Tempo perdido

Havia um tempo de cadeiras na calçada.
Era um tempo em que havia mais estrelas. Tempo em que as criançasbrincavam sob a clarabóia da lua. E o cachorro da casa era um grande personagem. E também o relógio de parede! Ele não media o tempo simplesmente: ele meditava o tempo.
(Mario Quintana)

  • Tive a opoerunidade de ver esta realidade em Parintins, onde curti o festival dos bois Caprichoso e Garantido.

  • “Havia um tempo de cadeiras na calçada.” – Hje você não consegue ficar na frente de sua própria casa, balançando-se numa cadeira. A bandidagem tá solta !
    Salve-se quem puder ! Alias, até as Autoridades já estão sendo vitimas de ladrões violentos e inescrupulosos!
    Se Quintana tivesse entre nós, com certeza mudaria seu poema !
    Um abraço bem grandão !

  • é, deixamos de controlar o tempo, não damos mais corda no velho relogio, ele nos da corda.
    que saudades, acordar de madrugada e ver meu velho pai fazendo café, forte, sem açucar, assim como seus comentários………….

  • O tempo é Cruel, quanto mais precisamos dele, mais ele marca nossas vidas, rugas, cabelos brancos, envelhecimento, etc..etc.

  • E verdade hoje digo que o meu tempo e igual de muitas pessoas cada minuto segundo e hora e cheio de compromissos infinitos que quando mais o tempo passa mais precisamos de tempo para cumprirmos os compromissos.
    Faz tempo que não consigo perceber o tempo como antes assim mesmo como você descreveu. Acredito que não vivemos mais esse tempo por que o tempo foi substituído pela ambição de sempre queremos mais e mais tempo para vivermos outros coisas que não nos permiti viver o nosso próprio tempo .

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