes Legislativo e Judiciário que se unem ao Executivo no planejamento de estratégias unificadas e ações conjuntas para o setor. O vice-governador Papaléo Paes, representantes do Legislativo e Judiciário, e a cúpula da segurança do Amapá, estiveram reunidos na tarde desta segunda-feira, 30, no Ministério Público Estadual (MPE) traçando os primeiros passos do trabalho conjunto.

A primeira medida foi a unificação dos trabalhos de segurança com o compartilhamento das informações do setor, que ocorrerá por meio da Criação do Comitê Executivo que será integrado por representantes do Ministério Público Estadual (MPE), Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP), Tribunal de Contas do Estado (TCE), Assembleia Legislativa do Amapá (ALAP), Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Polícia Militar do Amapá (PM-AP), Polícia Federal (PF), Polícia Civil e Guarda Municipal de Macapá (GMM). O Comitê também terá o apoio institucional do Exército Brasileiro e da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN)

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